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	<title>Esporte</title>
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	<description>Notícias, eventos e informações sobre a comunidade LGBTQIAP+ de Florianópolis e região</description>
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	<title>Esporte</title>
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	<item>
		<title>Abel Braga é punido por fala homofóbica e recebe suspensão de 5 jogos e multa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 Feb 2026 21:48:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Esporte]]></category>
		<category><![CDATA[Justiça]]></category>
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					<description><![CDATA[Técnico do Internacional, Abel Braga foi condenado pelo STJD após declarações discriminatórias sobre uniforme rosa do clube]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O técnico e diretor técnico do Internacional, Abel Braga, foi punido pela 6ª Comissão Disciplinar do Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) por uma <a href="https://floripa.lgbt/esporte/fala-homofobica-abel-braga-repercussao/"><strong>declaração de teor homofóbico</strong></a> feita durante coletiva de imprensa realizada em novembro do ano passado.</p>
<p>Ele foi condenado a cumprir uma pena uma multa de R$ 20 mil, além de cinco partidas de suspensão. A decisão é em primeira instância e cabe recurso ao Pleno.</p>
<p>A decisão foi tomada nesta quinta-feira (12) pela Sexta Comissão Disciplinar devido a declarações feitas pelo treinador no final de 2025, durante sua apresentação oficial no Internacional.</p>
<p>Na ocasião, ao comentar sobre a utilização de camisas cor-de-rosa (em referência à campanha Outubro Rosa), Abel afirmou que não queria seu time treinando com aquela cor, pois parecia &#8220;time de veado&#8221;.</p>
<p>“Eu falei: ‘Pô, eu não quero meu time treinando de camisa rosa, parece time de veado”, disse o então treinador do Inter em coletiva.</p>
<p>Presente na sessão de forma virtual, Abel prestou depoimento e afirmou que &#8220;não teve qualquer tipo de intencionalidade&#8221;.</p>
<p>Em defesa de Abel, o advogado Rogério Pastl sustentou:</p>
<p>“Não houve uma intenção discriminatória, não houve incitação ao ódio ou uma conduta sistemática de preconceito. É um fato realmente infeliz e isolado pelo qual ele se desculpou duas vezes. Quando a gente tá falando de preconceito, ele exige que haja a intenção de menosprezar o grupo”.</p>
<p>Relator do processo e primeiro a votar, o auditor Jorge Octávio Galvão lamentou que ainda há dificuldade de se compreender que o mundo mudou e que atitudes como essa não são mais toleradas.</p>
<p>Citando decisões do STF, o relator destacou a equiparação nas falas homofóbicas a racistas no sentido de criminalizar esse tipo de conduta e acrescentou que o fato de não haver quem específico a ser ofendido não afasta a caracterização de um ato infracional.</p>
<p>Em seguida proclamou:</p>
<p>“Voto para julgar procedente a denúncia para condenar Abel Braga a prática de discriminação descrita no artigo 243-G a pena de cinco partidas e multa de R$ 20 mil”.</p>
<p>José Dutra Júnior, Presidente da Comissão, e os auditores Aline Gonçalves Jatahy, Rodrigo Steinmann Bayer e Eduardo Xible Salles Ramos acompanharam o voto do relator. Por ser em primeira instância, a decisão cabe recurso ao Tribunal Pleno.</p>
<p>A decisão determinou a suspensão de cinco jogos, além da aplicação de multa no valor de R$ 20 mil. A punição ainda cabe recurso ao <a href="https://www.stjd.org.br/comunicacao/noticias/comissao-pune-abel-braga-por-ato-discriminatorio-em-coletiva" target="_blank" rel="noopener">Pleno do STJD</a>, instância superior da Justiça Desportiva.</p>
<h2>A repercussão da declaração homofóbica de Abel Braga</h2>
<p>A declaração gerou forte repercussão negativa, críticas públicas e mobilizações nas redes sociais, reacendendo o debate sobre a persistência da LGBTfobia &#8220;recreativa&#8221; no futebol brasileiro.</p>
<p data-path-to-node="4">O processo foi movido após denúncias do Grupo Arco-Íris de Cidadania LGBT e do Coletivo de Torcidas Canarinhos LGBTQ+.</p>
<p data-path-to-node="4">Embora Abel tenha se desculpado publicamente na época, afirmando que &#8220;cores não definem gêneros&#8221;, o tribunal entendeu que a fala violou o artigo 243-G do Código Brasileiro de Justiça Desportiva, que trata de atos discriminatórios. Como a decisão foi em primeira instância, ainda cabe recurso ao Pleno do STJD.</p>
<figure id="attachment_15572" aria-describedby="caption-attachment-15572" style="width: 1200px" class="wp-caption alignnone"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="size-full wp-image-15572" src="https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2025/12/Tecnico-Abel-Braga-deu-declaracao-homofobica-em-sua-primeira-coletiva-Foto-Reproducao-Instagram.jpg" alt="Técnico Abel Braga deu declaração homofóbica em sua primeira coletiva" width="1200" height="800" title="Abel Braga é punido por fala homofóbica e recebe suspensão de 5 jogos e multa" srcset="https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2025/12/Tecnico-Abel-Braga-deu-declaracao-homofobica-em-sua-primeira-coletiva-Foto-Reproducao-Instagram.jpg 1200w, https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2025/12/Tecnico-Abel-Braga-deu-declaracao-homofobica-em-sua-primeira-coletiva-Foto-Reproducao-Instagram-800x533.jpg 800w, https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2025/12/Tecnico-Abel-Braga-deu-declaracao-homofobica-em-sua-primeira-coletiva-Foto-Reproducao-Instagram-768x512.jpg 768w, https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2025/12/Tecnico-Abel-Braga-deu-declaracao-homofobica-em-sua-primeira-coletiva-Foto-Reproducao-Instagram-150x100.jpg 150w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /><figcaption id="caption-attachment-15572" class="wp-caption-text">Técnico Abel Braga deu declaração homofóbica em sua primeira coletiva &#8211; Foto Reprodução/Instagram</figcaption></figure>
<p>“O futebol não pode continuar tratando a violência como piada. Quando uma autoridade do esporte reproduz esse tipo de discurso, ela legitima um ambiente hostil e perigoso para milhares de pessoas”, afirmou Onã Rudá, fundador e presidente do Coletivo de Torcidas Canarinhos LGBTQ+.</p>
<p>O coletivo também destacou que a punição fortalece o entendimento de que a Justiça Desportiva deve agir com firmeza diante de declarações públicas discriminatórias, especialmente quando proferidas por figuras de liderança, como técnicos, dirigentes e atletas.</p>
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            <media:description><![CDATA[Fala homofóbica de Abel Braga durante entrevista coletiva gerou polêmica - Foto: Divulgação / Floripa.LGBT]]></media:description>    
            <media:credit role="author" scheme="urn:ebu"><![CDATA[]]></media:credit>

        </media:content>	</item>
		<item>
		<title>Morre Volmar Santos, fundador da Coligay, a 1ª torcida LGBT+ no futebol</title>
		<link>https://floripa.lgbt/esporte/morre-volmar-santos-fundador-coligay/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 20 Jan 2026 10:56:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Esporte]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
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					<description><![CDATA[Além de apaixonado por comunicação e pelo Grêmio, Volmar Santos fez história ao fundar a pioneira Coligay, que abriu caminho para a presença LGBT+ no futebol]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p data-path-to-node="1">Morreu na segunda-feira (19), em Passo Fundo (RS), Volmar Santos, fundador da Coligay, a <a href="https://floripa.lgbt/esporte/qual-a-maior-torcida-lgbt-futebol-2025/"><strong>primeira torcida de futebol LGBTQIA+</strong></a> do Brasil. A informação da morte de Volmar foi confirmada por amigos próximos e familiares.</p>
<p>Ele estava internado no Hospital São Vicente de Paulo (HSVP), em sua cidade natal, Passo Fundo (RS), por  problemas cardíacos. Volmar tinha 77 anos. O sepultamento aconteceu nesta terça-feira (20).</p>
<p>Além de uma longa carreira na área de comunicação, tendo atuado como radialista, produtor cultural e colunista social, Volmar Santos era apaixonado pelo Grêmio. Um de seus maiores legados foi a fundação da Coligay, torcida organizada do time tricolor gaúcho, em 1977.</p>
<p data-path-to-node="1">Em nota, o Coletivo de Torcidas Canarinhos LGBTQ+ rendeu homenagens e reverenciou o legado deixado por Volmar:</p>
<blockquote>
<p data-path-to-node="1"><span dir="auto">&#8220;Mais do que um torcedor, Volmar foi um visionário e um desbravador. Em 1977, em plena ditadura militar, ele teve a coragem de levantar a bandeira da diversidade nas arquibancadas, provando que o amor pelo clube e o respeito à identidade de gênero e a orientação sexual podem e devem caminhar juntos. </span></p>
<p><span dir="auto">A existência da Canarinhos e de tantas outras torcidas LGBTQ+ espalhadas pelo Brasil é fruto direto da semente plantada por Volmar. Se hoje temos voz para lutar contra a homofobia nos estádios, é porque ele deu os primeiros passos em um território que muitos consideravam intransponível.&#8221;</span></p></blockquote>
<blockquote class="instagram-media" style="background: #FFF; border: 0; border-radius: 3px; box-shadow: 0 0 1px 0 rgba(0,0,0,0.5),0 1px 10px 0 rgba(0,0,0,0.15); margin: 1px; max-width: 540px; min-width: 326px; padding: 0; width: calc(100% - 2px);" data-instgrm-captioned="" data-instgrm-permalink="https://www.instagram.com/p/DTs2FEdCWRE/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" data-instgrm-version="14">
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<p>&nbsp;</p>
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<p>&nbsp;</p>
<p style="color: #c9c8cd; font-family: Arial,sans-serif; font-size: 14px; line-height: 17px; margin-bottom: 0; margin-top: 8px; overflow: hidden; padding: 8px 0 7px; text-align: center; text-overflow: ellipsis; white-space: nowrap;"><a style="color: #c9c8cd; font-family: Arial,sans-serif; font-size: 14px; font-style: normal; font-weight: normal; line-height: 17px; text-decoration: none;" href="https://www.instagram.com/p/DTs2FEdCWRE/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" target="_blank" rel="noopener">A post shared by Coletivo de Torcidas Canarinhos LGBTQ+ (@canarinhoslgbt)</a></p>
</div>
</blockquote>
<p><script async src="//www.instagram.com/embed.js"></script></p>
<p>O clube pelo qual Volmar Santos era apaixonado também prestou homenagens ao gremista e ativista LGBT+ que fez história ao criar a primeira torcida LGBTQIA+ do Brasil.</p>
<p>Na nota, publicada nas redes sociais do time, Volmar é chamado de &#8220;um pioneiro, um sonhador, um símbolo de coragem e amor pelo Grêmio&#8221;:</p>
<blockquote class="instagram-media" style="background: #FFF; border: 0; border-radius: 3px; box-shadow: 0 0 1px 0 rgba(0,0,0,0.5),0 1px 10px 0 rgba(0,0,0,0.15); margin: 1px; max-width: 540px; min-width: 326px; padding: 0; width: calc(100% - 2px);" data-instgrm-captioned="" data-instgrm-permalink="https://www.instagram.com/p/DTso6nBANeq/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" data-instgrm-version="14">
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<p>&nbsp;</p>
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<div style="padding-top: 8px;">
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</div>
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<div>
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</div>
<p>&nbsp;</p>
<p style="color: #c9c8cd; font-family: Arial,sans-serif; font-size: 14px; line-height: 17px; margin-bottom: 0; margin-top: 8px; overflow: hidden; padding: 8px 0 7px; text-align: center; text-overflow: ellipsis; white-space: nowrap;"><a style="color: #c9c8cd; font-family: Arial,sans-serif; font-size: 14px; font-style: normal; font-weight: normal; line-height: 17px; text-decoration: none;" href="https://www.instagram.com/p/DTso6nBANeq/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" target="_blank" rel="noopener">A post shared by Grêmio FBPA (@gremio)</a></p>
</div>
</blockquote>
<p><script async src="//www.instagram.com/embed.js"></script></p>
<p>Em 2023, Volmar foi homenageado pelo Grêmio, em reconhecimento a sua importância na história do clube. Recebeu camiseta e braçadeira de capitão com as cores da bandeira LGBT+.</p>
<h2 data-path-to-node="3">Volmar Santos fundou a Coligay, a 1ª torcida LGBTQIA+ do Brasil</h2>
<p data-path-to-node="3">Graças a sua paixão por futebol e em especial pelo Grêmio, Volmar Santos fundou a Coligay em 1977, em meio à ditadura militar que imperava no Brasil. A Rádio Gaúcha <strong><a href="https://gauchazh.clicrbs.com.br/passo-fundo/geral/noticia/2026/01/morre-volmar-santos-fundador-da-primeira-torcida-lgbt-do-brasil-aos-77-anos-cmklazv6k003l013gqr5cku1d.html" target="_blank" rel="noopener">lembrou</a></strong> que a Coligay marcou época ao ocupar as arquibancadas do Estádio Olímpico com bandeiras coloridas, canções e mensagens de combate ao preconceito, em plena ditadura militar.</p>
<p>A torcida ganhou fama de &#8220;pé-quente&#8221; e essa fama ultrapassou o Rio Grande do Sul. A Coligay foi convidada pelo presidente do Corinthians na época, Vicente Matheus, para assistir no Morumbi à final do Campeonato Paulista de 1977. E o convite deu certo: com um gol de Basílio o time venceu o campeonato e encerrou um jejum de 23 anos sem títulos.</p>
<p>O grupo encerrou as atividades em 1983 por conta da necessidade de Volmar voltar para Passo Fundo para cuidar da mãe. Mesmo com vida curta, a Coligay marcou uma história de pioneirismo em meio à ditadura militar.</p>
<p>Ao longo das décadas, a trajetória da Coligay ganhou reconhecimento nacional e internacional, e foi retratada em livros, reportagens e produções audiovisuais.</p>
<figure id="attachment_16381" aria-describedby="caption-attachment-16381" style="width: 1920px" class="wp-caption alignnone"><img decoding="async" class="size-full wp-image-16381" src="https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2026/01/Volmar-Santos-foi-homenageado-pelo-Gremio.jpg" alt="A história da Coligay e da luta pioneira de Volmar Santos ficaram registradas em livro" width="1920" height="1080" title="Morre Volmar Santos, fundador da Coligay, a 1ª torcida LGBT+ no futebol" srcset="https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2026/01/Volmar-Santos-foi-homenageado-pelo-Gremio.jpg 1920w, https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2026/01/Volmar-Santos-foi-homenageado-pelo-Gremio-800x450.jpg 800w, https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2026/01/Volmar-Santos-foi-homenageado-pelo-Gremio-1200x675.jpg 1200w, https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2026/01/Volmar-Santos-foi-homenageado-pelo-Gremio-768x432.jpg 768w, https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2026/01/Volmar-Santos-foi-homenageado-pelo-Gremio-1536x864.jpg 1536w, https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2026/01/Volmar-Santos-foi-homenageado-pelo-Gremio-1024x576.jpg 1024w, https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2026/01/Volmar-Santos-foi-homenageado-pelo-Gremio-150x84.jpg 150w" sizes="(max-width: 1920px) 100vw, 1920px" /><figcaption id="caption-attachment-16381" class="wp-caption-text">A história da Coligay e da luta pioneira de Volmar Santos ficaram registradas em livro &#8211; Foto: Grêmio/Divulgação/Floripa.LGBT</figcaption></figure>
<p>Em 2014, essa história foi registrada no livro Coligay: Tricolores de Todas as Cores, de Léo Gerchmann, que se tornou amigo próximo de Volmar durante o processo de pesquisa da obra.</p>
<p>&#8220;Ele era a fonte principal do livro, claro, mas acabamos nos tornando muito amigos. A gente conversava no mínimo semanalmente por meses. Volmar era um cara espetacular, com um coração gentil, sensível, bom. Um homem realmente fora de série&#8221;, afirmou Gerchmann à Gaúcha.</p>
<p>Nos últimos anos, a história da Coligay voltou a ganhar destaque com o anúncio de uma minissérie e de um filme inspirados na trajetória da torcida.</p>
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            <media:description><![CDATA[Morre Volmar Santos, fundador da Coligay, a primeira torcida LGBT+ no futebol - Foto: Divulgação/Floripa.LGBT]]></media:description>    
            <media:credit role="author" scheme="urn:ebu"><![CDATA[]]></media:credit>

        </media:content>	</item>
		<item>
		<title>Repercussão sobre fala homofóbica de Abel Braga mobiliza o universo do futebol</title>
		<link>https://floripa.lgbt/esporte/fala-homofobica-abel-braga-repercussao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Dec 2025 13:44:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Esporte]]></category>
		<category><![CDATA[Violência contra LGBTs]]></category>
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					<description><![CDATA[Declaração de Abel Braga gerou denúncia ao STJD e provocou a reação de entidades, torcedores e movimentos LGBTQIA+, inclusive do clube de futebol que o contratou]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p data-start="293" data-end="653">A declaração homofóbica de Abel Braga durante sua apresentação como técnico do Sport Club Internacional gerou uma reação imediata e ampla: grupos de defesa de direitos LGBTI+, torcedores e a mídia passaram a cobrar responsabilização — e isso resultou em <strong><a href="https://floripa.lgbt/esporte/dia-nacional-de-combate-a-lgbtfobia-futebol/">denúncia formal</a></strong> ao Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD).</p>
<p data-start="1520" data-end="1748">Na coletiva de apresentação, ao comentar sobre o uniforme de treino do Inter, Abel Braga afirmou: “Eu não quero a porra do meu time treinando de camisa rosa, que parece time de viado”.</p>
<p data-start="1750" data-end="2028">Horas depois, Abel Braga usou seu <a href="https://www.instagram.com/abelbragaoficial/" target="_blank" rel="noopener">perfil no Instagram</a> para se desculpar e tentar conter a crise que ele mesmo gerou:</p>
<blockquote>
<p data-start="1750" data-end="2028">“Reconheço que não fiz uma colocação adequada sobre a cor rosa durante a coletiva. Antes que isso se espalhasse, peço desculpas. Cores não definem gêneros; caráter define”, disse o técnico.</p>
</blockquote>
<p data-start="655" data-end="963">O Grupo Arco-Íris de Cidadania LGBTI+ acionou o STJD para que a declaração homofóbica do técnico de futebol seja investigada como possível ato discriminatório, com base no artigo 243-G do Código Brasileiro de Justiça Desportiva (CBJD), que prevê sanções para “ato discriminatório, desdenhoso ou ultrajante”.</p>
<figure id="attachment_15572" aria-describedby="caption-attachment-15572" style="width: 1200px" class="wp-caption alignnone"><img decoding="async" class="size-full wp-image-15572" src="https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2025/12/Tecnico-Abel-Braga-deu-declaracao-homofobica-em-sua-primeira-coletiva-Foto-Reproducao-Instagram.jpg" alt="Técnico Abel Braga deu declaração homofóbica em sua primeira coletiva" width="1200" height="800" title="Repercussão sobre fala homofóbica de Abel Braga mobiliza o universo do futebol" srcset="https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2025/12/Tecnico-Abel-Braga-deu-declaracao-homofobica-em-sua-primeira-coletiva-Foto-Reproducao-Instagram.jpg 1200w, https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2025/12/Tecnico-Abel-Braga-deu-declaracao-homofobica-em-sua-primeira-coletiva-Foto-Reproducao-Instagram-800x533.jpg 800w, https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2025/12/Tecnico-Abel-Braga-deu-declaracao-homofobica-em-sua-primeira-coletiva-Foto-Reproducao-Instagram-768x512.jpg 768w, https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2025/12/Tecnico-Abel-Braga-deu-declaracao-homofobica-em-sua-primeira-coletiva-Foto-Reproducao-Instagram-150x100.jpg 150w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /><figcaption id="caption-attachment-15572" class="wp-caption-text">Técnico Abel Braga deu declaração homofóbica em sua primeira coletiva e foi às redes sociais para se desculpar &#8211; Foto Reprodução/Instagram</figcaption></figure>
<p data-start="655" data-end="963">Após a abertura do processo no STJD, o órgão deve analisar a denúncia para só então iniciar a tramitação interna, o que depende agora da análise da Procuradoria do tribunal.</p>
<p data-start="655" data-end="963">Apesar do pedido de desculpas, para o Grupo Arco-Íris e parte significativa da sociedade civil, a retratação não elimina a potência ofensiva da fala — por isso a denúncia ao STJD e a exigência de consequências concretas.</p>
<h3 data-start="655" data-end="963">Fala de Abel Braga gerou reações de entidades e clubes de futebol</h3>
<p data-start="965" data-end="1271">Nas redes sociais e entre torcedores, a fala repercutiu com repúdio — comentários questionavam o uso de expressões ofensivas contra pessoas LGBTQIA+ por alguém em posição de destaque. A repercussão foi tamanha que Abel fez um pedido de desculpas poucas horas depois.</p>
<p data-start="965" data-end="1271">A reação entre clubes foi simbólica e rápida. O Grêmio, por exemplo, usou sua loja e canais oficiais para promover a campanha de venda da camisa rosa, movimento interpretado por torcedores e comentaristas como um repúdio à associação pejorativa feita por Abel Braga.</p>
<p data-start="965" data-end="1271">O clube também publicou nas redes sociais uma mensagem clara de apoio à diversidade, com bandeira do orgulho LGBTQIA+, afirmando: “Temos orgulho de todos os nossos torcedores, sejam eles azuis, brancos, pretos, rosas ou de qualquer outra cor”.</p>
<p data-start="965" data-end="1271">O comentarista esportivo Neto, durante o programa televisivo em que participa, criticou duramente a fala homofóbica de Abel Braga. Ele declarou que os comentários “merecem queda de divisões” e condenou o uso da palavra ofensiva, manifestando indignação pública e repúdio aos termos usados.</p>
<p data-start="1273" data-end="1464">Até o momento, não há registro público de que o Internacional tenha emitido uma nota oficial de repúdio ou se posicionado formalmente sobre o episódio.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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            <media:description><![CDATA[Fala homofóbica de Abel Braga durante entrevista coletiva gerou polêmica - Foto: Divulgação / Floripa.LGBT]]></media:description>    
            <media:credit role="author" scheme="urn:ebu"><![CDATA[]]></media:credit>

        </media:content>	</item>
		<item>
		<title>Skatista trans de SC conquista direito de competir no profissional feminino de skate</title>
		<link>https://floripa.lgbt/esporte/skatista-trans-de-sc-conquista-direito-de-competir-no-profissional-feminino-de-skate/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Sep 2025 18:37:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Esporte]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Florianópolis]]></category>
		<category><![CDATA[Santa Catarina]]></category>
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					<description><![CDATA[Luiza Marchiori, de Florianópolis, será a primeira skatista trans do Brasil a disputar competições profissionais femininas após decisão da CBSK]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p data-start="445" data-end="822">A skatista trans Luiza Marchiori, natural de Florianópolis, conquistou um marco histórico para o esporte e para a comunidade LGBT+. Após decisão judicial, a Confederação Brasileira de Skate (CBSK) reconheceu o direito da atleta de competir na categoria profissional feminina, garantindo que ela não precise recomeçar sua carreira na categoria amadora.</p>
<p data-start="853" data-end="1241">Antes da transição de gênero, <a href="https://www.instagram.com/luizamarchiori/" target="_blank" rel="noopener">Luiza</a> competia na categoria masculina e construiu uma carreira sólida: é bicampeã brasileira e heptacampeã estadual de Santa Catarina, além de se destacar em campeonatos regionais.</p>
<p data-start="853" data-end="1241">Com o reconhecimento da CBSK, ela poderá levar toda essa experiência para o circuito feminino profissional, mantendo sua trajetória de alto desempenho no skate nacional. As <a href="https://observatoriog.com.br/noticias/primeira-skatista-trans-do-brasil-e-liberada-para-competir-no-profissional-feminino-de-skate/" target="_blank" rel="noopener">informações</a> são do site Observatório G.</p>
<p data-start="1281" data-end="1777">A CBSK inicialmente determinou que Luiza, após sua transição, deveria iniciar sua carreira como amadora para <a href="https://floripa.lgbt/politica/pl-atletas-trans-esporte-feminino-sao-jose/"><strong>competir entre mulheres</strong></a>. A defesa da skatista trans, liderada pela advogada Larissa Kretzer, argumentou que a medida era arbitrária e discriminatória, já que Luiza já competia profissionalmente entre os homens até 2023.</p>
<p data-start="1281" data-end="1777">O recurso levou a confederação a reconhecer Luiza Marchiori como profissional também na categoria feminina, garantindo sua permanência no nível mais alto do esporte.</p>
<h3 data-start="1779" data-end="1827">Skatista trans, Luiza reforça a representatividade no esporte</h3>
<p data-start="1829" data-end="2153">Como primeira skatista trans do Brasil a ser reconhecida profissionalmente no feminino, Luiza se torna um símbolo de representatividade. A conquista é especialmente significativa por ela ser catarinense, mostrando que atletas da região podem romper barreiras e conquistar espaço em cenários nacionalmente relevantes.</p>
<p data-start="2155" data-end="2369">Essa vitória também reforça debates sobre inclusão de <a href="https://floripa.lgbt/cultura/cinema/contra-correnteza-documentario-do-aquatrans/"><strong>pessoas trans em esportes profissionais</strong></a>, igualdade de oportunidades e reconhecimento formal de trajetórias esportivas independentemente da identidade de gênero.</p>
<p data-start="2392" data-end="2674">Com a decisão favorável, Luiza Marchiori agora está apta a competir em campeonatos oficiais femininos da CBSK. A expectativa é que sua estreia oficial aconteça ainda em 2025, consolidando seu nome no skate nacional e inspirando outras atletas trans a buscarem espaço e visibilidade.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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            <media:description><![CDATA[Skatista trans catarinense, Luiza Marchiori conquista direito de competir no profissional feminino de skate - Foto: Reprodução/Instagram]]></media:description>    
            <media:credit role="author" scheme="urn:ebu"><![CDATA[]]></media:credit>

        </media:content>	</item>
		<item>
		<title>Jason Collins, 1º jogador da NBA a se assumir gay, se casa com produtor</title>
		<link>https://floripa.lgbt/esporte/jason-collins-1o-jogador-da-nba-a-se-assumir-gay-se-casa-com-produtor/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Vitor Both]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 31 May 2025 15:08:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Esporte]]></category>
		<category><![CDATA[Estados Unidos]]></category>
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					<description><![CDATA[Registro do casamento entre Jason Collins e Brunson Green foi feito por uma amiga nas redes sociais]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Jason Collins, o primeiro jogador a se assumir gay da liga de <strong><a href="https://floripa.lgbt/esporte/olimpiadas-2024-quem-sao-os-atletas-lgbt-que-conquistaram-medalhas/">basquete</a></strong> dos Estados Unidos (NBA), casou-se com o produtor de cinema Brunson Green na última quinta-feira (29).</p>
<p>O casal está junto há dez anos e decidiu oficializar a união na cidade de Austin, no Texas, onde moram. As imagens do casamento foram compartilhadas nas redes sociais por uma amiga de Brunson, a atriz Octavia Spencer.</p>
<p>Octavia parabenizou o casal e escreveu: &#8220;Bem-vindo à família. Você escolheu bem e ele também. Te amo, B&#8221;. A atriz Viola Davis também aproveitou para desejar felicidades ao casal e comentou: &#8220;Ah, parabéns&#8221;.</p>
<figure id="attachment_13992" aria-describedby="caption-attachment-13992" style="width: 1198px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-13992" src="https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2025/05/jason-collins-jogador-gay-nba-se-casa.png" alt="Primeiro jogador da NBA a se assumir gay, Jason Collins se casa com produtor" width="1198" height="942" title="Jason Collins, 1º jogador da NBA a se assumir gay, se casa com produtor" srcset="https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2025/05/jason-collins-jogador-gay-nba-se-casa.png 1198w, https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2025/05/jason-collins-jogador-gay-nba-se-casa-800x629.png 800w, https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2025/05/jason-collins-jogador-gay-nba-se-casa-768x604.png 768w, https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2025/05/jason-collins-jogador-gay-nba-se-casa-150x118.png 150w" sizes="auto, (max-width: 1198px) 100vw, 1198px" /><figcaption id="caption-attachment-13992" class="wp-caption-text">Jason Collins, 46 e Brunson Green, 57 estão juntos há dez anos – Foto: Reprodução/Instagram</figcaption></figure>
<h2>Jason Collins foi o primeiro jogador assumidamente gay da NBA</h2>
<p>Em 2013, Jason se tornou o primeiro jogador da NBA a se assumir gay, quando tinha 34 anos e atuava pelo Washington Wizards. À época, o jogador escreveu em um artigo para a revista Sports Illustrated: &#8220;Tenho 34 anos e sou pivô da NBA. Sou negro e sou gay&#8221;.</p>
<blockquote><p>&#8220;Eu não quis ser o primeiro atleta abertamente gay de um grande esporte americano. Mas já que sou, estou feliz. Eu não queria ter sido o garoto na sala de aula a levantar a mão e dizer: &#8216;Sou diferente&#8217;. Alguém já poderia ter feito isso. Mas não o fez. Por isso, levanto a mão&#8221;, disse à revista Sports Illustrated.</p></blockquote>
<blockquote class="instagram-media" style="background: #FFF; border: 0; border-radius: 3px; box-shadow: 0 0 1px 0 rgba(0,0,0,0.5),0 1px 10px 0 rgba(0,0,0,0.15); margin: 1px; max-width: 540px; min-width: 326px; padding: 0; width: calc(100% - 2px);" data-instgrm-captioned="" data-instgrm-permalink="https://www.instagram.com/p/DKP17RIPysO/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" data-instgrm-version="14">
<div style="padding: 16px;">
<p>&nbsp;</p>
<div style="display: flex; flex-direction: row; align-items: center;">
<div style="background-color: #f4f4f4; border-radius: 50%; flex-grow: 0; height: 40px; margin-right: 14px; width: 40px;"></div>
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</div>
</div>
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<div style="padding-top: 8px;">
<div style="color: #3897f0; font-family: Arial,sans-serif; font-size: 14px; font-style: normal; font-weight: 550; line-height: 18px;">Ver essa foto no Instagram</div>
</div>
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<div style="display: flex; flex-direction: row; margin-bottom: 14px; align-items: center;">
<div>
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</div>
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<div style="background-color: #f4f4f4; border-radius: 4px; flex-grow: 0; height: 14px; width: 144px;"></div>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<p style="color: #c9c8cd; font-family: Arial,sans-serif; font-size: 14px; line-height: 17px; margin-bottom: 0; margin-top: 8px; overflow: hidden; padding: 8px 0 7px; text-align: center; text-overflow: ellipsis; white-space: nowrap;"><a style="color: #c9c8cd; font-family: Arial,sans-serif; font-size: 14px; font-style: normal; font-weight: normal; line-height: 17px; text-decoration: none;" href="https://www.instagram.com/p/DKP17RIPysO/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" target="_blank" rel="noopener">Uma publicação compartilhada por Octavia Spencer (@octaviaspencer)</a></p>
</div>
</blockquote>
<p><script async src="//www.instagram.com/embed.js"></script></p>
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            <media:description><![CDATA[Atriz Octavia Spencer, amiga de Brunson, compartilhou um registro da cerimônia – Foto: Reprodução/Instagram]]></media:description>    
            <media:credit role="author" scheme="urn:ebu"><![CDATA[]]></media:credit>

        </media:content>	</item>
		<item>
		<title>Combate à LGBTfobia no futebol pode ganhar data oficial, propõe deputada</title>
		<link>https://floripa.lgbt/esporte/dia-nacional-de-combate-a-lgbtfobia-futebol/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Vitor Both]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 28 Apr 2025 17:07:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Esporte]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Câmara dos Deputados]]></category>
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					<description><![CDATA[Projeto de lei pretende criar Dia Nacional de Combate à LGBTfobia no futebol e promover ações de inclusão no esporte]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Um projeto de lei que pretende instituir o Dia Nacional de Combate à <strong><a href="https://floripa.lgbt/esporte/anuario-da-lgbtfobia-no-futebol-2023/">LGBTfobia no Futebol</a></strong> foi protocolado no último dia 15 na Câmara dos Deputados, em Brasília. A proposta é da deputada Alice Portugal (PCdoB-BA) e foi elaborada em conjunto com o Coletivo de Torcidas Canarinhos LGBTQ+.</p>
<p>O objetivo do <a href="https://www.camara.leg.br/proposicoesWeb/fichadetramitacao?idProposicao=2497940" target="_blank" rel="noopener">PL 1702/2025</a> é, através da data simbólica, promover ações concretas para combater a LGBTfobia, como campanhas educativas e formação de profissionais do esporte, mecanismos de denúncia e punição a agressores e incentivo a clubes e torcidas que valorizem a inclusão.</p>
<p>A data escolhida para o Dia Nacional de Combate à LGBTfobia no Futebol é 13 de novembro, em homenagem ao Coletivo Canarinhos, primeiro movimento nacional de torcedores LGBTQ+ no Brasil, fundado na mesma data, em 2019.</p>
<p>O projeto conta com diretrizes como capacitar árbitros, comissões técnicas, dirigentes, atletas, torcidas, juristas, seguranças e outros agentes para identificar, coibir atos discriminatórios e agir conforme os protocolos e leis.</p>
<p>Clubes da Série A à D do Campeonato Brasileiro, Copa do Brasil assim como os participantes de competições estaduais e regionais, deverão incluir, em seus códigos de conduta, normas explícitas de combate à discriminação, com penalidades para infrações.</p>
<h2>Conheça as torcidas LGBT+ de futebol brasileiras</h2>
<p>Nem todos os clubes brasileiros possuem uma torcida, atualmente são 19 torcidas de 18 clubes brasileiros. O Palmeiras é o clube com mais torcidas. O mapeamento de torcidas LGBT+ é feito pelo <a href="https://canarinhoslgbtq.com.br" target="_blank" rel="noopener">coletivo Canarinhos</a>.</p>
<figure id="attachment_12398" aria-describedby="caption-attachment-12398" style="width: 1488px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-12398" src="https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2025/03/Futebol-qual-a-maior-torcida-LGBT-do-Brasil.png" alt="Futebol: Saiba qual a maior torcida LGBT+ do Brasil" width="1488" height="738" title="Combate à LGBTfobia no futebol pode ganhar data oficial, propõe deputada" srcset="https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2025/03/Futebol-qual-a-maior-torcida-LGBT-do-Brasil.png 1488w, https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2025/03/Futebol-qual-a-maior-torcida-LGBT-do-Brasil-800x397.png 800w, https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2025/03/Futebol-qual-a-maior-torcida-LGBT-do-Brasil-1200x595.png 1200w, https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2025/03/Futebol-qual-a-maior-torcida-LGBT-do-Brasil-768x381.png 768w, https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2025/03/Futebol-qual-a-maior-torcida-LGBT-do-Brasil-150x74.png 150w" sizes="auto, (max-width: 1488px) 100vw, 1488px" /><figcaption id="caption-attachment-12398" class="wp-caption-text">LGBTricolor é a maior torcida LGBT+ de futebol no Brasil – Foto: Reprodução/Floripa.LGBT</figcaption></figure>
<ul>
<li><a href="https://www.instagram.com/lgbtricolor" target="_blank" rel="noopener">LGBTricolor</a> (Bahia)</li>
<li><a href="https://www.instagram.com/papaolivre/" target="_blank" rel="noopener">Papão Livre</a> (Paysandu)</li>
<li><a href="https://www.instagram.com/mariasdemg/" target="_blank" rel="noopener">Marias de Minas</a> (Cruzeiro)</li>
<li><a href="https://www.instagram.com/coralpride/" target="_blank" rel="noopener">Coral Pride</a> (Santa Cruz)</li>
<li><a href="https://www.instagram.com/orgulhoecv/" target="_blank" rel="noopener">Orgulho Rubro Negro</a> (Vitória)</li>
<li><a href="https://www.instagram.com/vozaopride/" target="_blank" rel="noopener">Vozão Pride</a> (Ceará)</li>
<li><a href="https://www.instagram.com/furacaolgbtq/" target="_blank" rel="noopener">Furacão LGBTQ</a> (Athletico)</li>
<li>FlaGay (Flamengo)</li>
<li><a href="https://www.instagram.com/palmeiraslivre" target="_blank" rel="noopener">Palmeiras Livre</a> (Palmeiras)</li>
<li><a href="https://www.instagram.com/oporcoiris/" target="_blank" rel="noopener">PorcoÍris</a> (Palmeiras)</li>
<li><a href="https://www.instagram.com/coxalgbt/" target="_blank" rel="noopener">Coxa LGBT</a> (Coritiba)</li>
<li><a href="https://www.instagram.com/vascainoslgbt" target="_blank" rel="noopener">Vasco LGBT</a> (Vasco)</li>
<li><a href="https://www.instagram.com/frasqueiralgbt/" target="_blank" rel="noopener">Frasqueira LGBT</a> (ABC FC)</li>
<li><a href="https://www.instagram.com/torcidalgbtqiadobotafogofr/" target="_blank" rel="noopener">Botafogo LGBTQIA</a> (Botafogo FR)</li>
<li><a href="https://www.instagram.com/tricoletesfec/" target="_blank" rel="noopener">Tricoletes FEC</a> (Fortaleza)</li>
<li><a href="https://www.instagram.com/fielgbt/" target="_blank" rel="noopener">Fiel LGBT</a> (Corinthians)</li>
<li><a href="https://www.instagram.com/leoescomorgulho/" target="_blank" rel="noopener">Leões com Orgulho</a> (Remo)</li>
<li><a href="https://x.com/tricolorlgbtq" target="_blank" rel="noopener">Tricolor LGBTQ+</a> (São Paulo)</li>
<li><a href="https://www.instagram.com/santosprideofc/" target="_blank" rel="noopener">Santos Pride</a> (Santos)</li>
</ul>
<p><em>* Sob supervisão de Danilo Duarte</em></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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            <media:description><![CDATA[Em 2023, houve um aumento de 5,4% nos episódios de LGBTfobia no futebol – Foto: Clive Rose / Getty Images / Divulgação / Floripa.LGBT]]></media:description>    
            <media:credit role="author" scheme="urn:ebu"><![CDATA[]]></media:credit>

        </media:content>	</item>
		<item>
		<title>Clubes de futebol comemoram Dia Nacional do Orgulho Gay nas redes sociais</title>
		<link>https://floripa.lgbt/esporte/clubes-de-futebol-dia-nacional-do-orgulho-gay/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Vitor Both]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 Mar 2025 19:32:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Esporte]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Florianópolis]]></category>
		<category><![CDATA[Santa Catarina]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://floripa.lgbt/?p=12704</guid>

					<description><![CDATA[Em Santa Catarina, Figueirense fez uma publicação em alusão ao Dia Nacional do Orgulho Gay; Clubes como Corinthians, Fluminense e São Paulo também se posicionaram]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os <strong><a href="https://floripa.lgbt/esporte/qual-a-maior-torcida-lgbt-futebol-2025/">clubes de futebol brasileiros</a></strong> e catarinense se manifestaram no Dia Nacional do Orgulho Gay, comemorado nesta terça-feira (25). As mensagens pedem mais respeito e inclusão no esporte.</p>
<p>Entre os grandes clubes brasileiros, houve publicações do Corinthians, Fluminense, Santos, São Paulo, Esporte Clube Vitória, Red Bull Bragantino. Confira as declarações:</p>
<ul>
<li><a href="https://www.instagram.com/p/DHn_e7cRfEY/?utm_source=ig_web_copy_link" target="_blank" rel="noopener">Corinthians</a>: “Orgulho preto e branco. Amor em todas as cores”;</li>
<li><a href="https://www.instagram.com/p/DHoA3HAu020/?utm_source=ig_web_copy_link" target="_blank" rel="noopener">Fluminense</a>: “Pelo direito de existir e de amar. Por respeito e oportunidade”;</li>
<li><a href="https://www.instagram.com/p/DHnx0RDszeF/?utm_source=ig_web_copy_link" target="_blank" rel="noopener">Santos</a>: “O futebol é para todos. O respeito também”;</li>
<li><a href="https://www.instagram.com/p/DHoA8l3g6vb/?utm_source=ig_web_copy_link" target="_blank" rel="noopener">São Paulo</a>: Orgulhe-se de quem você é”;</li>
<li><a href="https://www.instagram.com/p/DHnrFUnAShV/?utm_source=ig_web_copy_link" target="_blank" rel="noopener">Esporte Clube Vitória</a>: &#8220;A grandeza de um clube começa com o respeito&#8221;;</li>
<li><a href="https://www.instagram.com/p/DHn4sZ-xGwE/?utm_source=ig_web_copy_link" target="_blank" rel="noopener">Red Bull Bragantino</a>: &#8220;Respeito e amor para toda e qualquer pessoa&#8221;.</li>
</ul>
<h2>Clube de Santa Catarina se manifesta no Dia Nacional do Orgulho Gay</h2>
<p>O Figueirense publicou uma mensagem nas redes sociais do clube declarando apoio à comunidade LGBT+ e ressaltando a importância do futebol ser de todos.</p>
<p>Em junho de 2024, durante o dia do orgulho LGBT+, o <strong><a href="https://floripa.lgbt/seguranca/violencia-contra-lgbts/avai-e-figueirense-sao-alvos-de-ataques-em-posts-sobre-o-dia-do-orgulho-lgbt/">Avaí e Figueirense foram alvos de ataques</a></strong> nos posts que celebravam a data.</p>
<blockquote><p> &#8220;O time do povo é de todos e para todos! &#x1f3f3;&#xfe0f;&#x200d;&#x1f308;<br />
Respeito, amor e inclusão sempre!&#8221;</p></blockquote>
<blockquote class="instagram-media" style="background: #FFF; border: 0; border-radius: 3px; box-shadow: 0 0 1px 0 rgba(0,0,0,0.5),0 1px 10px 0 rgba(0,0,0,0.15); margin: 1px; max-width: 540px; min-width: 326px; padding: 0; width: calc(100% - 2px);" data-instgrm-captioned="" data-instgrm-permalink="https://www.instagram.com/p/DHobia5RThF/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" data-instgrm-version="14">
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<div style="color: #3897f0; font-family: Arial,sans-serif; font-size: 14px; font-style: normal; font-weight: 550; line-height: 18px;">Ver essa foto no Instagram</div>
</div>
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</div>
<p>&nbsp;</p>
<p style="color: #c9c8cd; font-family: Arial,sans-serif; font-size: 14px; line-height: 17px; margin-bottom: 0; margin-top: 8px; overflow: hidden; padding: 8px 0 7px; text-align: center; text-overflow: ellipsis; white-space: nowrap;"><a style="color: #c9c8cd; font-family: Arial,sans-serif; font-size: 14px; font-style: normal; font-weight: normal; line-height: 17px; text-decoration: none;" href="https://www.instagram.com/p/DHobia5RThF/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" target="_blank" rel="noopener">Uma publicação compartilhada por Figueirense FC (@figueirense)</a></p>
</div>
</blockquote>
<p><script async src="//www.instagram.com/embed.js"></script></p>
<h2>Conheça as torcidas LGBT+ de cada clube no Brasil</h2>
<p>Além dos clubes, as torcidas LGBT também costumam se manifestar. Nem todos os clubes brasileiros possuem uma torcida LGBT+, atualmente são 19 torcidas de 18 clubes brasileiros. O Palmeiras é o clube com mais torcidas.</p>
<figure id="attachment_12395" aria-describedby="caption-attachment-12395" style="width: 1266px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-12395" src="https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2025/03/Futebol-Saiba-qual-a-maior-torcida-LGBT-do-Brasil.png" alt="Futebol: Saiba qual a maior torcida LGBT+ do Brasil" width="1266" height="1184" title="Clubes de futebol comemoram Dia Nacional do Orgulho Gay nas redes sociais" srcset="https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2025/03/Futebol-Saiba-qual-a-maior-torcida-LGBT-do-Brasil.png 1266w, https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2025/03/Futebol-Saiba-qual-a-maior-torcida-LGBT-do-Brasil-800x748.png 800w, https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2025/03/Futebol-Saiba-qual-a-maior-torcida-LGBT-do-Brasil-1200x1122.png 1200w, https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2025/03/Futebol-Saiba-qual-a-maior-torcida-LGBT-do-Brasil-768x718.png 768w, https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2025/03/Futebol-Saiba-qual-a-maior-torcida-LGBT-do-Brasil-150x140.png 150w" sizes="auto, (max-width: 1266px) 100vw, 1266px" /><figcaption id="caption-attachment-12395" class="wp-caption-text">LGBTricolor é uma das maiores torcidas LGBT+ de futebol – Foto: Reprodução/Floripa.LGBT</figcaption></figure>
<ul>
<li><a href="https://www.instagram.com/lgbtricolor" target="_blank" rel="noopener">LGBTricolor</a> (Bahia)</li>
<li>Papão Livre (Paysandu)</li>
<li><a href="https://www.instagram.com/mariasdemg/" target="_blank" rel="noopener">Marias de Minas</a> (Cruzeiro)</li>
<li><a href="https://www.instagram.com/coralpride/" target="_blank" rel="noopener">Coral Pride</a> (Santa Cruz)</li>
<li><a href="https://www.instagram.com/orgulhoecv/" target="_blank" rel="noopener">Orgulho Rubro Negro</a> (Vitória)</li>
<li><a href="https://www.instagram.com/vozaopride/" target="_blank" rel="noopener">Vozão Pride</a> (Ceará)</li>
<li><a href="https://www.instagram.com/furacaolgbtq/" target="_blank" rel="noopener">Furacão LGBTQ</a> (Athletico)</li>
<li>FlaGay (Flamengo)</li>
<li><a href="https://www.instagram.com/palmeiraslivre" target="_blank" rel="noopener">Palmeiras Livre</a> (Palmeiras)</li>
<li><a href="https://www.instagram.com/oporcoiris/" target="_blank" rel="noopener">PorcoÍris</a> (Palmeiras)</li>
<li><a href="https://www.instagram.com/coxalgbt/" target="_blank" rel="noopener">Coxa LGBT</a> (Coritiba)</li>
<li>Vasco LGBT (Vasco)</li>
<li><a href="https://www.instagram.com/frasqueiralgbt/" target="_blank" rel="noopener">Frasqueira LGBT</a> (ABC FC)</li>
<li><a href="https://www.instagram.com/torcidalgbtqiadobotafogofr/" target="_blank" rel="noopener">Botafogo LGBTQIA</a> (Botafogo FR)</li>
<li>Tricoletes FEC (Fortaleza)</li>
<li><a href="https://www.instagram.com/fielgbt/" target="_blank" rel="noopener">Fiel LGBT</a> (Corinthians)</li>
<li><a href="https://www.instagram.com/leoescomorgulho/" target="_blank" rel="noopener">Leões com Orgulho</a> (Remo)</li>
<li><a href="https://x.com/tricolorlgbtq" target="_blank" rel="noopener">Tricolor LGBTQ+</a> (São Paulo)</li>
<li><a href="https://www.instagram.com/santosprideofc/" target="_blank" rel="noopener">Santos Pride</a> (Santos)</li>
</ul>
<p><em>* Sob supervisão de Danilo Duarte</em></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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            <media:description><![CDATA[Bandeiras LGBT em estádios de futebol ainda são raridade - Foto: Clive Rose / Getty Images / Divulgação / Floripa.LGBT]]></media:description>    
            <media:credit role="author" scheme="urn:ebu"><![CDATA[]]></media:credit>

        </media:content>	</item>
		<item>
		<title>Qual a maior torcida gay no futebol brasileiro em 2025? Veja a lista</title>
		<link>https://floripa.lgbt/esporte/qual-a-maior-torcida-lgbt-futebol-2025/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Vitor Both]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Mar 2025 13:38:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Esporte]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
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					<description><![CDATA[De acordo com levantamento, o país possui 19 torcidas gay de 18 clubes brasileiros, mas não aponta nenhuma torcida LGBT+ em SC]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Brasil está entre os países com as <strong><a href="https://floripa.lgbt/esporte/5-das-10-maiores-torcidas-lgbt-do-mundo-sao-brasileiras/">maiores torcidas LGBT+ de futebol do mundo</a></strong>. Um levantamento do Coletivo de Torcidas Canarinhos LGBTQ+ mostra que metade das 10 maiores torcidas gay são brasileiras. Mas então, qual é a maior torcida LGBT+ no Brasil?</p>
<p>A maior torcida LGBT+ de futebol no Brasil é a LGBTricolor (Bahia). De acordo com o fundador do <a href="http://canarinhoslgbtq.com.br" target="_blank" rel="noopener">Coletivo Canarinhos</a>, Onã Rudá, a torcida tem o maior número de pessoas cadastradas e marca grande presença nos estádios. Rudá destaca que as torcidas PorcoÍris (Palmeiras) e Fiel LGBT (Corinthians) também estão entre as maiores.</p>
<p>De acordo com o Anuário do Observatório da LGBTfobia no Futebol do Coletivo de Torcidas Canarinhos LGBTQ+, a LGBTricolor possui 667 membros e foi fundada em 2019. A torcida também conta com camiseta própria e vai ao estádio de forma organizada.</p>
<p>O mapeamento de torcidas LGBT+ é feito pelo coletivo, que trabalha com o objetivo de transformar o futebol em um espaço mais inclusivo. A proposta  é agregar torcidas e movimentos em torno de uma causa comum: combater a LGBTfobia no esporte brasileiro.</p>
<blockquote><p>&#8220;O Coletivo Canarinhos tem dado condições pra existência de pessoas LGBT+ no futebol. Nós mudamos regramentos, estamos impondo mudança de cultura e mentalidade. Nós temos conseguido ampliar o horizonte pra combater a LGBTfobia&#8221;, afirma Onã Rudá.</p></blockquote>
<p>Em 2023, houve um aumento de 5,4% nos episódios de <a href="https://floripa.lgbt/esporte/anuario-da-lgbtfobia-no-futebol-2023/"><strong>LGBTfobia no futebol</strong></a>. Grande parte das vítimas são torcedores, que também são maioria como autores dos ataques. Os estádios e os meios de comunicação são os locais onde mais acontecem casos.</p>
<figure id="attachment_12396" aria-describedby="caption-attachment-12396" style="width: 1502px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-12396 size-full" src="https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2025/03/torcida-LGBTricolor-futebol-e1741198988829.png" alt="Futebol: Saiba qual a maior torcida LGBT+ do Brasil" width="1502" height="834" title="Qual a maior torcida gay no futebol brasileiro em 2025? Veja a lista" srcset="https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2025/03/torcida-LGBTricolor-futebol-e1741198988829.png 1502w, https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2025/03/torcida-LGBTricolor-futebol-e1741198988829-800x444.png 800w, https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2025/03/torcida-LGBTricolor-futebol-e1741198988829-1200x666.png 1200w, https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2025/03/torcida-LGBTricolor-futebol-e1741198988829-768x426.png 768w, https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2025/03/torcida-LGBTricolor-futebol-e1741198988829-150x83.png 150w" sizes="auto, (max-width: 1502px) 100vw, 1502px" /><figcaption id="caption-attachment-12396" class="wp-caption-text">Torcida LGBTricolor foi fundada em 2019 e possui mais de 600 membros – Foto: Reprodução/Floripa.LGBT</figcaption></figure>
<h2>Conheça a torcida LGBT+ de cada clube no Brasil</h2>
<p>Nem todos os clubes brasileiros possuem uma torcida, atualmente são 19 torcidas de 18 clubes brasileiros. O Palmeiras é o clube com mais torcidas.</p>
<ul>
<li><a href="https://www.instagram.com/lgbtricolor" target="_blank" rel="noopener">LGBTricolor</a> (Bahia)</li>
<li>Papão Livre (Paysandu)</li>
<li><a href="https://www.instagram.com/mariasdemg/" target="_blank" rel="noopener">Marias de Minas</a> (Cruzeiro)</li>
<li><a href="https://www.instagram.com/coralpride/" target="_blank" rel="noopener">Coral Pride</a> (Santa Cruz)</li>
<li><a href="https://www.instagram.com/orgulhoecv/" target="_blank" rel="noopener">Orgulho Rubro Negro</a> (Vitória)</li>
<li><a href="https://www.instagram.com/vozaopride/" target="_blank" rel="noopener">Vozão Pride</a> (Ceará)</li>
<li><a href="https://www.instagram.com/furacaolgbtq/" target="_blank" rel="noopener">Furacão LGBTQ</a> (Athletico)</li>
<li>FlaGay (Flamengo)</li>
<li><a href="https://www.instagram.com/palmeiraslivre" target="_blank" rel="noopener">Palmeiras Livre</a> (Palmeiras)</li>
<li><a href="https://www.instagram.com/oporcoiris/" target="_blank" rel="noopener">PorcoÍris</a> (Palmeiras)</li>
<li><a href="https://www.instagram.com/coxalgbt/" target="_blank" rel="noopener">Coxa LGBT</a> (Coritiba)</li>
<li>Vasco LGBT (Vasco)</li>
<li><a href="https://www.instagram.com/frasqueiralgbt/" target="_blank" rel="noopener">Frasqueira LGBT</a> (ABC FC)</li>
<li><a href="https://www.instagram.com/torcidalgbtqiadobotafogofr/" target="_blank" rel="noopener">Botafogo LGBTQIA</a> (Botafogo FR)</li>
<li>Tricoletes FEC (Fortaleza)</li>
<li><a href="https://www.instagram.com/fielgbt/" target="_blank" rel="noopener">Fiel LGBT</a> (Corinthians)</li>
<li><a href="https://www.instagram.com/leoescomorgulho/" target="_blank" rel="noopener">Leões com Orgulho</a> (Remo)</li>
<li><a href="https://x.com/tricolorlgbtq">Tricolor LGBTQ+</a> (São Paulo)</li>
<li><a href="https://www.instagram.com/santosprideofc/" target="_blank" rel="noopener">Santos Pride</a> (Santos)</li>
</ul>
<p><em>* Sob supervisão de Danilo Duarte</em></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<media:content 
            medium="image" 
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            <media:description><![CDATA[LGBTricolor é a maior torcida LGBT+ de futebol no Brasil – Foto: Reprodução/Floripa.LGBT]]></media:description>    
            <media:credit role="author" scheme="urn:ebu"><![CDATA[]]></media:credit>

        </media:content>	</item>
		<item>
		<title>&#8220;Contra Correnteza&#8221;: Documentário sobre inclusão de pessoas trans na natação estreia dia 13 de maio</title>
		<link>https://floripa.lgbt/cultura/cinema/contra-correnteza-documentario-do-aquatrans/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sofia Verissimo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Mar 2025 16:43:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Esporte]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Rio de Janeiro]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://floripa.lgbt/?p=12292</guid>

					<description><![CDATA[O filme "Contra Correnteza" mostra a trajetória do projeto Aquatrans, que promove aulas de natação para pessoas trans no Rio de Janeiro.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O documentário &#8220;Contra Correnteza&#8221; tem estreia prevista nos cinemas para o dia 13 de maio, trazendo à tona a inspiradora trajetória do projeto <a href="https://floripa.lgbt/cultura/cinema/contra-correnteza-projeto-de-natacao-que-inclui-pessoas-trans-vai-virar-filme/"><strong>Aquatrans</strong></a>, idealizado pelo educador físico Marcelo Silva. O filme destaca como a iniciativa tem transformado a vida de pessoas trans e travestis no Rio de Janeiro, oferecendo aulas de natação em águas abertas e promovendo inclusão e acolhimento.</p>
<p>Fundado em março de 2024, o Aquatrans surgiu da percepção de Marcelo sobre as barreiras enfrentadas por pessoas trans no acesso a espaços de lazer, especialmente praias.</p>
<blockquote><p>&#8220;O acesso à praia é o primeiro local em que as pessoas trans e travestis abandonam durante a sua transição&#8221;, afirma Marcelo.</p></blockquote>
<h3><strong>O documentário também carrega as histórias dos participantes</strong></h3>
<p>O documentário, produzido pela Transparente Produções e dirigido por Henrique Souza, busca retratar não apenas as atividades do projeto, mas também as histórias de superação e resiliência dos participantes.</p>
<p>A produtora Iva Bergson destaca a importância de dar visibilidade a iniciativas como o Aquatrans:</p>
<blockquote><p>&#8220;Quando descobrimos o projeto de natação e vimos que é um lugar onde as pessoas estão aceitando seus corpos, sentimos a responsabilidade de informar o maior número possível de pessoas que o Aquatrans as acolhe&#8221;.</p></blockquote>
<h3><strong>Projeto Aquatrans de Marcelo Silva</strong></h3>
<p>Marcelo Silva, fundador e professor do Aquatrans, pratica natação desde a sua infância e decidiu trocar a faculdade de psicologia por educação física, onde percebeu a ausência de <strong><a href="https://floripa.lgbt/politica/pl-atletas-trans-esporte-feminino-sao-jose/">pessoas trans e não binárias nos esportes</a></strong>, além do <strong><a href="https://floripa.lgbt/cidadania/brasil-ranking-mortes-de-pessoas-trans-santa-catarina/">preconceito</a></strong> que sofreu na área por ser um homem trans.</p>
<p>Com isso, Marcelo viu no Aquatrans uma forma de promover a inclusão desses grupos no esporte, em um local que ele sente uma forte conexão: No mar.</p>
<blockquote><p> “A água alivia e ajuda a nossa ansiedade e o nosso humor. É aquele ditado popular que diz que a praia cura. E cura mesmo estar em contato com o sol, com seus amigos, socializar na natureza. Tudo isso engloba a nossa saúde e autoestima do nosso corpo.” &#8211; afirma Marcelo.</p></blockquote>
<p>O projeto, que conta com cerca de 100 alunos, tem turmas para iniciantes, alunos intermediários e avançados. As aulas acontecem todos os domingos, na Praia do Flamengo.</p>
<p>O projeto conta com doação de materiais e uma taxa social paga pelos alunos. Marcelo relata que deseja ver o Aquatrans funcionando como uma rede que funcione em outros locais com outros esportes também.</p>
<h2><strong>Confira o trailer de Contra Correnteza:</strong></h2>
<blockquote class="instagram-media" style="background: #FFF; border: 0; border-radius: 3px; box-shadow: 0 0 1px 0 rgba(0,0,0,0.5),0 1px 10px 0 rgba(0,0,0,0.15); margin: 1px; max-width: 540px; min-width: 326px; padding: 0; width: calc(100% - 2px);" data-instgrm-captioned="" data-instgrm-permalink="https://www.instagram.com/reel/DGiW9zrOMlq/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" data-instgrm-version="14">
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<p>&nbsp;</p>
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<div style="color: #3897f0; font-family: Arial,sans-serif; font-size: 14px; font-style: normal; font-weight: 550; line-height: 18px;">Ver essa foto no Instagram</div>
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<p>&nbsp;</p>
<p style="color: #c9c8cd; font-family: Arial,sans-serif; font-size: 14px; line-height: 17px; margin-bottom: 0; margin-top: 8px; overflow: hidden; padding: 8px 0 7px; text-align: center; text-overflow: ellipsis; white-space: nowrap;"><a style="color: #c9c8cd; font-family: Arial,sans-serif; font-size: 14px; font-style: normal; font-weight: normal; line-height: 17px; text-decoration: none;" href="https://www.instagram.com/reel/DGiW9zrOMlq/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" target="_blank" rel="noopener">Uma publicação compartilhada por Contra Correnteza (@doc.contracorrenteza)</a></p>
</div>
</blockquote>
<p><script async src="//www.instagram.com/embed.js"></script></p>
<p><em>* Sob supervisão de Danilo Duarte</em></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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            <media:description><![CDATA[Confira o trailer do documentário Contra Correnteza do projeto Aquatrans - Foto: Reprodução/ Floripa.LGBT]]></media:description>    
            <media:credit role="author" scheme="urn:ebu"><![CDATA[]]></media:credit>

        </media:content>	</item>
		<item>
		<title>Projeto de lei em São José proíbe atletas trans em esportes femininos</title>
		<link>https://floripa.lgbt/politica/pl-atletas-trans-esporte-feminino-sao-jose/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sofia Verissimo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Feb 2025 17:44:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Esporte]]></category>
		<category><![CDATA[São José]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://floripa.lgbt/?p=11855</guid>

					<description><![CDATA[Proposta gerou discussões sobre inclusão, regulamentação esportiva e direitos LGBT+ em São José. Ação faz parte de atos mundiais de transfobia]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p data-pm-slice="1 1 []">O vereador Cryslan (NOVO), com apoio de outros parlamentares de São José, apresentou na segunda-feira (10) um projeto de lei que busca proibir a participação de <a href="https://floripa.lgbt/justica/deputado-jesse-lopes-condenado-transfobia/"><strong>atletas trans</strong></a> em modalidades esportivas femininas. A proposta estabelece que o &#8220;sexo biológico&#8221; seja o único critério para definir quem pode competir nessas categorias dentro do município.</p>
<p>O vereador Caê Martins (PT), em entrevista ao <strong>Floripa.LGBT,</strong> afirmou que vem recebendo indignações da comunidade LGBT+ com essa proposta e que se posicionará contra o projeto durante sua tramitação.</p>
<p>Ele destacou que, caso o projeto seja aprovado, há precedentes jurídicos para contestá-lo, pois iniciativas semelhantes já foram derrubadas em outras instâncias.</p>
<h3>Pânico moral e falta de prioridade no esporte municipal</h3>
<p><a href="https://www.instagram.com/caesmartins/" target="_blank" rel="noopener">Caê</a> também criticou a proposta, afirmando que ela faz parte de um movimento que coloca a <a href="https://floripa.lgbt/cidadania/brasil-ranking-mortes-de-pessoas-trans-santa-catarina/"><strong>comunidade trans</strong></a> como &#8220;inimigas públicas&#8221;.</p>
<blockquote><p>&#8220;Isso coloca as trans e travestis como inimigas morais da sociedade, desviando a atenção das pautas realmente urgentes para a população, como o direito a emprego, renda, moradia e saúde&#8221;, disse o vereador, alertando para a criação de um pânico moral infundado.</p></blockquote>
<p>Ele ainda pontuou que a regulamentação da participação de atletas trans em competições cabe às federações esportivas, sendo desnecessário um projeto municipal sobre o tema.</p>
<p>Além disso, questionou se o esporte de São José não possui outras demandas mais urgentes, como incentivo ao esporte de base, infraestrutura adequada e apoio a atletas de alto rendimento.</p>
<h3>O caso Tifanny e o cenário internacional</h3>
<p>A apresentação do projeto ocorre poucos dias após a atleta trans Tifanny Abreu, ponteira do Osasco-SP, se destacar na Copa Brasil de Voleibol Feminino, competição realizada em São José. O clube conquistou o título e, após a vitória, Tifanny celebrou com um recado contra a transfobia no esporte:</p>
<blockquote><p>&#8220;Chega de transfobia! Vai ter mulher trans campeã, sim!&#8221;</p></blockquote>
<p>A proposta também segue uma tendência de perseguições a atletas trans nos Estados Unidos. O presidente <a href="https://floripa.lgbt/politica/trump-discurso-de-posse/"><strong>Donald Trump</strong></a> assinou uma ordem executiva proibindo estudantes trans de competirem em categorias femininas.</p>
<p>Segundo o decreto, mulheres trans podem competir apenas em modalidades masculinas, enquanto homens trans que utilizam testosterona estão proibidos de disputar em qualquer modalidade.</p>
<p>Trump justificou a decisão afirmando que &#8220;homens nunca deveriam ter sido autorizados a competir contra as mulheres, mas tenho orgulho de ser o presidente que vai salvar os esportes femininos. Esperamos que o Comitê Olímpico também use o bom senso e implemente esta política&#8221;</p>
<h3>Regulamentação nas Olimpíadas</h3>
<p>Nas Olimpíadas, não há uma regra oficial que proíba atletas trans de competirem na categoria que corresponde ao seu gênero. Entretanto, muitos atletas enfrentam desafios relacionados à hormonização, que pode ser considerada doping.</p>
<p>Inclusive, também é comum atletas cis que possuem altos níveis de testosterona serem banidos da competição, evidenciando a complexidade da questão.</p>
<p><em>* Sob supervisão de Danilo Duarte</em></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<media:content 
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            url="https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2025/02/Projeto-de-lei-visa-proibir-a-participacao-de-atletas-trans-em-competicoes-femininas.png" 
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            <media:description><![CDATA[Projeto de lei apresentado em São José propõe restringir a participação de atletas trans em esportes femininos - Imagem: Reprodução/ Floripa.LGBT]]></media:description>    
            <media:credit role="author" scheme="urn:ebu"><![CDATA[]]></media:credit>

        </media:content>	</item>
		<item>
		<title>Anuário da LGBTfobia no futebol brasileiro 2023 será lançado neste sábado (14)</title>
		<link>https://floripa.lgbt/esporte/anuario-da-lgbtfobia-no-futebol-2023/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Vitor Both]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 14 Dec 2024 00:13:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Esporte]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://floripa.lgbt/?p=10891</guid>

					<description><![CDATA[Divulgação do material sobre LGBTfobia no futebol acontece durante o primeiro encontro de torcidas do Coletivo Canarinhos LGBTQ+ em São Paulo]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Anuário Observatório da LGBTfobia no futebol será lançado neste sábado (14) durante o primeiro encontro de <strong><a href="https://floripa.lgbt/esporte/como-criar-uma-torcida-lgbt-curso-gratuito/">torcidas do Coletivo Canarinhos LGBTQ+</a></strong>, em São Paulo (SP). Os dados do anuário terão base no ano de 2023.</p>
<figure id="attachment_4490" aria-describedby="caption-attachment-4490" style="width: 1200px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-4490 size-full" src="https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2023/11/bandeira-lgbt-estadio-de-futebol.jpg" alt="Anuário da LGBTfobia no futebol será lançado no sábado (14)" width="1200" height="675" title="Anuário da LGBTfobia no futebol brasileiro 2023 será lançado neste sábado (14)" srcset="https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2023/11/bandeira-lgbt-estadio-de-futebol.jpg 1200w, https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2023/11/bandeira-lgbt-estadio-de-futebol-800x450.jpg 800w, https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2023/11/bandeira-lgbt-estadio-de-futebol-768x432.jpg 768w, https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2023/11/bandeira-lgbt-estadio-de-futebol-150x84.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /><figcaption id="caption-attachment-4490" class="wp-caption-text">Bandeiras LGBT em estádios de futebol ainda são raridade &#8211; Foto: Clive Rose / Getty Images / Divulgação / Floripa.LGBT</figcaption></figure>
<p>Até novembro do ano passado, o Coletivo havia contabilizado <a href="https://floripa.lgbt/seguranca/violencia-contra-lgbts/coletivo-de-torcidas-lgbt-registra-66-casos-de-lgbtfobia-no-futebol-em-2023/"><strong>66 casos de LGBTfobia no futebol</strong></a>, mas esse número deve aumentar após a divulgação do anuário completo.</p>
<p>A última edição do Anuário, divulgada em 2023, registrou 74 casos de homofobia em 2022 envolvendo agentes ligados ao futebol brasileiro (dentro e fora de campo). De acordo com o <a href="https://www.instagram.com/canarinhoslgbt/" target="_blank" rel="noopener">Coletivo de Torcidas Canarinhos LGBTQ+</a>, houve um aumento de 76% dos casos com relação ao período anterior.</p>
<p>Os casos de LGBTfobia no futebol acontecem mais entre torcidas, tanto como autores do ataque discriminatório, como vítimas. Os estádios e os meios de comunicação são os principais locais em que as violações acontecem.</p>
<p>O documento mostra também que mais de 80% dos torcedores LGBTQ+ não vão aos estádios usando camisas de suas torcidas ou coletivos por não se sentirem seguros.</p>
<p>Nas datas comemorativas do movimento, como o Dia Internacional contra a Homofobia e o Dia do Orgulho, foi registrada queda nas manifestações de apoio, entre os anos de 2020 e 2022.</p>
<h2>Veja o Anuário da LGBTfobia no futebol com dados de 2022</h2>
<p>O anuário do Coletivo de Torcidas Canarinhos LGBTQ+ com as informações do ano de 2022 está disponível para consulta <strong><a href="https://canarinhoslgbtq.com.br/wp-content/uploads/2024/03/Anuario-diagramado.pdf" target="_blank" rel="noopener">neste link</a>.</strong></p>
<p><span style="font-weight: 400;"><embed src="https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2024/12/Anuario-diagramado.pdf" width="800" height="750"></embed> </span></p>
<p><em>* Sob supervisão de Danilo Duarte</em></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<media:content 
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            <media:description><![CDATA[Bandeiras LGBT em estádios de futebol ainda são raridade - Foto: Clive Rose / Getty Images / Divulgação / Floripa.LGBT]]></media:description>    
            <media:credit role="author" scheme="urn:ebu"><![CDATA[]]></media:credit>

        </media:content>	</item>
		<item>
		<title>Tenista profissional brasileiro é o 1º atleta a se assumir gay na modalidade</title>
		<link>https://floripa.lgbt/esporte/tenista-profissional-brasileiro-e-o-1o-atleta-a-se-assumir-gay-na-modalidade/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Vitor Both]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 Dec 2024 18:14:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Esporte]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://floripa.lgbt/?p=10872</guid>

					<description><![CDATA[De forma discreta, o tenista profissional João Lucas Reis se declarou após publicar uma foto com o namorado nas redes sociais]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O brasileiro João Lucas Reis, de 24 anos, se tornou o <strong><a href="https://floripa.lgbt/esporte/conheca-nick-albiero-1o-nadador-assumidamente-gay-brasileiro-nas-olimpiadas-2024/">primeiro tenista profissional do mundo em atividade a se assumir gay</a></strong>. Nas redes sociais, João Lucas publicou fotos com o namorado, o ator Guilherme Ricardo, desejando feliz aniversário ao companheiro.</p>
<figure id="attachment_10873" aria-describedby="caption-attachment-10873" style="width: 1506px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-10873 size-full" src="https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2024/12/brasileiro-1o-tenista-profissional-a-se-assumir-gay--e1734027072718.png" alt="Tenista brasileiro é o 1º da categoria profissional a se assumir gay" width="1506" height="910" title="Tenista profissional brasileiro é o 1º atleta a se assumir gay na modalidade" srcset="https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2024/12/brasileiro-1o-tenista-profissional-a-se-assumir-gay--e1734027072718.png 1506w, https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2024/12/brasileiro-1o-tenista-profissional-a-se-assumir-gay--e1734027072718-800x483.png 800w, https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2024/12/brasileiro-1o-tenista-profissional-a-se-assumir-gay--e1734027072718-1200x725.png 1200w, https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2024/12/brasileiro-1o-tenista-profissional-a-se-assumir-gay--e1734027072718-768x464.png 768w, https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2024/12/brasileiro-1o-tenista-profissional-a-se-assumir-gay--e1734027072718-150x91.png 150w" sizes="auto, (max-width: 1506px) 100vw, 1506px" /><figcaption id="caption-attachment-10873" class="wp-caption-text">João Lucas Reis é tenista profissional e está no ranking da ATP – Foto: Reprodução/Instagram/Floripa.LGBT</figcaption></figure>
<p>O tenista pernambucano está na 367º posição da Associação de Tenistas Profissionais (ATP). Em abril desse ano, João Lucas se destacou com o título de vice-campão no Challenger de Florianópolis, torneio de tênis promovido pela associação. Sua melhor colocação no ranking de simples foi o 259º lugar, alcançado em maio de 2023.</p>
<p>Na publicação feita no Instagram, o atleta escreveu: &#8220;Feliz aniversário. Feliz vida. Te amo muito&#8221; em comemoração ao aniversário do namorado. O post recebeu dezenas de comentários elogiando e apoiando o casal.</p>
<h3>Veja o post do tenista profissional João Lucas:</h3>
<blockquote class="instagram-media" style="background: #FFF; border: 0; border-radius: 3px; box-shadow: 0 0 1px 0 rgba(0,0,0,0.5),0 1px 10px 0 rgba(0,0,0,0.15); margin: 1px; max-width: 540px; min-width: 326px; padding: 0; width: calc(100% - 2px);" data-instgrm-captioned="" data-instgrm-permalink="https://www.instagram.com/p/DDR4PumRjvG/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" data-instgrm-version="14">
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<p>&nbsp;</p>
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<div style="color: #3897f0; font-family: Arial,sans-serif; font-size: 14px; font-style: normal; font-weight: 550; line-height: 18px;">Ver essa foto no Instagram</div>
</div>
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<p>&nbsp;</p>
<p style="color: #c9c8cd; font-family: Arial,sans-serif; font-size: 14px; line-height: 17px; margin-bottom: 0; margin-top: 8px; overflow: hidden; padding: 8px 0 7px; text-align: center; text-overflow: ellipsis; white-space: nowrap;"><a style="color: #c9c8cd; font-family: Arial,sans-serif; font-size: 14px; font-style: normal; font-weight: normal; line-height: 17px; text-decoration: none;" href="https://www.instagram.com/p/DDR4PumRjvG/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" target="_blank" rel="noopener">Uma publicação compartilhada por João Lucas Reis (@joaolreis)</a></p>
</div>
</blockquote>
<p><script async src="//www.instagram.com/embed.js"></script></p>
<p><em>* Sob supervisão de Danilo Duarte</em></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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            <media:description><![CDATA[João Lucas Reis é tenista profissional e está no ranking da ATP – Foto: Reprodução/Instagram/Floripa.LGBT]]></media:description>    
            <media:credit role="author" scheme="urn:ebu"><![CDATA[]]></media:credit>

        </media:content>	</item>
		<item>
		<title>Futebol: 5 das 10 maiores torcidas LGBT+ do mundo são brasileiras</title>
		<link>https://floripa.lgbt/esporte/5-das-10-maiores-torcidas-lgbt-do-mundo-sao-brasileiras/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 29 Sep 2024 20:49:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Esporte]]></category>
		<category><![CDATA[Internet]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
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					<description><![CDATA[Levantamento divulgado pelo Coletivo de Torcidas Canarinhos LGBTQ+ acompanha os clubes brasileiros de futebol e o tamanho das torcidas LGBT+]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Cinco das dez maiores <a href="https://floripa.lgbt/seguranca/violencia-contra-lgbts/avai-e-figueirense-sao-alvos-de-ataques-em-posts-sobre-o-dia-do-orgulho-lgbt/"><strong>torcidas LGBT+</strong></a> do mundo são de clubes brasileiros, segundo levantamento nas redes sociais divulgado pelo <strong><a href="https://canarinhoslgbtq.com.br/" target="_blank" rel="noopener">Coletivo de Torcidas Canarinhos LGBTQ+</a></strong>. Coletivos como PorcoÍris (Palmeiras), LGBTricolor (Bahia) e Vasco LGBTQ+ estão entre as primeiras posições.</p>
<figure id="attachment_4490" aria-describedby="caption-attachment-4490" style="width: 1200px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-4490" src="https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2023/11/bandeira-lgbt-estadio-de-futebol.jpg" alt="Bandeiras LGBT em estádios de futebol ainda são raridade - Foto: Clive Rose / Getty Images / Divulgação / Floripa.LGBT" width="1200" height="675" title="Futebol: 5 das 10 maiores torcidas LGBT+ do mundo são brasileiras" srcset="https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2023/11/bandeira-lgbt-estadio-de-futebol.jpg 1200w, https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2023/11/bandeira-lgbt-estadio-de-futebol-800x450.jpg 800w, https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2023/11/bandeira-lgbt-estadio-de-futebol-768x432.jpg 768w, https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2023/11/bandeira-lgbt-estadio-de-futebol-150x84.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /><figcaption id="caption-attachment-4490" class="wp-caption-text">Entre as dez maiores torcidas LGBTQ+ do mundo, a Gaygooners, do Arsenal, lidera com 28,7 mil seguidores &#8211; Foto: Clive Rose / Getty Images / Divulgação / Floripa.LGBT</figcaption></figure>
<p>O Brasil é o país com maior representação no ranking, mostrando o impacto das <a href="https://floripa.lgbt/esporte/marcou-minha-vida-1o-presidente-lgbt-de-time-de-futebol-comemora-acesso-a-serie-a-em-sc/"><strong>torcidas LGBTQ+</strong></a> não só na luta contra a discriminação, mas também na criação de espaços onde torcedores podem expressar sua paixão pelo futebol sem medo de preconceito.</p>
<p>A atuação desses grupos vai além do esporte, promovendo a igualdade e o combate à LGBTQfobia em um dos maiores símbolos culturais do país.</p>
<p>Entre as dez maiores torcidas LGBTQ+ do mundo, a Gaygooners, do Arsenal, lidera com 28,7 mil seguidores, seguida de PorcoÍris, do Palmeiras, com 20 mil, e Chelsea Pride, do Chelsea, com 19,3 mil.</p>
<p>A lista ainda inclui outros três coletivos brasileiros: LGBTricolor, do Bahia (15,4 mil), Vasco LGBTQ+ (12,3 mil) e Marias de Minas, do Cruzeiro (8,7 mil). Esses números foram apurados a partir de seguidores no Twitter, Instagram e Threads.</p>
<h2>Ranking das maiores torcidas LGBTQ+ do mundo:</h2>
<p>1. Gaygooners (Arsenal): 28,7 mil<br />
2. PorcoÍris (Palmeiras): 20 mil<br />
3. Chelsea Pride (Chelsea): 19,3 mil<br />
4. LGBTricolor (Bahia): 15,4 mil<br />
5. Proud Lilywhites (Tottenham): 13,3 mil<br />
6. Vasco LGBTQ+ (Vasco): 12,3 mil<br />
7. Rainbow Devils (Manchester United): 9,2 mil<br />
8. Marias de Minas (Cruzeiro): 8,7 mil<br />
9. Kop Outs (Liverpool): 8,5 mil<br />
10. Furacão LGBTQ+ (Athletico-PR): 8,4 mil</p>
<figure id="attachment_9428" aria-describedby="caption-attachment-9428" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-9428" src="https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2024/09/Porcoiris-torcida-LGBTQ-do-Palmeiras-e-a-maior-torcida-LGBT-do-Brasil-segundo-levantamento.webp" alt="Porcoíris, torcida LGBTQ+ do Palmeiras, é a maior torcida LGBT+ do Brasil, segundo levantamento" width="800" height="435" title="Futebol: 5 das 10 maiores torcidas LGBT+ do mundo são brasileiras" srcset="https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2024/09/Porcoiris-torcida-LGBTQ-do-Palmeiras-e-a-maior-torcida-LGBT-do-Brasil-segundo-levantamento.webp 600w, https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2024/09/Porcoiris-torcida-LGBTQ-do-Palmeiras-e-a-maior-torcida-LGBT-do-Brasil-segundo-levantamento-150x82.webp 150w" sizes="auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px" /><figcaption id="caption-attachment-9428" class="wp-caption-text">Porcoíris, torcida LGBTQ+ do Palmeiras, é a maior torcida LGBT+ do Brasil, segundo levantamento &#8211; Foto: Reprodução/Floripa.LGBT</figcaption></figure>
<p>Ao ocupar metade do ranking, as torcidas LGBTQ+ brasileiras consolidam o país como um dos líderes na promoção da <a href="https://floripa.lgbt/direitos/grupo-ligado-a-onu-critica-a-exclusao-de-lgbti-nos-esportes/"><strong>diversidade no esporte</strong></a>, ajudando a transformar o futebol em um espaço de inclusão.</p>
<p>A presença dessas torcidas reflete o fortalecimento do movimento por inclusão no futebol, um esporte historicamente marcado por estigmas contra a comunidade LGBTQIA+.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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            <media:description><![CDATA[Bandeiras LGBT em estádios de futebol ainda são raridade - Foto: Clive Rose / Getty Images / Divulgação / Floripa.LGBT]]></media:description>    
            <media:credit role="author" scheme="urn:ebu"><![CDATA[]]></media:credit>

        </media:content>	</item>
		<item>
		<title>Atleta com deficiência visual será a 1ª trans a competir nas Paralímpiadas</title>
		<link>https://floripa.lgbt/esporte/atleta-deficiente-visual-trans-paralimpiadas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Micheletti]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 18 Aug 2024 14:11:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Esporte]]></category>
		<category><![CDATA[Olimpíadas 2024]]></category>
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					<description><![CDATA[Valentina Petrillo tem 50 anos e 11 títulos nacionais. A atleta vai concorrer pela Itália em competições no atletismo nos Jogos de Paris]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A atleta <a href="https://www.instagram.com/valentina_petrillo/" target="_blank" rel="noopener">Valentina Petrillo</a> vai se tornar a primeira <strong><a href="https://floripa.lgbt/justica/stf-rejeita-exame-de-recurso-sobre-o-uso-de-banheiro-por-pessoa-trans/">pessoa trans</a> </strong>a concorrer nas Paralimpíadas de Paris, que começam no próximo dia 28 de agosto. Com 50 anos de idade, a italiana compete na classificação T12 de 200 e 400m feminino dos jogos, que é para mulheres com algum tipo de deficiência visual. As informações são da <a href="https://www.bbc.com/" target="_blank" rel="noopener">BBC</a>.</p>
<figure id="attachment_8374" aria-describedby="caption-attachment-8374" style="width: 800px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-8374 size-medium" src="https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2024/08/valentina_petrillo-e1723989357609-800x556.jpg" alt="Atleta com deficiência visual será a 1ª trans a competir nas Paralímpiadas" width="800" height="556" title="Atleta com deficiência visual será a 1ª trans a competir nas Paralímpiadas" srcset="https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2024/08/valentina_petrillo-e1723989357609-800x556.jpg 800w, https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2024/08/valentina_petrillo-e1723989357609-768x533.jpg 768w, https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2024/08/valentina_petrillo-e1723989357609-150x104.jpg 150w, https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2024/08/valentina_petrillo-e1723989357609.jpg 1080w" sizes="auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px" /><figcaption id="caption-attachment-8374" class="wp-caption-text">Valentina Petrillo ganhou duas medalhas de bronze no Campeonato Mundial de Para-Atletismo, no último ano &#8211; Foto: Instagram/Reprodução/Floripa.LGBT</figcaption></figure>
<p>Em entrevista ao site, a atleta contou um pouco de sua história, dizendo que sabia que era uma mulher desde que tinha nove anos. Aos 14, foi diagnosticada com a doença de Stargardt, doença hereditária que afeta a retina e causa a perda de visão.</p>
<p>Com essa deficiência causada por sua condição, entre 2015 e 2018 (antes de sua transição), Valentina ganhou 11 títulos nacionais na categoria T12 masculina do <strong><a href="https://floripa.lgbt/esporte/olimpiadas-2024-quem-sao-os-atletas-lgbt-que-conquistaram-medalhas/">atletismo</a></strong>.</p>
<p>Em janeiro de 2019, com apoio de sua esposa, ela começou o processo de transição com a terapia de <strong><a href="https://floripa.lgbt/?s=horm%C3%B4nios">hormônios</a></strong>. &#8220;Meu metabolismo mudou&#8221;, contou a atleta.</p>
<p>A italiana contou de algumas complicações que o processo de transição trouxe para a sua performance como atleta, afirmando que não é mais a pessoa energética que era antes. &#8220;Nos primeiros meses de transição engordei 10kg. Não consigo comer como antes, fiquei anêmico, minha hemoglobina está baixa, estou sempre com frio, não tenho a mesma força física, meu sono não é o que era e tenho alterações de humor&#8221;.</p>
<p>Para Valentina, como atleta é difícil que não é mais tão rápida como antes, mas segundo ela esse é o preço que ela tem que pagar para sua felicidade.</p>
<p>Perguntada sobre as Paralimpíadas, Petrillo disse que há um valor histórico em ser a primeira mulher transexual a concorrer na competição. E ainda argumentou que não é porque ela é uma mulher trans que teria vantagens:</p>
<blockquote><p>“Em última análise, nos sete anos em que atletas transexuais puderam competir na categoria feminina, o número de casos em que se destacaram pelos seus resultados desportivos foi muito pequeno e espaçado”, comenta.</p></blockquote>
<blockquote class="instagram-media" style="background: #FFF; border: 0; border-radius: 3px; box-shadow: 0 0 1px 0 rgba(0,0,0,0.5),0 1px 10px 0 rgba(0,0,0,0.15); margin: 1px; max-width: 540px; min-width: 326px; padding: 0; width: calc(100% - 2px);" data-instgrm-captioned="" data-instgrm-permalink="https://www.instagram.com/p/CuumuqQMBQd/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" data-instgrm-version="14">
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<p>&nbsp;</p>
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</div>
<p>&nbsp;</p>
<p style="color: #c9c8cd; font-family: Arial,sans-serif; font-size: 14px; line-height: 17px; margin-bottom: 0; margin-top: 8px; overflow: hidden; padding: 8px 0 7px; text-align: center; text-overflow: ellipsis; white-space: nowrap;"><a style="color: #c9c8cd; font-family: Arial,sans-serif; font-size: 14px; font-style: normal; font-weight: normal; line-height: 17px; text-decoration: none;" href="https://www.instagram.com/p/CuumuqQMBQd/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" target="_blank" rel="noopener">A post shared by Valentina Petrillo (@valentina_petrillo)</a></p>
</div>
</blockquote>
<p><script async src="//www.instagram.com/embed.js"></script></p>
<h2>Mundo do esporte cria polêmica em cima da atleta</h2>
<p>Apesar do marco que vai ser uma mulher trans concorrendo nesta competição, o nome de Petrillo ser listado entre as atletas selecionadas causou polêmica entre profissionais do meio contrários a presença de pessoas trans.</p>
<p>A advogada e atleta Mariuccia Quilleri, que representou competidoras que eram contra a participação da italiana, disse que escolheram a &#8220;inclusão ao invés do que é justo&#8221;.</p>
<p>Já Andrew Parsons, presidente do Comitê Paralímpico Internacional, afirmou que Valentina é bem-vinda a Paris e que ele gostaria de ver o mundo do esporte unido nas políticas para transgêneros.</p>
<p>A regra das Paralímpiadas permite que pessoas que são legalmente reconhecidas como mulheres sejam elegíveis para competir na categoria que sua deficiência a qualifica.</p>
<p><em>* Sob supervisão de Danilo Duarte</em></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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            <media:description><![CDATA[Valetina Petrillo vai na modalidade T12 de 200 e 400m - Foto: Instagram/Reprodução/Floripa LGBT]]></media:description>    
            <media:credit role="author" scheme="urn:ebu"><![CDATA[]]></media:credit>

        </media:content>	</item>
		<item>
		<title>&#8216;Marcou minha vida&#8217;: 1º presidente LGBT de time de futebol comemora acesso à Série A em SC</title>
		<link>https://floripa.lgbt/esporte/marcou-minha-vida-1o-presidente-lgbt-de-time-de-futebol-comemora-acesso-a-serie-a-em-sc/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Micheletti]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 17 Aug 2024 13:48:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Esporte]]></category>
		<category><![CDATA[Santa Catarina]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://floripa.lgbt/?p=8409</guid>

					<description><![CDATA[Moisés Spillere contou ao ao Floripa.LGBT sobre sua história de sucesso no Caravaggio e o desafios de ser cartola em um ambiente heteronormativo]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Quem poderia dizer que um antigo time amador de futebol de <strong><a href="https://floripa.lgbt/?s=Santa+Catarina">Santa Catarina</a></strong> iria se profissionalizar e chegar na primeira divisão do futebol catarinense em tão pouco tempo? Esse é um questionamento legítimo, que até o próprio presidente do <a href="https://caravaggiofc.com.br/" target="_blank" rel="noopener">Caravaggio Futebol Clube</a>, Moisés Spillere, se faz após a conquista do time no último domingo (11), quando venceu o Juventus e agora já está classificado para a final da Série B. Ele é o primeiro dirigente de futebol assumidamente LGBT+ a frente de um clube no Estado.</p>
<figure id="attachment_8420" aria-describedby="caption-attachment-8420" style="width: 800px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-8420" src="https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2024/08/moises-_spillere-800x800.jpg" alt="&#039;Marcou minha vida&#039;: 1º presidente LGBT de time de futebol comemora acesso à Série A em SC" width="800" height="800" title="&#039;Marcou minha vida&#039;: 1º presidente LGBT de time de futebol comemora acesso à Série A em SC" srcset="https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2024/08/moises-_spillere-800x800.jpg 800w, https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2024/08/moises-_spillere-300x300.jpg 300w, https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2024/08/moises-_spillere-768x768.jpg 768w, https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2024/08/moises-_spillere-96x96.jpg 96w, https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2024/08/moises-_spillere-150x150.jpg 150w, https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2024/08/moises-_spillere.jpg 939w" sizes="auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px" /><figcaption id="caption-attachment-8420" class="wp-caption-text">Moisés Spillere é presidente de um clube de futebol em Nova Veneza, uma cidade com cerca de 5 mil habitantes &#8211; Foto: Internet / Reprodução / Floripa.LGBT</figcaption></figure>
<p>O recente sucesso do Caravaggio é um fruto de um trabalho de anos, no qual Spillere, uma das primeiras pessoas LGBT+ à frente de um time de <strong><a href="https://floripa.lgbt/esporte/como-criar-uma-torcida-lgbt-curso-gratuito/">futebol</a> </strong>no Brasil, esteve envolvida. Em entrevista ao <strong>Floripa.LGBT,</strong> Moisés contou sobre a conquista do time e sua trajetória.</p>
<p>&#8220;Foi o dia mais importante da história do Clube, porque foi um projeto que iniciou há três anos [em 2021, quando o Clube se profissionalizou]&#8221;, conta Moisés.</p>
<p>Analisando o contexto, o presidente percebe a subida do time como um &#8220;marco&#8221;, já que em Santa Catarina há vários clubes na segunda divisão, que segundo ele são bem tradicionais, organizados e possuem até torcidas maiores do que a do Caravaggio.</p>
<blockquote><p>&#8220;É algo para se comemorar, com certeza. [O acesso à série A] foi uma emoção muito forte para todos que fazem esse clube acontecer. Foi algo de fato incrível e que marcou minha vida&#8221;, admite.</p></blockquote>
<p>O Caravaggio alçou a primeira divisão em partida contra o Grêmio Esportivo Juventus, de Jaraguá do Sul, no último domingo (11). Agora, o clube vai encarar o Santa Catarina Clube, de Rio do Sul. As partidas acontecerão nos dias 17 e 25 de agosto, quando eles disputarão o título da segunda divisão do Campeonato Catarinense.</p>
<h2>Da torcedor a presidente</h2>
<p>Desde criança Moisés frequentava as escolinhas de futebol, mas admite que nunca foi um &#8220;exímio jogador&#8221;. Mesmo assim, o pequeno torcedor do Caravaggio continuava a frequentar por ser tradição as crianças participarem da escolinha após o contraturno escolar, um ritual da comunidade desde a década de 1990.</p>
<p>Assim ele passou sua infância e adolescência, acompanhando o clube e indo assistir os jogos &#8211; tanto dentro quanto fora de casa -, mesmo sendo um time amador na época. Foi só em 2017 que Moisés passou a fazer da equipe do Caravaggio, quando entrou na diretoria como voluntário.</p>
<figure id="attachment_8421" aria-describedby="caption-attachment-8421" style="width: 800px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-8421" src="https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2024/08/caravaggio_moises.jpg" alt="&#039;Marcou minha vida&#039;: 1º presidente LGBT de time de futebol comemora acesso à Série A em SC" width="800" height="534" title="&#039;Marcou minha vida&#039;: 1º presidente LGBT de time de futebol comemora acesso à Série A em SC" srcset="https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2024/08/caravaggio_moises.jpg 800w, https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2024/08/caravaggio_moises-768x513.jpg 768w, https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2024/08/caravaggio_moises-150x100.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px" /><figcaption id="caption-attachment-8421" class="wp-caption-text">Presidente desde 2022, Moisés posa com a bandeira do Caravaggio &#8211; Foto: Fabrício Júnior / Caravaggio / Reprodução / Floripa.LGBT</figcaption></figure>
<p>Depois disso, o atual presidente foi ganhando espaço dentro da equipe, até que na Gestão 2019-20, se torna diretor financeiro. E logo após, na Gestão 2021-22, vira vice-presidente, auxiliando, o então gestor do Caravaggio na época, a profissionalizar o time.</p>
<blockquote><p>&#8220;Porque até então o clube só atuava no futebol amador e a partir de maio de 2021, ele vai para o para o futebol profissional&#8221;</p></blockquote>
<p>Após a profissionalização do time, na Gestão 2023-24, Moisés Spillere assume como presidente. Segundo ele a equipe gestora do clube sempre vai se renovando, mas a base se mantém. &#8220;Ela vai se oxigenando conforme o tempo vai passando, mas o planejamento, filosofia e a metodologia de trabalhos continua a mesma&#8221;, conta o presidente.</p>
<h2>A homofobia dentro do futebol</h2>
<p>Em 2023, Moisés ganhou notoriedade em alguns portais por ser o primeiro presidente LGBT+ de um time de futebol e segundo ele isso acabou gerando um pouco de &#8220;tensão&#8221; no início de sua gestão.</p>
<p>&#8220;Alguns companheiros de direção ficaram preocupados que a imagem do clube fosse atrelada a imagem do presidente. É claro que naquele momento a gente pode considerar que isso tivesse haver com a questão da minha orientação&#8221;, constata Spillere.</p>
<p>No entanto, o presidente conta que houverem algumas conversas com a diretoria, que passaram pela ideia de não &#8220;personificar&#8221; o time na figura do Spillere. Mas ao mesmo tempo levantar bandeiras importantes e ser um Clube inclusivo.</p>
<p>&#8220;O futebol ainda é um esporte muito preconceituoso. Seja com a questão da <strong><a href="https://floripa.lgbt/seguranca/panfletos-surgem-em-blumenau-e-ong-cita-lgbtfobia-e-apologia-ao-nazismo/">LGBTfobia</a></strong> ou também com as mulheres. Agora que as mulheres estão conseguindo um espaço melhor com relação ao futebol. Mas a gente considera que já foi muito pior&#8221;</p>
<p>Nesse sentido, Spillere considera que os talentos LGBT+ que surgem no futebol tem um papel importante de representatividade e que isso acaba influenciando o meio de maneira positiva.</p>
<p>E mesmo que haja uma reação contrária de pessoas avessas a mudanças no esporte, Spilleer diz que se sente lisonjeado em contribuir para o debate, mesmo sendo de um cidade pequena, no interior de Santa Catarina.</p>
<p><em>* Sob supervisão de Danilo Duarte</em></p>
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            <media:description><![CDATA[Moisés Spillere é presidente de time em cidade com aproximadamente 5 mil habitantes - Foto: Internet/Reprodução/Floripa LGBT]]></media:description>    
            <media:credit role="author" scheme="urn:ebu"><![CDATA[]]></media:credit>

        </media:content>	</item>
		<item>
		<title>Como criar uma torcida LGBT+: Coletivo Canarinhos LGBTQ+ oferece curso gratuito</title>
		<link>https://floripa.lgbt/esporte/como-criar-uma-torcida-lgbt-curso-gratuito/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Danilo Duarte]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 13 Aug 2024 23:32:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Esporte]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
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					<description><![CDATA[Iniciativa é do Coletivo Canarinhos LGBTQ+ e propõe o aumento da representatividade nas torcidas de vários esportes]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Coletivo de Torcidas Canarinhos LGBTQ+ acaba de abrir as inscrições para o seu novo curso gratuito, que ensina como criar uma <a href="https://floripa.lgbt/seguranca/violencia-contra-lgbts/coletivo-de-torcidas-lgbt-registra-66-casos-de-lgbtfobia-no-futebol-em-2023/"><strong>torcida LGBTQ+</strong></a> em clubes de futebol e outros esportes. Após o sucesso do primeiro curso, &#8220;Letramento LGBTQ+&#8221;, o coletivo agora se concentra em expandir o movimento, oferecendo um passo a passo detalhado para fundar uma torcida.</p>
<figure id="attachment_4490" aria-describedby="caption-attachment-4490" style="width: 1200px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-4490" src="https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2023/11/bandeira-lgbt-estadio-de-futebol.jpg" alt="Bandeiras LGBT em estádios de futebol ainda são raridade - Foto: Clive Rose / Getty Images / Divulgação / Floripa.LGBT" width="1200" height="675" title="Como criar uma torcida LGBT+: Coletivo Canarinhos LGBTQ+ oferece curso gratuito" srcset="https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2023/11/bandeira-lgbt-estadio-de-futebol.jpg 1200w, https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2023/11/bandeira-lgbt-estadio-de-futebol-800x450.jpg 800w, https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2023/11/bandeira-lgbt-estadio-de-futebol-768x432.jpg 768w, https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2023/11/bandeira-lgbt-estadio-de-futebol-150x84.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /><figcaption id="caption-attachment-4490" class="wp-caption-text">Como criar uma torcida LGBT+: Coletivo Canarinhos LGBTQ+ oferece curso gratuito &#8211; Foto: Clive Rose / Getty Images / Divulgação / Floripa.LGBT</figcaption></figure>
<p>O curso, que será gratuito, oferecerá orientações sobre como fundar uma torcida LGBTQ+ em <a href="https://floripa.lgbt/seguranca/violencia-contra-lgbts/avai-e-figueirense-sao-alvos-de-ataques-em-posts-sobre-o-dia-do-orgulho-lgbt/"><strong>clubes de futebol</strong></a> e outros esportes. Entre os tópicos abordados estão os fundamentos da organização, liderança inclusiva, mobilização de recursos e estratégias de engajamento dentro da comunidade LGBTQ+.</p>
<p>Com o apoio da Floresta Ativista, Mídia NINJA e Confederação Brasileira de Futebol (<a href="https://www.cbf.com.br/" target="_blank" rel="noopener">CBF</a>), os participantes terão acesso a conhecimentos e experiências valiosas sobre a fundação e gestão de torcidas LGBTQ+.</p>
<p>O curso acontecerá entre os dias 20 e 22 de agosto, sempre a partir das 19h e contará com a participação de especialistas no assunto, que compartilharão os conhecimentos necessários para a criação de torcidas LGBTQ+.</p>
<p>Para inscrever-se basta preencher o formulário disponível <a href="https://canarinhoslgbtq.com.br/como-montar-uma-torcida-lgbtq/" target="_blank" rel="noopener"><strong>neste link</strong></a>. Para mais detalhes, acesse as redes sociais do Coletivo de Torcidas Canarinhos LGBTQ+ e fique por dentro das novidades do curso.</p>
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            <media:description><![CDATA[Bandeiras LGBT em estádios de futebol ainda são raridade - Foto: Clive Rose / Getty Images / Divulgação / Floripa.LGBT]]></media:description>    
            <media:credit role="author" scheme="urn:ebu"><![CDATA[]]></media:credit>

        </media:content>	</item>
		<item>
		<title>Olimpíadas 2024: quem são os atletas LGBT+ que conquistaram medalhas</title>
		<link>https://floripa.lgbt/esporte/olimpiadas-2024-quem-sao-os-atletas-lgbt-que-conquistaram-medalhas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Danilo Duarte]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 13 Aug 2024 17:42:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Esporte]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Canadá]]></category>
		<category><![CDATA[Estados Unidos]]></category>
		<category><![CDATA[Olimpíadas 2024]]></category>
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					<description><![CDATA[Das 38 medalhas, foram 13 de ouro, 12 de prata e 13 de bronze. Ao total, 54 atletas LGBT+ receberam medalhas, em competições individuais e coletivas]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Atletas LGBT+ que disputaram as Olimpíadas de Paris conquistaram, ao total, 38 medalhas, o maior número em todas as edições dos jogos olimpícos. Mas você sabe quem são esses atletas? O <strong>Floripa.LGBT</strong> cruzou os dados com base nas informações do site <a href="https://www.outsports.com/olympics/team-lgbtq/" target="_blank" rel="noopener">Outsports</a> para listar quem são os <a href="https://floripa.lgbt/esporte/olimpiadas-2024-atletas-lgbt-medalhas/"><strong>atletas LGBT+ que conquistaram medalhas nas Olimpíadas 2024</strong></a>.</p>
<figure id="attachment_8275" aria-describedby="caption-attachment-8275" style="width: 1080px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-8275" src="https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2024/08/atleta_lgbt-e1723397976933.jpg" alt="Beatriz Ferreira foi medalhista de bronze no boxe feminino - Foto: Instagram/Reprodução/Floripa.LGBT" width="1080" height="698" title="Olimpíadas 2024: quem são os atletas LGBT+ que conquistaram medalhas" srcset="https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2024/08/atleta_lgbt-e1723397976933.jpg 1080w, https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2024/08/atleta_lgbt-e1723397976933-800x517.jpg 800w, https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2024/08/atleta_lgbt-e1723397976933-768x496.jpg 768w, https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2024/08/atleta_lgbt-e1723397976933-150x97.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 1080px) 100vw, 1080px" /><figcaption id="caption-attachment-8275" class="wp-caption-text">Beatriz Ferreira foi medalhista de bronze no boxe feminino e é uma das atletas LGBT+ que conquistaram medalhas &#8211; Foto: Instagram/Reprodução/Floripa.LGBT</figcaption></figure>
<p>Para efeitos de comparação, “time de pessoas LGBT+” que participou dos jogos em 2024 foi composto por 195 atletas abertamente da comunidade, enquanto nas Olimpíadas de Tóquio, em 2020, o número de atletas abertamente LGBT+ era de 186 atletas, e segundo o Outsports, se fossem um país teriam finalizado em sétimo lugar no ranking de contagem de medalhas, com 33 conquistas no total.</p>
<p>O método do site para contabilizar o número de medalhas leva em consideração apenas uma medalha conquistada em caso de vitórias por equipes. Portanto, se em um time tiver dois ou mais atletas LGBT+, e finalizarem a modalidade no pódio, ainda assim será considerado apenas uma medalha.</p>
<p>O método é semelhante ao utilizado para os placares em que os países são ranqueados de acordo com as vitórias, independente de serem disputas individuais, em duplas ou por equipes.</p>
<h2>Veja quem são os atletas LGBT+ que conquistaram medalhas nas Olimpíadas de Paris</h2>
<p>Das 38 medalhas, foram 13 de ouro, 12 de prata e 13 de bronze. Ao total, 54 atletas LGBT+ receberam essas medalhas, entre competições individuais e coletivas.</p>
<h3>Medalhas de ouro</h3>
<p><strong>Tierna Davidson, EUA, Futebol</strong></p>
<p>Tierna Davidson foi a única atleta LGBTQ assumida publicamente a jogar pelos Estados Unidos na disputa pela medalha de ouro contra o Brasil . Os EUA superaram o Brasil e a lenda aposentada Marta por 1 a 0.</p>
<p><strong>Sha&#8217;Carri Richardson, EUA, Atletismo</strong></p>
<p>Sha&#8217;Carri Richardson conquistou a medalha de prata nos 100 metros com o ouro no revezamento 4&#215;100 metros feminino, levando o bastão em quarto lugar e levando a equipe dos EUA ao ouro na etapa final.</p>
<p><strong>Ana Patricia, Brasil, Vôlei de Praia</strong></p>
<p>Depois de ganhar ouro e prata nos dois últimos Campeonatos Mundiais, Ana Patricia conquistou o ouro com a companheira de equipe Duda, derrotando a equipe canadense por 2 a 1.</p>
<p><strong>Anne Veenendaal e Marleen Jochems, Holanda, Hóquei em Campo</strong></p>
<p>A Holanda derrotou a China em uma disputa por pênaltis na final da competição feminina de hóquei em campo, com a goleira Anne Veenendaal se destacando. Os holandeses venceram os chineses na disputa por pênaltis, 3-1.</p>
<p><strong>Lara Vadlau, Áustria, Vela</strong></p>
<p>Lara Vadlau e seu parceiro misto de bote, Lukas Maehr, ganharam a primeira medalha de ouro das Olimpíadas de Paris para a Áustria.</p>
<p><strong>Kellie Harrington, Irlanda, Boxe</strong></p>
<p>Campeã novamente na categoria 60 kg (peso leve), Kellie Harrington é medalhista de ouro consecutiva e a primeira mulher a alcançar esse feito na história olímpica da Irlanda.</p>
<p><strong>Maria Perez, Espanha, Atletismo</strong></p>
<p>Maria Perez conquistou o ouro na maratona de revezamento misto de marcha atlética, depois de ganhar uma medalha de prata na prova individual de 20 km.</p>
<p><strong>Svenja Brunckhorst, Alemanha, Basquete 3×3</strong></p>
<p>Svenja Brunckhorst é uma jogadora profissional de basquete na Alemanha e na França que ganhou o ouro pela seleção alemã.</p>
<p><strong>Frederic Wandres, Alemanha, Hipismo</strong></p>
<p>Frederic Wandres ganhou ouro na prova de adestramento por equipes.</p>
<p><strong>Amandine Buchard, França, Judô</strong></p>
<p>Amandine Buchard conquistou depois sua medalha de bronze individual uma medalha de ouro por equipes mistas pela França.</p>
<p><strong>Alice Bellandi, Itália, Judô</strong></p>
<p>Alice Bellandi ganhou o primeiro ouro olímpico da Itália no judô desde 2008. Foi sua segunda Olimpíada.</p>
<p><strong>Lauren Scruggs, EUA, Esgrima</strong></p>
<p>Lauren Scruggs conquistou uma medalha de ouro por equipe após conquistar sua medalha de prata individual no florete feminino, junto com a mulher que a derrotou na disputa pelo ouro, Lee Kiefer.</p>
<p><strong>Portia Woodman-Wickliffe, Nova Zelândia, Rugby Sevens</strong></p>
<p>Portia Woodman-Wickliffe conquistou seu segundo ouro olímpico consecutivo e sua terceira medalha olímpica no rúgbi pela Nova Zelândia.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3>Medalhas de Prata</h3>
<p><strong>Marta, Adriana, Tarciane, Tamires, Luciana, Lorena, Taina, Lauren Leal, Brasil, Futebol</strong></p>
<p>A seleção feminina de futebol do Brasil teve o segundo maior número de atletas LGBTQ de qualquer equipe nas Olimpíadas de Paris, com pelo menos oito (a Austrália teve 12). As brasileiras perderam para os EUA na disputa pela medalha de ouro, por 1 a 0.</p>
<p><strong>Marianne Vos, Holanda, Ciclismo</strong></p>
<p>Marianne Vos ganhou prata na corrida de estrada feminina. É sua primeira medalha olímpica desde o ouro em 2012.</p>
<p><strong>Cathrine Laudrup-Dufour, Dinamarca, Hipismo</strong></p>
<p>Cathrine Laudrup-Dufour ajudou os dinamarqueses a ganhar a medalha de prata no adestramento por equipes.</p>
<p><strong>Michelle Kroppen, Alemanha, Tiro com Arco</strong></p>
<p>Depois de ganhar uma medalha de bronze por equipe feminina em Tóquio, Michelle Kroppen ganhou a prata em Paris na prova por equipes mistas.</p>
<p><strong>Sha&#8217;Carri Richardson, EUA, Atletismo</strong></p>
<p>Sha&#8217;Carri Richardson ganhou uma medalha de prata nos 100 metros rasos, três anos após sua eliminação da equipe dos EUA.</p>
<p><strong>Emma Twigg, Nova Zelândia, Remo</strong></p>
<p>Emma Twigg encerrou sua carreira olímpica com uma medalha de prata no skiff individual.</p>
<p><strong>Maria Perez, Espanha, Atletismo</strong></p>
<p>Maria Perez ganhou uma medalha de prata na marcha atlética de 20 km após terminar logo atrás do pódio de medalhas em quarto lugar nas Olimpíadas de Tóquio. Mais tarde, ela ganhou ouro no revezamento misto de marcha atlética inaugural.</p>
<p><strong>Raz Hershko, Israel, Judô</strong></p>
<p>Raz Hershko conquistou depois sua medalha de bronze por equipes mistas em Tóquio uma medalha de prata individual em Paris, na categoria +78 kg.</p>
<p><strong>Perris Benegas, EUA, BMX Freestyle</strong></p>
<p>Perris Benegas não havia ganhado uma medalha no cenário internacional até sua medalha de prata em Paris. Ela comemorou beijando sua namorada .</p>
<p><strong>Olivia Apps, Sophie de Goede, Maddy Grant, Canadá, Rugby Sevens</strong></p>
<p>A medalha de prata do Canadá no rugby sevens feminino foi uma surpresa para a Austrália, que foi derrotada nas semifinais.</p>
<p><strong>Tom Daley, Grã-Bretanha, Mergulho</strong></p>
<p>Tom Daley ganhou sua quinta medalha nas Olimpíadas — e sua primeira prata — na competição de plataforma sincronizada de 10 metros, com seu parceiro de mergulho Noah Williams. Foi um caso de família para Daley.</p>
<p><strong>Lauren Scruggs, EUA, Esgrima</strong></p>
<p>Lauren Scruggs ganhou uma medalha de prata para os EUA no que foi a primeira final totalmente americana do evento no florete individual feminino. Tendo entrado no torneio classificada em 11º lugar no mundo, o segundo lugar de Scruggs foi uma adorável reviravolta nos acontecimentos. Mais tarde, ela ajudaria seu time a ganhar o ouro também.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3>Medalhas de bronze</h3>
<p><strong>Gabi Guimarães, Ana Carolina Da Silva, Rosamaria Montibeller, Roberta, Brasil, Vôlei</strong></p>
<p>O Brasil venceu a Turquia por 3 a 1 na disputa pela medalha de bronze do torneio feminino de vôlei indoor. O Brasil esteve em três das últimas quatro finais das Olimpíadas de Verão.</p>
<p><strong>Lea Schuller, Sara Doorsoun, Felicitas Rauch, Ann-Katrin Berger, Alemanha, Futebol</strong></p>
<p>A Alemanha, com pelo menos quatro jogadores LGBTQ, derrotou a Espanha pela medalha de bronze no futebol feminino por 1 a 0. A goleira Ann-Katrin Berger fez uma defesa tardia em um pênalti.</p>
<p><strong>Laura Aarts, Holanda, pólo aquático</strong></p>
<p>Depois de vencer o Campeonato Mundial de 2023, Laura Aarts e sua equipe holandesa conquistaram o bronze nas Olimpíadas de Paris, derrotando os Estados Unidos por 11 a 10.</p>
<p><strong>Cindy Ngamba, Equipe de Refugiados, Boxe</strong></p>
<p>Cindy Ngamba se tornou a primeira atleta da Equipe Olímpica de Refugiados a ganhar uma medalha em Jogos, ficando com o bronze no boxe feminino de 75 kg (peso médio) após uma derrota na semifinal para Atheyna Bylon, do Panamá.</p>
<p><strong>Nesthy Petecio, Filipinas, Boxe</strong></p>
<p>Nesthy Petecio ganhou uma medalha de bronze na categoria 57 kg (peso pena) no que provavelmente é sua última Olimpíada .</p>
<p><strong>Beatriz Ferreira, Brasil, Boxe</strong></p>
<p>Beatriz Ferreira conquistou sua segunda medalha olímpica, ficando com o bronze após derrota para Kellie Harrington na semifinal da categoria até 60kg (leve).</p>
<p><strong>Carl Hester, Grã-Bretanha, Hipismo</strong></p>
<p>Carl Hester ganhou sua quarta medalha olímpica, desta vez um bronze no adestramento por equipes.</p>
<p><strong>Rafaela Silva, Brasil, Judô</strong></p>
<p>Rafaela Silva não conquistou nenhuma medalha individual nestas Olimpíadas, mas conseguiu um bronze no judô por equipes mistas.</p>
<p><strong>Evy Leibfarth, EUA, Canoagem Slalom</strong></p>
<p>Evy Leibfarth é a primeira americana a competir em três modalidades de canoa e caiaque em Jogos Olímpicos, conquistando uma surpreendente medalha de bronze na canoagem slalom C1.</p>
<p><strong>Tabea Schendekehl, Alemanha, Remo</strong></p>
<p>Tabea Schendekehl ganhou dois títulos nacionais universitários nos Estados Unidos antes de ajudar a equipe alemã de remo quad skiff a ganhar o bronze.</p>
<p><strong>Natalya Diehm, Austrália, BMX Freestyle</strong></p>
<p>Natalya Diehm ganhou um bronze no BMX Freestyle, a primeira medalha olímpica da Austrália no esporte .</p>
<p><strong>Lauren Doyle, Alev Kelter, Steph Rovetti, Kristi Kirshe, EUA, Rugby Sevens</strong></p>
<p>Os Estados Unidos conquistaram sua primeira medalha olímpica no rúgbi sevens , com alguns dos atletas campeões desempenhando um papel importante.</p>
<p><strong>Amandine Buchard, França, Judô</strong></p>
<p>Amandine Buchard seguiu sua medalha de prata individual na categoria 52kg em Tóquio com uma medalha de bronze diante de sua torcida local. Mais tarde, ela levou o ouro para os anfitriões no evento de equipe mista.</p>
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        </media:content>	</item>
		<item>
		<title>Olimpíadas 2024: atletas LGBT+ seriam 8º país no ranking geral de medalhas</title>
		<link>https://floripa.lgbt/esporte/olimpiadas-2024-atletas-lgbt-medalhas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Micheletti]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 11 Aug 2024 18:35:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Esporte]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Olimpíadas 2024]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://floripa.lgbt/?p=8267</guid>

					<description><![CDATA[Segundo levantamento do site Outsports, atletas LGBT+ acumularam 38 medalhas na competição na edição 2024 das Olimpíadas de Paris]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As Olimpíadas encerraram neste domingo (11) e os <a href="https://floripa.lgbt/esporte/pesquisa-revela-qual-esporte-tera-mais-atletas-lgbt-nas-olimpiadas-de-paris/"><strong>atletas abertamente LGBTQIAPN+</strong></a> deram o nome na competição, com a conquista de 38 medalhas acumuladas. Ou seja, caso estes <strong><a href="https://floripa.lgbt/esporte/atleta-de-salto-com-vara-meme-proposta-milionaria-site-adulto/">atletas</a></strong> fossem um país, seriam o 8° com mais medalhas, segundo o site esportivo focado na comunidade <a href="https://www.outsports.com/" target="_blank" rel="noopener">OutSports</a>.</p>
<figure id="attachment_8306" aria-describedby="caption-attachment-8306" style="width: 1080px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-8306 size-full" src="https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2024/08/Beatriz-Ferreira-foi-medalhista-de-bronze-no-boxe-feminino.jpg" alt="Beatriz Ferreira foi medalhista de bronze no boxe feminino - Foto: Instagram/Reprodução/Floripa.LGBT" width="1080" height="698" title="Olimpíadas 2024: atletas LGBT+ seriam 8º país no ranking geral de medalhas" srcset="https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2024/08/Beatriz-Ferreira-foi-medalhista-de-bronze-no-boxe-feminino.jpg 1080w, https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2024/08/Beatriz-Ferreira-foi-medalhista-de-bronze-no-boxe-feminino-800x517.jpg 800w, https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2024/08/Beatriz-Ferreira-foi-medalhista-de-bronze-no-boxe-feminino-768x496.jpg 768w, https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2024/08/Beatriz-Ferreira-foi-medalhista-de-bronze-no-boxe-feminino-150x97.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 1080px) 100vw, 1080px" /><figcaption id="caption-attachment-8306" class="wp-caption-text">Beatriz Ferreira foi medalhista de bronze no boxe feminino &#8211; Foto: Instagram/Reprodução/Floripa.LGBT</figcaption></figure>
<p>Das 38 medalhas, foram 13 de ouro, 12 de prata e 13 de bronze, o que coloca o &#8220;time de pessoas LGBT+&#8221; &#8211; composto por 195 atletas abertamente da comunidade &#8211; acima de qualquer país em que é proibido manter relacionamentos homoafetivos. Ao total, 54 atletas LGBT+ receberam essas medalhas, entre competições individuais e coletivas.</p>
<p>Nas Olimpíadas de Tóquio, em 2020, o número de atletas abertamente LGBT+ era menor que o atual, com 186 atletas, e segundo o Outsports, se fossem um país teriam finalizado em sétimo lugar no ranking de contagem de medalhas, com 33 conquistas no total.</p>
<p>O método do site para contabilizar o número de medalhas leva em consideração apenas uma medalha conquistada em caso de vitórias por equipes. Portanto, se em um time tiver dois ou mais atletas LGBT+, e finalizarem a modalidade no pódio, ainda assim será considerado apenas uma medalha.</p>
<p>O método é semelhante ao utilizado para os placares em que os países são ranqueados de acordo com as vitórias, independente de serem disputas individuais, em duplas ou por equipes.</p>
<p>Com 195 atletas contabilizados em Paris, o &#8220;time LGBT+&#8221;, é o 14° com mais competidores entre os &#8220;países&#8221;. A lista é atualizada conforme os competidores vão se manifestando publicamente sobre sua sexualidade e identidade de gênero.</p>
<h2>Quem são os atletas LGBT+ brasileiros que conquistaram medalhas</h2>
<p>No Brasil, só duas atletas abertamente LGBT+ ganharam medalhas individualmente. Uma foi Beatriz Ferreira, que saiu com bronze na modalidade de <strong><a href="https://floripa.lgbt/esporte/boxeadora-imane-khalif-e-confundida-com-mulher-trans-e-e-vitima-de-ataques/">boxe feminino</a></strong>. A outra foi Rafaela Silva, que também saiu com bronze na competição de judô feminino.</p>
<p>Além delas, a equipe de futebol feminino do Brasil, avançou para as finais com os Estados Unidos, e ficou com a medalha de prata, após um jogo que terminou em 1 a 0 para as americanas.</p>
<p>Ainda nas competições esportivas por equipe, Ana Patrícia conquistou o ouro no vôlei de praia em uma partida muito nervosa e com provocações ao longo do jogo. No futebol feminino, o Brasil conquistou a prata, e ficou com a medalha de bronze no voleibol.</p>
<p><strong>Confira a lista completa de atletas LGBT+ brasileiros a conquistarem medalhas em Paris:</strong></p>
<table style="height: 505px;" width="614">
<tbody>
<tr>
<td style="text-align: center;" width="151"><strong>Atleta</strong></td>
<td style="text-align: center;" width="126"><strong>Modalidade</strong></td>
<td style="text-align: center;" width="81"><strong>Medalha</strong></td>
</tr>
<tr>
<td>Ana Patrícia</td>
<td style="text-align: center;">Vôlei de praia</td>
<td style="text-align: center;">Ouro</td>
</tr>
<tr>
<td>Adriana</td>
<td style="text-align: center;">Futebol</td>
<td style="text-align: center;">Prata</td>
</tr>
<tr>
<td>Lauren Leal</td>
<td style="text-align: center;">Futebol</td>
<td style="text-align: center;">Prata</td>
</tr>
<tr>
<td>Lorena</td>
<td style="text-align: center;">Futebol</td>
<td style="text-align: center;">Prata</td>
</tr>
<tr>
<td>Luciana</td>
<td style="text-align: center;">Futebol</td>
<td style="text-align: center;">Prata</td>
</tr>
<tr>
<td>Marta</td>
<td style="text-align: center;">Futebol</td>
<td style="text-align: center;">Prata</td>
</tr>
<tr>
<td>Tainá</td>
<td style="text-align: center;">Futebol</td>
<td style="text-align: center;">Prata</td>
</tr>
<tr>
<td>Tamires</td>
<td style="text-align: center;">Futebol</td>
<td style="text-align: center;">Prata</td>
</tr>
<tr>
<td>Tarciana</td>
<td style="text-align: center;">Futebol</td>
<td style="text-align: center;">Prata</td>
</tr>
<tr>
<td>Ana Carolina da Silva</td>
<td style="text-align: center;">Voleibol</td>
<td style="text-align: center;">Bronze</td>
</tr>
<tr>
<td>Beatriz Ferreira</td>
<td style="text-align: center;">Boxe</td>
<td style="text-align: center;">Bronze</td>
</tr>
<tr>
<td>Gabi Guimarães</td>
<td style="text-align: center;">Voleibol</td>
<td style="text-align: center;">Bronze</td>
</tr>
<tr>
<td>Rafaela Silva</td>
<td style="text-align: center;">Judô</td>
<td style="text-align: center;">Bronze</td>
</tr>
<tr>
<td>Roberta</td>
<td style="text-align: center;">Voleibol</td>
<td style="text-align: center;">Bronze</td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: left;">Rosamaria Montibeller</td>
<td style="text-align: center;">Voleibol</td>
<td style="text-align: center;">Bronze</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><em>* Sob supervisão de Danilo Duarte</em></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<media:content 
            medium="image" 
            url="https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2024/08/Beatriz-Ferreira-foi-medalhista-de-bronze-no-boxe-feminino.jpg" 
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            height="698"
        >

            <media:description><![CDATA[Beatriz Ferreira foi medalhista de bronze no boxe feminino - Foto: Instagram/Reprodução/Floripa.LGBT]]></media:description>    
            <media:credit role="author" scheme="urn:ebu"><![CDATA[]]></media:credit>

        </media:content>	</item>
		<item>
		<title>Atleta de salto com vara nas Olimpíadas que virou meme recebe proposta milionária de site adulto</title>
		<link>https://floripa.lgbt/esporte/atleta-de-salto-com-vara-meme-proposta-milionaria-site-adulto/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Micheletti]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 06 Aug 2024 19:42:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Esporte]]></category>
		<category><![CDATA[Internet]]></category>
		<category><![CDATA[Olimpíadas 2024]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://floripa.lgbt/?p=8183</guid>

					<description><![CDATA[O atleta francês virou meme após ter esbarrado com o pênis na barra e perdido na prova do salto com vara nas Olimpíadas de Paris]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Um salto com vara que ganhou a internet pode render uma boa recompensa para um atleta, apesar de ele não ter conquistado a medalha. O atleta <strong><a href="https://floripa.lgbt/?s=Ol%C3%ADmpiadas">olímpico</a></strong> de salto com vara <a href="https://www.instagram.com/anthony_ammirati/" target="_blank" rel="noopener">Anthony Ammirati</a> recebeu uma proposta de US$ 250 mil (aproximadamente R$ 1,5 milhão) para produzir conteúdos para um site adulto.</p>
<figure id="attachment_10316" aria-describedby="caption-attachment-10316" style="width: 830px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-10316" src="https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2024/08/salto.png" alt="O site CamSoda mandou proposta ao atleta, segundo site" width="830" height="570" title="Atleta de salto com vara nas Olimpíadas que virou meme recebe proposta milionária de site adulto" srcset="https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2024/08/salto.png 437w, https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2024/08/salto-150x103.png 150w" sizes="auto, (max-width: 830px) 100vw, 830px" /><figcaption id="caption-attachment-10316" class="wp-caption-text">O site CamSoda mandou proposta ao atleta, segundo site &#8211; Imagem: Captura de Tela/Floripa.LGBT</figcaption></figure>
<p>O site de conteúdo adulto CamSoda fez a proposta após a viralização de imagens do atleta derrubando a vara com&#8230; a própria genital.</p>
<p>A informação foi divulgada na última segunda-feira (5) pelo site <strong><a href="https://www.tmz.com/" target="_blank" rel="noopener">TMZ</a></strong>. O convite chegou após o francês ter viralizado na internet após tentar ultrapassar a marca de 5,70 metros e seu pênis tocar na barra, o fazendo ficar em 15º lugar.</p>
<p>Segundo o vice-presidente, Daryn Parker, o objetivo da oferta seria transformar a eliminação de Anthony em algo &#8220;positivo&#8221;. &#8220;Se dependesse de mim, eu o recompensaria pelo que todo mundo viu, seu talento abaixo da cintura&#8221;.</p>
<blockquote><p>&#8220;Como amante das atividades centradas na virilha, eu amaria oferecer US$ 250 mil em troca de um show de 60 minutos na <em>webcam</em>, no qual você exibiria seus dotes, sem a barra transversal, é claro&#8221;</p></blockquote>
<p>Na internet, as pessoas também não perdoaram a situação, fazendo com que fosse praticamente impossível alguém não ter visto o vídeo em seu feed de publicações ou mesmo ler comentários sobre a parte íntima de Anthony.</p>
<blockquote class="twitter-tweet">
<p dir="ltr" lang="pt">E o atleta do salto com vara que derrubou a vara com a própria vara e foi eliminado &#x1f440; <a href="https://twitter.com/hashtag/Paris2024?src=hash&amp;ref_src=twsrc%5Etfw" target="_blank" rel="noopener">#Paris2024</a> <a href="https://twitter.com/hashtag/OlympicGames?src=hash&amp;ref_src=twsrc%5Etfw" target="_blank" rel="noopener">#OlympicGames</a> <a href="https://t.co/zKWyVgF6TZ">pic.twitter.com/zKWyVgF6TZ</a></p>
<p>— Wéll&#x1f525;insta:@pqwelerson (@pqwelerson) <a href="https://twitter.com/pqwelerson/status/1819814423214907635?ref_src=twsrc%5Etfw" target="_blank" rel="noopener">August 3, 2024</a></p></blockquote>
<p><script async src="https://platform.twitter.com/widgets.js" charset="utf-8"></script></p>
<blockquote class="twitter-tweet">
<p dir="ltr" lang="pt">Nunca pensei que uma vara fosse desclassificar o atleta num salto com .. vara! <a href="https://t.co/XYwjF0Z8xl">pic.twitter.com/XYwjF0Z8xl</a></p>
<p>— Nanamnese (@nanamnese) <a href="https://twitter.com/nanamnese/status/1819750853672129000?ref_src=twsrc%5Etfw" target="_blank" rel="noopener">August 3, 2024</a></p></blockquote>
<p><script async src="https://platform.twitter.com/widgets.js" charset="utf-8"></script></p>
<h2>O que atleta disse?</h2>
<p>O atleta não se pronunciou nem sobre sua viralização e também a proposta do site. Mas afirmou que sofreu com falta de técnica na disputa.</p>
<p>De acordo com Anthony, ele estava bem fisicamente e as condições eram boas, com ele participando pela primeira vez de uma competição sem ter nenhum estresse.</p>
<p>&#8220;É uma grande decepção. Estou um pouco arrasado, porque não perdi nada na terceira tentativa em 5,70 metros. O que faltou foi só um pouco de treinamento para aperfeiçoar detalhes&#8221;, afirmou o francês.</p>
<p><em>* Sob supervisão de Danilo Duarte</em></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<media:content 
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            url="https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2024/08/salto.png" 
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            width="437" 
            height="300"
        >

            <media:description><![CDATA[O site CamSoda mandou proposta ao atleta, segundo site - Imagem: Captura de Tela/Floripa.LGBT]]></media:description>    
            <media:credit role="author" scheme="urn:ebu"><![CDATA[]]></media:credit>

        </media:content>	</item>
		<item>
		<title>Boxeadora Imane Khalif é confundida com mulher trans e é vítima de ataques</title>
		<link>https://floripa.lgbt/esporte/boxeadora-imane-khalif-e-confundida-com-mulher-trans-e-e-vitima-de-ataques/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Micheletti]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 02 Aug 2024 18:00:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Esporte]]></category>
		<category><![CDATA[Internet]]></category>
		<category><![CDATA[Transfobia]]></category>
		<category><![CDATA[Olimpíadas 2024]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://floripa.lgbt/?p=8137</guid>

					<description><![CDATA[Imane Khalif é a atleta de boxe argelina que foi alvo de ataques transfóbicos na internet após desistência da adversária italiana nas Olimpíadas de Paris]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Imane Khelif é uma boxeadora argelina que está sendo alvo de ataques <strong><a href="https://floripa.lgbt/?s=transfobia">transfóbicos</a></strong> após sua disputa contra a italiana Angela Carini, nas oitavas de finais de boxe feminino das <strong><a href="https://floripa.lgbt/?s=Olimp%C3%ADadas+de+Paris">Olimpíadas de Paris</a></strong>, que aconteceu nessa quinta-feira (1º). Após o resultado da luta, que terminou após apenas 46 segundos, com a desistência da italiana, perfis conservadores começaram a atacar a atleta.</p>
<figure id="attachment_8155" aria-describedby="caption-attachment-8155" style="width: 1080px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-8155 size-full" src="https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2024/08/Atleta-de-boxe-Imane-Khelif-venceu-a-disputa-apos-desistencia-da-adversaria-italiana-nas-Olimpiadas-de-Paris-Imagem-Instagram-Reproducao-Floripa.LGBT_-e1722621123301.jpg" alt="Atleta de boxe Imane Khelif venceu a disputa após desistência da adversária italiana nas Olimpíadas de Paris - Foto: Instagram/Reprodução/Floripa.LGBT" width="1080" height="714" title="Boxeadora Imane Khalif é confundida com mulher trans e é vítima de ataques" srcset="https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2024/08/Atleta-de-boxe-Imane-Khelif-venceu-a-disputa-apos-desistencia-da-adversaria-italiana-nas-Olimpiadas-de-Paris-Imagem-Instagram-Reproducao-Floripa.LGBT_-e1722621123301.jpg 1080w, https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2024/08/Atleta-de-boxe-Imane-Khelif-venceu-a-disputa-apos-desistencia-da-adversaria-italiana-nas-Olimpiadas-de-Paris-Imagem-Instagram-Reproducao-Floripa.LGBT_-e1722621123301-800x529.jpg 800w, https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2024/08/Atleta-de-boxe-Imane-Khelif-venceu-a-disputa-apos-desistencia-da-adversaria-italiana-nas-Olimpiadas-de-Paris-Imagem-Instagram-Reproducao-Floripa.LGBT_-e1722621123301-768x508.jpg 768w, https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2024/08/Atleta-de-boxe-Imane-Khelif-venceu-a-disputa-apos-desistencia-da-adversaria-italiana-nas-Olimpiadas-de-Paris-Imagem-Instagram-Reproducao-Floripa.LGBT_-e1722621123301-150x99.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 1080px) 100vw, 1080px" /><figcaption id="caption-attachment-8155" class="wp-caption-text">Atleta de boxe Imane Khelif venceu a disputa após desistência da adversária italiana nas Olimpíadas de Paris &#8211; Foto: Instagram/Reprodução/Floripa.LGBT</figcaption></figure>
<p>O Comitê Olímpico Internacional (COI) saiu em defesa da atleta, afirmando que toda atleta que disputa os jogos cumprem regulamentos. Além de argumentar que a desclassificação de Imane no Mundial de Boxe se deu de forma &#8220;arbitrária&#8221; e sem procedimentos adequados.</p>
<p>A lutadora cumpriu todos os requisitos para competir nas Olimpíadas, mas foi reprovada em um exame do campeonato mundial de 2023.</p>
<p>Khelif foi reprovada em exame no Mundial Feminino de Boxe 2023, por critérios confidenciais, e desclassificada pela Associação Internacional de Boxe (IBA).</p>
<p>Essa associação foi banida pelo COI após falhas de transparência, suposta manipulação de resultados e corrupção. O Comitê também afirmou que no site do IBA é possível ver que a decisão de desqualificação de Imane foi tomada apenas pelo secretário geral da associação e o CEO.</p>
<p>Além de Imane, a lutadora de boxe taiunesa Lin Yu-ting, que também está disputando as <a href="https://floripa.lgbt/?s=olimpiadas"><strong>Olimpíadas de Paris</strong></a>, foi reprovada no exame do Campeonato Mundial de 2023.</p>
<p>Na última quarta-feira (31), a Associação <a href="https://www.iba.sport/news/statement-made-by-the-international-boxing-association-regarding-athletes-disqualifications-in-world-boxing-championships-2023/" target="_blank" rel="noopener">veio a público</a> informar que a argelina não foi submetida a um teste de testosterona, mas sim a outro exame, que acabou levando a atleta a ser desclassificada após não atingir os critérios determinados.</p>
<p>Apesar da confidencialidade do processo, o presidente do IBA, Umar Kremlev <a href="https://tass.ru/sport/17370249" target="_blank" rel="noopener">afirmou  à Tass</a>, a agência de notícias da Rússia, que nos testes do Campeonato Mundial Feminino de 2023 &#8220;houve atletas tentando se passar por mulheres&#8221;, pois estas tinham cromossomos XY, segundo testes de DNA. O que levou a muitos afirmarem que tanto que Imale era intersexo. A reportagem averiguou os documentos dos órgãos e matérias antigas sobre os exames do Campeonato Mundial Feminino de 2023 e Imane Khelif, mas não encontrou nenhum dado sobre a atleta ser ou não intersexual.&#8221;</p>
<p>Além dessa declaração, o IBA, na quinta-feira (1º), <a href="https://www.iba.sport/news/iba-reaffirms-the-position-and-removal-of-boxers-from-all-events/" target="_blank" rel="noopener">publicou em seu site</a> a seguinte nota:</p>
<blockquote><p>&#8220;A IBA nunca apoiará nenhuma luta de boxe entre os gêneros, pois a organização coloca a segurança e o bem-estar de nossos atletas em primeiro lugar. Estamos protegendo nossas mulheres e seus direitos de competir no ringue contra rivais iguais, e as defenderemos e apoiaremos em todas as instâncias; suas esperanças e sonhos nunca devem ser tirados por organizações que não estão dispostas a fazer a coisa certa em circunstâncias difíceis&#8221;.</p></blockquote>
<h2>Campanha de ódio contra Imane evidencia transfobia</h2>
<p>Junto a isso isso veio um furor de perfis conservadores, que começaram campanhas de ódio contra a lutadora e demonstraram contrariedade a ideia dela lutar na categoria feminina, afirmando que ela é uma mulher trans &#8211; apesar de ser crime na Argélia ser transexual. Entre elas a escritora J.K. Rowling e o empresário Elon Musk, que anteriormente já haviam demonstrando posições transfóbicas em suas declarações.</p>
<p>Em seu perfil do X, a autora da saga Harry Potter, criticou o COI por permitir Imane lutar:</p>
<blockquote><p>&#8220;Uma jovem boxeadora teve tudo pelo que trabalhou e treinou roubado porque vocês permitiram que um homem entrasse no ringue com ela. (&#8230;) Paris 24 será manchada para sempre pela injustiça brutal feita a Carini&#8221;.</p></blockquote>
<blockquote class="twitter-tweet">
<p dir="ltr" lang="en">A young female boxer has just had everything she’s worked and trained for snatched away because you allowed a male to get in the ring with her. You’re a disgrace, your ‘safeguarding’ is a joke and <a href="https://twitter.com/hashtag/Paris24?src=hash&amp;ref_src=twsrc%5Etfw" target="_blank" rel="noopener">#Paris24</a> will be forever tarnished by the brutal injustice done to Carini. <a href="https://t.co/JMKzVljpyr">https://t.co/JMKzVljpyr</a></p>
<p>— J.K. Rowling (@jk_rowling) <a href="https://twitter.com/jk_rowling/status/1818993613113634982?ref_src=twsrc%5Etfw" target="_blank" rel="noopener">August 1, 2024</a></p></blockquote>
<p><script async src="https://platform.twitter.com/widgets.js" charset="utf-8"></script></p>
<p>Em entrevista ao jornal italiano, Corriere della Sera, Angela Carini, que não havia cumprimentando Imane após sua desistência pediu desculpas e afirmou que &#8220;estava com muita raiva&#8221;.</p>
<p>A atleta italiana não cumprimentou a argelina após a desistência, mas saiu em defesa dela: &#8220;Não sou ninguém para julgar Imane. A verdade é que não sabemos nada sobre minha oponente, exceto por uma coisa: ela não tem culpa. Ela é uma mulher que está aqui para fazer as Olimpíadas, como eu&#8221;.</p>
<p>A declaração do Comitê Olímpico, pode ser lida completa nas redes sociais da organização:</p>
<blockquote class="twitter-tweet">
<p dir="ltr" lang="en">Joint Paris 2024 Boxing Unit/IOC Statement<a href="https://t.co/22yVzxFuLd">https://t.co/22yVzxFuLd</a> <a href="https://t.co/fZvgsW8OOi">pic.twitter.com/fZvgsW8OOi</a></p>
<p>— IOC MEDIA (@iocmedia) <a href="https://twitter.com/iocmedia/status/1819068761787244959?ref_src=twsrc%5Etfw" target="_blank" rel="noopener">August 1, 2024</a></p></blockquote>
<p><script async src="https://platform.twitter.com/widgets.js" charset="utf-8"></script></p>
<p>Independente da polêmica envolvendo Imane Khelif, a atleta continua nos Jogos e vai enfrentar a húngara Anna Luca Hamori neste sábado (3), pelas quartas de final. Caso vença, a argelina já terá uma medalha garantida na competição.</p>
<h2>Pessoas intersexo nas Olimpíadas</h2>
<p>Apesar de não haver comprovação factual de que a atleta argelina seja <strong><a href="https://floripa.lgbt/politica/grupo-de-trabalho-vai-criar-politicas-publicas-para-pessoas-intersexo-no-brasil/">intersexo</a></strong>, a polêmica abriu uma discussão sobre o tema.</p>
<p>Pessoas intersexo são aquelas com um conjunto de características biológicas que não se enquadram nas definições típicas do sexo masculino e feminino. Exemplo disso são pessoas que nascem com genitais femininos, mas possuem os cromossomos XY (que determinam o sexo masculino) e níveis de testosterona compatíveis aos de um corpo masculino.</p>
<p>Por muito tempo, essas pessoas foram chamadas pejorativamente de &#8220;hermafroditas&#8221;, mas o termo foi considerado biologicamente impreciso.</p>
<p>As definições de se atletas intersexuais podem ou não competir nas Olímpiadas seguem as normas das federações de cada modalidade. Como a IBA, que impedia atletas com cromossomos XY competir em eventos femininos, foi banida pelo COI, no caso de Imane ser intersexual, ela poderia continuar competindo mesmo assim.</p>
<p><em>* Sob supervisão de Danilo Duarte</em></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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            <media:description><![CDATA[Atleta de boxe Imane Khelif venceu a disputa após desistência da adversária italiana nas Olimpíadas de Paris - Foto: Instagram/Reprodução/Floripa.LGBT]]></media:description>    
            <media:credit role="author" scheme="urn:ebu"><![CDATA[]]></media:credit>

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