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	<title>Alan Cavalieri</title>
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	<description>Notícias, eventos e informações sobre a comunidade LGBTQIAP+ de Florianópolis e região</description>
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	<title>Alan Cavalieri</title>
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	<item>
		<title>Setor hoteleiro comemora lotação com a 16ª Parada LGBTI+ de Floripa</title>
		<link>https://floripa.lgbt/economia/setor-hoteleiro-comemora-lotacao-causada-pela-16a-parada-lgbti-de-floripa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Alan Cavalieri]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 30 Sep 2023 22:16:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Paradas LGBTI+]]></category>
		<category><![CDATA[Viagem e turismo]]></category>
		<category><![CDATA[Florianópolis]]></category>
		<category><![CDATA[Parada do Orgulho LGBT+ de Florianópolis]]></category>
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					<description><![CDATA[Reservas em hotéis do Centro e Continente dispararam durante parada LGBTI+; número de visitantes ultrapassou 100 mil pessoas ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Após quase um mês da 16ª <strong><a title="Link Interno" href="https://floripa.lgbt/cidadania/parada-lgbti-reune-100-mil-pessoas-e-se-torna-a-maior-da-historia-de-florianopolis/">Parada do Orgulho LGBTI+ de Florianópolis</a></strong>, o setor hoteleiro celebra o aumento de turistas na Capital, com número de visitantes maior que <a title="Link interno" href="https://floripa.lgbt/cidadania/conheca-quem-encarou-horas-de-viagem-para-estar-na-parada-lgbti-de-floripa/">100 mil pessoas</a> no dia do evento.</p>
<p>As regiões do Centro e do Continente foram as mais procuradas, com mais de 1.300 ocupações durante o fim de semana da <strong><a href="https://floripa.lgbt/parada/">Parada</a></strong>. Os dados são da pesquisa feita pelo Sindicato de Hotéis, Restaurantes, Bares e Similares de Florianópolis (<a title="Link externo" href="http://www.sindicatohrbs-fpolis.org.br/web/?page_id=5785" target="_blank" rel="noopener">SHRBS</a>).</p>
<figure id="attachment_3677" aria-describedby="caption-attachment-3677" style="width: 800px" class="wp-caption alignnone"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="wp-image-3677 size-medium" src="https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2023/09/16a-Parada-LGBTI-de-Floripa-levou-mais-de-100-mil-pessoas-para-a-beira-Mar-Continental-Foto-Kin-Kindermann-Silveira-800x533.jpg" alt="16ª Parada LGBTI+ de Floripa levou mais de 100 mil pessoas para a beira-Mar Continental - Foto Kin Kindermann Silveira" width="800" height="533" title="Setor hoteleiro comemora lotação com a 16ª Parada LGBTI+ de Floripa" srcset="https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2023/09/16a-Parada-LGBTI-de-Floripa-levou-mais-de-100-mil-pessoas-para-a-beira-Mar-Continental-Foto-Kin-Kindermann-Silveira-800x533.jpg 800w, https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2023/09/16a-Parada-LGBTI-de-Floripa-levou-mais-de-100-mil-pessoas-para-a-beira-Mar-Continental-Foto-Kin-Kindermann-Silveira-1200x800.jpg 1200w, https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2023/09/16a-Parada-LGBTI-de-Floripa-levou-mais-de-100-mil-pessoas-para-a-beira-Mar-Continental-Foto-Kin-Kindermann-Silveira-768x512.jpg 768w, https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2023/09/16a-Parada-LGBTI-de-Floripa-levou-mais-de-100-mil-pessoas-para-a-beira-Mar-Continental-Foto-Kin-Kindermann-Silveira-1536x1024.jpg 1536w, https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2023/09/16a-Parada-LGBTI-de-Floripa-levou-mais-de-100-mil-pessoas-para-a-beira-Mar-Continental-Foto-Kin-Kindermann-Silveira-2048x1365.jpg 2048w, https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2023/09/16a-Parada-LGBTI-de-Floripa-levou-mais-de-100-mil-pessoas-para-a-beira-Mar-Continental-Foto-Kin-Kindermann-Silveira-150x100.jpg 150w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /><figcaption id="caption-attachment-3677" class="wp-caption-text">Parada LGBTI+ de Florianópolis é o terceiro maior evento da Capital, ficando atrás apenas do Revéillon e Carnaval &#8211; Foto Kin Kindermann Silveira/Floripa.LGBT</figcaption></figure>
<blockquote><p>“A Parada LGBTI+ foi muito importante para economia de Florianópolis, com um número enorme de visitantes”, afirma o presidente do Sindicato de Hotéis, Restaurantes, Bares e Similares de Florianópolis (SHRBS), Luciano Pereira Oliveira.</p></blockquote>
<p>O presidente relembra que os grandes eventos movimentam o turismo da Capital fora da alta temporada e a Parada LGBTI+ “se enquadra nesses eventos”.</p>
<h2><strong>Participantes da </strong><strong>Parada LGBTI+ procuram hotéis no </strong><strong>Centro e Continente </strong></h2>
<p>A região central liderou o número de reservas nesse ano, conforme levantamento da SHRBS. Mais da metade das unidades disponíveis (66,9%) foram reservadas, totalizando 855 leitos de hotel ocupadas.</p>
<p>Quem sentiu esse aumento foi a administração do Esquina Oito Hostel, localizado no Centro de Florianópolis. A taxa de ocupação no domingo da Parada LGBTI+  foi total de 100%. Nos dias que antecederam a Parada, o número de reservas foi bem maior que o normal, ressaltou a administração do hostel.</p>
<p>Já para o gerente do LSK Design Hotel, Miler Bairro, &#8220;não dá para mensurar um aumento expressivo da demanda por conta da Parada, pois um congresso de dermatologia acontecia no mesmo fim de semana&#8221;.</p>
<p>Porém, Miller, que gerencia o hotel localizado na avenida Beira-Mar Norte, ressalta que a grande movimentação em bares e restaurantes foi certamente influenciado pela Parada LGBTI+ de Florianópolis.</p>
<p>As reservas em hotéis do Continente, local onde ocorre a Parada, teve o aumento mais expressivo dos últimos dois anos em todas as regiões de Florianópolis. O crescimento foi de 50,7% nas reservas em comparação com 2021.</p>
<h2>Parada LGBTI+ movimenta diferentes setores da economia</h2>
<p>Segundo a <a title="Link externo" href="https://www.pmf.sc.gov.br/entidades/cultura/index.php" target="_blank" rel="noopener">Secretaria de Turismo, Cultura e Esporte de Florianópolis</a>, os setores mais movimentados pela Parada LGBTI+ de Floripa são o ramo hoteleiro, comércio local, restaurantes, bares e <a title="link interno" href="https://floripa.lgbt/cidadania/conheca-quem-encarou-horas-de-viagem-para-estar-na-parada-lgbti-de-floripa/" target="_blank" rel="noopener"><strong>empreendimentos ambulantes</strong></a>.</p>
<blockquote><p>“Eventos como a Parada LGBTI+ impulsionam a economia local e ainda fortalecem nossa cidade como destino turístico fora de temporada. É importante ressaltar que o papel da Prefeitura é possibilitar eventos queridos pela sociedade e não ser uma barreira para isso”, comenta o secretário de Turismo, Cultura e Esporte, Ed Pereira.</p>
<p><em>Com supervisão de Danilo Duarte</em></p></blockquote>
]]></content:encoded>
					
		
		
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            <media:credit role="author" scheme="urn:ebu"><![CDATA[]]></media:credit>

        </media:content>	</item>
		<item>
		<title>Florianópolis passa por surto de hepatite A com mais de 100 casos confirmados</title>
		<link>https://floripa.lgbt/saude/florianopolis-passa-por-surto-de-hepatite-a-com-mais-de-100-casos-confirmados/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Alan Cavalieri]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 29 Sep 2023 19:57:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Florianópolis]]></category>
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					<description><![CDATA[Vigilância Sanitária de Florianópolis emitiu um alerta nesta manhã para o aumento dos casos de hepatite A, sobretudo por transmissão sexual]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os casos de Hepatite A registrados em <strong><a title="LINK INTERNO" href="https://floripa.lgbt/tag/florianopolis/">Florianópolis</a></strong> nesse ano chegam a 113, valor que preocupa a <a title="link externo" href="https://www.pmf.sc.gov.br/entidades/saude/" target="_blank" rel="noopener">Secretaria</a> de Saúde de Florianópolis que detectou apenas 11 casos em todo o ano passado. Nesta sexta-feira (29), a <a href="http://www.pmf.sc.gov.br/sites/vigilanciasaude/index.php?cms=vigilancia+epidemiologica&amp;menu=8" target="_blank" rel="noopener">Vigilância Epidemiológica da Capital</a> emitiu um alerte sobre os casos de Hepatite A na cidade.</p>
<p>De acordo com a secretaria, a maioria dos casos de Hepatite A ocorre em função de contato via transmissão sexual, apesar de não ser a única forma de transmissão. Segundo a secretaria, isso é preocupante e exige atenção da população e da estrutura pública de saúde de Florianópolis.</p>
<figure id="attachment_3587" aria-describedby="caption-attachment-3587" style="width: 600px" class="wp-caption alignnone"><img decoding="async" class="size-full wp-image-3587" src="https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2023/09/Florianopolis-passa-por-surto-de-hepatite-A-com-mais-de-100-casos-maio-numero-de-transissao-e-sexual-entre-homens-que-fazem-sexo-com-homens.jpg" alt="Florianópolis passa por surto de hepatite A com mais de 100 casos confirmados" width="600" height="396" title="Florianópolis passa por surto de hepatite A com mais de 100 casos confirmados" srcset="https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2023/09/Florianopolis-passa-por-surto-de-hepatite-A-com-mais-de-100-casos-maio-numero-de-transissao-e-sexual-entre-homens-que-fazem-sexo-com-homens.jpg 600w, https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2023/09/Florianopolis-passa-por-surto-de-hepatite-A-com-mais-de-100-casos-maio-numero-de-transissao-e-sexual-entre-homens-que-fazem-sexo-com-homens-150x99.jpg 150w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /><figcaption id="caption-attachment-3587" class="wp-caption-text">Hepatite A é uma doença viral que causa a inflamação do fígado e pode vir com ou sem a presença de sintomas &#8211; Foto: Reprodução/news.lab</figcaption></figure>
<p>O surto de Hepatite A de Florianópolis, em 2023, ocorre principalmente entre homens que fazem sexo com homens com provável relação com sexo anal-oral sem preservativos, conforme aponta a Vigilância Epidemiológica.</p>
<p>Porém, para a presidente do GAPA (Gupo de Apoio e Prevenção A AIDS) Florianópolis, Marília de Souza da Silveira, é preciso atenção para não estigmatizar essas pessoas.</p>
<blockquote><p>&#8220;Nenhuma população está livre de contrair as hepatites e outras infecções, mas sabemos que algumas pessoas estão mais expostas pela forma que se relacionam com a própria sexualidade. É importante lembrar que essas pessoas são as que mais se testam também&#8221;, lembra a presidente do GAPA sobre a incidência das detecções.</p></blockquote>
<p>Apesar dessa similaridade entre os casos de Hepatite A em Florianópolis, a doença não é transmitida apenas sexualmente. Segundo o <a title="Link externo" href="https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-z/h/hepatites-virais/hepatite-a#:~:text=Atualmente%2C%20faz%20parte%20do%20calend%C3%A1rio,vacina%C3%A7%C3%A3o%20de%20todas%20as%20crian%C3%A7as." target="_blank" rel="noopener">Ministério da Saúde</a>, a transmissão se dá também por interação fecal-oral (contato de fezes com a boca).</p>
<p>O vírus da Hepatite A tem boa estabilidade no meio ambiente e não morre em contato com o ar, como ocorre com o HIV (Vírus da Imunodeficiência Humana). É por isso que pode contaminar alimentos ou água, como aponta a instrução do Ministério da Saúde.</p>
<p>Por isso, a principal indicação para evitar o contágio por Hepatite A é a higienização antes do consumo de alimentos e bebidas, ter acesso ao saneamento básico e manter higiene pessoal adequada.</p>
<p>No caso de pessoas que praticam sexo anal, a Vigilância Sanitária de Florianópolis indica:</p>
<ul>
<li>Evite o sexo oral em pênis que já foi introduzido no ânus sem higienização adequada.</li>
<li>Higienize brinquedos eróticos antes e depois do uso.</li>
<li>Use preservativo ou barreira de látex (dental dam) durante o sexo oral-anal.</li>
</ul>
<h2><strong>Sintomas da Hepatite A</strong></h2>
<p>Os sintomas da Hepatite A costumam aparecer entre 13 e 50 das após infecção e duram em torno de dois meses. Inicialmente os sintomas podem ser fadiga, mal-estar, febre, dores musculares ou falta de apetite.</p>
<p>Em seguida, podem aparecer sintomas gastrointestinais como: enjoo, vômitos, dor abdominal, constipação ou diarreia. A pessoa infectada ainda pode ficar com pele e olhos amarelos.</p>
<p>Atualmente não há um tratamento específico para Hepatite A, segundo o Ministério da Saúde. O protocolo médico inclui a aplicação de medicamentos para melhorar o conforto do paciente e o balanço nutricional adequado, incluindo a reposição de fluidos perdidos pelos vômitos e diarreia.</p>
<p>Segundo a Secretaria de Saúde de Florianópolis, o corpo humano é capaz de eliminar o vírus sozinho, geralmente em um período de 2 a 6 semanas.</p>
<h2><strong>Vacina contra hepatite A</strong></h2>
<p>A vacina contra a Hepatite A é a maior forma de prevenção da doença, aponta o Ministério da Saúde. Desde 2014, faz parte do calendário de vacinas oferecidas pelo SUS (Sistema Único de Saúde) e é aplicada gratuitamente para crianças e população vulnerável.</p>
<figure id="attachment_3607" aria-describedby="caption-attachment-3607" style="width: 800px" class="wp-caption alignnone"><img decoding="async" class="size-medium wp-image-3607" src="https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2023/09/Florianopolis-tem-surto-de-Hepatite-A-via-transmissao-sexual-entre-homens-que-fazem-sexo-com-homens-800x452.jpg" alt="Florianópolis passa por surto de hepatite A com mais de 100 casos confirmados" width="800" height="452" title="Florianópolis passa por surto de hepatite A com mais de 100 casos confirmados" srcset="https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2023/09/Florianopolis-tem-surto-de-Hepatite-A-via-transmissao-sexual-entre-homens-que-fazem-sexo-com-homens-800x452.jpg 800w, https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2023/09/Florianopolis-tem-surto-de-Hepatite-A-via-transmissao-sexual-entre-homens-que-fazem-sexo-com-homens-768x434.jpg 768w, https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2023/09/Florianopolis-tem-surto-de-Hepatite-A-via-transmissao-sexual-entre-homens-que-fazem-sexo-com-homens-150x85.jpg 150w, https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2023/09/Florianopolis-tem-surto-de-Hepatite-A-via-transmissao-sexual-entre-homens-que-fazem-sexo-com-homens.jpg 1200w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /><figcaption id="caption-attachment-3607" class="wp-caption-text">Ministério da Saúde aponta a vacina como maior forma de prevenção da hepatite A &#8211; Foto: md.saúde/Reprodução</figcaption></figure>
<p>A vacina está disponível nos Centros de Referência para Imunobiológicos Especiais (CRIE) para pessoas com as seguintes condições:</p>
<ul>
<li>Hepatopatias crônicas de qualquer etiologia, inclusive infecção crônica pelo HBV e/ou pelo HCV;</li>
<li>Pessoas com coagulopatias, hemoglobinopatias, trissomias, doenças de depósito ou fibrose cística (mucoviscidose);</li>
<li>Pessoas vivendo com HIV;</li>
<li>Pessoas submetidas à terapia imunossupressora ou que vivem com doença imunodepressora;</li>
<li>Candidatos a transplante de órgão sólido, cadastrados em programas de transplantes, ou transplantados de órgão sólido ou de células-tronco hematopoiéticas (medula óssea);</li>
<li>Doadores de órgão sólido ou de células-tronco hematopoiéticas (medula óssea), cadastrados em programas de transplantes.</li>
</ul>
<p>Contudo, a publicação da Vigilância Epidemiológica alerta a população de Florianópolis, especialmente adultos e adolescentes que não receberam a vacina justamente por ela não estar disponível em algum momento, para que procurem o serviço médico.</p>
<p>Para dúvidas, a prefeitura de Florianópolis disponibiliza o serviço de atendimento remoto: <a title="Link externo" href="https://www.pmf.sc.gov.br/sites/alosaudefloripa/index.php?cms=o+que+e&amp;menu=0" target="_blank" rel="noopener">Alô Saúde Floripa,</a> basta ligar no número 0800 333 3233. Não é recomendado automedicação, nem o consumo álcool, pois isso pode intensificar o avanço da doença.</p>
<p>Para aqueles que não se enquadram nos critérios acima, a opção é buscar pelo imunizante em farmácias e laboratórios privados. Conforme pesquisa realizada pelo <strong>Floripa.LGBT</strong>, a vacina está disponível na rede privada, com custo aproximado de R$ 159.</p>
<h2>Medidas para conter casos</h2>
<p>A Secretaria de Saúde de Florianópolis informa que a principal ação para conter os casos é conscientizar a população sob risco para a necessidade de adoção de práticas sexuais seguras.</p>
<p>Alternativamente, a pasta pretende contemplar a população sob risco na vacinação contra hepatite A. Neste momento aguarda a liberação pelo Ministério da Saúde.</p>
<p><em>Sob supervisão de Danilo Duarte</em></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Como acabar com a violência contra LGBTs em presídios de SC?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Alan Cavalieri]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 Sep 2023 21:58:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Violência contra LGBTs]]></category>
		<category><![CDATA[Florianópolis]]></category>
		<category><![CDATA[Santa Catarina]]></category>
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					<description><![CDATA[Documento aponta as falhas no sistema penitenciário e recomenda alternativas para trazer dignidade no tratamento prisional dado a pessoas LGBTs]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Um dos documentos mais fortes, que revela a situação das pessoas LGBTI+ que estão em presídios de Santa Catarina, ainda repercute e aponta soluções para reduzir ou acabar com a violência sofrida por pessoas da comunidade LGBTI+. O &#8220;Relatório de inspeção nacional sobre a população LGBTI+ privada de liberdade no Brasil”, publicado pelo <a href="https://www.gov.br/participamaisbrasil/mecanismo-nacional-de-prevencao-e-combate-a-tortura1#:~:text=O%20Mecanismo%20Nacional%20de%20Preven%C3%A7%C3%A3o,tortura%2C%20fazendo%20recomenda%C3%A7%C3%B5es%20%C3%A0s%20autoridades" target="_blank" rel="noopener">MNPCT</a> (Mecanismo Nacional de Prevenção e Combate à Tortura)&#8221;, foi publicado no último dia 19.</p>
<p>O <strong><a title="link interno" href="https://floripa.lgbt/" target="_blank" rel="noopener">Floripa.LGBT</a></strong> analisou as quase 90 páginas e destaca algumas recomendações de tratamento penal que entidades públicas atuantes no sistema prisional do país devem ter a fim de reduzir o cenário desigual de reclusão destinada à comunidade. Confira!</p>
<figure id="attachment_3327" aria-describedby="caption-attachment-3327" style="width: 800px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-3327 size-medium" src="https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2023/09/Documento-recomenda-formas-de-tratamento-penal-ao-poder-Judiciario-Executivo-Ministerio-da-saude-entre-outras-entidades-publicas-que-atuam-nas-prisoes-do-pais-800x400.jpg" alt="Como acabar com a violência contra LGBTs em presídios de SC?" width="800" height="400" title="Como acabar com a violência contra LGBTs em presídios de SC?" srcset="https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2023/09/Documento-recomenda-formas-de-tratamento-penal-ao-poder-Judiciario-Executivo-Ministerio-da-saude-entre-outras-entidades-publicas-que-atuam-nas-prisoes-do-pais-800x400.jpg 800w, https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2023/09/Documento-recomenda-formas-de-tratamento-penal-ao-poder-Judiciario-Executivo-Ministerio-da-saude-entre-outras-entidades-publicas-que-atuam-nas-prisoes-do-pais-1200x600.jpg 1200w, https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2023/09/Documento-recomenda-formas-de-tratamento-penal-ao-poder-Judiciario-Executivo-Ministerio-da-saude-entre-outras-entidades-publicas-que-atuam-nas-prisoes-do-pais-768x384.jpg 768w, https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2023/09/Documento-recomenda-formas-de-tratamento-penal-ao-poder-Judiciario-Executivo-Ministerio-da-saude-entre-outras-entidades-publicas-que-atuam-nas-prisoes-do-pais-1536x768.jpg 1536w, https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2023/09/Documento-recomenda-formas-de-tratamento-penal-ao-poder-Judiciario-Executivo-Ministerio-da-saude-entre-outras-entidades-publicas-que-atuam-nas-prisoes-do-pais-924x462.jpg 924w, https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2023/09/Documento-recomenda-formas-de-tratamento-penal-ao-poder-Judiciario-Executivo-Ministerio-da-saude-entre-outras-entidades-publicas-que-atuam-nas-prisoes-do-pais-150x75.jpg 150w, https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2023/09/Documento-recomenda-formas-de-tratamento-penal-ao-poder-Judiciario-Executivo-Ministerio-da-saude-entre-outras-entidades-publicas-que-atuam-nas-prisoes-do-pais.jpg 1600w" sizes="auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px" /><figcaption id="caption-attachment-3327" class="wp-caption-text">Falta de dados sobre população LGBTI+ presa impede que cenário de violência mude em presídios do país &#8211; Foto: Wilson Dias/ Agência Brasil/Divulgação</figcaption></figure>
<p>Vale lembrar que o relatório sobre a situação da população LGBTI+ que está em presídios trouxe à tona a <strong><a title="link interno" href="https://floripa.lgbt/seguranca/violencia-contra-lgbts/pessoas-lgbti-sofrem-violencia-e-humilhacao-em-presidios-em-sc-aponta-relatorio/" target="_blank" rel="noopener">realidade da comunidade LGBTI+ presa nos estados brasileiros</a></strong>: um cenário de violência, humilhação e reclusão diária vivida pelos cerca de 4.745 presos autodeclarados LGBTQIAP+ no Brasil.</p>
<p>O número faz parte do Levantamento Nacional de Informações Penitenciárias (<a title="Link externo" href="https://dados.mj.gov.br/dataset/infopen-levantamento-nacional-de-informacoes-penitenciarias" target="_blank" rel="noopener">Infopen</a>), atualizado em 2019 pelo Ministério da Justiça. No geral, a população carcerária cresce a cada ano no país e é a 3ª maior do mundo com 832 mil presos, segundo dados do <a title="link externo" href="https://forumseguranca.org.br/wp-content/uploads/2023/07/anuario-2023.pdf" target="_blank" rel="noopener">Fórum de Segurança Pública</a>.</p>
<h2><strong>Presos LGBTI+ deveriam estar em presídios específicos, diz CNJ</strong></h2>
<p>No caso dos LGBTI+, a <a title="link externo" href="https://atos.cnj.jus.br/files/original153750202101266010374e46045.pdf" target="_blank" rel="noopener">resolução 384 do Conselho Nacional de Justiça</a>, criada em 2020, estabelece as regras e procedimentos que asseguram o tratamento digno e igualitário da população lésbica, gay, bissexual, transexual, travesti ou intersexo que está mantida em presídios no Brasil.</p>
<p>O relatório divulgado pelo Mecanismo aponta a necessidade do cumprimento do que diz a resolução na íntegra. Entre as indicações está a colocação dos presos LGBTs em presídios da própria identidade de gênero.</p>
<p>Além disso, coloca a necessidade de ações de desenvolvimento educativo para o trabalho das pessoas LGBTI+ presas nos presídios. A ação é uma forma de preparação desses indivíduos para o comum retorno à sociedade após o cumprimento da pena.</p>
<h3>Cenário atual</h3>
<p>Na Penitenciária Masculina de Florianópolis, a pesquisa concluiu que a população LGBTI+ não tem nem mesmo acesso a trabalhos internos e externos, assim como a estudos.</p>
<p>Em contrapartida, no Presídio Feminino Regional de Itajaí, há o projeto  “ReabilitaCão&#8221;, que tem como foco dar conhecimento técnico profissionalizante para quem está aprisionado e também cuidar da população canina abandonada da comunidade.</p>
<p>Em resposta a isso, o governo do Estado divulgou a oferta de <a href="https://floripa.lgbt/cidadania/apos-denuncias-contra-pessoas-lgbti-presidio-de-florianopolis-cria-curso/"><strong>cursos voltados à comunidade LGBTI+</strong></a> que está em presídios de Santa Catarina.</p>
<h2><strong>Leis precisam tratar pessoas LGBTI+  sem discriminação</strong></h2>
<p>O documento divulgado pelo Mecanismo sugere, por exemplo, a criação de cláusulas explícitas que proíbem a descriminação por identidade de gênero e orientação sexual entre os presídios do país em documentos oficiais do Estado.</p>
<p>Também sugere colocar em prática legislações que garantam que o preso seja chamado pelo nome social conforme o gênero pelos agentes públicos e administração prisional, além de assegurar normas para que os LGBTI+ se vistam conforme a própria identidade de gênero.</p>
<p>A humilhação e tortura em presídios de Santa Catarina que foram citados pelo Mecanismo incluem justamente esses dois pontos citados acima: o desrespeito à identidade de gênero de pessoas LGBTI+ que estão presas.</p>
<p>O Mecanismo aponta, ainda, a importância do funcionamento adequado dos serviços de saúde, incluindo atendimento médico, psicológico e ações de prevenção e profilaxia de infecções sexualmente transmissíveis. Além de garantir o acesso a preservativos, testagem para HIV/IST e adesão ao <a title="link externo" href="https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/noticias/2023/julho/sus-vai-oferecer-tres-novos-medicamentos-para-tratamento-de-pessoas-com-hiv#:~:text=Os%20antirretrovirais%20que%20passam%20a,raltegravir%20100%20mg%20(granulado)." target="_blank" rel="noopener">tratamento antirretroviral</a>, caso necessário.</p>
<p>Pede, ainda, que seja disponibilizado, de maneira acessível, tratamentos de afirmação de gênero, como <a title="Link externo" href="https://agenciaaids.com.br/noticia/especial-dia-da-visibilidade-trans-saiba-quais-sao-as-unidades-do-sus-que-realizam-hormonioterapia-e-cirurgia-de-redesignacao-sexual/" target="_blank" rel="noopener">hormonioterapia</a> às pessoas LGBTI+ privadas de liberdade que solicitem.</p>
<h3>Cenário atual</h3>
<p>A penitenciária de Florianópolis é a única que fornece acesso à hormonização entre as unidades masculinas vistoriadas. No entanto, no que diz respeito a outras demandas de saúde, aprisionados LGBTI+ relataram ao Mecanismo que há demora para a realização de exames de HIV e HPV.</p>
<p>Também na penitenciária masculina, o tratamento pelo nome social ocorre “em partes”, assim como humilhações e falas preconceituosas no tratamento e atendimento das pessoas LGBTI+ aprisionadas. Já no presídio feminino de Itajaí, o respeito ao nome social “inexiste”, aponta relatório.</p>
<p>Pessoas aprisionadas na penitenciária masculina em SC também relataram que sofrem violência física e psicológica de servidores de segurança e policiais penais. Conforme o MNPCT, o cenário é “extremamente violador”.</p>
<h2><strong>Faltam dados sobre população LGBTI+ presa</strong></h2>
<p>A pesquisa recomenta que o Ministério da Justiça e Segurança Pública promova o levantamento demográfico da população LGBTI+ privada de liberdade, em cumprimento de pena ou em prisão provisória.</p>
<p>Para Bárbara Coloniese, perita do MNPCT, &#8220;a carência dos dados impede que o perfil dessa população seja de fato conhecido&#8221; o que dificulta a implementação de políticas públicas voltadas a comunidade.</p>
<p>Para o Ministério dos Direitos Humanos e da cidade, a recomendação veio na demanda de implementação de programas educativos no ambiente prisional, tanto entre os trabalhadores, quanto detentos, a fim de abordar questões de diversidade, identidades de gênero, orientações sexuais e os direitos de pessoas LGBTI+.</p>
<p><em>Sob supervisão de Danilo Duarte</em></p>
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            <media:description><![CDATA[Falta de dados sobre população LGBTI+ presa impede que cenário de violência mude em presídios do país - Foto: Wilson Dias/ Agência Brasil/Divulgação]]></media:description>    
            <media:credit role="author" scheme="urn:ebu"><![CDATA[]]></media:credit>

        </media:content>	</item>
		<item>
		<title>&#8216;Sequestradores do Grindr&#8217;: polícia prende sete pessoas que caçavam vítimas pelo app</title>
		<link>https://floripa.lgbt/seguranca/sequestradores-do-grindr-policia-prende-sete-pessoas-que-cacavam-vitimas-pelo-app/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Alan Cavalieri]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 Sep 2023 00:24:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Segurança]]></category>
		<category><![CDATA[Internet]]></category>
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					<description><![CDATA[Criminosos atuavam em cidade da África do Sul; última vítima foi alvo de sequestro na terça-feira (19), atraída por encontro no Grindr]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Um sequestro envolvendo o famoso aplicativo Grindr, um rapaz que se tornou vítima de uma emboscada e um grupo de criminosos foi descoberto na África do Sul na última semana. O sequestro aconteceu na cidade de Joanesburgo, no Norte da África do Sul, quando um jovem de 18 anos foi a um encontro marcado por meio do aplicativo Grindr.</p>
<figure id="attachment_3403" aria-describedby="caption-attachment-3403" style="width: 718px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-3403 size-full" src="https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2023/09/app-grindr.jpeg" alt="&#039;Sequestradores do Grindr&#039;: polícia prende sete pessoas que caçavam vítimas pelo app" width="718" height="431" title="&#039;Sequestradores do Grindr&#039;: polícia prende sete pessoas que caçavam vítimas pelo app" srcset="https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2023/09/app-grindr.jpeg 718w, https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2023/09/app-grindr-150x90.jpeg 150w" sizes="auto, (max-width: 718px) 100vw, 718px" /><figcaption id="caption-attachment-3403" class="wp-caption-text">Departamento de Polícia Civil da África do Sul apura outros crimes envolvendo o aplicativo Grindr &#8211; Foto: Reprodução</figcaption></figure>
<p>As investigações mostram que a quadrilha está envolvida com outros sequestros da comunidade LGBTI+ daquele país. De acordo com as autoridades, ele foi enganado por um grupo de sete sequestradores e, desde então, não foi visto. Os suspeitos do sequestro foram presos pela Polícia Civil da África do Sul após o colega de quarto da vítima denunciar o sumiço à polícia.</p>
<p><span style="font-size: 16px;">No resgate, quarta-feira (20), o jovem foi encontrado, amarrado e inconsciente, dentro de um galpão e junto com os sequestradores. Foram necessárias a atuação conjunta de diferentes setores da polícia da África do Sul para localizar a vítima.</span></p>
<p>A apreensão foi feita quando um dos envolvidos foi em um caixa eletrônico de um banco monitorado durante a investigação. Junto dos sequestradores foram encontradas três facas.</p>
<p>Os acusados pediram para a família do jovem a quantia equivalente a R$ 7.900 como forma de pagar pelo resgate do jovem. Segundo as autoridades locais, a conta bancária que o dinheiro seria recebido levou as investigações aos criminosos.</p>
<p>A informação foi publicada pelo portal estadunidense Pink News e checada pelo<a title="link interno" href="https://floripa.lgbt/" target="_blank" rel="noopener"><strong> Floripa.LGBT</strong></a> junto ao <a title="Link externo" href="https://www.saps.gov.za/newsroom/msspeechdetail.php?nid=48517" target="_blank" rel="noopener">Departamento de Polícia da África do Sul</a>.</p>
<blockquote class="twitter-tweet" data-width="550" data-dnt="true">
<p lang="en" dir="ltr">7 suspects who kidnapped a Wits University student by luring him through a dating app “Grindr” have been arrested in Denver, JHB.They had demanded 30k from the students family.They are being linked to at least 85 cases where the LGBTQI+ community were targeted for ransom payments <a href="https://t.co/ga8VLFvrv6">pic.twitter.com/ga8VLFvrv6</a></p>
<p>&mdash; Athlenda Mathe (@AthlendaM) <a href="https://twitter.com/AthlendaM/status/1704764064017068135?ref_src=twsrc%5Etfw" target="_blank" rel="noopener">September 21, 2023</a></p></blockquote>
<p><script async src="https://platform.twitter.com/widgets.js" charset="utf-8"></script></p>
<h2>Crimes envolvendo o uso do Grindr preocupam autoridades no país</h2>
<p>Nas redes socais, as autoridades sul-africanas acusam os suspeitos de participarem em 85 casos de sequestros da comunidade LGBTI+ que envolveram a cobrança de resgate, no condado de Gauting, na África do Sul.</p>
<p>Em 2022, a polícia sul-africana emitiu um alerta aos usuários do Grindr após uma série de ataques usando encontros no aplicativo.</p>
<p><em>Sob supervisão de Danilo Duarte</em></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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            <media:description><![CDATA[Gapa que conscientizar usuários do Grindr sobre prevenção de ISTs – Foto: Reprodução/Floripa.LGBT]]></media:description>    
            <media:credit role="author" scheme="urn:ebu"><![CDATA[]]></media:credit>

        </media:content>	</item>
		<item>
		<title>Após denúncias contra pessoas LGBTI+, Presídio de Florianópolis cria curso</title>
		<link>https://floripa.lgbt/cidadania/apos-denuncias-contra-pessoas-lgbti-presidio-de-florianopolis-cria-curso/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Alan Cavalieri]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 Sep 2023 13:30:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cidadania]]></category>
		<category><![CDATA[Florianópolis]]></category>
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					<description><![CDATA[Cursos do Pronatec são oferecidos na penitenciária da Capital para a população LGBTI+ que está presa]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p data-raofz="16">Depois de uma <a href="https://floripa.lgbt/seguranca/violencia-contra-lgbts/pessoas-lgbti-sofrem-violencia-e-humilhacao-em-presidios-em-sc-aponta-relatorio/"><strong>denúncia de tortura e humilhação contra pessoas LGBTI+</strong></a>, o sistema prisional catarinense respondeu com a oferta de cursos de formação profissional. As denúncias foram feitas pelo <a href="https://www.gov.br/participamaisbrasil/mecanismo-nacional-de-prevencao-e-combate-a-tortura1#:~:text=O%20Mecanismo%20Nacional%20de%20Preven%C3%A7%C3%A3o,tortura%2C%20fazendo%20recomenda%C3%A7%C3%B5es%20%C3%A0s%20autoridades" target="_blank" rel="noopener">MNPCT</a> (Mecanismo Nacional de Prevenção e Combate à Tortura). O curso é de assistente administrativo e é realizado por meio do Pronatec (Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego).</p>
<figure id="attachment_3371" aria-describedby="caption-attachment-3371" style="width: 800px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-3371" src="https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2023/09/presidio-masculino-florianopolis.jpg" alt="presídio masculino de florianópolis" width="800" height="600" title="Após denúncias contra pessoas LGBTI+, Presídio de Florianópolis cria curso" srcset="https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2023/09/presidio-masculino-florianopolis.jpg 800w, https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2023/09/presidio-masculino-florianopolis-768x576.jpg 768w, https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2023/09/presidio-masculino-florianopolis-320x240.jpg 320w, https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2023/09/presidio-masculino-florianopolis-150x113.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px" /><figcaption id="caption-attachment-3371" class="wp-caption-text">Cursos do Pronatec são oferecidos na penitenciária da Capital para a população LGBTI+ que está presa &#8211; Foto: Deap/Divulgação</figcaption></figure>
<p data-raofz="16">De acordo com a <a href="https://www.sap.sc.gov.br/" target="_blank" rel="noopener">Secretaria de Administração Prisional</a> de Santa Catarina, o curso se destina primeiramente à comunidade LGBTI+ que se encontra sob custódia. Em breve, outro curso, este em parceria com a OAB, também será oferecido a esse público na unidade prisional.</p>
<p data-raofz="16">As aulas abordam tópicos relacionados ao gerenciamento administrativo, empreendedorismo, marketing, contabilidade e sistemas de informação. Elas são ministradas na sala de informática da instituição prisional, que foi doada pelo Conselho da Comunidade em parceria com a Vara de Execuções Penais da Comarca da Capital de Florianópolis.</p>
<p data-raofz="16">O diretor da unidade, Max Orth, explica que esse projeto tem o objetivo de proporcionar formação profissional para pessoas LGBTI+ para integrá-los ao mercado de trabalho. “Isso não apenas oferece oportunidades de ressocialização, mas também contribui para a redução da reincidência criminal&#8221;. Ele também lembrou que os alunos que demonstram bom desempenho no curso podem receber uma premiação de R$ 420.</p>
<h2 data-raofz="16"><strong>Cursos para pessoas LGBTI+ em presídios de SC</strong></h2>
<p data-raofz="16">Também são oferecidos outros programas educacionais à população LGBTI+, como os Centros de Educação de Jovens e Adultos (CEJA), o projeto Despertar pela Leitura e o Exame Nacional para Certificação de Competências de Jovens e Adultos, que visam promover o desenvolvimento educacional e profissional dos apenados, bem como a possibilidade de remissão de suas penas.</p>
<p data-raofz="16">Além disso, a Academia de Administração Prisional e Socioeducativa está realizando desde agosto o curso de Capacitação aos Policiais Penais e também aos demais servidores administrativos relacionado ao tratamento e atendimento à população LGBTI+.</p>
<p data-raofz="16"><em>Sob supervisão de Danilo Duarte</em></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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            <media:description><![CDATA[Cursos do Pronatec são oferecidos na penitenciária da Capital para a população LGBTI+ que está presa - Foto: Deap/Divulgação]]></media:description>    
            <media:credit role="author" scheme="urn:ebu"><![CDATA[]]></media:credit>

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		<item>
		<title>Projeto de lei quer impedir que atletas trans participem de competições em SC </title>
		<link>https://floripa.lgbt/esporte/projeto-de-lei-quer-impedir-que-atletas-trans-participem-de-competicoes-em-sc/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Alan Cavalieri]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 Sep 2023 23:07:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Esporte]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Assembleia Legislativa de Santa Catarina (Alesc)]]></category>
		<category><![CDATA[Florianópolis]]></category>
		<category><![CDATA[Santa Catarina]]></category>
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					<description><![CDATA[Proposta do deputado estadual Jessé Lopes delimita sexo biológico como único critério de definição do gênero de atletas em competições estaduais]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;">O projeto de lei <a href="https://portalelegis.alesc.sc.gov.br/processos?search=PL.%2F0016%2F2023&amp;filtros%5Btexto%5D=&amp;filtros%5BnumeroProcesso%5D=&amp;filtros%5BtipoPropositura%5D%5Bid%5D=&amp;filtros%5Biniciativa%5D%5Bid%5D=&amp;filtros%5BmateriaLegislativa%5D%5Bid%5D=&amp;filtros%5BregimeTramitacao%5D%5Bid%5D=&amp;filtros%5BdataAberturaInicio%5D=&amp;filtros%5BdataAberturaFim%5D=" target="_blank" rel="noopener">0016/2023</a>, do deputado estadual Jessé Lopes (PL), está em tramitação na Alesc (Assembleia Legislava de Santa Catarina). O PL atualmente passa pela <a href="https://www.alesc.sc.gov.br/comissao/4" target="_blank" rel="noopener">Comissão de Constituição e Justiça</a> e, caso seja aprovado, vai impedir que atletas transexuais participem de competições da própria identidade de gênero. A partir de então, os competidores trans participariam de competições em grupos do sexo biológico.</p>
<figure id="attachment_3302" aria-describedby="caption-attachment-3302" style="width: 800px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-3302" src="https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2023/09/Proposta-do-deputado-estadual-Jesse-Lopes-delimita-sexo-biologico-como-unico-criterio-de-definicao-d.png" alt="Projeto de lei quer impedir que atletas trans participem de competições em SC " width="800" height="534" title="Projeto de lei quer impedir que atletas trans participem de competições em SC " srcset="https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2023/09/Proposta-do-deputado-estadual-Jesse-Lopes-delimita-sexo-biologico-como-unico-criterio-de-definicao-d.png 800w, https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2023/09/Proposta-do-deputado-estadual-Jesse-Lopes-delimita-sexo-biologico-como-unico-criterio-de-definicao-d-768x513.png 768w, https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2023/09/Proposta-do-deputado-estadual-Jesse-Lopes-delimita-sexo-biologico-como-unico-criterio-de-definicao-d-150x100.png 150w" sizes="auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px" /><figcaption id="caption-attachment-3302" class="wp-caption-text">Projeto de Lei 0016/2023 está em tramitação na Alesc e atualmente passa pela Comissão de Constituição e Justiça &#8211; Foto: Arquivo/Agência AL/Divulgação</figcaption></figure>
<p>O projeto apronta a superioridade de <a title="Link interno" href="https://floripa.lgbt/esporte/jogos-escolares-do-ifsc-recebem-estudantes-trans-pela-primeira-vez/" target="_blank" rel="noopener"><strong>atletas transexuais</strong></a> sobre cisgêneros. &#8220;É notório que jogadoras trans atuantes em competições femininas têm superioridade de condicionamento físico em relação às mulheres&#8221;, justifica o deputado.</p>
<p>Para o pesquisador no Núcleo de Estudos em Diversidade Sexual e saúde vinculado ao Programa de Pós-Graduação em Saúde Coletiva da UFSC (Universidade Federal de Santa Catarina), João Batista de Oliveira Junior, não há pesquisa que comprove haver vantagem dos competidores transexuais sobre os cisgêneros.</p>
<blockquote><p>&#8220;Sabemos que a expectativa de vida das pessoas trans não passa de 35 anos e que 90% dessa população tem que recorrer à prostituição. Ver projetos como esse, é impedir que essas pessoas tenham acesso ao esporte nas suas diferentes modalidades&#8221;, argumenta o pesquisador.</p></blockquote>
<p>A pesquisa de Batista Oliveira Junior ainda aponta que é mais difícil para mulheres trans se inserirem no meio. Isso porque para participarem das olimpíadas as exigências são severas.</p>
<p>O Comitê Olímpico Internacional (COI), que regulamenta a participação de atletas, exige que as mulheres transexuais tenham a taxa de testosterona menor de 10 nanomol por litro de sangue (ng/dL) durante os 12 últimos meses e durante todo o período da competição.</p>
<p>Essa é uma taxa menor que mulheres acima de 21 anos, as quais os níveis de testosterona variam entre 12,09 e 59,46 (ng/dL).</p>
<p>Batista aponta que é difícil e caro manter um tratamento hormonal como esse, fator que dificulta o acesso da população ao esporte. O documento não faz nenhuma exigência para homens transexuais.</p>
<h2>Projeto de lei transfóbico parecido foi arquivado em São José</h2>
<p>O PL <a href="https://www.cmsj.sc.gov.br/proposicoes/Projetos-de-Lei/2023/1/221/72031" target="_blank" rel="noopener">0002/2023</a> de autoria do vereador Alexandre Cidade (MDB) de São José, na Grande Florianópolis, foi arquivado em março pela <a href="https://www.cmsj.sc.gov.br/atas" target="_blank" rel="noopener">Comissão de Constituição e Justiça</a>.</p>
<p>O projeto propunha a proibição da participação de atletas transexuais em competições realizadas na cidade e também os impedia de participarem de times e equipes no município.</p>
<p>Em seu parecer que culminou no arquivamento, o relator definiu que é dever do Estado fomentar práticas desportivas formais e não formais como direito de cada um.</p>
<p>Além disso, lembrou ele, compete à União, Estado e Distrito Federal legislar sobre disporto, educação, cultura, ensino, ciência, tecnologia, pesquisa, desenvolvimento e inovação.</p>
<p><i>Sob supervisão de Danilo Duarte</i></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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            <media:description><![CDATA[Projeto de Lei /0016/2023 está em tramitação na Alesc e atualmente passa pela Comissão de Constituição e Justiça - FOTO: Arquivo/Agência AL]]></media:description>    
            <media:credit role="author" scheme="urn:ebu"><![CDATA[]]></media:credit>

        </media:content>	</item>
		<item>
		<title>Piquenique &#8220;Setembro Amarelo&#8221; debate prevenção ao suicídio LGBTQIA+ em Blumenau</title>
		<link>https://floripa.lgbt/saude/piquenique-setembro-amarelo-debate-prevencao-ao-suicidio-lgbtqia-neste-sabado-em-blumenau/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Alan Cavalieri]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 15 Sep 2023 16:29:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Blumenau]]></category>
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					<description><![CDATA[Evento no Parque Ramiro Ruediger alerta para a saúde mental da comunidade terá a presença de psicólogos a partir das 14h deste sábado (16) ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>No mês da campanha nacional de prevenção ao suicídio, Setembro Amarelo, a <a href="https://www.instagram.com/maesdoamor.diversidade/" target="_blank" rel="noopener">ONG Mães do Amor em Defesa da Diversidade</a> de Blumenau promove um evento de alerta para a saúde mental da <a href="https://floripa.lgbt/web-stories/entenda-o-significado-de-lgbt/"><strong>comunidade LGBTQIA+</strong></a>, que sofre pela descriminação, preconceito e outras formas de violência.</p>
<figure id="attachment_3223" aria-describedby="caption-attachment-3223" style="width: 800px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-3223" src="https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2023/09/Piquenique-Setembro-Amarelo-debate-prevencao-ao-suicidio-LGBTQIA-neste-sabado-em-Blumenau-800x450.png" alt="Piquenique &quot;Setembro Amarelo&quot; debate prevenção ao suicídio LGBTQIA+ em Blumenau" width="800" height="450" title="Piquenique &quot;Setembro Amarelo&quot; debate prevenção ao suicídio LGBTQIA+ em Blumenau" srcset="https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2023/09/Piquenique-Setembro-Amarelo-debate-prevencao-ao-suicidio-LGBTQIA-neste-sabado-em-Blumenau-800x450.png 800w, https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2023/09/Piquenique-Setembro-Amarelo-debate-prevencao-ao-suicidio-LGBTQIA-neste-sabado-em-Blumenau-1200x675.png 1200w, https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2023/09/Piquenique-Setembro-Amarelo-debate-prevencao-ao-suicidio-LGBTQIA-neste-sabado-em-Blumenau-768x432.png 768w, https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2023/09/Piquenique-Setembro-Amarelo-debate-prevencao-ao-suicidio-LGBTQIA-neste-sabado-em-Blumenau-1536x864.png 1536w, https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2023/09/Piquenique-Setembro-Amarelo-debate-prevencao-ao-suicidio-LGBTQIA-neste-sabado-em-Blumenau-150x84.png 150w, https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2023/09/Piquenique-Setembro-Amarelo-debate-prevencao-ao-suicidio-LGBTQIA-neste-sabado-em-Blumenau.png 1600w" sizes="auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px" /><figcaption id="caption-attachment-3223" class="wp-caption-text">Debate sobre prevenção ao suicídio LGBTQIA+ foca na campanha Setembro Amarelo &#8211; Foto: ONG Mães Pela Diversidade / Divulgação</figcaption></figure>
<p>O piquenique &#8220;Setembro Amarelo&#8221; ocorre neste sábado (16), no parque Ramiro Ruediger, das 14h às 18h e vai contar com a mediação de psicólogos para promover o acolhimento e combater o estigma em torno do tema.</p>
<p>Os organizadores do evento sugerem que os participantes levem cadeiras, almofadas, toalhas, suco e lanche para compartilhar</p>
<p>Para a psicóloga comportamental e sexóloga Alexandra Guaitanelly, que mediará a conversa no sábado, o medo de ser ridicularizado e a vergonha de falar sobre depressão são fatores que impedem a comunidade de buscar ajuda em momentos de dificuldade.</p>
<p>Uma cartilha publicada pela <a href="https://988lifeline.org/wp-content/uploads/2017/07/LGBTQ_MentalHealth_OnePager.pdf" target="_blank" rel="noopener">Campanha dos Direitos Humanos</a>, apontou que as chances de jovens LGBTQIA+ terem pensamentos suicidas são duas vezes maior em comparação com jovens heterossexuais, e, quando se trata de suicídio, o número é quatro vezes mais comum entre a comunidade.</p>
<h2>Campanha Nacional do Setembro Amarelo</h2>
<p>Neste ano, uma união entre o <a href="https://www.setembroamarelo.com/" target="_blank" rel="noopener">Setembro Amarelo</a>, a campanha da Associação Brasileira de Psiquiatria (ABP) e o Conselho Federal de Medicina (CFM), traz o tema “Se precisar, peça ajuda”.</p>
<p>Se você está passando por momentos difíceis e pensando em suicídio, busque ajuda em serviços de escuta e acolhimentos que atuam na prevenção ao suicídio. Ligue gratuitamente no número 188, Centro de Valorização da Vida (CVV).</p>
<p>Na página oficial da campanha Setembro Amarelo fica disponível para download uma cartilha com orientações de prevenção.</p>
<p><em>Com supervisão de Danilo Duarte</em></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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            <media:description><![CDATA[Debate sobre prevenção ao suicídio LGBTQIA+ foca na campanha Setembro Amarelo - Foto: ONG Mães Pela Diversidade/Divulgação]]></media:description>    
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        </media:content>	</item>
		<item>
		<title>Conheça quem enfrentou horas de viagem para estar na Parada LGBTI+ de Floripa</title>
		<link>https://floripa.lgbt/cidadania/conheca-quem-encarou-horas-de-viagem-para-estar-na-parada-lgbti-de-floripa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Alan Cavalieri]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 14 Sep 2023 18:48:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cidadania]]></category>
		<category><![CDATA[Paradas LGBTI+]]></category>
		<category><![CDATA[Florianópolis]]></category>
		<category><![CDATA[Parada do Orgulho LGBT+ de Florianópolis]]></category>
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					<description><![CDATA[Mais de 100 mil pessoas foram até a Beira-Mar Continental para celebrar o orgulho da comunidade LGBTI+ durante a Parada, no último domingo (10)]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A <strong><a href="https://floripa.lgbt/parada/">16ª Parada LGBTI+ de Florianópolis</a></strong> recebeu, no último domingo (10), o maior número da história do evento. Muitas das mais de 100 mil pessoas que prestigiaram a festa, que incluiu um ato político, percorreram não só os 2,3 km da Avenida <a href="https://www.pmf.sc.gov.br/" target="_blank" rel="noopener">Beira-Mar Continental</a>, mas uma distância que começou bem antes da Parada em diversos cantos do Brasil. Por isso, o <strong>Floripa.LGBT </strong>conta agora algumas dessas histórias.</p>
<p>Roseli Silva, de 29 anos, é jornalista e programou suas férias para reivindicar seus direitos na Parada LGBTI+ de Florianópolis. A viagem começou no interior da Bahia, na cidade de São José da Vitória.</p>
<p>O trajeto incluiu algumas horas de carro até Salvador e mais quatro horas de voo até chegar na capital catarinense. No total, uma viagem de quase 3 mil quilômetros.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Ela afirma que se viesse de carro o tempo do trajeto seria quase cinco vezes mais longo, cerca de 34 horas de viagem. &#8220;Todos os anos eu faço questão de estar na Parada de Floripa. A festa e celebração do orgulho vem tomando seu espaço e hoje está entre uma das maiores do país&#8221;, diz Roseli.</p>
<figure id="attachment_3202" aria-describedby="caption-attachment-3202" style="width: 800px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-3202" src="https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2023/09/100-mil-pessoas-de-todo-o-Brasil-lotam-Beira-mar-Continental-de-Florianopolis-800x533.png" alt="Conheça quem enfrentou horas de viagem para estar na Parada LGBTI+ de Floripa" width="800" height="533" title="Conheça quem enfrentou horas de viagem para estar na Parada LGBTI+ de Floripa" srcset="https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2023/09/100-mil-pessoas-de-todo-o-Brasil-lotam-Beira-mar-Continental-de-Florianopolis-800x533.png 800w, https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2023/09/100-mil-pessoas-de-todo-o-Brasil-lotam-Beira-mar-Continental-de-Florianopolis-1200x800.png 1200w, https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2023/09/100-mil-pessoas-de-todo-o-Brasil-lotam-Beira-mar-Continental-de-Florianopolis-768x512.png 768w, https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2023/09/100-mil-pessoas-de-todo-o-Brasil-lotam-Beira-mar-Continental-de-Florianopolis-1536x1023.png 1536w, https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2023/09/100-mil-pessoas-de-todo-o-Brasil-lotam-Beira-mar-Continental-de-Florianopolis-150x100.png 150w, https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2023/09/100-mil-pessoas-de-todo-o-Brasil-lotam-Beira-mar-Continental-de-Florianopolis.png 1600w" sizes="auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px" /><figcaption id="caption-attachment-3202" class="wp-caption-text">Mais de 100 mil pessoas de todo o país lotaram a Avenida Beira-Mar Continental na 16ª Parada LGBTI+ de Florianópolis &#8211; Foto: Divulgação/Floripa.LGBT</figcaption></figure>
<p>Quem também viajou de longe para estar na parada foi Donizete Barboza, 42 anos, que trabalhava vendendo copos e leques da diversidade no último domingo (10).</p>
<p>Ele mora em Curitiba e estava a 297 km de casa, cerca de quatro horas de viagem de carro. Donizete acompanha paradas da diversidade em todo o Brasil e conta que encontrou nesses eventos uma forma de ganhar dinheiro.</p>
<p>Antes da Parada LGBTI+ de Floripa esteve na parada LGBTQIA+ de Criciúma, no Sul do Estado, em junho, e já se programa para as próximas que estão por vir.</p>
<p>&#8220;A procura é bastante, eu já vendi 30 bandeiras, 10 leques e 45 copos e espero vender o máximo que conseguir&#8221;, disse Donizete por volta das 18h30 do último domingo (10).</p>
<figure id="attachment_3198" aria-describedby="caption-attachment-3198" style="width: 800px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-3198" src="https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2023/09/Parada-LGBTI-de-Florianopolis-@Floripa.LGBT_-800x600.png" alt="Conheça quem enfrentou horas de viagem para estar na Parada LGBTI+ de Floripa" width="800" height="600" title="Conheça quem enfrentou horas de viagem para estar na Parada LGBTI+ de Floripa" srcset="https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2023/09/Parada-LGBTI-de-Florianopolis-@Floripa.LGBT_-800x600.png 800w, https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2023/09/Parada-LGBTI-de-Florianopolis-@Floripa.LGBT_-1200x900.png 1200w, https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2023/09/Parada-LGBTI-de-Florianopolis-@Floripa.LGBT_-768x576.png 768w, https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2023/09/Parada-LGBTI-de-Florianopolis-@Floripa.LGBT_-1536x1152.png 1536w, https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2023/09/Parada-LGBTI-de-Florianopolis-@Floripa.LGBT_-2048x1536.png 2048w, https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2023/09/Parada-LGBTI-de-Florianopolis-@Floripa.LGBT_-320x240.png 320w, https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2023/09/Parada-LGBTI-de-Florianopolis-@Floripa.LGBT_-150x113.png 150w" sizes="auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px" /><figcaption id="caption-attachment-3198" class="wp-caption-text">Donizete Barboza percorre paradas da diversidade em todo o Brasil para vender bandeiras, copos e leques temáticos &#8211; Foto: Alan Cavalieri/Floripa.LGBT</figcaption></figure>
<p>Teve quem se deslocou de outras regiões de Santa Catarina para prestigiar o domingo do orgulho na Capital. Uma delas foi Nicole Mesquita, de 25 anos. A gerente comercial rodou por 291 km para chegar a Florianópolis.</p>
<p>Ela saiu de Blumenau, onde mora, foi até Joinville e depois veio junto com a excursão que partiu em direção à Parada às 9h e chegou na concentração, na Beira-Mar Continental, cerca de quatro horas depois.</p>
<p>Quando o <strong>Floripa.LGBT</strong> encontrou com Nicole, ao fim da parada, ela estava ao lado das pessoas da excursão já se aglomerando para retornar a Joinville. A animação e alegria era nítida no rosto de cada um que aproveitou o domingo do orgulho.</p>
<blockquote><p>&#8220;A Parada é um movimento, muito mais que uma festa, um orgulho da gente que traz uma representatividade gigantesca&#8221;, ressalta Nicole, com o sentimento de dever cumprido.</p></blockquote>
<figure id="attachment_3201" aria-describedby="caption-attachment-3201" style="width: 800px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-3201" src="https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2023/09/viajantes-na-parada-LGBI-de-Florianopolis-@Floripa.LGBT_-800x600.png" alt="Conheça quem enfrentou horas de viagem para estar na Parada LGBTI+ de Floripa" width="800" height="600" title="Conheça quem enfrentou horas de viagem para estar na Parada LGBTI+ de Floripa" srcset="https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2023/09/viajantes-na-parada-LGBI-de-Florianopolis-@Floripa.LGBT_-800x600.png 800w, https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2023/09/viajantes-na-parada-LGBI-de-Florianopolis-@Floripa.LGBT_-1200x900.png 1200w, https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2023/09/viajantes-na-parada-LGBI-de-Florianopolis-@Floripa.LGBT_-768x576.png 768w, https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2023/09/viajantes-na-parada-LGBI-de-Florianopolis-@Floripa.LGBT_-1536x1152.png 1536w, https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2023/09/viajantes-na-parada-LGBI-de-Florianopolis-@Floripa.LGBT_-2048x1536.png 2048w, https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2023/09/viajantes-na-parada-LGBI-de-Florianopolis-@Floripa.LGBT_-320x240.png 320w, https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2023/09/viajantes-na-parada-LGBI-de-Florianopolis-@Floripa.LGBT_-150x113.png 150w" sizes="auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px" /><figcaption id="caption-attachment-3201" class="wp-caption-text">Nicole Mesquita é de Blumenau e foi até Joinville para pegar a excursão em direção à 16ª Parada LGBTI+ de Florianópolis &#8211; Foto: Alan Cavalieri/Floripa.LGBT</figcaption></figure>
<p>São muitas as histórias dos milhares visitantes da 16ª Parada LGBTI+ de Florianópolis. Moradores da cidade, de Santa Catarina e de outros estados do Brasil fizeram do ato político o <a href="https://floripa.lgbt/cidadania/parada-lgbti-reune-100-mil-pessoas-e-se-torna-a-maior-da-historia-de-florianopolis/" target="_blank" rel="noopener"><strong>maior da história da Ilha da Magia</strong></a> em um dia marcado por orgulho, luta, reivindicações de direitos e busca por um espaço cada vez mais digno.</p>
<p><em>Sob supervisão de Danilo Duarte</em></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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            <media:description><![CDATA[Roseli Silva programou suas férias e viajou do interior da Bahia para 16ª Parada LGBTI+ de Florianópolis a quase 3 mil quilômetros de casa - ALAN CAVALIERI/floripa.LGBT]]></media:description>    
            <media:credit role="author" scheme="urn:ebu"><![CDATA[]]></media:credit>

        </media:content>	</item>
		<item>
		<title>AmbulaTrans de São José se apresenta em congresso de municípios de SC</title>
		<link>https://floripa.lgbt/saude/ambulatrans-de-sao-jose-se-apresenta-em-congresso-de-municipios-de-sc/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Alan Cavalieri]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 Sep 2023 13:31:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[São José]]></category>
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					<description><![CDATA[Contabilizando dois prêmios, AmbulaTrans se prepara para expor em congresso estadual para cerca de 5 mil pessoas entre os dias 27 e 29 de setembro]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O <a href="https://www.instagram.com/ambulatranssaojose/" target="_blank" rel="noopener">AmbulaTrans</a> (Ambulatório para Atendimento integral à saúde da população transgênero de São José) está entre as <strong><a href="https://floripa.lgbt/saude/ambula-trans-de-sao-jose-e-premiado-na-18a-mostra-brasil-do-sus/" target="_blank" rel="noopener">50 iniciativas selecionadas</a></strong> para se apresentar no Comac-SC (Congresso das Associações, Municípios e Consórcios) marcado para os dias 27 a 29 de setembro, na Arena Opus, em São José.</p>
<p>O objetivo do congresso é mapear boas práticas realizadas nas cidades do Brasil em diversas áreas de atuação por meio do Banco de Boas Práticas do Sistema <a href="https://www.fecam.org.br/" target="_blank" rel="noopener">Fecam</a> (Federação dos Consórcios, Associações e Municípios de Santa Catarina).</p>
<figure id="attachment_3171" aria-describedby="caption-attachment-3171" style="width: 800px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-3171" src="https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2023/09/ambulatrans-de-sao-jose-e1694611455870-800x592.jpg" alt="AmbulaTrans de São José se apresenta em congresso de municípios de SC" width="800" height="592" title="AmbulaTrans de São José se apresenta em congresso de municípios de SC" srcset="https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2023/09/ambulatrans-de-sao-jose-e1694611455870-800x592.jpg 800w, https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2023/09/ambulatrans-de-sao-jose-e1694611455870-768x568.jpg 768w, https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2023/09/ambulatrans-de-sao-jose-e1694611455870-150x111.jpg 150w, https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2023/09/ambulatrans-de-sao-jose-e1694611455870.jpg 1080w" sizes="auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px" /><figcaption id="caption-attachment-3171" class="wp-caption-text">AmbulaTrans de São José oferece serviço multiprofissional de cuidado integral para população Transexual da cidade &#8211; Foto: PMSJ/Reprodução</figcaption></figure>
<p>Todos os participantes do congresso integram o Banco de Boas Práticas, pré-requisito para apresentação no Comac-SC. Entre os critérios para seleção está Criatividade, replicabilidade, impacto social, inovação, envolvimento da população, economia e otimização de recursos financeiros, bem como a obtenção dos resultados desejados.</p>
<p>O AmbulaTrans-SJ é uma iniciativa da <a href="https://saojose.sc.gov.br/" target="_blank" rel="noopener">rede de saúde de São José</a> que oferece assistência médica, de enfermagem, psicológica e social para as mulheres e homens trans cadastrados nas Unidades Básicas de Saúde (UBS).</p>
<p>O serviço funciona dentro da Policlínica de Campinas e é realizado nas terças-feiras, das 18h às 22h, e a equipe técnica está estudando a possibilidade de ampliar o serviço para mais dias. O AmbulaTrans oferece consultas médicas e de enfermagem, testes rápidos, aconselhamento psicológico e apoio sócio familiar para a comunidade trans do município.</p>
<p>O psicólogo idealizador do projeto, Hubert Beck, conta que participar do congresso é uma oportunidade para mostrar o trabalho que faz e dar a chance para outros locais criarem as próprias políticas para população trans. Alerta que é importante reverter as estatísticas terríveis que assolam essa população.</p>
<blockquote><p>&#8220;Ter a oportunidade de levar essa experiência para pessoas de fora é um privilégio, para que, quem sabe um dia, as pessoas trans possam ter acolhimento e cuidado em saúde dignos, de qualidade e garantido em constituição para todes, todas e todos.&#8221;</p></blockquote>
<h2>AmbulaTrans-SJ recebe dois prêmios em 2023</h2>
<p>Destaque no estado, a incitava já realizou mais de três mil atendimentos desde 2021. Reflexo da atuação direta destinado à população trans, em julho deste ano, o projeto foi selecionado como o melhor trabalho de SC e entre os três melhores do Brasil na mostra nacional &#8216;Aqui Tem SUS&#8217;, promovida pelo Conselho Nacional dos Secretários Municipais de Saúde (CONASEMS).</p>
<p>Em consequência disso, teve a gravação de um webdocumentário e ganhou o título de &#8220;Saúde Reprodutiva para tod@s&#8221; do Fundo de População da ONU Brasil (UNFPA).</p>
<p><em>Sob supervisão de Danilo Duarte</em></p>
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            <media:description><![CDATA[AmbulaTrans de São José oferece serviço multiprofissional de cuidado integral para população Transexual da cidade - Foto: PMSJ/Reprodução]]></media:description>    
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		<title>Parada LGBTI+: saiba como chegar, o que levar e dicas de segurança</title>
		<link>https://floripa.lgbt/agenda-de-eventos/parada-lgbti-de-floripa-saiba-o-que-levar-dicas-de-seguranca-e-como-chegar/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Alan Cavalieri]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 09 Sep 2023 23:41:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agenda de eventos]]></category>
		<category><![CDATA[Paradas LGBTI+]]></category>
		<category><![CDATA[Florianópolis]]></category>
		<category><![CDATA[Parada do Orgulho LGBT+ de Florianópolis]]></category>
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					<description><![CDATA[A contagem regressiva já começou e você fica sabendo aqui como chegar de ônibus, onde estacionar e como a parada está organizada para receber o público]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Já está tudo pronto para a 16ª Parada LGBTI+ de Florianópolis, que acontece <a href="https://floripa.lgbt/parada/"><strong>neste domingo (10)</strong></a>, na Avenida Beira-Mar Continental. Para ajudar quem está precisando saber mais detalhes sobre a festa da comunidade LGBT na capital catarinense, o <strong>Floripa.LGBT</strong> preparou um guia completo com informações sobre o que levar (e o que deve ficar de fora), dicas de segurança e como chegar até a festa que inclui um ato político.</span></p>
<figure id="attachment_3047" aria-describedby="caption-attachment-3047" style="width: 800px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-3047 size-medium" src="https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2023/09/Palco-da-Parada-LGBTI-e-montado-na-Beira-Mar-Continental-Foto-Danilo-Duarte-12-800x450.jpeg" alt="Parada LGBTI+: saiba como chegar, o que levar e dicas de segurança" width="800" height="450" title="Parada LGBTI+: saiba como chegar, o que levar e dicas de segurança" srcset="https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2023/09/Palco-da-Parada-LGBTI-e-montado-na-Beira-Mar-Continental-Foto-Danilo-Duarte-12-800x450.jpeg 800w, https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2023/09/Palco-da-Parada-LGBTI-e-montado-na-Beira-Mar-Continental-Foto-Danilo-Duarte-12-768x432.jpeg 768w, https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2023/09/Palco-da-Parada-LGBTI-e-montado-na-Beira-Mar-Continental-Foto-Danilo-Duarte-12-150x84.jpeg 150w, https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2023/09/Palco-da-Parada-LGBTI-e-montado-na-Beira-Mar-Continental-Foto-Danilo-Duarte-12.jpeg 1024w" sizes="auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px" /><figcaption id="caption-attachment-3047" class="wp-caption-text">Palco da Parada LGBTI+ é montado na Beira-Mar Continental &#8211; Foto: Danilo Duarte/Floripa.LGBT</figcaption></figure>
<p><span style="font-weight: 400;"> Com o tema “Políticas públicas por inteiro e não pela metade”, a <a href="https://floripa.lgbt/agenda-de-eventos/mais-de-30-mil-pessoas-confirmaram-presenca-na-parada-lgbti-de-florianopolis/"><strong>Parada LGBTI+ de Floripa deve receber de 80 a 100 mil pessoas</strong></a> (o número foi revisado pela organização no dia anterior). Para recepcionar todo esse público, a organização do evento prevê uma série de detalhes.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">São apresentações de </span><span style="font-weight: 400;">diversos artistas da cena LGBTI+ local e nacional, reforço da </span><span style="font-weight: 400;">segurança pública e privada durante todo o evento, quase 200 banheiros químicos distribuídas ao longo da Avenida Beira-Mar Continental, coleta de lixo reforçada e também alterações no trânsito.</span></p>
<h2><strong>Pontos de entrada para a Parada LGBTI+</strong></h2>
<p>Para organizar o fluxo de pessoas e poder garantir a segurança do público, a organização elaborou três pontos de acesso, onde haverá controle e vistoria. Isso porque há uma série de itens que estão proibidos de entrar na Parada (saiba mais abaixo).</p>
<p><span style="font-weight: 400;">Haverá três pontos de entrada de pedestres para a Beira-Mar Continental. São eles:</span></p>
<ul>
<li><span style="font-weight: 400;">Rua Fúlvio Aducci</span></li>
<li><span style="font-weight: 400;">Rua Santos Saraiva</span></li>
<li><span style="font-weight: 400;">Rua Aracy Vaz Callado</span></li>
</ul>
<h2><strong>Veja as mudanças de trânsito no dia da Parada LGBTI+</strong></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">O evento começa a partir das 11h e a Beira-Mar Continental, no bairro Estreito, estará exclusiva para pedestres e com trânsito para veículos bloqueado nas ruas de acesso à avenida, seja a ligação pela ponte Colombo Salles, ou pelas ruas Capitão Euclides de Castro, Fúlvio Aducci e Santos Saraiva.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A concentração começa próximo dos pilares da Ponte Hercílio Luz, já no lado continental da cidade, e a Parada deve percorrer toda a extensão da avenida ao longo do dia. </span></p>
<h2><strong>Como chegar na Parada LGBTI+ de ônibus</strong></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Com todas essas mudanças no trânsito e considerando o grande público previsto, o melhor caminho para chegar até a Parada LGBTI+ de Floripa é o transporte público.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Os ônibus funcionarão com quadro de horários de domingo, sem previsão de viagens extras (mas a situação pode ser alterada caso haja demanda maior). </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A linhas de ônibus que dão acesso à Beira-Mar Continental a partir do Ticen (Terminal de Integração do Centro) são:</span></p>
<p><strong>Plataforma B</strong></p>
<ul>
<li>630 &#8211; Corredor Continente</li>
<li>631 &#8211; Capoeiras</li>
<li>661 &#8211; Balneário</li>
<li>663 &#8211; Coloninha via Araci Vaz Callado</li>
<li>671 &#8211; Vila / Promorar</li>
<li>844 &#8211; Bairro de Fátima</li>
</ul>
<p><strong>Plataforma C</strong></p>
<ul>
<li><span style="font-weight: 400;">43400 &#8211; Jardim Janaína </span></li>
</ul>
<p><strong>Plataforma D</strong></p>
<ul>
<li><span style="font-weight: 400;">10400 &#8211; Bairro Ipiranga </span></li>
<li><span style="font-weight: 400;">44300 &#8211; Biguaçu</span></li>
</ul>
<p>Para saber os horários das linhas de ônibus, acesse o site do <span style="font-weight: 400;"><a href="https://www.consorciofenix.com.br/" target="_blank" rel="noopener">Consórcio Fênix</a>, responsável pelas rotas de ônibus de Florianópolis.</span></p>
<h2>Como será a segurança da Parada LGBTI+</h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Por conta da expectativa de receber milhares de pessoas, a 16ª Parada LGBTI+ terá apoio com equipes da <a href="https://www.pmf.sc.gov.br/" target="_blank" rel="noopener">Guarda Municipal</a> e da <a href="https://pm.sc.gov.br/" target="_blank" rel="noopener">Polícia Militar</a> durante todo o dia. Além disso, cerca de 85 seguranças privados foram contratados.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Os três pontos de entrada contarão com serviço de revista para evitar que os participantes entrem com garrafa de vido e objetos cortantes.</span></p>
<h2>Mais banheiros durante a Parada</h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Neste ano, o número de banheiros químicos foi ampliado. A organização da 16ª Parada LGBTI+ colocará 180 banheiros à disposição do público.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Além disso, para o descarte de materiais em vidro, proibidos no evento, serão instalados pontos </span>de entrega voluntária (PEVs) de vidro nos acessos do público à Beira-Mar Continental.</p>
<p>Em toda a área do evento será estimulado o uso de copos e garrafas retornáveis e instalados latões para os resíduos que forem descartados.</p>
<h2>O que eu posso levar para a Parada LGBTI+?</h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Além de alegria, respeito e amor, há algumas dicas importantes para curtir a Parada LGBTI+ sem descuidar da sua saúde e segurança.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Por isso, confira as dicas do <strong>Floripa.LGBT</strong> para você ter uma parada inesquecível:</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">1 &#8211; Beba muita água! É importante se manter hidratado para curtir um dia inteiro de Parada!</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">2 &#8211; </span><span style="font-weight: 400;">A previsão do tempo indica que as temperaturas não devem passar dos 23ºC. Por isso, l</span><span style="font-weight: 400;">eve um casaco. Estamos no inverno, em um lugar a céu aberto e à beira da Baía Norte de Florianópolis. Por isso a temperatura pode cair (ou seu corpo esfriar) quando você sair da Parada e estiver a caminho de casa!</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">3 &#8211; Tenha uma pochete ou doleira para guardar itens importantes. Assim você pode carregar o celular e pertences pessoais em segurança.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">4 &#8211; Leve uma barrinha de chocolate ou de proteína. Isso ajuda naqueles momentos que a fome apertar (ou você precisar compensar a dieta com glicose extra).</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">5 &#8211; </span><span style="font-weight: 400;">Preservativo, indispensável para você se proteger e cuidar da sua saúde!</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">6 &#8211; Cores! Bandeiras, óculos, adesivos, adereços &#8230; Use e abuse da criatividade para mostrar o seu orgulho em ser da comunidade LGBTI+! </span></p>
<h2>O que eu não devo levar para a Parada LGBTI+?</h2>
<p><span style="font-weight: 400;">1 &#8211;  Objetos pontiagudos, perfurantes ou cortantes (vidro, tesoura, estiletes, pinças, cortadores de unha, saca-rolhas);</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">2 &#8211; Fogos de artifício, explosivos, sinalizadores e dispositivos incendiários de qualquer espécie;</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">3 &#8211; Substâncias inflamáveis, corrosivas, venenosas e/ou tóxicas;</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">4 &#8211; Equipamentos como tasers, ponteiros de laser, luzes estroboscópicas ou outros dispositivos emissores de luz;</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">5 &#8211;  Bandeiras ou cartazes contendo mensagens ou símbolos com referências a causas discriminatórias, ofensivas, homofóbicas, racistas ou xenófobas. Afinal, <a href="https://floripa.lgbt/justica/stf-equipara-ofensas-a-comunidade-lgbt-ao-crime-de-injuria-racial/"><strong>LGBTfobia é crime!</strong></a></span></p>
<h2>Quais serão os shows da Parada LGBTI+</h2>
<p>Entre as atrações da 16ª Parada LGBTI+, o destaque será Lexa, a cantora dona de hits se apresentará no palco principal e deve colocar a multidão pra dançar muito.</p>
<p>Além dela, haverá artistas da cena local e nacional, como Selma Light, Alice Cavazzott, Lirous K&#8217;yo, Keco Cardozo, Mara Bens, Suzaninha e Suzy Brasil.</p>
<p>Além do palco principal, haverá <a href="https://floripa.lgbt/agenda-de-eventos/trios-com-open-bar-agitam-parada-lgbti-de-florianopolis-saiba-mais/"><strong>três trios elétricos movimentando a Parada LGBTI+</strong></a> deste ano. Os trios partem do início da concentração, próximo à cabeceira da Ponte Hercílio luz, e devem começar a percorrer a Avenida Beira-Mar Continental por volta das 16h.</p>
<p>A comissão organizadora terá seu próprio trio, com apresentações dos artistas divulgados e mais dois vencedores do concurso de voz da <a href="https://floripa.lgbt/economia/empreendedorismo/diversa-feira-cultural-movimenta-artistas-e-empreendedores-lgbti-em-florianopolis/"><strong>Diversa Feira Cultural LGBTI+</strong></a>.</p>
<p>O tradicional Bar do Deca também terá sua própria estrutura, colocando na pista o <a href="https://www.sympla.com.br/evento/trio-do-deca-parada-da-diversidade-2023-florianopolis-pos-parada-deca/2127135" target="_blank" rel="noopener">Trio do Deca</a>. A Conca Club fará o mesmo e apresentará o <a href="https://www.sympla.com.br/evento/trio-da-conca-parada-da-diversidade-2023-florianopolis/2130125" target="_blank" rel="noopener">Trio da Conca</a>.</p>
<p><em>sob supervisão de Danilo Duarte.</em></p>
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