Ato em Florianópolis pede justiça após assassinato de Carol Campelo

Ato em Florianópolis pede justiça após assassinato de Carol Campelo - Foto: Divulgação/Floripa.LGBT

Manifestação clamou por esclarecimentos sobre a morte de Carol Câmpelo. Ato aconteceu no Largo da Catedral Metropolitana de Florianópolis
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Um ato realizado nesta quarta-feira (20), clamou por justiça diante da morte de Carol Câmpelo, no Maranhão. A manifestação que aconteceu no Largo da Catedral Metropolitana de Florianópolis reuniu lideranças LGBTI+, especialmente lésbicas e bisexuais.

Ato em Florianópolis pede justiça após assassinato de Carol Campelo
Ato em Florianópolis pede justiça após assassinato de Carol Campelo – Foto: Divulgação/Floripa.LGBT

O ato foi organizado pela Mudiá Coletiva Lésbica, com apoio do mandato da vereadora Carla Ayres e do Conselho Municipal de Direitos LGBT (CMDLGBT).

Ana Caroline Sousa Câmpelo, de 21 anos, uma jovem lésbica, foi morta com requintes de crueldade, no dia 10 de dezembro de 2023, em Maranhãozinho, cidade que fica a 232 km de São Luís (MA).

Além de Florianópolis, houve manifestações nas principais cidades do País. O objetivo foi unificado, no sentido de reunir demais coletivas e militantes lésbicas para clamar por um basta ao lesbocídio e por leis que protejam as vidas de lésbicas e bisexuais e que combatam todas as formas de violências.

Ato relembra a morte de Carol Câmpelo

De acordo com o portal Brasil de Fato, Carol Câmpelo havia se mudado havia poucos meses para a capital maranhense junto com a companheira e trabalhava na loja de conveniência em posto de combustíveis.

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Ela “foi vista pela última vez por uma vizinha, sendo abordada por um homem numa motocicleta. O seu corpo foi encontrado pela Polícia Militar em uma estrada vicinal, sem a pele do rosto, o couro cabeludo, os olhos e as orelhas”, descreve o portal.

O caso vem sendo classificado como lesbocídio, que é compreendido como uma variante do feminicídio e se refere especificamente ao assassinato de lésbicas, tendo como motivação a lesbofobia.

Conforme o Painel de Dados do Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania (MDHC), já foram registradas 35 denúncias em que mulheres lésbicas foram as vítimas em 2023.

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