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	<title>Segurança</title>
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	<description>Notícias, eventos e informações sobre a comunidade LGBTQIAP+ de Florianópolis e região</description>
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		<title>Brasil registra 80 assassinatos de pessoas trans e travestis em apenas um ano</title>
		<link>https://floripa.lgbt/seguranca/violencia-contra-lgbts/brasil-80-assassinatos-pessoas-trans-e-travestis-2025/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 26 Jan 2026 14:54:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Violência contra LGBTs]]></category>
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					<description><![CDATA[País se mantém no topo do ranking internacional de assassinatos de pessoas trans e travestis em 2025, conforme dossiê da Antra]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Brasil se mantém no topo do ranking de países que mais matam pessoas transexuais e travestis no mundo. Apenas em 2025, foram contabilizados 80 assassinatos apenas em 2025. Os dados fazem parte da última edição do dossiê feito pela Associação Nacional de Travestis e Transexuais (Antra), lançado nesta segunda-feira (26).</p>
<p>Em <a href="https://floripa.lgbt/seguranca/mulher-trans-morta-a-facadas-sao-joao-batista/"><strong>Santa Catarina</strong></a> foi incluída uma morte. Assim, o estado ficou em 21º, assumindo uma posição menos violenta em relação a 2024, quando foram contabilizadas três mortes.</p>
<p>O <a href="https://antrabrasil.org/wp-content/uploads/2026/01/dossie-antra-2026.pdf" target="_blank" rel="noopener">dossiê lançado pela Antra</a> foi produzido com apoio de 30 outras entidades, movimentos, empresas e projetos. Entre eles, destaque para a associação catarinense Acontece Arte e Política LGBTI+, que tem forte atuação em Florianópolis.</p>
<p>&#8220;Persistir em falar todos os dias sobre a violência contra a comunidade, na produção destes dados, na denúncia qualificada e na incidência pública constitui, hoje, uma das respostas mais eficazes à transfobia estrutural e à cisgeneridade enquanto regime de controle e poder que organiza a negação de direitos e a desumanização de pessoas trans como agenda política&#8221;, disse Bruna Benevides, presidenta da Antra.</p>
<p>O resultado representa queda de cerca de 34% em relação ao ano anterior, que registrou 122 crimes desse tipo, porém não tira o país do topo do ranking, posição que ocupa há quase 18 anos.</p>
<p>Para a presidenta da Antra, Bruna Benevides, os dados são resultado de um sistema inteiro que naturaliza a opressão contra pessoas trans.</p>
<p>“Não são mortes isoladas, revelam uma população exposta à violência extrema desde muito cedo, atravessada por exclusão social, racismo, abandono institucional e sofrimento psicológico contínuo.”</p>
<h3>Ranking de mortes por estado</h3>
<p>No topo do ranking vergonhoso das mortes de pessoas trans e travestis em 2025, Ceará (CE) e Minas Gerais (MG) lideram com o maior número de ocorrências, registrando 8 casos cada. Eles são seguidos de perto por Bahia (BA) e Pernambuco (PE), ambos com 7 mortes.</p>
<p>Na faixa intermediária, os estados de Goiás (GO), Maranhão (MA) e Pará (PA) apresentam 5 registros cada, enquanto Paraíba (PB), Paraná (PR), Rio Grande do Norte (RN) e São Paulo (SP) contabilizam 4 ocorrências cada um.</p>
<p>Com números menores, aparecem Mato Grosso (MT) e Rio de Janeiro (RJ) com 3 casos cada, seguidos por Alagoas (AL), Distrito Federal (DF), Espírito Santo (ES) e Mato Grosso do Sul (MS), todos com 2 registros.</p>
<p>Os estados do Amazonas (AM), Amapá (AP), Rio Grande do Sul (RS), Santa Catarina (SC) e Sergipe (SE) registraram 1 morte cada.</p>
<p>Por fim, a tabela aponta cinco estados em que não foram encontrados registros no período: Acre (AC), Piauí (PI), Rondônia (RO), Roraima (RR) e Tocantins (TO), todos com zero casos.</p>
<h2>Perfil das pessoas trans e travestis mortas em 2025</h2>
<p>O dossiê da Antra também traçou um perfil das vítimas em 2025, levando em consideração dados como idade, classe e contexto social, raça, gênero e detalhes comuns das violências.</p>
<p>A faixa etária dos 18 aos 29 anos concentra o maior volume de casos, com 31 assassinatos (54% do total). Além disso, 77% das vítimas assassinadas em 2025 tinham menos de 35 anos.</p>
<p>Apesar da ausência de dados, nota-se no documento que a transfobia afeta sobretudo pessoas empobrecidas, em contexto de alta vulnerabilidade social, que utilizam o trabalho sexual como fonte primária ou secundária de renda.</p>
<p>Em 2025, dentre os 57 casos em que foi possível determinar a raça/cor das vítimas, observou-se que pelo menos 40 casos, 70% das vítimas, eram pessoas trans negras (pretas e pardas). Houve ainda dois casos de indígenas trans assassinadas, e pessoas brancas somaram 15 casos (26%).</p>
<p>Entre as vítimas de assassinatos localizadas e consideradas nesta pesquisa, 77 eram travestis/mulheres trans, explicitando que a violência de gênero, a motivação, assim como a própria escolha da vítima têm relação direta com a identidade de gênero (feminina) expressa pelas vítimas.</p>
<p>Travestis e mulheres trans representam 97% dos casos, com 1.221 assassinatos, nos últimos nove anos contabilizados nesta pesquisa.</p>
<p>Também foram encontrados 3 registros de homens trans e pessoas transmasculinas assassinados. Entre os anos de 2017 e 2025, foi identificado um total de 40 casos de assassinatos de homens trans e pessoas transmasculinas mapeados pela Antra, que representam 3% da amostra total para esse período.</p>
<p>A partir desses números, a Antra aponta que uma pessoa travesti ou mulher trans tem até 30 vezes mais chances de ser assassinada, sobretudo no espaço público que uma pessoa transmasculina ou não binária.</p>
<h2>Tiros e facas são as principais ferramentas para matar pessoas trans e travestis</h2>
<p>A análise da Antra mostra que o uso da arma de fogo ainda é o principal instrumento da mote de pessoas trans e travestis no Brasil. Em 2025, o uso de arma de fogo foi responsável por 42,5% dos casos.</p>
<p>Em seguida, aparecem as armas brancas e objetos contundentes, presentes em 22,5% dos registros, caracterizados por facadas, pauladas, marteladas, garrafadas e degolamentos, evidenciando violência direta e prolongada.</p>
<p>Situações de espancamento e tortura correspondem a 12,5% dos casos, marcadas por agressões extremas, muitas vezes coletivas, com sinais de amarração e sofrimento intenso.</p>
<p>As mortes por asfixia e estrangulamento somam 7,5%, enquanto os casos de carbonização e queimaduras, embora menos frequentes, representam 5% e expõem níveis extremos de crueldade. A violência sexual aparece em 2,5% dos registros, combinada a espancamentos e mutilações.</p>
<p>Atropelamentos intencionais também correspondem a 2,5%, assim como os casos sem informação ou classificados como outros.</p>
<p>Já as ocorrências de decapitação e desmembramento e de morte presumida ou desaparecimento, com 1,25% cada, revelam contextos de brutalidade máxima.</p>
<p>As mortes ocorreram, em sua maioria, em espaços públicos, que concentraram 50 registros, correspondendo a 62,5% do total.</p>
<p>Os espaços privados concentram 23 ocorrências, o que representa 28,75% dos casos, incluindo residências das próprias vítimas, motéis, unidades prisionais masculinas e outros ambientes de acesso restrito. Por fim, os registros classificados como “sem informação” sobre o local somam 7 casos (8,75%).</p>
<p>O período noturno reúne o maior número de casos, com 29 registros, correspondendo a 36,25% do total, seguido pela madrugada, com 20 ocorrências (25%).</p>
<p>A Antra ainda aponta que 15 registros (18,75%) não possuem horário, o que, de acordo com a entidade, revela &#8220;lacunas importantes na documentação e na investigação dessas mortes. Essa ausência de dados temporais compromete análises mais precisas e reflete a baixa priorização institucional dada aos crimes contra pessoas trans&#8221;.</p>
<p>Já os períodos matutino e vespertino concentram, respectivamente, 9 casos (11,25%) e 7 casos (8,75%).</p>
<p>Em 53 registros, não foi possível identificar o autor do crime ou estabelecer qualquer vínculo entre a vítima e a autoria do crime. Entre os casos em que a relação foi identificada, destaca-se a categoria “Clientes”, com 10 ocorrências.</p>
<p>As relações afetivas aparecem em 6 casos, envolvendo namorados/as, ex-namorados ou vínculos familiares ampliados, como cunhados. Já os vínculos de proximidade social, como vizinhos, conhecidos, irmãos ou relações extraconjugais, somam 5 registros.</p>
<p>Por fim, aparecem as categorias institucional ou outros, com 3 casos envolvendo detentos ou situações de internato, e os outros registros residuais, também com 3 casos – um deles onde as suspeitas eram trans.</p>
<h2>75 tentativas de homicídios foram registradas em 2025</h2>
<p>A Antra apontou que, em 2025, foram registrados em nossas buscas pelo menos 75 homicídios tentados, aumento de 32% em relação a 2024, durante a realização da pesquisa, utilizando a mesma metodologia dos assassinatos, todos contra travestis e mulheres trans.</p>
<p>Em 2024, foram 57 casos. Em 2023 foram 69 tentativas de assassinato; em 2022 foram 84 casos; em 2021 sobreviveram 79 vítimas; no ano de 2020 haviam sido 77 tentativas; 50 em 2019; 72 em 2018; e 58 em 2017.</p>
<p>A análise aponta que as tentativas de homicídios de pessoas trans e travestis voltaram a crescer, retomando patamares de 2020 e 2021.</p>
<h2>Pressão por políticas públicas</h2>
<p>Além do diagnóstico, o dossiê apresenta diversas recomendações dirigidas ao poder público, ao sistema de justiça, à segurança pública e às instituições de direitos humanos, buscando diálogo e propostas concretas para romper com a lógica de impunidade e escassez que marca a realidade das pessoas trans no Brasil.</p>
<p>Bruna Benevides, também autora do dossiê, acredita que o relatório da Antra “constrange o Estado&#8221;, informa a sociedade e impede o silêncio.</p>
<p>“É preciso reconhecer que as políticas de proteção às mulheres precisam estar acessíveis e disponíveis para as mulheres trans por exemplo. Pensar sobre tornar acessível o que existe e implementar o que ainda não foi devidamente alcançado. Há muita produção, inclusive de dados, falta ação por parte de tomadores de decisão”, completou.</p>
<p>A nona edição do Dossiê: Assassinatos e Violências Contra Travestis e Transexuais Brasileiras será apresentada em cerimônia no auditório do Ministério dos Direitos Humanos, com entrega oficial a representantes do governo federal.</p>
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            <media:description><![CDATA[Brasil é o país que mais mata trans e travestis, segundo a Antra - Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil]]></media:description>    
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		<item>
		<title>Suspeito de matar o ex-marido a facadas em Camboriú é preso na Bahia</title>
		<link>https://floripa.lgbt/seguranca/suspeito-de-matar-o-ex-marido-a-facadas-em-camboriu-e-preso-na-bahia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 21 Jan 2026 11:09:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Segurança]]></category>
		<category><![CDATA[Bahia]]></category>
		<category><![CDATA[Santa Catarina]]></category>
		<category><![CDATA[Tribunal de Justiça de Santa Catarina (TJSC)]]></category>
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					<description><![CDATA[Rodrigo Oliveira dos Santos, ex-marido do influenciador e empresário Robson Maldonado Malinoski, foi detido na Bahia após mais de 20 dias foragido]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O jornalista Rodrigo Oliveira dos Santos, de 37 anos, principal <a href="https://floripa.lgbt/seguranca/empresario-e-morto-a-facadas-em-camboriu-e-ex-marido-e-suspeito-do-homicidio/"><strong>suspeito de assassinar o ex-marido</strong></a>, o influenciador digital e empresário Robson Maldonado Malinoski, também de 37 anos, foi preso na manhã desta terça-feira (20), na cidade de Canavieiras, no sul da Bahia.</p>
<p>A prisão ocorreu em cumprimento a um mandado de prisão em aberto por homicídio, expedido pelo TJSC (Tribunal de Justiça de Santa Catarina). As informações foram divulgadas por <a href="https://g1.globo.com/sc/santa-catarina/noticia/2026/01/20/ex-companheiro-suspeito-matar-influencer-camboriu-preso-bahia.ghtml" target="_blank" rel="noopener">portais de notícias</a> como o g1.</p>
<h3>Influenciador digital Robson Maldonado foi morto a facadas em SC</h3>
<p>O crime brutal ocorreu na tarde de 29 de dezembro de 2025, em um apartamento na cidade de Camboriú, no Litoral Norte de Santa Catarina. Robson Maldonado Malinoski, que acumulava mais de 100 mil seguidores em suas redes sociais e era conhecido por seu trabalho como cozinheiro e influenciador digital, foi encontrado morto com três perfurações no tórax.</p>
<figure id="attachment_15693" aria-describedby="caption-attachment-15693" style="width: 1920px" class="wp-caption alignnone"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="size-full wp-image-15693" src="https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2025/12/Empresario-Robson-Maldonado-Malinoski-foi-morto-a-facadas-em-Camboriu-e-ex-marido-e-suspeito-do-homicidio.png" alt="Empresário Robson Maldonado Malinoski foi morto a facadas em Camboriú e ex-marido é suspeito do homicídio" width="1920" height="1080" title="Suspeito de matar o ex-marido a facadas em Camboriú é preso na Bahia" srcset="https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2025/12/Empresario-Robson-Maldonado-Malinoski-foi-morto-a-facadas-em-Camboriu-e-ex-marido-e-suspeito-do-homicidio.png 1920w, https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2025/12/Empresario-Robson-Maldonado-Malinoski-foi-morto-a-facadas-em-Camboriu-e-ex-marido-e-suspeito-do-homicidio-800x450.png 800w, https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2025/12/Empresario-Robson-Maldonado-Malinoski-foi-morto-a-facadas-em-Camboriu-e-ex-marido-e-suspeito-do-homicidio-1200x675.png 1200w, https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2025/12/Empresario-Robson-Maldonado-Malinoski-foi-morto-a-facadas-em-Camboriu-e-ex-marido-e-suspeito-do-homicidio-768x432.png 768w, https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2025/12/Empresario-Robson-Maldonado-Malinoski-foi-morto-a-facadas-em-Camboriu-e-ex-marido-e-suspeito-do-homicidio-1536x864.png 1536w, https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2025/12/Empresario-Robson-Maldonado-Malinoski-foi-morto-a-facadas-em-Camboriu-e-ex-marido-e-suspeito-do-homicidio-1024x576.png 1024w, https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2025/12/Empresario-Robson-Maldonado-Malinoski-foi-morto-a-facadas-em-Camboriu-e-ex-marido-e-suspeito-do-homicidio-150x84.png 150w" sizes="(max-width: 1920px) 100vw, 1920px" /><figcaption id="caption-attachment-15693" class="wp-caption-text">Empresário Robson Maldonado Malinoski foi morto a facadas em Camboriú e ex-marido é suspeito do homicídio &#8211; Foto: Arquivo Pessoal/Divulgação</figcaption></figure>
<p>O caso rapidamente ganhou repercussão nacional. Segundo relatos de amigos e familiares, o relacionamento entre Robson e Rodrigo havia terminado após episódios de violência, e o suspeito não aceitava o fim, chegando a fazer ameaças à vítima.</p>
<p>A Polícia Militar de Santa Catarina indicou que Rodrigo esteve no local momentos antes da chegada dos socorristas, tornando-se o principal suspeito.</p>
<p>Imagens de câmeras de segurança chegaram a registrar o jornalista deixando o prédio com uma faca na mão após o crime.</p>
<p>A fuga de Rodrigo, que durou mais de 20 dias, foi marcada por um detalhe macabro: familiares relataram que ele chegou a curtir postagens da família da vítima nas redes sociais enquanto estava foragido.</p>
<p>O espaço permanece em aberto para a defesa de Rodrigo Oliveira dos Santos, que ainda não foi localizada pelas autoridades.</p>
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        </media:content>	</item>
		<item>
		<title>MPSC distribui cartilha sobre direitos de mulheres em situação de violência para três idiomas</title>
		<link>https://floripa.lgbt/seguranca/mpsc-cartilha-direitos-mulheres-em-situacao-de-violencia-tres-idiomas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 09 Jan 2026 23:55:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Segurança]]></category>
		<category><![CDATA[Ministério Público de SC]]></category>
		<category><![CDATA[Santa Catarina]]></category>
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					<description><![CDATA[Cartilha lançada em 2025 passa a atender mulheres imigrantes em Santa Catarina e já começou a ser distribuído também em francês, espanhol e crioulo haitiano]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="flex flex-col text-sm pb-25">
<article class="text-token-text-primary w-full focus:outline-none [--shadow-height:45px] has-data-writing-block:pointer-events-none has-data-writing-block:-mt-(--shadow-height) has-data-writing-block:pt-(--shadow-height) [&amp;:has([data-writing-block])&gt;*]:pointer-events-auto scroll-mt-[calc(var(--header-height)+min(200px,max(70px,20svh)))]" dir="auto" tabindex="-1" data-turn-id="66628dff-42d0-4e30-97b7-1fa1841849cc" data-testid="conversation-turn-4" data-scroll-anchor="true" data-turn="assistant">
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<div class="markdown prose dark:prose-invert w-full break-words dark markdown-new-styling">
<p data-start="233" data-end="752">O Ministério Público de Santa Catarina (MPSC) ampliou o alcance da cartilha “20 questões essenciais que toda mulher em <a href="https://floripa.lgbt/seguranca/mulher-trans-morta-a-facadas-sao-joao-batista/"><strong>situação de violência</strong></a> precisa saber – Conhecer seus direitos é o primeiro passo para romper o ciclo da violência” ao disponibilizar o conteúdo em francês e espanhol. A versão em crioulo haitiano está em fase final de conclusão.</p>
<p data-start="233" data-end="752">A iniciativa leva em conta o perfil das mulheres imigrantes que vivem no estado e busca reduzir barreiras linguísticas no acesso à informação sobre direitos e proteção.</p>
<p data-start="754" data-end="1209">Lançada em agosto de 2025, durante o Quarto Ciclo de Diálogos da Lei Maria da Penha promovido pelo próprio MPSC, a cartilha reúne respostas objetivas às dúvidas mais recorrentes de mulheres vítimas de violência.</p>
<p data-start="754" data-end="1209">O material aborda os tipos de violência previstos na legislação, explica como funciona o ciclo da violência, apresenta os caminhos para denúncia, detalha as medidas protetivas e indica serviços públicos disponíveis para acolhimento e proteção.</p>
<p data-start="1211" data-end="1699">De acordo com a Coordenadora-Geral do Núcleo de Enfrentamento a Violências e Apoio às Vítimas (NEAVIT), promotora de Justiça Chimelly Louise de Resenes Marcon, a tradução do material reforça o direito à informação como ferramenta de proteção.</p>
<blockquote>
<p data-start="1211" data-end="1699">“A proteção contra a violência não deve ter fronteiras ou barreiras linguísticas. Ao traduzir este conteúdo para idiomas como o crioulo haitiano, o espanhol e o francês, o MPSC garante que a mulher imigrante saiba que não está sozinha”, afirmou.</p>
</blockquote>
<p data-start="1701" data-end="1939">As “20 questões essenciais” foram elaboradas a partir de uma parceria entre o MPSC, por meio do NEAVIT, a Ouvidoria Nacional do Ministério Público, a Corregedoria Nacional do Ministério Público e o Conselho Nacional do Ministério Público.</p>
<p data-start="1941" data-end="2281" data-is-last-node="" data-is-only-node="">As versões em <strong><a href="https://www.mpsc.mp.br/documents/d/guest/20251024-20-questoes-mulheres-situacao-violencia-v7_compactada" target="_blank" rel="noopener">português</a></strong>, <a href="https://www.mpsc.mp.br/documents/d/guest/20251015-20-questoes-espanholv7_3-1" target="_blank" rel="noopener"><strong>espanhol</strong></a> e <a href="https://www.mpsc.mp.br/documents/d/guest/20251015-20-questoes-francesv7" target="_blank" rel="noopener"><strong>francês</strong></a> já estão disponíveis nas Promotorias de Justiça, nas unidades regionais do NEAVIT, no Instituto Cidades Invisíveis, em Florianópolis, e no 3º Batalhão da Polícia Militar em Canoinhas.</p>
<p data-start="1941" data-end="2281" data-is-last-node="" data-is-only-node="">O material pode ser solicitado por qualquer pessoa ou instituição interessada pelo e-mail <a class="decorated-link cursor-pointer" href="mailto:neavit@mpsc.mp.br" rel="noopener" data-start="2261" data-end="2278">neavit@mpsc.mp.br</a>.</p>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</article>
</div>
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		<title>Mulher trans é morta a facadas em SC ao defender amiga e filha em São João Batista</title>
		<link>https://floripa.lgbt/seguranca/mulher-trans-morta-a-facadas-sao-joao-batista/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 02 Jan 2026 23:48:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Segurança]]></category>
		<category><![CDATA[Santa Catarina]]></category>
		<category><![CDATA[São João Batista]]></category>
		<category><![CDATA[Superior Tribunal de Justiça (STJ)]]></category>
		<category><![CDATA[Supremo Tribunal Federal (STF)]]></category>
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					<description><![CDATA[Stephanny Cassiana da Silva, uma mulher trans de 40 anos, foi esfaqueada na madrugada do dia 1º de janeiro; suspeito fugiu e caso é investigado como feminicídio]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p data-start="556" data-end="821">Uma mulher trans de 40 anos foi <a href="https://floripa.lgbt/seguranca/empresario-e-morto-a-facadas-em-camboriu-e-ex-marido-e-suspeito-do-homicidio/"><strong>morta a facadas</strong></a> na madrugada de 1º de janeiro em São João Batista (SC) após intervir para defender uma amiga e a filha dela contra um homem, segundo a Polícia Militar de Santa Catarina.</p>
<p data-start="823" data-end="1167">Identificada como Stephanny Cassiana da Silva, natural de Goiana (PE), ela estava na casa da amiga comemorando o Ano-Novo quando o companheiro da amiga, de 41 anos e alcoolizado, começou a ofender verbalmente sua parceira por volta das 5 h. A filha da mulher tentou intervir e foi empurrada pelo agressor.</p>
<p data-start="1169" data-end="1389">Stephanny conseguiu retirar a amiga e a filha da casa e, em seguida, trancou-se com o suspeito na tentativa de acalmá-lo. O homem a esfaqueou por diversas vezes no peito, costas e cabeça.</p>
<p data-start="1391" data-end="1646">Ao ouvirem os gritos, a mãe e a filha retornaram à residência e encontraram Stephanny gravemente ferida e o homem ainda no local, antes de a Polícia Militar ser acionada. O Samu e a polícia foram chamados e Stephanny foi levada ao Hospital Monsenhor José Locks, mas morreu ao dar entrada na unidade.</p>
<p data-start="1391" data-end="1646">O suspeito fugiu antes da chegada dos agentes e não foi localizado até a publicação desta matéria. A ocorrência está sendo investigada como feminicídio, com buscas em andamento para localizar o homem suspeito de matar Stephanny.</p>
<p data-start="1391" data-end="1646">O caso rapidamente ganhou <a href="https://floripa.lgbt/seguranca/homofobia/desembargador-ataques-homofobicos-advogados-whatsapp/"><strong>repercussão nacional</strong></a>. Nas redes sociais, amigos de Stephanny prestaram homenagens a ela, fazendo comentários na última publicação dela no Instagram:</p>
<blockquote class="instagram-media" style="background: #FFF; border: 0; border-radius: 3px; box-shadow: 0 0 1px 0 rgba(0,0,0,0.5),0 1px 10px 0 rgba(0,0,0,0.15); margin: 1px; max-width: 540px; min-width: 326px; padding: 0; width: calc(100% - 2px);" data-instgrm-captioned="" data-instgrm-permalink="https://www.instagram.com/p/DRILk1pEded/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" data-instgrm-version="14">
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<p>&nbsp;</p>
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<div style="color: #3897f0; font-family: Arial,sans-serif; font-size: 14px; font-style: normal; font-weight: 550; line-height: 18px;">View this post on Instagram</div>
</div>
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</div>
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<p>&nbsp;</p>
<p style="color: #c9c8cd; font-family: Arial,sans-serif; font-size: 14px; line-height: 17px; margin-bottom: 0; margin-top: 8px; overflow: hidden; padding: 8px 0 7px; text-align: center; text-overflow: ellipsis; white-space: nowrap;"><a style="color: #c9c8cd; font-family: Arial,sans-serif; font-size: 14px; font-style: normal; font-weight: normal; line-height: 17px; text-decoration: none;" href="https://www.instagram.com/p/DRILk1pEded/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" target="_blank" rel="noopener">A post shared by Stephanny Cassiana (@stephanny_cassiana)</a></p>
</div>
</blockquote>
<p><script async src="//www.instagram.com/embed.js"></script></p>
<h2 data-start="1828" data-end="1999">Morte de mulher trans a facadas é investigada como feminicídio</h2>
<p data-start="227" data-end="402">O crime é investigado como feminicídio, e a polícia segue realizando buscas na região para localizar o homem suspeito de esfaquear e matar Stephanny.</p>
<p data-start="404" data-end="744">Desde 2021, o Superior Tribunal de Justiça (STJ) consolidou o entendimento de que a Lei Maria da Penha também se aplica a mulheres transgênero, ao reconhecer que a legislação trata de violência de gênero, independentemente de a vítima ser cisgênero ou não. Decisões nesse sentido já vinham sendo adotadas no país desde 2010.</p>
<p data-start="746" data-end="935">Em 2025, o Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu de forma unânime que os dispositivos da Lei Maria da Penha também se aplicam a mulheres trans, travestis e casais homoafetivos.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<media:content 
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            <media:description><![CDATA[Stephanny Cassiana da Silva, mulher trans de 40 anos, foi morta a facadas em SC ao defender amiga e filha em São João Batista - Foto: Arquivo Pessoal / Divulgação]]></media:description>    
            <media:credit role="author" scheme="urn:ebu"><![CDATA[]]></media:credit>

        </media:content>	</item>
		<item>
		<title>Empresário é morto a facadas em Camboriú e ex-marido é suspeito do homicídio</title>
		<link>https://floripa.lgbt/seguranca/empresario-e-morto-a-facadas-em-camboriu-e-ex-marido-e-suspeito-do-homicidio/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Dec 2025 11:44:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Segurança]]></category>
		<category><![CDATA[Santa Catarina]]></category>
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					<description><![CDATA[O jornalista Rodrigo Oliveira dos Santos é o principal suspeito de matar a facadas o empresário e ex-marido dele, Robson Maldonado Malinoski]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p data-start="248" data-end="529">O jornalista Rodrigo Oliveira dos Santos é o principal suspeito de matar a facadas o ex-marido, Robson Maldonado Malinoski, em <strong><a href="https://floripa.lgbt/justica/justica-naturismo-na-praia-do-pinho/">Camboriú</a></strong>, no Litoral Norte de Santa Catarina. As informações são do Diarinho.</p>
<p data-start="531" data-end="870">Segundo informações compartilhadas por familiares ao <a href="https://diarinho.net/materia/667940/Urgente--Jornalista-e-suspeito-de-matar-ex-marido-a-facadas" target="_blank" rel="noopener">Diarinho</a>, a vítima foi encontrada morta dentro do apartamento por volta das 15h desta segunda-feira (29).</p>
<p data-start="531" data-end="870">Equipes do Samu foram acionadas para atendimento de uma parada cardiorrespiratória, mas constataram que Robson já estava morto, com três perfurações no peito.</p>
<p data-start="872" data-end="1182">Ainda conforme o portal, a Polícia Militar indicou que Rodrigo teria estado no local momentos antes da chegada dos socorristas e passou a ser considerado o principal suspeito do crime. Amigos relataram que ele não aceitava o fim do relacionamento e vinha ameaçando Robson.</p>
<h3 data-start="872" data-end="1182">Jornalista suspeito de matar empresário está foragido</h3>
<p data-start="1184" data-end="1486">Relatos publicados nas redes sociais indicam que o casal havia se separado após episódios de violência, e que mesmo após o término Robson seguia auxiliando o ex-companheiro devido ao tratamento do pai de Rodrigo, que lutava contra um câncer e faleceu recentemente.</p>
<p data-start="1488" data-end="1716">A Polícia Militar realizou buscas em endereços ligados ao suspeito em Itajaí e Barra Velha, mas ele ainda não havia sido localizado até a última atualização divulgada pelo portal Diarinho.</p>
<p data-start="1488" data-end="1716">O <strong>Floripa.LGBT</strong> não localizou a defesa de Rodrigo. O espaço permanece em aberto para defesa dele.</p>
<p data-start="1718" data-end="1935">Robson tinha grande presença nas redes sociais, com mais de 77 mil seguidores, onde se apresentava como empresário, cozinheiro e especialista em marketing, segundo o Diarinho.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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            <media:description><![CDATA[Empresário Robson Maldonado Malinoski foi morto a facadas em Camboriú e ex-marido é suspeito do homicídio - Foto: Arquivo Pessoal / Divulgação]]></media:description>    
            <media:credit role="author" scheme="urn:ebu"><![CDATA[]]></media:credit>

        </media:content>	</item>
		<item>
		<title>Repercussão sobre fala homofóbica de Abel Braga mobiliza o universo do futebol</title>
		<link>https://floripa.lgbt/esporte/fala-homofobica-abel-braga-repercussao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Dec 2025 13:44:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Esporte]]></category>
		<category><![CDATA[Violência contra LGBTs]]></category>
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					<description><![CDATA[Declaração de Abel Braga gerou denúncia ao STJD e provocou a reação de entidades, torcedores e movimentos LGBTQIA+, inclusive do clube de futebol que o contratou]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p data-start="293" data-end="653">A declaração homofóbica de Abel Braga durante sua apresentação como técnico do Sport Club Internacional gerou uma reação imediata e ampla: grupos de defesa de direitos LGBTI+, torcedores e a mídia passaram a cobrar responsabilização — e isso resultou em <strong><a href="https://floripa.lgbt/esporte/dia-nacional-de-combate-a-lgbtfobia-futebol/">denúncia formal</a></strong> ao Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD).</p>
<p data-start="1520" data-end="1748">Na coletiva de apresentação, ao comentar sobre o uniforme de treino do Inter, Abel Braga afirmou: “Eu não quero a porra do meu time treinando de camisa rosa, que parece time de viado”.</p>
<p data-start="1750" data-end="2028">Horas depois, Abel Braga usou seu <a href="https://www.instagram.com/abelbragaoficial/" target="_blank" rel="noopener">perfil no Instagram</a> para se desculpar e tentar conter a crise que ele mesmo gerou:</p>
<blockquote>
<p data-start="1750" data-end="2028">“Reconheço que não fiz uma colocação adequada sobre a cor rosa durante a coletiva. Antes que isso se espalhasse, peço desculpas. Cores não definem gêneros; caráter define”, disse o técnico.</p>
</blockquote>
<p data-start="655" data-end="963">O Grupo Arco-Íris de Cidadania LGBTI+ acionou o STJD para que a declaração homofóbica do técnico de futebol seja investigada como possível ato discriminatório, com base no artigo 243-G do Código Brasileiro de Justiça Desportiva (CBJD), que prevê sanções para “ato discriminatório, desdenhoso ou ultrajante”.</p>
<figure id="attachment_15572" aria-describedby="caption-attachment-15572" style="width: 1200px" class="wp-caption alignnone"><img decoding="async" class="size-full wp-image-15572" src="https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2025/12/Tecnico-Abel-Braga-deu-declaracao-homofobica-em-sua-primeira-coletiva-Foto-Reproducao-Instagram.jpg" alt="Técnico Abel Braga deu declaração homofóbica em sua primeira coletiva" width="1200" height="800" title="Repercussão sobre fala homofóbica de Abel Braga mobiliza o universo do futebol" srcset="https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2025/12/Tecnico-Abel-Braga-deu-declaracao-homofobica-em-sua-primeira-coletiva-Foto-Reproducao-Instagram.jpg 1200w, https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2025/12/Tecnico-Abel-Braga-deu-declaracao-homofobica-em-sua-primeira-coletiva-Foto-Reproducao-Instagram-800x533.jpg 800w, https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2025/12/Tecnico-Abel-Braga-deu-declaracao-homofobica-em-sua-primeira-coletiva-Foto-Reproducao-Instagram-768x512.jpg 768w, https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2025/12/Tecnico-Abel-Braga-deu-declaracao-homofobica-em-sua-primeira-coletiva-Foto-Reproducao-Instagram-150x100.jpg 150w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /><figcaption id="caption-attachment-15572" class="wp-caption-text">Técnico Abel Braga deu declaração homofóbica em sua primeira coletiva e foi às redes sociais para se desculpar &#8211; Foto Reprodução/Instagram</figcaption></figure>
<p data-start="655" data-end="963">Após a abertura do processo no STJD, o órgão deve analisar a denúncia para só então iniciar a tramitação interna, o que depende agora da análise da Procuradoria do tribunal.</p>
<p data-start="655" data-end="963">Apesar do pedido de desculpas, para o Grupo Arco-Íris e parte significativa da sociedade civil, a retratação não elimina a potência ofensiva da fala — por isso a denúncia ao STJD e a exigência de consequências concretas.</p>
<h3 data-start="655" data-end="963">Fala de Abel Braga gerou reações de entidades e clubes de futebol</h3>
<p data-start="965" data-end="1271">Nas redes sociais e entre torcedores, a fala repercutiu com repúdio — comentários questionavam o uso de expressões ofensivas contra pessoas LGBTQIA+ por alguém em posição de destaque. A repercussão foi tamanha que Abel fez um pedido de desculpas poucas horas depois.</p>
<p data-start="965" data-end="1271">A reação entre clubes foi simbólica e rápida. O Grêmio, por exemplo, usou sua loja e canais oficiais para promover a campanha de venda da camisa rosa, movimento interpretado por torcedores e comentaristas como um repúdio à associação pejorativa feita por Abel Braga.</p>
<p data-start="965" data-end="1271">O clube também publicou nas redes sociais uma mensagem clara de apoio à diversidade, com bandeira do orgulho LGBTQIA+, afirmando: “Temos orgulho de todos os nossos torcedores, sejam eles azuis, brancos, pretos, rosas ou de qualquer outra cor”.</p>
<p data-start="965" data-end="1271">O comentarista esportivo Neto, durante o programa televisivo em que participa, criticou duramente a fala homofóbica de Abel Braga. Ele declarou que os comentários “merecem queda de divisões” e condenou o uso da palavra ofensiva, manifestando indignação pública e repúdio aos termos usados.</p>
<p data-start="1273" data-end="1464">Até o momento, não há registro público de que o Internacional tenha emitido uma nota oficial de repúdio ou se posicionado formalmente sobre o episódio.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<media:content 
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            <media:description><![CDATA[Fala homofóbica de Abel Braga durante entrevista coletiva gerou polêmica - Foto: Divulgação / Floripa.LGBT]]></media:description>    
            <media:credit role="author" scheme="urn:ebu"><![CDATA[]]></media:credit>

        </media:content>	</item>
		<item>
		<title>Desembargador do TJSC denuncia ataques homofóbicos feitos por advogados em grupo de WhatsApp</title>
		<link>https://floripa.lgbt/seguranca/homofobia/desembargador-ataques-homofobicos-advogados-whatsapp/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Dec 2025 21:56:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Homofobia]]></category>
		<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[OAB (Ordem dos Advogados do Brasil)]]></category>
		<category><![CDATA[Santa Catarina]]></category>
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					<description><![CDATA[Mensagens direcionadas ao desembargador João Buch citam sua orientação sexual e motivam reação pública e medidas legais]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O desembargador João Marcos Buch, integrante do Tribunal de Justiça de Santa Catarina (TJSC), denunciou ter sido alvo de ataques homofóbicos feitos por advogados em um grupo de WhatsApp destinado a profissionais do direito. As mensagens, que circulavam de forma restrita, chegaram ao magistrado no fim de semana e motivaram a divulgação de uma nota pública e o anúncio de medidas jurídicas.</p>
<p>Segundo <strong><a href="https://floripa.lgbt/cidadania/palavra-presa-apresentado-evento-internacional/">Buch</a></strong>, um dos advogados escreveu no grupo: “aconteceu um problema aqui, peguei um gay, um desembargador gay.” Em outro trecho, o mesmo profissional referiu-se ao magistrado dizendo: “caiu nas mãos de um desembargador chamado João Marcos Buch, gay, casado com outro homem.”</p>
<p>Outros participantes reforçaram o teor discriminatório ao classificá-lo como “polêmico” e afirmar que ele “soltava preso direto”.</p>
<p>Em publicação feita nas redes sociais, Buch afirmou que críticas a decisões são parte da democracia, mas rejeitou ataques pessoais baseados em orientação sexual.</p>
<blockquote><p>“Críticas a decisões judiciais são naturais em um Estado Democrático de Direito, mas ataques pessoais, motivados por preconceito e hostilidade, configuram discurso de ódio e não serão tolerados”, disse o desembargador.</p></blockquote>
<p style="text-align: center;">O magistrado informou ainda que não pretende “relevar o episódio” e que tomou a decisão de levar o caso às instâncias pertinentes. “Adotarei as medidas legais cabíveis”, declarou.</p>
<blockquote class="instagram-media" style="background: #FFF; border: 0; border-radius: 3px; box-shadow: 0 0 1px 0 rgba(0,0,0,0.5),0 1px 10px 0 rgba(0,0,0,0.15); margin: 1px; max-width: 540px; min-width: 326px; padding: 0; width: calc(100% - 2px);" data-instgrm-captioned="" data-instgrm-permalink="https://www.instagram.com/p/DRsn4YFj_Ix/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" data-instgrm-version="14">
<div style="padding: 16px;">
<p>&nbsp;</p>
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</div>
</div>
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</div>
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<div>
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<p>&nbsp;</p>
<p style="color: #c9c8cd; font-family: Arial,sans-serif; font-size: 14px; line-height: 17px; margin-bottom: 0; margin-top: 8px; overflow: hidden; padding: 8px 0 7px; text-align: center; text-overflow: ellipsis; white-space: nowrap;"><a style="color: #c9c8cd; font-family: Arial,sans-serif; font-size: 14px; font-style: normal; font-weight: normal; line-height: 17px; text-decoration: none;" href="https://www.instagram.com/p/DRsn4YFj_Ix/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" target="_blank" rel="noopener">A post shared by João Marcos Buch (@joaomarcosbuch)</a></p>
</div>
</blockquote>
<p><script src="//www.instagram.com/embed.js" async=""></script></p>
<p>A identidade dos advogados envolvidos não foi divulgada até o momento. Procurado, o Tribunal de Justiça de Santa Catarina ainda não se manifestou oficialmente sobre o caso.</p>
<p>Também não há informações confirmadas sobre eventual procedimento disciplinar contra os autores das mensagens. A Ordem dos Advogados do Brasil – Seccional Santa Catarina (OAB-SC) também não se pronunciou até esta publicação.</p>
<h3>Quem é o desembargador João Marcos Buch</h3>
<p>João Marcos Buch é desembargador do Tribunal de Justiça de Santa Catarina desde março de 2025, após três décadas de atuação na magistratura em comarcas como Florianópolis, Joinville e Imbituba.</p>
<p>Formado em Direito pela FURB e mestre pela Univali, ele é conhecido pela atuação na execução penal e por defender a humanização do sistema prisional.</p>
<p>Ganhou destaque nacional ao assumir o cargo com um <strong><a href="https://floripa.lgbt/justica/desembargador-de-sc-viraliza-apos-discurso-com-homenagem-ao-marido/">discurso que homenageou o marido</a></strong> — episódio registrado pelo <strong>Floripa.LGBT</strong> como um marco de representatividade no Judiciário catarinense — reforçando seu compromisso público com direitos humanos e diversidade.</p>
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]]></content:encoded>
					
		
		
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            <media:description><![CDATA[O desembargador João Marcos Buch atua no Tribunal de Justiça de Santa Catarina - Foto: Divulgação/Floripa.LGBT]]></media:description>    
            <media:credit role="author" scheme="urn:ebu"><![CDATA[]]></media:credit>

        </media:content>	</item>
		<item>
		<title>Vereadora de Videira é investigada após namorada pular de sacada de apartamento</title>
		<link>https://floripa.lgbt/seguranca/vereadora-de-videira-e-investigada-apos-namorada-pular-de-sacada-de-apartamento/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 21 Nov 2025 11:50:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Segurança]]></category>
		<category><![CDATA[Santa Catarina]]></category>
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					<description><![CDATA[Caso foi registrado pela polícia como lesão corporal e violência doméstica; vereadora nega as acusações e afirma que companheira tentou tirar a própria vida após discussão]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p data-path-to-node="4">A Polícia Civil de Santa Catarina instaurou um inquérito para apurar um caso de suposta violência doméstica envolvendo a vereadora Janaína Guedes de Freitas (PDT), de Videira, no Meio-Oeste do estado. Ela é suspeita de <a href="https://floripa.lgbt/seguranca/violencia-contra-lgbts/vitimas-de-lgbtfobia-ata-notarial-denunciar-ataques-virtuais/"><strong>violência doméstica</strong></a> contra a namorada, que não teve a identidade divulgada.</p>
<p data-path-to-node="4">A investigação ganhou repercussão após informações divulgadas pelo portal ND+, que detalhou o episódio ocorrido na noite da última terça-feira (18), quando a namorada da parlamentar pulou da sacada do segundo andar do apartamento onde estavam.</p>
<p data-path-to-node="5">De acordo com a apuração veiculada pelo portal, a Polícia Militar encontrou a companheira da vereadora no rol de entrada do prédio com uma lesão no pé.</p>
<p data-path-to-node="5">Aos policiais, a mulher relatou que o salto foi uma tentativa desesperada de fuga. Ela afirmou que estava em processo de separação e que, na noite do incidente, teria sido trancada no imóvel, agredida com tapas e enforcada pela parlamentar antes de conseguir escapar pela sacada.</p>
<p data-path-to-node="6">A defesa da vereadora apresenta uma versão oposta dos fatos, conforme o portal. À polícia, Jana Guedes alegou que a discussão iniciou após ela suspeitar de uma traição ao ler uma mensagem no celular da companheira.</p>
<p data-path-to-node="6">A parlamentar afirmou que foi agredida primeiro, tendo sua camisa rasgada e sofrendo arranhões. Segundo o relato da vereadora, a namorada, que estaria alcoolizada, ameaçou cometer suicídio como forma de chantagem e se jogou sobre um telhado de zinco antes de cair no chão.</p>
<p data-path-to-node="6">O <strong>Floripa.LGBT</strong> tentou contato com a vereadora Jana Guedes, mas não obteve retorno até esta publicação. O espaço segue aberto e será atualizado caso haja manifestação da citada.</p>
<h3 data-path-to-node="6">Polícia Civil investiga violência envolvendo a vereadora Jana Guedes</h3>
<p data-path-to-node="7">O caso está sob responsabilidade da Delegacia de Proteção à Criança, Adolescente, Mulher e Idoso (DPCAMI) de Videira e sendo conduzido pelo delegado Édipo Flamia Hellt.</p>
<p data-path-to-node="7">Segundo ele, a vereadora foi conduzida para prestar esclarecimentos pelos crimes de lesão corporal, violência doméstica e cárcere privado, mas não houve prisão em flagrante devido à falta de clareza imediata sobre a dinâmica dos fatos. Ambas passaram por exame de corpo de delito.</p>
<p data-path-to-node="7">Este não é o primeiro registro policial envolvendo o casal. Segundo relato do ND+, o casal já havia registrado um episódio anterior envolvendo o filho de 5 anos da vereadora.</p>
<p data-path-to-node="7">De acordo com o registro policial citado na reportagem, no dia 11 de novembro a criança foi encontrada andando sozinha e descalça na rua durante a madrugada. O menino estava sob cuidados da namorada, que alegou ter tomado medicação para dormir e não percebeu a saída da criança.</p>
<h3>Quem é a vereadora de Videira suspeita de violência contra a namorada</h3>
<p data-path-to-node="8">Jana Guedes está em seu segundo mandato como <a href="https://www.camaravideira.sc.gov.br/camara/membros/show/4050" target="_blank" rel="noopener">vereadora em Videira</a>. Além da atuação municipal, ela teve uma breve passagem pela Assembleia Legislativa de Santa Catarina (Alesc) no início de 2024. A parlamentar permaneceu no cargo de deputada estadual por 30 dias.</p>
<p data-path-to-node="9">Ela assumiu a cadeira no dia 15 de fevereiro de 2024, cobrindo a licença do titular Rodrigo Minotto (PDT), e permaneceu na função até meados de março do mesmo ano.</p>
<p data-path-to-node="10">No cenário das últimas eleições municipais, Jana Guedes figurou entre as candidaturas que ampliaram a diversidade no estado. Um levantamento realizado pelo  <strong>Floripa.LGBT</strong> aponta que <strong><a class="ng-star-inserted" href="https://floripa.lgbt/politica/eleicoes-2024/santa-catarina-tera-11-vereadores-lgbt-em-2025-veja-quantos-votos-cada-candidato-recebeu" target="_blank" rel="noopener" data-hveid="0" data-ved="0CAAQ_4QMahcKEwinifykuoORAxUAAAAAHQAAAAAQSA">Santa Catarina elegeu 11 vereadores LGBT em 2025</a></strong>, lista na qual a vereadora de Videira está incluída.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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            <media:description><![CDATA[Vereadora de Videira é acusada de violência doméstica após namorada pular de sacada - Foto: PMSC / Divulgação]]></media:description>    
            <media:credit role="author" scheme="urn:ebu"><![CDATA[]]></media:credit>

        </media:content>	</item>
		<item>
		<title>&#8216;Praia de bixa&#8217;: MPF denuncia Jessé Lopes por LGBTfobia em discurso</title>
		<link>https://floripa.lgbt/justica/mpf-denuncia-jesse-lopes-lgbtfobia-galheta/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 31 Oct 2025 19:29:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[Violência contra LGBTs]]></category>
		<category><![CDATA[Assembleia Legislativa de Santa Catarina (Alesc)]]></category>
		<category><![CDATA[Florianópolis]]></category>
		<category><![CDATA[Ministério Público Federal]]></category>
		<category><![CDATA[Supremo Tribunal Federal (STF)]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://floripa.lgbt/?p=15102</guid>

					<description><![CDATA[Procuradora federal Maria Emília Corrêa da Costa pede condenação criminal do deputado estadual Jessé Lopes por incitação ao preconceito]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p data-start="744" data-end="1424">O Ministério Público Federal (MPF) <strong><a href="https://floripa.lgbt/seguranca/mpf-investiga-aplicativos-lgbt-apos-crimes-em-capitais-brasileiras/">denunciou</a></strong> o deputado estadual Jessé Lopes (PL) por crime de LGBTfobia, após declarações feitas em plenário da Assembleia Legislativa de Santa Catarina (Alesc) e reproduzidas em suas redes sociais.</p>
<p data-start="744" data-end="1424">A denúncia, assinada pela procuradora Maria Emília Corrêa da Costa, foi protocolada na Procuradoria Regional da República da <a href="https://www.trf4.jus.br/" target="_blank" rel="noopener">4ª Região</a>, em 19 de agosto de 2025.</p>
<p data-start="744" data-end="1424">No processo, ela pede a condenação criminal do parlamentar por incitação ao preconceito com base na Lei nº 7.716/1989, que trata dos <a href="https://floripa.lgbt/justica/stf-equipara-ofensas-a-comunidade-lgbt-ao-crime-de-injuria-racial/"><strong>crimes de discriminação racial</strong></a> e, conforme entendimento do Supremo Tribunal Federal (STF), também abrange a homofobia e a transfobia.</p>
<p data-start="1426" data-end="1817">A ação teve origem em uma representação feita pelo vereador Leonel Camasão (PSOL), que denunciou as falas de Jessé proferidas em 26 de fevereiro, quando o deputado utilizou a tribuna da Alesc para fazer comentários discriminatórios sobre frequentadores da Praia da Galheta, em Florianópolis — um <a href="https://floripa.lgbt/politica/naturismo-em-praias-de-sc-deputados-analisam-proposta-que-pode-mudar-regras-na-praia-da-galheta/"><strong>espaço reconhecido como reduto naturista</strong></a> e de convivência da comunidade LGBTQIA+.</p>
<p data-start="1819" data-end="2336">Durante o discurso, o parlamentar chamou a comunidade LGBT de “gangue” e afirmou que “onde eles botam a mão vira putaria”, além de se referir à Galheta como uma “<a href="https://floripa.lgbt/politica/projeto-proibe-naturismo-em-santa-catarina/"><strong>praia de bixa</strong></a>”.</p>
<p data-start="1819" data-end="2336">Ele também mencionou o Bar do Deca, ponto histórico de encontro entre as praias Mole e Galheta, chamando-o de “bar de queima rosca”.</p>
<figure id="attachment_13056" aria-describedby="caption-attachment-13056" style="width: 1200px" class="wp-caption alignnone"><img decoding="async" class="size-full wp-image-13056" src="https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2025/04/Nudismo-a-ceu-aberto_Praia-da-Galheta_Projeto-de-lei_Jesse-Lopes.png" alt="Nudismo a céu aberto na Galheta segue discussões no cenário político – Foto: Elias Pasin/ViagemSC/Divulgação/Floripa.LGBT" width="1200" height="800" title="&#039;Praia de bixa&#039;: MPF denuncia Jessé Lopes por LGBTfobia em discurso" srcset="https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2025/04/Nudismo-a-ceu-aberto_Praia-da-Galheta_Projeto-de-lei_Jesse-Lopes.png 1200w, https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2025/04/Nudismo-a-ceu-aberto_Praia-da-Galheta_Projeto-de-lei_Jesse-Lopes-800x533.png 800w, https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2025/04/Nudismo-a-ceu-aberto_Praia-da-Galheta_Projeto-de-lei_Jesse-Lopes-768x512.png 768w, https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2025/04/Nudismo-a-ceu-aberto_Praia-da-Galheta_Projeto-de-lei_Jesse-Lopes-150x100.png 150w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /><figcaption id="caption-attachment-13056" class="wp-caption-text">CCJ barrou projeto de Jessé Lopes que proíbe nudismo em lugares públicos em Santa Catarina; deputado chamou lugar de &#8220;praia de bixa&#8221; – Foto: Elias Pasin/ViagemSC/Divulgação/Floripa.LGBT</figcaption></figure>
<p data-start="1819" data-end="2336">Trechos do discurso foram reproduzidos em vídeo publicado no perfil oficial do deputado no Instagram, onde as declarações permaneceram disponíveis e tiveram mais de 80 mil visualizações.</p>
<p data-start="2338" data-end="2907">Na denúncia, a procuradora afirma que as falas de Jessé Lopes configuram discurso de ódio e incitação à discriminação, contrariando a Constituição e decisões do STF que reconhecem a homofobia e a transfobia como crimes de racismo em sua dimensão social.</p>
<blockquote>
<p data-start="2338" data-end="2907">“A conduta do denunciado se amolda objetiva e subjetivamente à prática, ao induzimento e à incitação de discriminação em razão de orientação sexual e identidade de gênero, não se inserindo na esfera do legítimo exercício da liberdade de expressão ou do mandato para o qual foi eleito”, escreveu Corrêa da Costa.</p>
</blockquote>
<p data-start="2909" data-end="3152">O documento do MPF também registra que não cabe acordo de não persecução penal em casos de crimes raciais ou homotransfóbicos, por se tratarem de ofensas que atingem direitos fundamentais e promovem a exclusão social de grupos vulneráveis.</p>
<p data-start="3154" data-end="3218">Em nota, o vereador Leonel Camasão comemorou o avanço do caso:</p>
<blockquote data-start="3219" data-end="3534">
<p data-start="3221" data-end="3534">“Jessé Lopes é um preconceituoso, condenado em diversos processos de dano moral movidos por pessoas LGBTIA+ que ele persegue e ofende. Sua condenação deve ser um exemplo para a verdadeira gangue de parlamentares que usam a imunidade parlamentar para cometer crimes e perseguir cidadãos comuns”, afirmou.</p>
</blockquote>
<p data-start="3536" data-end="3793">O caso agora tramita no Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4), em Porto Alegre, sob responsabilidade da 4ª Seção, e pode resultar em condenação com base nos artigos 20, caput e §2º da Lei 7.716/89, na forma do artigo 71 do Código Penal.</p>
<h3 data-start="3800" data-end="3812"><span style="font-size: 18.72px;">Quem é Jessé Lopes</span></h3>
<p data-start="3800" data-end="3812">O deputado Jessé Lopes, filiado ao Partido Liberal (PL), tem histórico de declarações consideradas discriminatórias contra pessoas LGBTQIA+. Em 2023, ele foi condenado por danos morais após <a href="https://floripa.lgbt/justica/deputado-jesse-lopes-condenado-transfobia/"><strong>falas transfóbicas</strong></a> dirigidas a uma mulher trans — caso também noticiado pelo <strong>Floripa.LGBT.</strong> A nova denúncia amplia a série de processos judiciais que o parlamentar enfrenta por discursos de ódio proferidos sob o argumento de “defesa dos valores familiares”.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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            <media:description><![CDATA[Deputado estadual Jessé Lopes - Foto: Rodolfo Espínola / Agência AL/Divulgação/Floripa.LGBT]]></media:description>    
            <media:credit role="author" scheme="urn:ebu"><![CDATA[]]></media:credit>

        </media:content>	</item>
		<item>
		<title>Mulher trans denuncia transfobia no Ticen; caso repercute nas redes sociais</title>
		<link>https://floripa.lgbt/seguranca/transfobia/mulher-trans-denuncia-transfobia-no-ticen/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Oct 2025 20:44:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Transfobia]]></category>
		<category><![CDATA[Florianópolis]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://floripa.lgbt/?p=15089</guid>

					<description><![CDATA[Denúncia de transfobia no Ticen mostra constrangimento e hostilidade sofridos por uma mulher trans em banheiro feminino do Ticen]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p data-start="644" data-end="1181">Uma mulher trans está denunciando na internet ter sido vítima de transfobia no Ticen (Terminal de Integração do Centro), em Florianópolis, ao <a href="https://floripa.lgbt/politica/pl-que-restringe-banheiros-por-sexo-biologico-acende-alerta-sobre-direitos-trans-em-sc/"><strong>tentar utilizar o banheiro feminino</strong></a>. O caso teria ocorrido na noite de sábado (25), quando um homem que se identificou como segurança abordou Endy Roubuste e a questionou sobre sua identidade, causando constrangimento e insegurança.</p>
<p data-start="644" data-end="1181">Segundo relato da vítima, ao entrar no local, um homem a abordou e questionou: “Você é homem, não é mulher?”. Nas redes sociais, o <a href="https://www.instagram.com/reel/DQUaVygDa6M/?utm_source=ig_web_copy_link&amp;igsh=MzRlODBiNWFlZA==" target="_blank" rel="noopener">vídeo que flagra a transfobia no Ticen</a>, publicado por Endy que flagrou a transfobia já tem cerca de 20 mil visualizações. Na publicação, ela descreveu o caso, que recebeu mais de 200 comentários, além de compartilhamentos:</p>
<blockquote>
<p data-start="644" data-end="1181">&#8220;Eu me dirigia ao banheiro feminino para realizar minhas necessidades fisiológicas, quando o segurança passou a bater insistentemente na porta alegando que havia &#8216;um homem&#8217; no interior do banheiro. Imediatamente respondi que não havia nenhum homem e informei que sou uma mulher trans. Ainda assim, o segurança continuou a me interpelar e a me tratar no masculino, insistindo em se referir a mim como &#8216;homem&#8217;.</p>
<p>Além disso, uma mulher que acompanhava o segurança passou a me atacar verbalmente, afirmando que minha voz era masculina e que, portanto, eu seria &#8216;um homem&#8217;. Após eu sair do banheiro, ambos continuaram debochando da situação, constrangendo-me e desrespeitando minha identidade de gênero. No momento do ocorrido, eu estava acompanhada de duas amigas, que presenciaram toda a situação&#8221;, descreveu.</p></blockquote>
<p data-start="644" data-end="1181">A situação gerou constrangimento e insegurança para a denunciante, que registrou o ocorrido em vídeo e compartilhou nas redes sociais. O episódio de transfobia no Ticen foi registrado em vídeo e compartilhado nas redes sociais, gerando repercussão imediata, com manifestações de apoio e indignação de diversos setores da sociedade.</p>
<p data-start="644" data-end="1181">Entre as reações, destacam-se os posicionamentos dos vereadores Leonel Camasão (PSOL) e Carla Ayres (PT). Em suas redes sociais, Camasão expressou solidariedade à vítima por conta do caso de transfobia no Ticen e reforçou a importância de políticas públicas que garantam a segurança e o respeito às pessoas trans nos espaços públicos da cidade.</p>
<p data-start="644" data-end="1181">“Endy tem nossa integral solidariedade. Estamos entrando em contato para ajudá-la no que for preciso e oficiando a Prefeitura de Florianópolis para nos assegurar de que este tipo de coisa não mais ocorra em espaços de responsabilidade do poder público municipal”, afirmou o vereador. Por sua vez, Carla Ayres sinalizou que &#8220;transfobia é crime. Já estamos em contato com a vítima e as medidas cabíveis serão tomadas&#8221;.</p>
<p data-start="1705" data-end="2034">A presidente do Conselho Municipal LGBTI+ de Florianópolis, Selma Light, afirma que já entrou em contato com a vítima e está prestando apoio, além de reforçar a denúncia de transfobia no Ticen sofrida por Endy.</p>
<p data-start="644" data-end="1181">Até a publicação desta matéria, nem a Prefeitura de Florianópolis nem o Consórcio Fênix se pronunciaram oficialmente sobre o caso. O episódio evidencia que a população trans continua enfrentando discriminação e violência simbólica em locais públicos, incluindo terminais de transporte coletivo, e ressalta a importância de políticas públicas voltadas à inclusão e proteção dessa população.</p>
<figure id="attachment_14482" aria-describedby="caption-attachment-14482" style="width: 1200px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-14482" src="https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2025/06/Florianopolis_Dia-do-orgulho_LGBT_Santa-Catarina_Bares_Casas_LGBT-Friendly.png" alt="Veja onde comemorar o dia do orgulho em Florianópolis - Foto: Eduardo Valente/FIESC/Divulgação/Floripa.LGBT" width="1200" height="800" title="Mulher trans denuncia transfobia no Ticen; caso repercute nas redes sociais" srcset="https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2025/06/Florianopolis_Dia-do-orgulho_LGBT_Santa-Catarina_Bares_Casas_LGBT-Friendly.png 1200w, https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2025/06/Florianopolis_Dia-do-orgulho_LGBT_Santa-Catarina_Bares_Casas_LGBT-Friendly-800x533.png 800w, https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2025/06/Florianopolis_Dia-do-orgulho_LGBT_Santa-Catarina_Bares_Casas_LGBT-Friendly-768x512.png 768w, https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2025/06/Florianopolis_Dia-do-orgulho_LGBT_Santa-Catarina_Bares_Casas_LGBT-Friendly-150x100.png 150w" sizes="auto, (max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /><figcaption id="caption-attachment-14482" class="wp-caption-text">Santa Catarina registrou cinco mortes violentas de pessoas LGBTI+ em 2023, ano mais recente do relatório do Observatório de Mortes e Violências contra LGBTI+ produzido nacionalmente &#8211; Foto: Eduardo Valente/FIESC/Divulgação/Floripa.LGBT</figcaption></figure>
<h3 data-start="262" data-end="334">Transfobia no Ticen não é caso isolado, ataques são recorrentes em SC</h3>
<p data-start="336" data-end="769">O caso de transfobia no Ticen não é isolado. Florianópolis e outras cidades catarinenses têm acumulado episódios de transfobia e violência contra pessoas trans e travestis, muitos deles já noticiados pelo <strong data-start="538" data-end="554">Floripa.LGBT</strong>.</p>
<p data-start="336" data-end="769">Em 2023, o Observatório de Mortes e Violências contra LGBTI+ apontou que Santa Catarina registrou cinco mortes violentas de pessoas LGBTI+, sendo três apenas na capital — a maioria, mulheres trans e travestis.</p>
<p data-start="1355" data-end="1597">Dados do Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania reforçam o cenário preocupante: Florianópolis lidera em Santa Catarina o número de registros de violência contra pessoas LGBTQIA+, com 92 casos apenas no primeiro semestre de 2024.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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            <media:description><![CDATA[Mulher trans denuncia transfobia no Ticen em Florianópolis - Foto: Divulgação/Floripa.LGBT]]></media:description>    
            <media:credit role="author" scheme="urn:ebu"><![CDATA[]]></media:credit>

        </media:content>	</item>
		<item>
		<title>MPF investiga aplicativos de relacionamento LGBT+ após crimes em 4 capitais</title>
		<link>https://floripa.lgbt/seguranca/mpf-investiga-aplicativos-lgbt-apos-crimes-em-capitais-brasileiras/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Sep 2025 17:55:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Segurança]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Brasília]]></category>
		<category><![CDATA[Curitiba]]></category>
		<category><![CDATA[Distrito Federal]]></category>
		<category><![CDATA[Ministério Público Federal]]></category>
		<category><![CDATA[Paraná]]></category>
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		<category><![CDATA[São Paulo]]></category>
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					<description><![CDATA[Ministério Público Federal apura se aplicativos de relacionamento LGBT+ como Grindr e Hornet adotam medidas eficazes de segurança após registros de roubos, extorsões e homicídios]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p data-start="472" data-end="845">O Ministério Público Federal (MPF) abriu uma investigação para apurar a segurança em aplicativos de relacionamento voltados ao público LGBTQIAPN+ no Brasil. O procedimento, conduzido pelo procurador da República Lucas Costa Almeida Dias, busca verificar se as empresas responsáveis por plataformas como <a href="https://floripa.lgbt/tecnologia/grindr-scruff-e-hornet-conheca-os-3-principais-apps-de-encontro-para-lgbts/"><strong>Grindr e Hornet</strong></a> adotam medidas eficazes para proteger seus usuários.</p>
<p data-start="847" data-end="1173">A iniciativa foi motivada por uma onda de crimes relacionados ao uso desses aplicativos, incluindo roubos, extorsões, lesões corporais e homicídios. Os casos foram registrados em diferentes capitais, como Brasília, São Paulo, Curitiba e Porto Alegre, e levaram o MPF a considerar a situação um problema de segurança pública.</p>
<p data-start="847" data-end="1173">Embora haja comentários e <a href="https://floripa.lgbt/seguranca/golpe-no-grindr-comissario-de-eventos-escapa-de-armadilha-em-florianopolis/"><strong>casos denunciados na internet por moradores de Florianópolis</strong></a>, a capital catarinense não está incluída na investigação do MPF. As informações da investigação foram divulgadas pelos portais <a href="https://g1.globo.com/sp/sao-paulo/noticia/2025/09/17/apps-de-relacionamento-lgbt-viram-alvo-de-investigacao-do-mpf-apos-onda-de-crimes.ghtml" target="_blank" rel="noopener">g1</a> e <a href="https://observatoriog.com.br/noticias/ministerio-publico-apura-crimes-em-aplicativos-de-relacionamento-lgbt-no-brasil/" target="_blank" rel="noopener">Observatório G</a>.</p>
<p data-start="1175" data-end="1555">Segundo o procurador, usuários LGBTQIAPN+ estão ainda mais expostos, pois sua orientação sexual e identidade de gênero podem ser exploradas por criminosos em ataques motivados por preconceito e ódio. O MPF também destacou que a repetição de golpes semelhantes em múltiplas vítimas, até chamar a atenção das autoridades, torna os crimes em aplicativos “especialmente alarmantes”.</p>
<p data-start="1557" data-end="1800">O levantamento do órgão aponta que Grindr e Hornet já possuem termos de serviço específicos para o Brasil, que preveem a responsabilização das empresas — em contraste com as regras de limitação de responsabilidade aplicadas em outros países.</p>
<p>A investigação do MPF também se baseia em um recente julgamento do Supremo Tribunal Federal (STF), que estabeleceu um &#8220;dever de cuidado&#8221; às plataformas digitais. Isso implica que as empresas devem adotar uma postura proativa na remoção de conteúdos que promovam discriminação por motivos de raça, sexualidade ou identidade de gênero.</p>
<p>Até o momento as empresas Hornet e Grindr não deram resposta oficial às tentativas de contato feitas pela imprensa para se posicionarem sobre a investigação.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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            <media:description><![CDATA[aplicativo Grindr é o mais famoso entre as pessoas da comunidade LGBTI+ - Foto: Divulgação]]></media:description>    
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        </media:content>	</item>
		<item>
		<title>Defensoria Pública processa supermercados de Florianópolis por discriminação contra LGBTI+</title>
		<link>https://floripa.lgbt/justica/defensoria-publica-processa-supermercados-de-florianopolis-por-discriminacao-contra-lgbti/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 29 Aug 2025 18:16:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[Violência contra LGBTs]]></category>
		<category><![CDATA[Florianópolis]]></category>
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					<description><![CDATA[Ação civil pública movida pela Defensoria Pública pede indenização por dano moral coletivo e adoção de medidas inclusivas após agressão e denúncias]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p data-start="388" data-end="833">A Defensoria Pública de Santa Catarina entrou com uma ação civil pública contra uma rede de supermercados de Florianópolis após denúncias de discriminação contra pessoas LGBTQIAPN+, imigrantes, mulheres e pessoas em situação de rua. O processo, protocolado pelo Núcleo de Defesa do Consumidor (Nudeconci), pede indenização por <a href="https://floripa.lgbt/justica/justica-da-30-dias-para-florianopolis-publicar-plano-de-manejo-da-galheta/"><strong>dano moral coletivo</strong></a> e exige a implementação de políticas para garantir um atendimento livre de preconceito.</p>
<p data-start="835" data-end="1318">O caso que motivou a ação movida pela Defensoria Pública aconteceu em maio deste ano, durante um mutirão da Defensoria. Um consumidor relatou ter sido agredido por um segurança dentro de uma unidade do Centro, mesmo apresentando nota fiscal da compra. O nome da empresa não foi divulgado.</p>
<p data-start="835" data-end="1318">A vítima desmaiou, sofreu fratura de costela e ficou mais de 30 dias afastada do trabalho. Segundo o depoimento, a empresa não ofereceu qualquer assistência. Além da ação coletiva, o homem ingressou com pedido de indenização pessoal por danos morais e materiais.</p>
<h3 data-start="1320" data-end="1359"><strong data-start="1324" data-end="1359">Núcleo da Defensoria Pública encontra mais denúncias de discriminação</strong></h3>
<p data-start="1360" data-end="1688">Além desse caso, o Nudeconci da Defensoria Pública encontrou cinco reclamações na plataforma Reclame Aqui contra a rede. As denúncias apontam agressões e <a href="https://floripa.lgbt/politica/projeto-de-lei-em-sc-preve-multa-de-ate-r-100-mil-para-atos-de-discriminacao/"><strong>abordagens discriminatórias</strong></a> contra pessoas LGBTQIAPN+, imigrantes e em situação de rua. Em um dos relatos, uma consumidora afirmou ter presenciado um segurança agredir um homem em situação de rua.</p>
<p data-start="1690" data-end="1920">Segundo o coordenador do Nudeconci, defensor público Elcio Guerra Júnior, a situação é grave. &#8220;Se confirmadas, as condutas são gravíssimas e podem atingir vários consumidores caso a empresa não seja responsabilizada&#8221;, afirmou.</p>
<h3 data-start="1922" data-end="1956"><strong data-start="1926" data-end="1956">Medidas exigidas pela ação</strong></h3>
<p data-start="1957" data-end="2163">A Defensoria Pública pede que a empresa pague indenização por dano moral coletivo, com valores destinados ao Fundo Estadual de Defesa dos Direitos do Consumidor (FEDDC), além de adotar medidas obrigatórias, como:</p>
<ul data-start="2164" data-end="2347">
<li data-start="2164" data-end="2272">
<p data-start="2166" data-end="2272"><strong data-start="2166" data-end="2191">Capacitação periódica</strong> de funcionários sobre direitos humanos, diversidade e combate à discriminação.</p>
</li>
<li data-start="2273" data-end="2347">
<p data-start="2275" data-end="2347"><strong data-start="2275" data-end="2306">Suporte imediato às vítimas</strong> de violência ou preconceito nas lojas.</p>
</li>
</ul>
<p data-start="2349" data-end="2491">A ação da Defensoria Pública é coletiva, o que permite que outras vítimas de agressão ou discriminação recebam indenização sem precisar abrir <a href="http://www.defensoria.sc.def.br" target="_blank" rel="noopener">processos individuais</a>.</p>
<h4 data-start="2498" data-end="2521"><strong data-start="2503" data-end="2521">Entenda o caso:</strong></h4>
<ul data-start="2522" data-end="3129">
<li data-start="2522" data-end="2731">
<p data-start="2524" data-end="2731"><strong data-start="2524" data-end="2540">Maio de 2025</strong>: Consumidor é agredido por segurança dentro de unidade no Centro de Florianópolis, mesmo apresentando nota fiscal. Ele desmaia, fratura costela e fica mais de 30 dias afastado do trabalho.</p>
</li>
<li data-start="2732" data-end="2838">
<p data-start="2734" data-end="2838"><strong data-start="2734" data-end="2753">Após a denúncia</strong>: A Defensoria solicita informações e imagens à empresa, que não responde no prazo.</p>
</li>
<li data-start="2839" data-end="2948">
<p data-start="2841" data-end="2948"><strong data-start="2841" data-end="2858">Julho de 2025</strong>: Nudeconci ajuíza ação civil pública pedindo indenização coletiva e medidas inclusivas.</p>
</li>
<li data-start="2949" data-end="3129">
<p data-start="2951" data-end="3129"><strong data-start="2951" data-end="2975">Denúncias adicionais</strong>: Reclame Aqui registra cinco casos envolvendo agressões e condutas discriminatórias contra pessoas LGBTQIAPN+, imigrantes e pessoas em situação de rua.</p>
</li>
</ul>
]]></content:encoded>
					
		
		
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            <media:description><![CDATA[Defensoria Pública processa supermercados de Florianópolis por discriminação contra LGBTI+ - Foto: Divulgação/Floripa.LGBT]]></media:description>    
            <media:credit role="author" scheme="urn:ebu"><![CDATA[]]></media:credit>

        </media:content>	</item>
		<item>
		<title>Violência contra mulheres: Florianópolis oferece capacitação gratuita para bares e lojas</title>
		<link>https://floripa.lgbt/seguranca/violencia-contra-mulheres-florianopolis-oferece-capacitacao-gratuita-para-bares-e-lojas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 Aug 2025 20:30:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Segurança]]></category>
		<category><![CDATA[Florianópolis]]></category>
		<category><![CDATA[Prefeitura de Florianópolis]]></category>
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					<description><![CDATA[Treinamento ensina como agir em casos de assédio e violência; inscrições estão abertas para nova edição do Protocolo Não Se Cale]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p data-start="312" data-end="687">A Prefeitura de Florianópolis promove na próxima segunda-feira (25), das 14h30 às 17h30, mais uma edição da <strong data-start="420" data-end="460">capacitação do Protocolo Não Se Cale</strong>, iniciativa que prepara profissionais do comércio para agir em situações de <strong><a href="https://floripa.lgbt/seguranca/violencia-contra-lgbts/seminario-aborda-violencia-contra-mulheres-lesbicas-bissexuais-e-trans-em-florianopolis/">violência ou assédio contra mulheres</a></strong>. O encontro será realizado na sede da CDL Florianópolis (Rua Felipe Schmidt, 679, Centro).</p>
<p data-start="689" data-end="881">O treinamento é direcionado a gerentes, proprietários, atendentes e colaboradores, com orientações práticas para identificar sinais de risco e oferecer apoio seguro às vítimas, sem expô-las.</p>
<blockquote data-start="882" data-end="1136">
<p data-start="884" data-end="1136">“A capacitação é importante para que os estabelecimentos não apenas reconheçam quando uma mulher está em perigo, mas também saibam como agir de forma adequada”, explica Giselle Lessa, assessora de Políticas Públicas para Mulheres e Igualdade de Gênero.</p>
</blockquote>
<p data-start="1138" data-end="1378">Criado em 2013, o <strong data-start="1156" data-end="1181">Protocolo Não Se Cale</strong> já capacitou cerca de 500 estabelecimentos em Florianópolis. Os locais que participam recebem um selo da Prefeitura, sinalizando que estão preparados para apoiar mulheres em casos de emergência.</p>
<p data-start="1380" data-end="1668">As inscrições para a edição presencial são gratuitas e podem ser feitas pelo link <a class="decorated-link cursor-pointer" href="http://bit.ly/protocolonãosecale2025" target="_new" rel="noopener" data-start="1462" data-end="1532">bit.ly/protocolonãosecale2025</a>. A iniciativa também oferece uma versão online no site <a class="decorated-link" href="https://protocolonaosecale.pmf.sc.gov.br/" target="_new" rel="noopener" data-start="1588" data-end="1665">protocolonaosecale.pmf.sc.gov.br</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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            <media:description><![CDATA[Violência contra mulheres - Florianópolis oferece capacitação gratuita para bares e lojas - Foto: Allan Carvalho / PMF / Divulgação / Floripa.LGBT]]></media:description>    
            <media:credit role="author" scheme="urn:ebu"><![CDATA[]]></media:credit>

        </media:content>	</item>
		<item>
		<title>Instrutora trans de São José oferece aula de defesa pessoal LGBT+ no Dia do Orgulho</title>
		<link>https://floripa.lgbt/seguranca/instrutora-trans-de-sao-jose-oferece-aula-de-defesa-pessoal-lgbt/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Pedro Guerrazzi]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 27 Jun 2025 19:34:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Segurança]]></category>
		<category><![CDATA[Florianópolis]]></category>
		<category><![CDATA[São José]]></category>
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					<description><![CDATA[Diana Rech, reconhecida como primeira Instrutora trans por associação internacional, da aula única sobre defesa pessoal para público LGBT+ ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">O dia 28 de junho, além de ser o dia do orgulho LGBT+, é também a data do curso teórico-prático de defesa pessoal LGBT+. A aula é ministrada pela primeira mulher <strong><a href="https://floripa.lgbt/saude/populacao-trans-contra-idade-minima-terapia-hormonal/">trans</a></strong> do mundo a conquistar o título de Instrutora pela “International Traditional Kung Fu Association”, a são-josefense Diana Rech.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A aula única de defesa pessoal para pessoas LGBT+ tem valor fixo de R$ 30 para inscrição e há 20 vagas disponíveis. Para validar os ingressos é preciso entrar em contato direto pelo instagram (@diana_kungfu).</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O curso será ministrado totalmente de forma presencial às 13h30 na escola Choy Lay Fut de Kung Fu, no Kobrasol. “A previsão de duração é de 1 hora e 30 minutos, sendo os primeiros 30 minutos de conversa e teoria, e o restante de prática”, afirma Diana.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Vale lembrar que por serem aulas abordam conteúdos como violência física e sexual, a participação é recomendada para pessoas maiores de 16 anos. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">As aulas tem como objetivo discutir o funcionamento da legítima defesa pessoal, entendendo como evitar ou reagir diante as <a href="https://floripa.lgbt/seguranca/violencia-contra-lgbts/violencia-contra-pessoas-lgbt-cresce-mais-de-1-000-revela-altas-da-violencia/"><strong>diferentes violências</strong></a> que pessoas LGBT+ sofrem cotidianamente.</span></p>
<figure id="attachment_14261" aria-describedby="caption-attachment-14261" style="width: 1200px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-14261" src="https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2025/06/Mulher-trans_Defesa_Comunidade-LGBT_Dia-do-orgulho_28-de-junho_Artes-Marciais.png" alt="Diana Rech é a instrutora responsável pela aula de defesa pessoal para o público LGBT+ - Foto: Diana Rech/Divulgação/Floripa.LGBT" width="1200" height="800" title="Instrutora trans de São José oferece aula de defesa pessoal LGBT+ no Dia do Orgulho" srcset="https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2025/06/Mulher-trans_Defesa_Comunidade-LGBT_Dia-do-orgulho_28-de-junho_Artes-Marciais.png 1200w, https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2025/06/Mulher-trans_Defesa_Comunidade-LGBT_Dia-do-orgulho_28-de-junho_Artes-Marciais-800x533.png 800w, https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2025/06/Mulher-trans_Defesa_Comunidade-LGBT_Dia-do-orgulho_28-de-junho_Artes-Marciais-768x512.png 768w, https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2025/06/Mulher-trans_Defesa_Comunidade-LGBT_Dia-do-orgulho_28-de-junho_Artes-Marciais-150x100.png 150w" sizes="auto, (max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /><figcaption id="caption-attachment-14261" class="wp-caption-text">Diana Rech é a instrutora responsável pela aula de defesa pessoal para o público LGBT+ &#8211; Foto: Diana Rech/Divulgação/Floripa.LGBT</figcaption></figure>
<p><span style="font-weight: 400;">Para Diana, a data do dia 28 foi escolhida de forma quase simbólica: “imaginei que seria uma data chamativa, e que obviamente combinava com o objetivo do curso”. Para ela, como pessoa trans e participante da comunidade LGBT+, a <strong><a href="https://floripa.lgbt/seguranca/formulario-rogeria-sera-implantado-em-delegacias-do-pais/">autodefesa</a></strong> é de extrema importância.</span></p>
<blockquote><p><span style="font-weight: 400;">“Eu comecei a prática do Kung Fu antes da minha transição, pois sempre fui uma pessoa muito paranóica e, conhecendo o país em que vivemos, sentia que não seria seguro transicionar sem antes ter a confiança de que seria capaz de me defender em uma situação de violência. Quando conquistei isso, imaginei que outras pessoas também viveriam na mesma situação”, comenta a instrutora faixa marrom.</span></p></blockquote>
<p><span style="font-weight: 400;">Assim como completa Diana, as aulas de defesa pessoal oferecidas normalmente não têm grande participação de pessoas LGBT+. “Imagino que o motivo de muitas pessoas da comunidade não buscarem as artes marciais se deva ao receio de sofrer preconceito em ambientes como academias de luta”, afirma.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Apesar de práticas marciais e de lutas serem muitas vezes relacionadas ao público masculino heteronormativo, muitas escolas e ambientes acolhem e protegem o público LGBT+.</span></p>
<figure id="attachment_14265" aria-describedby="caption-attachment-14265" style="width: 800px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-14265" src="https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2025/06/Mulher-trans_Defesa_Comunidade-LGBT_Diana-Rech_Artes-Marciais-800x533.png" alt="As artes marciais foram importantes para Diana antes de sua transição - Foto: Diana Rech/Divulgação/Floripa.LGBT" width="800" height="533" title="Instrutora trans de São José oferece aula de defesa pessoal LGBT+ no Dia do Orgulho" srcset="https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2025/06/Mulher-trans_Defesa_Comunidade-LGBT_Diana-Rech_Artes-Marciais-800x533.png 800w, https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2025/06/Mulher-trans_Defesa_Comunidade-LGBT_Diana-Rech_Artes-Marciais-768x512.png 768w, https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2025/06/Mulher-trans_Defesa_Comunidade-LGBT_Diana-Rech_Artes-Marciais-150x100.png 150w, https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2025/06/Mulher-trans_Defesa_Comunidade-LGBT_Diana-Rech_Artes-Marciais.png 1200w" sizes="auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px" /><figcaption id="caption-attachment-14265" class="wp-caption-text">As artes marciais foram importantes para Diana antes de sua transição &#8211; Foto: Diana Rech/Divulgação/Floripa.LGBT</figcaption></figure>
<p><span style="font-weight: 400;">O título de instrutora sendo a primeira mulher trans a alcançar a nomeação veio para Diana como um certo peso aos 21 anos.</span></p>
<blockquote><p><span style="font-weight: 400;"> “Seja por falta de registro, ou por realmente não haver, admito que é algo que assusta, apesar de haver uma espécie de ‘glamour’ em ser a primeira, também significa ser a responsável por abrir o caminho para as próximas, e isso não é uma tarefa fácil”.</span></p></blockquote>
<p><span style="font-weight: 400;">“Apesar de ter pesquisado muito desde antes de transicionar, não achei nenhuma história, relato, artigo ou dado sobre outra mulher trans ensinando Kung Fu, seja no Brasil ou no restante do mundo”, completa.</span></p>
<h3>Veja o convite para a aula de defesa pessoal LGBT+ no dia 28</h3>
<blockquote class="instagram-media" style="background: #FFF; border: 0; border-radius: 3px; box-shadow: 0 0 1px 0 rgba(0,0,0,0.5),0 1px 10px 0 rgba(0,0,0,0.15); margin: 1px; max-width: 540px; min-width: 326px; padding: 0; width: calc(100% - 2px);" data-instgrm-permalink="https://www.instagram.com/p/DKuAJCoug4n/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" data-instgrm-version="14">
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<p>&nbsp;</p>
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<div style="color: #3897f0; font-family: Arial,sans-serif; font-size: 14px; font-style: normal; font-weight: 550; line-height: 18px;">Ver essa foto no Instagram</div>
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<p>&nbsp;</p>
<p style="color: #c9c8cd; font-family: Arial,sans-serif; font-size: 14px; line-height: 17px; margin-bottom: 0; margin-top: 8px; overflow: hidden; padding: 8px 0 7px; text-align: center; text-overflow: ellipsis; white-space: nowrap;"><a style="color: #c9c8cd; font-family: Arial,sans-serif; font-size: 14px; font-style: normal; font-weight: normal; line-height: 17px; text-decoration: none;" href="https://www.instagram.com/p/DKuAJCoug4n/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" target="_blank" rel="noopener">Uma publicação compartilhada por Diana Rech (@diana_kungfu)</a></p>
</div>
</blockquote>
<p><script async src="//www.instagram.com/embed.js"></script></p>
<p><em>* Sob supervisão de Danilo Duarte</em></p>
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            <media:description><![CDATA[Como pessoa da comunidade queer, conhecer formas de autodefesa é de extrema importância - Foto: Diana Rech/Divulgação/Floripa.LGBT]]></media:description>    
            <media:credit role="author" scheme="urn:ebu"><![CDATA[]]></media:credit>

        </media:content>	</item>
		<item>
		<title>Professor denuncia ataque homofóbico após ser agredido em escola do bairro Rio Vermelho</title>
		<link>https://floripa.lgbt/seguranca/homofobia/professor-denuncia-ataque-homofobico-apos-ser-agredido-em-escola-do-bairro-rio-vermelho/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 Jun 2025 21:48:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Homofobia]]></category>
		<category><![CDATA[Florianópolis]]></category>
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					<description><![CDATA[Educador denuncia ataque homofóbico após ser agredido por homem que já tem histórico de violência contra profissionais de escola do Muquém]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p data-start="592" data-end="976">Um novo ataque homofóbico foi registrado em Florianópolis nesta quarta-feira (25). Desta vez, um professor da Escola de Educação Básica do Muquém, no bairro Rio Vermelho, foi agredido por um homem que o abordou na frente da escola e o <a href="https://floripa.lgbt/seguranca/casal-gay-agredido-carnaval-florianopolis/"><strong>espancou com socos e chutes</strong></a>. Ele denuncia o caso como ataque homofóbico e é o segundo na mesma escola.</p>
<p data-start="592" data-end="976">Segundo relato do educador à NDTV, o agressor e responsável pelo ataque homofóbico é pai de estudantes da instituição e já havia protagonizado outros <a href="https://floripa.lgbt/seguranca/violencia-contra-lgbts/florianopolis-cidade-com-mais-casos-de-violencia-contra-pessoas-lgbt/"><strong>episódios de violência</strong></a> contra profissionais da unidade. O professor ficou com ferimentos no rosto, na orelha e nas pernas.</p>
<p data-start="978" data-end="1348">A vítima, que é assumidamente gay, afirma que o ataque foi motivado por LGBTfobia. “Eu não escondo minha orientação sexual. Sempre fui respeitado pela comunidade escolar, e acredito que isso incomoda algumas pessoas. Quando um aluno chega em casa e demonstra carinho e admiração por um professor LGBT, há famílias que reagem com ódio”, declarou em entrevista à emissora.</p>
<p data-start="1350" data-end="1709">O agressor do ataque homofóbico teria acusado o professor de assédio de forma falsa, na frente da escola, diante de estudantes, pais e professores, antes de partir para a violência física.</p>
<blockquote>
<p data-start="1350" data-end="1709">“Ele me abordou dizendo que eu havia passado o pinto em um estudante, o que é uma acusação absurda. Quando tentei levá-lo para dentro da escola para conversar, ele começou a me bater. Caí no chão e fui chutado nas costelas”, relatou.</p>
</blockquote>
<p data-start="1711" data-end="1953">Durante a fuga, o agressor ainda teria feito ameaças de morte, segundo o professor. “Ele gritou que da próxima vez ia dar um tiro no meio da minha cara”, afirmou o professor. De acordo com outros profissionais da escola, há temor de que ele volte armado ao local.</p>
<p data-start="1711" data-end="1953">O homem já foi identificado, apesar dele ter fugido logo após o ataque homofóbico, e a Polícia Militar foi acionada. Conforme o repórter Felipe Kreusch, da NDTV, o suspeito já possui diversos registros de ocorrências policiais.</p>
<p data-start="1960" data-end="1999"><strong data-start="1960" data-end="1999">Histórico de ameaças e perseguições</strong></p>
<p data-start="2001" data-end="2478">O ataque homofóbico desta terça-feira não é o primeiro ato violento protagonizado pelo mesmo homem na EEB do Muquém. O <strong>Floripa.LGBT</strong> confirmou a informação que uma professora também já havia sido vítima de perseguição por parte do agressor, em 2022.</p>
<p data-start="2001" data-end="2478">Na época, ele espalhou falsas acusações de que a docente promovia “banheiro unissex” e “ideologia de gênero” na escola, o que levou a educadora a ser afastada das atividades. Posteriormente, a Justiça considerou o processo infundado e determinou sua reintegração.</p>
<p data-start="2480" data-end="2846">Além da perseguição pessoal, ele organizou protestos em frente à unidade escolar, lançou ovos e pedras contra veículos de professores e chegou a ser condenado pela Justiça, mas recebeu pena branda: pagamento de meio salário mínimo. Mesmo assim, continuou frequentando a escola, onde teria, inclusive, livre acesso e atuação informal nos espaços.</p>
<h3><strong data-start="3109" data-end="3139">Professores pedem proteção após ataque homofóbico</strong></h3>
<p data-start="3141" data-end="3416">Após a nova agressão, professores da EEB do Muquém suspenderam as aulas e estudam a solicitação de medidas protetivas à Justiça. A comunidade escolar relatou à emissora que o clima é de medo constante e que o Estado tem sido omisso diante das ameaças e agressões recorrentes.</p>
<blockquote>
<p data-start="3418" data-end="3638">“Esse homem circula pela escola como se fosse funcionário. Está presente todos os dias, mesmo com histórico de violência. E a resposta que tivemos até hoje foi o silêncio”, disse uma das professoras.</p>
</blockquote>
<p data-start="3418" data-end="3638">Ao <strong>Floripa.LGBT,</strong> a professora reforçou que a maioria dos professores perseguidos são mulheres e pessoas LGBT+. &#8220;E essa violência contra os LGBTs dentro das escolas, essa onda do conservadorismo, têm criado uma violência extrema. E ainda mais no mês do orgulho LGBT+&#8221;, desabafa.</p>
<h2 data-start="3645" data-end="3676"><strong data-start="3645" data-end="3676">LGBTfobia é crime</strong></h2>
<p data-start="3678" data-end="4079">Desde 2019, o Supremo Tribunal Federal (<a href="https://portal.stf.jus.br/" target="_blank" rel="noopener">STF</a>) equiparou a <a href="https://floripa.lgbt/seguranca/violencia-contra-lgbts/vitimas-de-lgbtfobia-ata-notarial-denunciar-ataques-virtuais/"><strong>LGBTfobia</strong></a> ao crime de racismo, o que torna atos de discriminação por orientação sexual ou identidade de gênero puníveis com prisão.</p>
<p data-start="3678" data-end="4079">Ataques como o ocorrido nos Ingleses refletem uma realidade preocupante para profissionais LGBT+ em ambientes escolares, onde a intolerância ainda se manifesta de forma violenta e institucionalmente negligenciada.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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            <media:description><![CDATA[Professor é agredido em escola do bairro Rio Vermelho e denuncia ataque homofóbico - Foto: Divulgação/Floripa.LGBT]]></media:description>    
            <media:credit role="author" scheme="urn:ebu"><![CDATA[]]></media:credit>

        </media:content>	</item>
		<item>
		<title>Acidente de balão em Praia Grande: patinador morto passeava com o namorado</title>
		<link>https://floripa.lgbt/seguranca/acidente-de-balao-em-praia-grande-patinador-morto-passeava-com-o-namorado/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Pedro Guerrazzi]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 Jun 2025 19:56:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Segurança]]></category>
		<category><![CDATA[Santa Catarina]]></category>
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					<description><![CDATA[Leandro Luzzi está entre as 8 vítimas de acidente de balão em Praia Grande no sábado (21). Morte do instrutor causou comoção no meio artístico]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Um acidente de balão em Praia Grande no último sábado (21), causou a morte de 8 pessoas. Entre elas, o </span><span style="font-weight: 400;">técnico de patinação catarinense Leandro Luzzi, de 33 anos. A queda do balão aconteceu na cidade de Praia Grande, no Extremo-Sul catarinense.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O acidente de balão em Praia Grande envolveu 21 pessoas, sendo 8 fatais e mais 13 vítimas, incluindo o piloto do balão. Leandro estava a passeio com o namorado, que sobreviveu ao acidente.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A morte do instrutor causou grande comoção entre alunos, colegas e nomes do meio esportivo local. Leandro Luzzi era professor na escola Patinazzi, fundada por ele em <strong><a href="https://floripa.lgbt/seguranca/violencia-contra-lgbts/mortes-violentas-lgbt-2024/">Brusque</a></strong>. Ele também era diretor técnico da Federação Catarinense de Patinação Artística.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Recentemente, o instrutor e suas atletas representaram o Brasil como integrantes da seleção brasileira de patinação artística em um campeonato internacional, em Buenos Aires, na Argentina.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em nota divulgada no domingo (22), a Patinazzi destacou o legado de Leandro Luzzi na vida de muitos alunos. “Leandro foi, e sempre será, uma inspiração dentro e fora das pistas. </span><span style="font-weight: 400;">Um profissional apaixonado, dedicado, que transformou vidas, ensinou com amor e fez da patinação uma ponte para realizar sonhos”.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O prefeito de Brusque, André Vechi, também se manifestou em suas redes no domingo: “nos solidarizamos com os familiares, amigos e toda a comunidade esportiva neste momento tão difícil. Que Deus, em sua infinita misericórdia, conforte cada coração enlutado”.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em suas redes, a mãe de Alana, de 7 anos, compartilhou um vídeo em que a menina lê uma carta que fez para o professor junto à vídeos de recordação em aulas com o instrutor.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">De acordo com a mãe, Alana ainda não compreendeu totalmente a perda, mas sente a ausência do professor que marcou sua infância.</span></p>
<blockquote class="instagram-media" style="background: #FFF; border: 0; border-radius: 3px; box-shadow: 0 0 1px 0 rgba(0,0,0,0.5),0 1px 10px 0 rgba(0,0,0,0.15); margin: 1px; max-width: 540px; min-width: 326px; padding: 0; width: calc(100% - 2px);" data-instgrm-captioned="" data-instgrm-permalink="https://www.instagram.com/p/DLOYCCru_Nc/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" data-instgrm-version="14">
<div style="padding: 16px;">
<p>&nbsp;</p>
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<div style="color: #3897f0; font-family: Arial,sans-serif; font-size: 14px; font-style: normal; font-weight: 550; line-height: 18px;">Ver essa foto no Instagram</div>
</div>
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</div>
<p>&nbsp;</p>
<p style="color: #c9c8cd; font-family: Arial,sans-serif; font-size: 14px; line-height: 17px; margin-bottom: 0; margin-top: 8px; overflow: hidden; padding: 8px 0 7px; text-align: center; text-overflow: ellipsis; white-space: nowrap;"><a style="color: #c9c8cd; font-family: Arial,sans-serif; font-size: 14px; font-style: normal; font-weight: normal; line-height: 17px; text-decoration: none;" href="https://www.instagram.com/p/DLOYCCru_Nc/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" target="_blank" rel="noopener">Uma publicação compartilhada por Jornal Razão (@jornalrazao)</a></p>
</div>
</blockquote>
<p><script async src="//www.instagram.com/embed.js"></script></p>
<h2>Como foi o acidente de balão em Praia Grande que matou Leandro</h2>
<p><span style="font-weight: 400;">O acidente de balão em Praia Grande ocorreu após um incêndio enquanto o veículo já estava no ar. De acordo com depoimentos do piloto, o cesto começou a pegar fogo por conta de um pano, com botijão de gás e maçarico por perto.</span></p>
<figure id="attachment_14390" aria-describedby="caption-attachment-14390" style="width: 800px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-14390" src="https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2025/06/Balao_Praia-Grande_Acidente_Brusque-800x443.png" alt="Os motivos do incêndio ainda estão sendo investigados - Foto: PCSC/Divulgação/Floripa.LGBT" width="800" height="443" title="Acidente de balão em Praia Grande: patinador morto passeava com o namorado" srcset="https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2025/06/Balao_Praia-Grande_Acidente_Brusque-800x443.png 800w, https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2025/06/Balao_Praia-Grande_Acidente_Brusque-768x426.png 768w, https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2025/06/Balao_Praia-Grande_Acidente_Brusque-150x83.png 150w, https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2025/06/Balao_Praia-Grande_Acidente_Brusque.png 1200w" sizes="auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px" /><figcaption id="caption-attachment-14390" class="wp-caption-text">Os motivos do incêndio ainda estão sendo investigados &#8211; Foto: PCSC/Divulgação/Floripa.LGBT</figcaption></figure>
<p><span style="font-weight: 400;">Informações divulgadas pelo governo de Santa Catarina durante coletiva de imprensa afirmam que quatro das vítimas morreram queimadas, enquanto outras quatro saltaram tentando se salvar.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O acidente de balão em Praia Grande ainda está sob investigação, tanto da Polícia Civil quanto da Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC).</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Apesar da descida emergencial, algumas pessoas não conseguiram escapar. Foram oito mortos durante a descida, e algumas das outras 13 pessoas estão passando por atendimento em hospitais.</span></p>
<p><em>* Sob supervisão de Danilo Duarte</em></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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            <media:description><![CDATA[Além do técnico Leandro Luzzi, outras 8 pessoas morreram em acidente de balão neste último sábado - Foto: Divulgação/FLoripa.LGBT]]></media:description>    
            <media:credit role="author" scheme="urn:ebu"><![CDATA[]]></media:credit>

        </media:content>	</item>
		<item>
		<title>Quem é a jornalista flagrada e presa por crime de homofobia por 2 vezes em uma semana</title>
		<link>https://floripa.lgbt/seguranca/violencia-contra-lgbts/jornalista-flagrada-presa-crime-homofobia-2-vezes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Pedro Guerrazzi]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 17 Jun 2025 14:57:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Violência contra LGBTs]]></category>
		<category><![CDATA[Homofobia]]></category>
		<category><![CDATA[São Paulo]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://floripa.lgbt/?p=14219</guid>

					<description><![CDATA[A jornalista Adriana Ramos de Oliveira foi gravada mais uma vez na cidade de São Paulo com falas que caracterizam crime por homofobia]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">A jornalista Adriana Catarina Ramos de Oliveira (61), foi gravada cometendo crime de homofobia nesta segunda-feira (16), </span><span style="font-weight: 400;">um dia após ser liberada da <strong><a href="https://floripa.lgbt/seguranca/violencia-contra-lgbts/vereador-e-preso-apos-crime-premeditado-contra-o-ex-noivo-em-mg/">prisão</a></strong> preventiva pelo mesmo motivo. Gravações mostram falas preconceituosas ao sair de casa no início da semana.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O segundo episódio aconteceu contra Gustavo Leão e outros dois vizinhos da ex-jornalista da Globo. Os vídeos compartilhados mostram novamente Adriana xingando e ironizando comentários homofóbicos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“Os três fazem sexo a noite inteira! E falam umas coisas feias&#8221;. Em outro momento do vídeo, ela fala: &#8220;Eu vou fazer musculação para dar o c*. Põe na internet! Boiola! Boiola depilada!&#8221;.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Adriana foi levada à delegacia, porém, a jornalista foi liberada, apesar de ter sido presa </span><span style="font-weight: 400;">em flagrante no sábado (14) por homofobia e liberada no domingo.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Durante o sábado, primeira vez em que foi levada à prisão preventiva, cometeu crime e as ofensas contra Gabriel Galluzzi Saraiva (39), que foi chamado de “bicha nojenta”, “pobre”, “assassino” e outros <strong><a href="https://floripa.lgbt/seguranca/homofobia/homem-denuncia-homofobia-eleicao-conselho-tutelar-sc/">insultos</a></strong> em shopping na Zona Oeste de São Paulo.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A prisão durou até o dia seguinte, quando a Justiça de <a href="https://floripa.lgbt/agenda-de-eventos/paradas-lgbti/parada-do-orgulho-lgbt-de-sao-paulo-anuncia-tema-envelhecer-lgbt/"><strong>São Paulo</strong></a> concedeu liberdade provisória a Adriana, a proibindo de frequentar o local em que </span>aconteceu o crime.</p>
<p><span style="font-weight: 400;">Além disso, precisa comparecer mensalmente ao júri, não podendo sair da cidade por mais de oito dias sem antes comunicar ao Judiciário. Descumprir qualquer uma das condições sem justificativa a levará presa imediatamente.</span></p>
<figure id="attachment_14223" aria-describedby="caption-attachment-14223" style="width: 800px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-14223" src="https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2025/06/Crime_Homofobia_Sao-Paulo_Jornalista_Shopping-800x443.png" alt="Primeiro caso aconteceu no Shopping Iguatemi, na Zona Oeste de São Paulo - Foto: Acervo pessoal/Giulia Podgaec/Divulgação/Floripa.LGBT" width="800" height="443" title="Quem é a jornalista flagrada e presa por crime de homofobia por 2 vezes em uma semana" srcset="https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2025/06/Crime_Homofobia_Sao-Paulo_Jornalista_Shopping-800x443.png 800w, https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2025/06/Crime_Homofobia_Sao-Paulo_Jornalista_Shopping-768x425.png 768w, https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2025/06/Crime_Homofobia_Sao-Paulo_Jornalista_Shopping-150x83.png 150w, https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2025/06/Crime_Homofobia_Sao-Paulo_Jornalista_Shopping.png 1200w" sizes="auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px" /><figcaption id="caption-attachment-14223" class="wp-caption-text">Primeiro caso aconteceu no Shopping Iguatemi, na Zona Oeste de São Paulo &#8211; Foto: Acervo pessoal/Giulia Podgaec/Divulgação/Floripa.LGBT</figcaption></figure>
<p><span style="font-weight: 400;">De acordo com relato de Gabriel, a mulher estava sendo grosseira e escandalosa com uma atendente da cafeteria em que estavam, e após pedir para ela diminuir o tom, começaram as ofensas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">De acordo com o portal g1, segundo Adriana, ela estava ao telefone quando Gabriel e outras pessoas que o acompanhavam mandaram que ela falasse baixo e calasse a boca. Ela alegou ainda que foi vítima de etarismo.</span></p>
<blockquote><p><span style="font-weight: 400;">&#8220;Eu estava ao telefone, eu vou ser operada no dia 27 do joelho, vou colocar uma prótese [&#8230;]. Estou muito ansiosa, muito nervosa, comecei a chorar ao telefone. E esse grupo que estava ao lado começou a rir. Quando eles começaram a rir, eu desliguei o telefone, levantei o braço e pedi a conta. Falei &#8216;por favor, traz a conta, eu quero ir embora'&#8221;, disse.</span></p></blockquote>
<p><span style="font-weight: 400;">A versão de Gabriel é outra, em que sim, ele pediu para Adriana abaixar o tom, mas por conta de grosseria contra a atendente da cafeteria:</span></p>
<blockquote><p><span style="font-weight: 400;">&#8220;A gente estava tomando um café. Era por volta de 15h30. Uma senhora sentada na mesa do lado começou a pedir pela conta, descontrolada, falando bem alto &#8216;eu quero minha conta&#8217;, &#8216;eu quero ir embora&#8217;, &#8216;eu quero minha conta&#8217;, &#8216;eu quero ir embora&#8217;. Ela pedindo insistentemente, falando bem alto [&#8230;] A moça fez um sinal de que já iria. Daí intervi, falei &#8216;calma, ela já virá, já deu o sinal&#8217;. Então, ela se descontrolou, começou a me atacar diretamente&#8221;, afirmou.</span></p></blockquote>
<p><span style="font-weight: 400;">Testemunhas que estavam também no local, confirmaram a versão apresentada por Gabriel. Adriana, além do crime de homofobia, se recusou a assinar documentos na delegacia, além de ofender policiais.</span></p>
<h2><strong>Quem é Adriana, jornalista acusada duas vezes por crime de homofobia</strong></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Natural de Campinas (SP), é formada na PUC (Pontifícia Universidade Católica) em jornalismo, tendo atuado em locais como a TV Cultura, Rede Globo, Record e outras emissoras.</span></p>
<figure id="attachment_14224" aria-describedby="caption-attachment-14224" style="width: 800px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-14224" src="https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2025/06/Crime_Homofobia_Sao-Paulo_Jornalista_Adriana-800x647.png" alt="Ex jornalista da Globo, Adriana foi gravada duas vezes com falas homofóbicas - Foto: Instagram/Adriana Ramos/Reprodução/Floripa.LGBT" width="800" height="647" title="Quem é a jornalista flagrada e presa por crime de homofobia por 2 vezes em uma semana" srcset="https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2025/06/Crime_Homofobia_Sao-Paulo_Jornalista_Adriana-800x647.png 800w, https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2025/06/Crime_Homofobia_Sao-Paulo_Jornalista_Adriana-768x621.png 768w, https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2025/06/Crime_Homofobia_Sao-Paulo_Jornalista_Adriana-150x121.png 150w, https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2025/06/Crime_Homofobia_Sao-Paulo_Jornalista_Adriana.png 1200w" sizes="auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px" /><figcaption id="caption-attachment-14224" class="wp-caption-text">Ex jornalista da Globo, Adriana foi gravada duas vezes com falas homofóbicas &#8211; Foto: Instagram/Adriana Ramos/Reprodução/Floripa.LGBT</figcaption></figure>
<p><span style="font-weight: 400;">Além de jornalista, possui site e contas pessoais em que se dedica à espiritualidade e milagres. Em um trecho da biografia no site, relata também ter pesquisado manifestações angelicais e divinas no cotidiano das pessoas.</span></p>
<h3>Veja vídeo que comprova o crime de homofobia:</h3>
<blockquote class="instagram-media" style="background: #FFF; border: 0; border-radius: 3px; box-shadow: 0 0 1px 0 rgba(0,0,0,0.5),0 1px 10px 0 rgba(0,0,0,0.15); margin: 1px; max-width: 540px; min-width: 326px; padding: 0; width: calc(100% - 2px);" data-instgrm-permalink="https://www.instagram.com/reel/DK-6aNTNiZX/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" data-instgrm-version="14">
<div style="padding: 16px;">
<p>&nbsp;</p>
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<div style="color: #3897f0; font-family: Arial,sans-serif; font-size: 14px; font-style: normal; font-weight: 550; line-height: 18px;">Ver essa foto no Instagram</div>
</div>
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<p>&nbsp;</p>
<p style="color: #c9c8cd; font-family: Arial,sans-serif; font-size: 14px; line-height: 17px; margin-bottom: 0; margin-top: 8px; overflow: hidden; padding: 8px 0 7px; text-align: center; text-overflow: ellipsis; white-space: nowrap;"><a style="color: #c9c8cd; font-family: Arial,sans-serif; font-size: 14px; font-style: normal; font-weight: normal; line-height: 17px; text-decoration: none;" href="https://www.instagram.com/reel/DK-6aNTNiZX/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" target="_blank" rel="noopener">Uma publicação compartilhada por Leo Dias (@leodias)</a></p>
</div>
</blockquote>
<p><script async src="//www.instagram.com/embed.js"></script></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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        >

            <media:description><![CDATA[Um dia após ter sido liberada de prisão preventiva, mulher é gravada cometendo novamente ataques e crimes de homofobia - Foto: Reprodução/Instagram/Floripa.LGBT]]></media:description>    
            <media:credit role="author" scheme="urn:ebu"><![CDATA[]]></media:credit>

        </media:content>	</item>
		<item>
		<title>Crime premeditado? Vereador é preso por assassinato do ex-noivo em MG</title>
		<link>https://floripa.lgbt/seguranca/violencia-contra-lgbts/vereador-e-preso-apos-crime-premeditado-contra-o-ex-noivo-em-mg/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Pedro Guerrazzi]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 17 Jun 2025 00:10:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Violência contra LGBTs]]></category>
		<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[Minas Gerais]]></category>
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					<description><![CDATA[Lucas Coelho, vereador de cidade em Minas Gerais, foi preso por crime premeditado contra o antigo parceiro]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">A suspeita de crime premeditado fez com que o vereador da cidade de Araújos, Lucas Coelho (PSD), fosse preso. Ele é suspeito do assassinato do </span><span style="font-weight: 400;">professor Jhonathan Silva Simões, de 31 anos, na cidade de Formiga (MG).</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Jhonathan foi assassinado no dia 29 de maio na porta de sua casa. Principal suspeito, Lucas Coelho foi  (PSD) de 33 anos, foi indiciado por homicídio qualificado e crime premeditado. As informações são do <a href="https://g1.globo.com/mg/centro-oeste/" target="_blank" rel="noopener">portal</a> g1.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O suspeito segue preso desde o dia 5 de junho, data em que se entregou à polícia junto com seu advogado. Acusado por crime premeditado, o autor ficou cerca de 45 minutos parado em um carro preto sem placa, estacionado na rua onde morava a vítima. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">De acordo com a família da <strong><a href="https://floripa.lgbt/seguranca/violencia-contra-lgbts/vitimas-de-lgbtfobia-ata-notarial-denunciar-ataques-virtuais/">vítima</a>,</strong> imagens de câmera na rua mostram um homem encapuzado, esperando por um tempo dentro do carro alugado. Jonathan foi assassinado com seis tiros nas costas quando voltava do seu trabalho.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O carro alugado no mesmo dia do crime, na cidade de Bom Despacho, foi devolvido ao proprietário um dia antes de Lucas se apresentar à polícia. O carro foi entregue pelo advogado do vereador.</span></p>
<blockquote><p><span style="font-weight: 400;">“A convicção da Polícia Civil hoje é que o ocorrido é um crime de homicídio doloso qualificado, qualificado pelo motivo torpe, qualificado pela dificuldade da defesa da vítima, já que o investigado procedeu através de tocaia”, afirmou o delegado Ricardo Augusto de Bessas, ao portal de notícias.</span></p></blockquote>
<h2>Relação não ia bem antes do crime premeditado</h2>
<p><span style="font-weight: 400;">O crime premeditado foi confirmado também após análises de mensagens e dados extraídos de aplicativos, reforçando o teor de um crime planejado pelo vereador. Bessas afirma que a relação entre os dois não era muito boa, o que se agravou depois de Lucas descobrir ter contraído <strong><a href="https://floripa.lgbt/saude/comprimido-unico-hiv-pessoas-40-anos/">HIV</a>.</strong></span></p>
<blockquote><p><span style="font-weight: 400;">“A vítima se sentiu prejudicada, porque o investigado era soropositivo e não havia informado essa circunstância para a vítima quando iniciaram o relacionamento”, revelou o delegado.</span></p></blockquote>
<p><span style="font-weight: 400;">O inquérito foi concluído pela Polícia Civil, encaminhando ao Ministério Público, que deve apresentar denúncia. O cargo político e salário do suspeito foram suspensos um dia após o parlamentar se entregar.</span></p>
<p><em>* Sob supervisão de Danilo Duarte</em></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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            <media:description><![CDATA[Professor Jhonathan Silva Simões (à esquerda) foi assassinado em Formiga; suspeito do crime é o vereador de Araújos, Lucas Coelho (à direita), que se apresentou à delegacia e foi preso por crime premeditado — Foto: Reprodução/Redes Sociais/Divulgação/Floripa.LGBT]]></media:description>    
            <media:credit role="author" scheme="urn:ebu"><![CDATA[]]></media:credit>

        </media:content>	</item>
		<item>
		<title>Vítimas de LGBTfobia podem usar ata notarial para denunciar ataques virtuais</title>
		<link>https://floripa.lgbt/seguranca/violencia-contra-lgbts/vitimas-de-lgbtfobia-ata-notarial-denunciar-ataques-virtuais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Vitor Both]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Jun 2025 10:56:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Violência contra LGBTs]]></category>
		<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Supremo Tribunal Federal (STF)]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://floripa.lgbt/?p=13881</guid>

					<description><![CDATA[A ata notarial é um instrumento jurídico feito em cartório e pode ser usada para registrar ataques LGBTfóbicos pela internet]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os casos de <strong><a href="https://floripa.lgbt/seguranca/homofobia/homem-denuncia-homofobia-eleicao-conselho-tutelar-sc/">LGBTfobia pela internet</a></strong> têm sido cada vez mais frequentes, principalmente pelas redes sociais. Entretanto, as ofensas pela internet também são consideradas crime e os autores podem ser responsabilizados. Diante de um ataque virtual, a ata notarial, um documento feito em cartório, tem sido importante para denunciar casos de LGBTfobia.</p>
<p>Para identificar e provar quem praticou a violência, capturas e gravações de tela podem ajudar na denúncia. Entretanto, para que sejam aceitos, precisam ser registrados em uma ata notarial, um documento formal elaborado em cartório e com validade jurídica.</p>
<p>Caso uma pessoa faça um ataque LGBTfóbico em uma rede social e depois apague o post, uma simples captura de tela pode ser questionada na justiça e não ter validade. Agora, se for formalizada em uma ata notarial, o fato narrado passa a ter fé pública.</p>
<p>No caso de uma agressão física existe a possibilidade de a vítima fazer uma Escritura Pública Declaratória, com base no relato da agressão. O documento tem menos força, pois, se trata de declaração, mas pode contribuir para reforçar outras evidências em um processo judicial.</p>
<p>Conversas por mensagem de texto (SMS), aplicativos de mensagem e áudios também podem ser registrados por meio da ata notarial. Entretanto, o custo do serviço varia e em Santa Catarina chega a custar R$ 248 pela primeira folha e R$ 6,62 por cada folha adicional.</p>
<h2>Como solicitar uma ata notarial em casos de LGBTfobia pela internet</h2>
<p>Para obter uma ata notarial, a vítima pode comparecer a um cartório de notas da sua cidade e solicitar o serviço, indicando o motivo e apresentando os documentos que serão registrados. O tabelião registra os fatos narrados e, ao final, emite o documento. O serviço também pode ser feito através da <a href="https://www.e-notariado.org.br/customer" target="_blank" rel="noopener">plataforma e-notariado</a>.</p>
<h2>Crimes de LGBTfobia são tratados como racismo</h2>
<p>Em 2019, o Supremo Tribunal Federal (STF) <strong><a href="https://floripa.lgbt/justica/ha-5-anos-stf-aprovou-a-criminalizacao-da-lgbtfobia-descubra-o-que-mudou/">decidiu que o crime de homofobia e transfobia sejam equiparados ao crime de racismo</a></strong>, já que não existe uma legislação específica aprovada pelo Congresso Nacional.</p>
<p>Além da homofobia e do racismo, o acordo de não persecução penal também não pode ser feito nos crimes de violência doméstica, pois são práticas com alto grau de reprovação. A pena para os crimes de homofobia, LGBTfobia e racismo pelas redes sociais é de reclusão de dois a cinco anos e multa.</p>
<figure id="attachment_7467" aria-describedby="caption-attachment-7467" style="width: 900px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-7467" src="https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2024/06/A-LGBTfobia-foi-criminalizada-pelo-STF-em-2019-o-Manual-de-Direitos-LGBTI-explica-como-funciona-a-lei-e-mais.jpg" alt="A LGBTfobia foi criminalizada pelo STF em 2019, o Manual de Direitos LGBTI+ explica como funciona a lei e mais - Foto: Foto: Nelso Júnior/STF/Divulgação" width="900" height="600" title="Vítimas de LGBTfobia podem usar ata notarial para denunciar ataques virtuais" srcset="https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2024/06/A-LGBTfobia-foi-criminalizada-pelo-STF-em-2019-o-Manual-de-Direitos-LGBTI-explica-como-funciona-a-lei-e-mais.jpg 900w, https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2024/06/A-LGBTfobia-foi-criminalizada-pelo-STF-em-2019-o-Manual-de-Direitos-LGBTI-explica-como-funciona-a-lei-e-mais-800x533.jpg 800w, https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2024/06/A-LGBTfobia-foi-criminalizada-pelo-STF-em-2019-o-Manual-de-Direitos-LGBTI-explica-como-funciona-a-lei-e-mais-768x512.jpg 768w, https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2024/06/A-LGBTfobia-foi-criminalizada-pelo-STF-em-2019-o-Manual-de-Direitos-LGBTI-explica-como-funciona-a-lei-e-mais-150x100.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 900px) 100vw, 900px" /><figcaption id="caption-attachment-7467" class="wp-caption-text">A LGBTfobia foi criminalizada pelo STF em 2019, o Manual de Direitos LGBTI+ explica como funciona a lei e mais &#8211; Foto: Foto: Nelso Júnior/STF/Divulgação</figcaption></figure>
<h2>O que fazer em caso de violência LGBT+</h2>
<p>Encarar um episódio de violência não é fácil, o medo e a vergonha de denunciar podem acabar deixando agressores impunes. Por isso, em caso de violência, é importante procurar a Polícia Civil para fazer a denúncia.</p>
<p>As denúncias de casos de violência podem ser feitas pelo disque denúncia 181, pelo <strong><a href="http://wa.me/+554898844-0011" target="_blank" rel="noopener">WhatsApp da Polícia Civil (48) 98844-0011</a></strong> ou ainda pelo <a href="https://denuncias.pc.sc.gov.br/#/" target="_blank" rel="noopener">site da polícia</a>. Nos casos de ataques virtuais, registrar as ofensas em ata notarial no cartório pode ajudar a provar o crime.</p>
<p>Um manual contra LGBTfobia também explica quais são os meios legais que uma pessoa pode recorrer para de se defender da violência LGBTfóbica. O documento foi elaborado pela <a href="https://antrabrasil.org/" target="_blank" rel="noopener">Antra</a> (Associação Nacional de Travestis e Transexuais) e pela <a href="https://www.abglt.org/" target="_blank" rel="noopener">ABGLT</a> (Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis, Transexuais e Intersexos).</p>
<p>A cartilha esclarece dúvidas sobre como fazer denúncias, acompanhar o processo jurídico e cobrar que casos de crime de homofobia sejam reconhecidos dessa forma. O material é gratuito e pode ser acessado <strong><a href="https://antrabrasil.org/wp-content/uploads/2020/03/cartilha-lgbtifobia.pdf" target="_blank" rel="noopener">neste link</a></strong>.</p>
<p><em>* Sob supervisão de Danilo Duarte</em></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<media:content 
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            <media:description><![CDATA[LGBTfobia pela internet é crime e deve ser denunciada – Foto: Reprodução/Paulo Pinto/Fotos Públicas]]></media:description>    
            <media:credit role="author" scheme="urn:ebu"><![CDATA[]]></media:credit>

        </media:content>	</item>
		<item>
		<title>Justiça obriga Prefeitura de Itajaí a pagar R$ 100 mil por censura a projeto LGBT+</title>
		<link>https://floripa.lgbt/justica/justica-obriga-prefeitura-de-itajai-a-pagar-r-100-mil-por-censura-a-projeto-lgbt/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Pedro Guerrazzi]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 30 May 2025 13:13:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[Violência contra LGBTs]]></category>
		<category><![CDATA[Itajaí]]></category>
		<category><![CDATA[Ministério Público de SC]]></category>
		<category><![CDATA[Santa Catarina]]></category>
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					<description><![CDATA[Após censura em 2021, o Município de Itajaí foi condenado a pagar valor simbólico à ações públicas voltadas à comunidade LGBT+]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">A Prefeitura de Itajaí, em Santa Catarina, foi condenada a pagar R$ 100 mil por <a href="https://floripa.lgbt/cidadania/blumenau-lanca-dois-editais-de-cultura-pela-pnab-com-orcamento-de-r-18-milhao/"><strong>danos morais</strong></a> devido à censura ao projeto LGBT+ chamado &#8220;Criança Viada Show&#8221;. Aprovado em edital desde dezembro de 2020, o evento deveria ter acontecido em maio de 2021, porém, um dia antes de ser veiculado, teve sua publicação barrada. A condenação foi publicada nesta quinta-feira (29).</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O dinheiro a ser pago será revertido para fundos e entidades em defesa da comunidade. Após liberada condenação,  a prefeitura de Itajaí ainda pode entrar com recursos contra o processo. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A produção responsável pelo projeto ganhou em fevereiro, em âmbito privado, recursos devido a danos morais. Os resultados da condenação chegam quatro anos depois de censura.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O projeto ‘Criança Viada Show’ foi um dos vários em Santa Catarina contemplados pela política pública de financiamento cultural <a href="https://floripa.lgbt/cidadania/blumenau-lanca-dois-editais-de-cultura-pela-pnab-com-orcamento-de-r-18-milhao/"><strong>Aldir</strong> <strong>Blanc</strong></a><strong>.</strong> A iniciativa é fruto do projeto “Ações para Reexistir – Pesquisa e Criação Interdisciplinar”, planejado pelo ator, designer e professor Daniel Olivetto.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A censura veio um dia antes de sua estreia, no dia 14 de maio de 2021. O projeto foi vetado pelo então prefeito de Itajaí, Volnei Morastoni (MDB), após denúncias de que o podcast fazia apologia à sexualização de crianças e à pedofilia.</span></p>
<figure id="attachment_13955" aria-describedby="caption-attachment-13955" style="width: 800px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-13955" src="https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2025/05/Itajai_Censura_Projeto-LGBT_Prefeitura_Cultura-800x533.png" alt="Prefeitura de Itajaí barrou a veiculação do projeto após aprovação em 2020 – Bruno Golembiewski/ND/Divulgação/Floripa.LGBT" width="800" height="533" title="Justiça obriga Prefeitura de Itajaí a pagar R$ 100 mil por censura a projeto LGBT+" srcset="https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2025/05/Itajai_Censura_Projeto-LGBT_Prefeitura_Cultura-800x533.png 800w, https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2025/05/Itajai_Censura_Projeto-LGBT_Prefeitura_Cultura-768x512.png 768w, https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2025/05/Itajai_Censura_Projeto-LGBT_Prefeitura_Cultura-150x100.png 150w, https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2025/05/Itajai_Censura_Projeto-LGBT_Prefeitura_Cultura.png 1200w" sizes="auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px" /><figcaption id="caption-attachment-13955" class="wp-caption-text">Prefeitura de Itajaí barrou a veiculação do projeto após aprovação em 2020 – Bruno Golembiewski / ND / Divulgação / Floripa.LGBT</figcaption></figure>
<p><span style="font-weight: 400;">Em nota oficial, o gabinete do então prefeito informou que a decisão foi tomada pois o projeto poderia “confrontar o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA)”.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O ‘Criança Viada Show’, que consistia na veiculação de lives e podcasts, apesar do nome, é voltado ao público adulto que vivencia a <a href="https://floripa.lgbt/politica/vereador-cae-martins-convoca-encontro-apos-ataques-a-comunidade-lgbt-em-sao-jose/"><strong>comunidade LGBT</strong></a><strong>+.</strong> </span><span style="font-weight: 400;">A ideia era estreitar laços com outros artistas queer que falam sobre temáticas de gênero e sexualidade, integrando também pesquisa sobre memória e representatividade.</span></p>
<h3>Acompanhe o primeiro episódio do &#8216;Criança Viada Show&#8217;:</h3>
<p><iframe loading="lazy" title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/PP_gvUSaEL0?si=RPaCvunieCWLIBLy" width="800" height="450" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen" data-mce-fragment="1"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
<h2>Depois de censura, projeto foi liberado um ano depois em Itajaí</h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Ainda no mesmo ano de 2021, todas as denúncias  feitas pelo Conselho Tutelar de Itajaí foram consideradas improcedentes e arquivadas pelo <a href="https://www.mpsc.mp.br/" target="_blank" rel="noopener">Ministério Público de SC</a>. De acordo com nota do MPSC, o projeto não afeta de qualquer forma artigos do ECA. </span></p>
<blockquote><p><span style="font-weight: 400;">“Cabe aos responsáveis pela exibição verificar a necessidade de realizar a autoclassificação, caso entendam que há conteúdos inapropriados a crianças e adolescentes, atentando para o cumprimento do Guia Prático de Classificação Indicativa do Ministério da Justiça; a censura prévia levada a efeito pelo Município de Itajaí viola abertamente a Constituição Federal”, afirma.</span></p></blockquote>
<p><span style="font-weight: 400;">Em junho de 2021, a Defensoria Pública de Santa Catarina ingressou com Ação Civil Pública, possibilitando a realização da live e destituição dos membros da comissão do setor de cultura.</span></p>
<p>Um ano e três meses depois de censurado, o &#8216;Criança Viada Show&#8217; foi liberado para veiculação em agosto de 2022. Para <a href="https://www.danielolivetto.com" target="_blank" rel="noopener">Daniel </a><span style="font-weight: 400;"><a href="https://www.danielolivetto.com" target="_blank" rel="noopener">Olivetto</a> e equipe do projeto, o tempo e o processo até a publicação foi penoso.</span></p>
<blockquote><p>&#8220;Tem sido um processo difícil. No começo foi bastante desgastante, emocionalmente desgastante demais. Adoeci durante um período, tinha medo de sair de casa. De atender telefone, meu interfone ficou fora do gancho por meses. Tinha medo de sofrer alguma ameaça ou, pior, agressão mesmo. Isso porque a minha cara tava na mídia e a denuncia era por &#8216;apologia à sexualização de crianças e à pedofilia&#8217; uma coisa bem violenta&#8221;, afirma Olivetto, idealizador do projeto.</p></blockquote>
<figure id="attachment_13957" aria-describedby="caption-attachment-13957" style="width: 800px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-13957" src="https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2025/05/Itajai_Censura_Projeto-LGBT_Crianca_LGBTfobia-800x590.png" alt="Vídeo comunicando sobre a suspensão do evento mostra reação do público – Foto: TJ-SC/Divulgação/Floripa.LGBT" width="800" height="590" title="Justiça obriga Prefeitura de Itajaí a pagar R$ 100 mil por censura a projeto LGBT+" srcset="https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2025/05/Itajai_Censura_Projeto-LGBT_Crianca_LGBTfobia-800x590.png 800w, https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2025/05/Itajai_Censura_Projeto-LGBT_Crianca_LGBTfobia-768x566.png 768w, https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2025/05/Itajai_Censura_Projeto-LGBT_Crianca_LGBTfobia-150x111.png 150w, https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2025/05/Itajai_Censura_Projeto-LGBT_Crianca_LGBTfobia.png 1200w" sizes="auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px" /><figcaption id="caption-attachment-13957" class="wp-caption-text">Vídeo comunicando sobre a suspensão do evento mostra reação do público – Foto: TJ-SC/Divulgação/Floripa.LGBT</figcaption></figure>
<p>O &#8216;Criança Viada Show&#8217;, assim como a live de estreia &#8220;Roda Bixa&#8221;, estão disponíveis para o público nas plataformas do Spotify e Youtube, respectivamente. A primeira temporada do projeto conta com 4 episódios, e era planejado para uma continuação. Olivetto afirma que depois de toda a repercussão, a segunda temporada do projeto não foi aprovado em editais.</p>
<blockquote><p>&#8220;Chegamos a fazer o projeto de segunda temporada e enviamos em dois editais, mas ele não passou. Não dá pra saber se o motivo é a alta competitividade ou se o projeto acabou ficando marcado nesse nível. Já tive um projeto aprovado em lei de incentivo, que era uma desdobramento do Criança Viada, uma montagem sobre censura. Nenhuma empresa quis aportar recurso&#8221;, comenta.</p></blockquote>
<p><em>* Sob supervisão de Danilo Duarte</em></p>
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            <media:description><![CDATA[Com projeto desde 2019, censura em Itajaí atrasou publicação do material – Foto: Página3/Divulgação/Floripa.LGBT]]></media:description>    
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