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	<title>Lesbofobia</title>
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	<description>Notícias, eventos e informações sobre a comunidade LGBTQIAP+ de Florianópolis e região</description>
	<lastBuildDate>Tue, 17 Sep 2024 21:46:36 +0000</lastBuildDate>
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	<title>Lesbofobia</title>
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		<title>Shopping usa &#8220;código homossexual&#8221; como ocorrência de segurança</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Vitor Both]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 17 Sep 2024 20:42:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Homofobia]]></category>
		<category><![CDATA[Lesbofobia]]></category>
		<category><![CDATA[Transfobia]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Pernambuco]]></category>
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					<description><![CDATA[Equipe de segurança do shopping tem código de ocorrência impresso no crachá para identificar pessoas LGBT+. Empresa nega discriminação]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Um crachá com o código &#8220;homossexual&#8221; entre as ocorrências de segurança de um <a href="https://floripa.lgbt/justica/stf-rejeita-exame-de-recurso-sobre-o-uso-de-banheiro-por-pessoa-trans/">shopping</a> em Olinda (PE) chamou atenção de um frequentador que teve acesso ao documento e o assunto passou a repercutir nacionalmente como indício de homofobia. A lista contém mais de 35 códigos, como casos de furto, assalto, agressão e crianças perdidas e serve para que a equipe interna de segurança possa conversar de forma objetiva e de forma discreta.</p>
<figure id="attachment_9067" aria-describedby="caption-attachment-9067" style="width: 1542px" class="wp-caption alignnone"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="size-full wp-image-9067" src="https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2024/09/tacaruna-fachada.jpg" alt="Shopping usa código &quot;homossexual&quot; como ocorrência de segurança interna" width="1542" height="872" title="Shopping usa &quot;código homossexual&quot; como ocorrência de segurança" srcset="https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2024/09/tacaruna-fachada.jpg 1542w, https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2024/09/tacaruna-fachada-800x452.jpg 800w, https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2024/09/tacaruna-fachada-1200x679.jpg 1200w, https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2024/09/tacaruna-fachada-768x434.jpg 768w, https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2024/09/tacaruna-fachada-1536x869.jpg 1536w, https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2024/09/tacaruna-fachada-150x85.jpg 150w" sizes="(max-width: 1542px) 100vw, 1542px" /><figcaption id="caption-attachment-9067" class="wp-caption-text">Shopping usa código &#8220;homossexual&#8221; como ocorrência de segurança interna &#8211; Foto: Divulgação/Floripa.LGBT</figcaption></figure>
<p>O caso foi revelado em uma <a href="https://marcozero.org/codigo-homossexual-para-segurancas-do-shopping-tacaruna-gera-denuncia-por-homofobia/" target="_blank" rel="noopener">reportagem do Marco Zero</a>. O jovem, que não quis se identificar, relatou ao jornal que já havia notado comportamentos discriminatórios pela equipe de segurança do shopping, antes mesmo de saber que havia um código para identificar pessoas LGBT+.</p>
<blockquote><p>“Na hora que vi o crachá me passaram várias coisas na cabeça e tantos eventos e situações fizeram sentido. A discriminação corriqueira que já havia notado tantas vezes naquele ambiente, comigo e com outros, não se tratava da conduta de algum colaborador específico, mas do próprio protocolo administrativo do shopping. Eles literalmente institucionalizaram a descriminalização em razão da sexualidade”, disse o jovem ao jornal.</p></blockquote>
<figure id="attachment_9066" aria-describedby="caption-attachment-9066" style="width: 319px" class="wp-caption alignleft"><img decoding="async" class=" wp-image-9066" src="https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2024/09/shopping_tacaruna_codigo_homossexual-621x800.jpeg" alt="Shopping usa código &quot;homossexual&quot; para ocorrências de segurança " width="319" height="411" title="Shopping usa &quot;código homossexual&quot; como ocorrência de segurança" srcset="https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2024/09/shopping_tacaruna_codigo_homossexual-621x800.jpeg 621w, https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2024/09/shopping_tacaruna_codigo_homossexual-932x1200.jpeg 932w, https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2024/09/shopping_tacaruna_codigo_homossexual-768x989.jpeg 768w, https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2024/09/shopping_tacaruna_codigo_homossexual-150x193.jpeg 150w, https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2024/09/shopping_tacaruna_codigo_homossexual.jpeg 955w" sizes="(max-width: 319px) 100vw, 319px" /><figcaption id="caption-attachment-9066" class="wp-caption-text">Seguranças usam código para identificar pessoas LGBT+ em ocorrências de segurança – Foto: Reprodução/Marco Zero</figcaption></figure>
<p>A foto que registrou o &#8220;código homossexual&#8221; viralizou rapidamente na internet. Além do código 30, a lista conta com ocorrências consideradas corriqueiras, como veículos abertos, faróis acesos ou mesmo entrada de mercadorias fora do horário estipulado pela administração do shopping.</p>
<p>Considerando o caso como <strong><a href="https://floripa.lgbt/justica/direitos-humanos/forum-de-violencia-urbana-vai-discutir-homofobia-e-racismo-em-florianopolis/">homofobia</a>,</strong> o frequentador fez denúncias à Comissão de Cidadania, Direitos Humanos e Participação Popular da Assembleia Legislativa de Pernambuco e para a Comissão da Diversidade Sexual e de Gênero da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-PE).</p>
<p>O advogado Sérgio Pessoa, presidente da Comissão de Diversidade Sexual e de Gênero da OAB-PE, encaminhou a denúncia para o Ministério Público de Pernambuco (MPPE). Dependendo das investigações, o shopping pode ser alvo de uma ação coletiva indenizatória.</p>
<h2>Shopping confirma existência do código &#8220;Homossexual&#8221;, mas nega homofobia</h2>
<p>Em nota à publicação, o shopping Tacaruna reconheceu os códigos utilizados no crachá da equipe de segurança e afirmou que são utilizados em casos de emergência e para resguardar a segurança de todos, sem orientação discriminatória.</p>
<p>&#8220;No caso em questão, reconhecemos o erro e nos desculpamos pelo uso inadequado do termo. Mas o único objetivo era garantir o direito amplo a todas as pessoas. Pedimos desculpas por qualquer interpretação fora desse contexto. Asseguramos que estamos revisando todos os termos adotados”, finaliza a nota.</p>
<p><em>* Sob supervisão de Danilo Duarte</em></p>
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            <media:description><![CDATA[Shopping usa código "homossexual" como ocorrência de segurança interna - Foto: Divulgação/Floripa.LGBT]]></media:description>    
            <media:credit role="author" scheme="urn:ebu"><![CDATA[]]></media:credit>

        </media:content>	</item>
		<item>
		<title>Sarau Sapatão debate a luta lésbica e o lesbo-ódio em Florianópolis</title>
		<link>https://floripa.lgbt/agenda-de-eventos/sarau-sapatao-debate-a-luta-lesbica-e-o-lesbo-odio-em-florianopolis/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Natan Balthazar]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 25 Feb 2024 15:38:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agenda de eventos]]></category>
		<category><![CDATA[Lesbofobia]]></category>
		<category><![CDATA[Florianópolis]]></category>
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					<description><![CDATA[Com uma roda de conversa com o tema "cuidando de nós e das nossas contra o lesbo-ódio", Sarau Sapatão acontece nesse domingo]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Sarau Sapatão, um evento aberto e gratuito, acontece neste domingo (25), no Parque da Luz, no Centro. Será um evento de acolhimento, onde os participantes poderão compartilhar alimentos, artes e participar de rodas de conversa. O evento está programado a partir das 15h.</p>
<figure id="attachment_5739" aria-describedby="caption-attachment-5739" style="width: 1066px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" class="wp-image-5739 size-full" src="https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2024/02/Sarau-Sapatao-e1708707701479.jpg" alt="Sarau Sapatão debate a luta lésbica e o lesbo-ódio em Florianópolis" width="1066" height="643" title="Sarau Sapatão debate a luta lésbica e o lesbo-ódio em Florianópolis" srcset="https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2024/02/Sarau-Sapatao-e1708707701479.jpg 1066w, https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2024/02/Sarau-Sapatao-e1708707701479-800x483.jpg 800w, https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2024/02/Sarau-Sapatao-e1708707701479-768x463.jpg 768w, https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2024/02/Sarau-Sapatao-e1708707701479-150x90.jpg 150w" sizes="(max-width: 1066px) 100vw, 1066px" /><figcaption id="caption-attachment-5739" class="wp-caption-text">Sarau Sapatão será mais um de vários eventos em prol da luta lésbica &#8211; Foto: Divulgação/Mudiá Coletiva Lésbica/Floripa.LGBT</figcaption></figure>
<p>Organizado pelo coletivo <a href="https://www.instagram.com/mudiacoletivalesbicafloripa?utm_source=ig_web_button_share_sheet&amp;igsh=ZDNlZDc0MzIxNw==" target="_blank" rel="noopener">Mudiá</a>, o Sarau Sapatão contará com a roda de conversa a partir do tema &#8220;cuidando de nós e das nossas contra o lesbo-ódio&#8221;.</p>
<p>Se propondo como um espaço seguro e acolhedor, o Sarau Sapatão convida a comunidade LGBTQIA+ a compartilhar suas artes, poesias e respeito em prol da luta lésbica em Florianópolis.</p>
<blockquote class="instagram-media" style="background: #FFF; border: 0; border-radius: 3px; box-shadow: 0 0 1px 0 rgba(0,0,0,0.5),0 1px 10px 0 rgba(0,0,0,0.15); margin: 1px; max-width: 540px; min-width: 326px; padding: 0; width: calc(100% - 2px);" data-instgrm-permalink="https://www.instagram.com/p/C3nhntJRUUK/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" data-instgrm-version="14">
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<p>&nbsp;</p>
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<p>&nbsp;</p>
<p style="color: #c9c8cd; font-family: Arial,sans-serif; font-size: 14px; line-height: 17px; margin-bottom: 0; margin-top: 8px; overflow: hidden; padding: 8px 0 7px; text-align: center; text-overflow: ellipsis; white-space: nowrap;"><a style="color: #c9c8cd; font-family: Arial,sans-serif; font-size: 14px; font-style: normal; font-weight: normal; line-height: 17px; text-decoration: none;" href="https://www.instagram.com/p/C3nhntJRUUK/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" target="_blank" rel="noopener">Uma publicação compartilhada por Mudiá Coletiva Lésbica (@mudiacoletivalesbicafloripa)</a></p>
</div>
</blockquote>
<p><script async src="//www.instagram.com/embed.js"></script></p>
<p>O evento tem o apoio e participação da vereadora Carla Ayres (PT), primeira vereadora lésbica de Florianópolis. Carla é autora da Lei Luana Barbosa, que institui o dia de enfrentamento ao <strong><a href="https://floripa.lgbt/seguranca/violencia-contra-lgbts/suspeito-de-matar-carol-campelo-e-identificado-e-preso-40-dias-apos-o-crime/" target="_blank" rel="noopener">lesbocídio</a></strong> em Florianópolis.</p>
<p><strong>O que é o Lesbocídio?</strong></p>
<p>O conceito de lesbocídio é definido como morte de lésbicas com forte componente lesbofóbico ou motivada diretamente por lesbofobia, ódio, repulsa e/ou discriminação contra a existência lésbica.</p>
<p>Outro elemento que recorrentemente compõe casos de lesbocídio é o desrespeito à memória da vítima e o apagamento ou a negação de sua condição lésbica, após a morte.</p>
<p><em> * Sob supervisão de Danilo Duarte</em></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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            <media:description><![CDATA[Sarau Sapatão será mais um de vários eventos em prol da luta lésbica - Foto: Divulgação/Mudiá Coletiva Lésbica]]></media:description>    
            <media:credit role="author" scheme="urn:ebu"><![CDATA[]]></media:credit>

        </media:content>	</item>
		<item>
		<title>Ato em Florianópolis pede justiça após assassinato de Carol Câmpelo</title>
		<link>https://floripa.lgbt/seguranca/lesbofobia/ato-florianopolis-carol-campelo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 Dec 2023 14:57:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Lesbofobia]]></category>
		<category><![CDATA[Florianópolis]]></category>
		<category><![CDATA[Maranhão]]></category>
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					<description><![CDATA[Manifestação clamou por esclarecimentos sobre a morte de Carol Câmpelo. Ato aconteceu no Largo da Catedral Metropolitana de Florianópolis]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Um ato realizado nesta quarta-feira (20), clamou por justiça diante da <strong><a href="https://floripa.lgbt/seguranca/lesbofobia/ato-em-florianopolis-carol-campelo/">morte de Carol Câmpelo</a></strong>, no Maranhão. A manifestação que aconteceu no Largo da Catedral Metropolitana de Florianópolis reuniu lideranças LGBTI+, especialmente lésbicas e bisexuais.</p>
<figure id="attachment_5267" aria-describedby="caption-attachment-5267" style="width: 800px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-5267" src="https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2024/01/ato-lesbocidio-carol-camepllo-florianopolis.png" alt="Ato em Florianópolis pede justiça após assassinato de Carol Campelo" width="800" height="527" title="Ato em Florianópolis pede justiça após assassinato de Carol Câmpelo" srcset="https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2024/01/ato-lesbocidio-carol-camepllo-florianopolis.png 537w, https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2024/01/ato-lesbocidio-carol-camepllo-florianopolis-150x99.png 150w" sizes="auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px" /><figcaption id="caption-attachment-5267" class="wp-caption-text">Ato em Florianópolis pede justiça após assassinato de Carol Campelo &#8211; Foto: Divulgação/Floripa.LGBT</figcaption></figure>
<p>O ato foi organizado pela  <a href="https://www.instagram.com/mudiacoletivalesbicafloripa/" target="_blank" rel="noopener">Mudiá Coletiva Lésbica</a>, com apoio do mandato da vereadora Carla Ayres e do <a href="https://www.instagram.com/conselholgbtfloripa/" target="_blank" rel="noopener">Conselho Municipal de Direitos LGBT (CMDLGBT)</a>.</p>
<p>Ana Caroline Sousa Câmpelo, de 21 anos, uma <a href="https://floripa.lgbt/seguranca/lesbofobia/lesbicas-foram-alvo-de-85-violacoes-de-direitos-em-sc-em-2023-aponta-painel/"><strong>jovem lésbica, foi morta</strong></a> com requintes de crueldade, no dia 10 de dezembro de 2023, em Maranhãozinho, cidade que fica a 232 km de São Luís (MA).</p>
<p>Além de Florianópolis, houve manifestações nas principais cidades do País. O objetivo foi unificado, no sentido de reunir demais coletivas e militantes lésbicas para clamar por um basta ao lesbocídio e por leis que protejam as vidas de lésbicas e bisexuais e que combatam todas as formas de violências.</p>
<h2>Ato relembra a morte de Carol Câmpelo</h2>
<p>De acordo com o <a href="https://www.brasildefato.com.br/" target="_blank" rel="noopener">portal Brasil de Fato</a>, Carol Câmpelo havia se mudado havia poucos meses para a capital maranhense junto com a companheira e trabalhava na loja de conveniência em posto de combustíveis.</p>
<p>Ela “foi vista pela última vez por uma vizinha, sendo abordada por um homem numa motocicleta. O seu corpo foi encontrado pela Polícia Militar em uma estrada vicinal, sem a pele do rosto, o couro cabeludo, os olhos e as orelhas”, descreve o portal.</p>
<p>O caso vem sendo classificado como lesbocídio, que é compreendido como uma variante do feminicídio e se refere especificamente ao assassinato de lésbicas, tendo como motivação a lesbofobia.</p>
<p>Conforme o <a href="https://www.gov.br/mdh/pt-br/ondh/painel-de-dados" target="_blank" rel="noopener">Painel de Dados</a> do Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania (MDHC), já foram registradas 35 denúncias em que mulheres lésbicas foram as vítimas em 2023.</p>
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            <media:credit role="author" scheme="urn:ebu"><![CDATA[]]></media:credit>

        </media:content>	</item>
		<item>
		<title>Lesbocídio: ato em Florianópolis pede justiça pela morte de Carol Câmpelo</title>
		<link>https://floripa.lgbt/seguranca/lesbofobia/ato-em-florianopolis-carol-campelo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Danilo Duarte]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 Dec 2023 00:37:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Lesbofobia]]></category>
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					<description><![CDATA[Jovem lésbica Carol Câmpelo foi morta aos 21 anos, com requintes de crueldade. Lideranças de Florianópolis convocaram protesto]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Um ato em Florianópolis para a próxima quarta-feira (20) está sendo convocado por lideranças e movimentos de mulheres lésbicas pedindo por justiça, em reação ao assassinato de Ana Caroline Sousa Câmpelo, de 21 anos. A <a href="https://floripa.lgbt/seguranca/lesbofobia/lesbicas-foram-alvo-de-85-violacoes-de-direitos-em-sc-em-2023-aponta-painel/"><strong>jovem lésbica foi morta</strong></a> com requintes de crueldade, no último domingo (10), em Maranhãozinho, cidade que fica a 232 km de São Luís (MA).</p>
<figure id="attachment_4820" aria-describedby="caption-attachment-4820" style="width: 800px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-4820" src="https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2023/12/Carol-Campelo-e1702945560824-800x581.jpg" alt="Ato em Florianópolis pede justiça pela morte da lésbica Carol Câmpelo" width="800" height="581" title="Lesbocídio: ato em Florianópolis pede justiça pela morte de Carol Câmpelo" srcset="https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2023/12/Carol-Campelo-e1702945560824-800x581.jpg 800w, https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2023/12/Carol-Campelo-e1702945560824-768x558.jpg 768w, https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2023/12/Carol-Campelo-e1702945560824-150x109.jpg 150w, https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2023/12/Carol-Campelo-e1702945560824.jpg 848w" sizes="auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px" /><figcaption id="caption-attachment-4820" class="wp-caption-text">Ato em Florianópolis pede justiça pela morte da lésbica Carol Câmpelo &#8211; Foto: Reprodução/Floripa.LGBT</figcaption></figure>
<p>Em Florianópolis, o ato será realizado a partir das 17h da próxima quarta-feira (20), no Largo da Catedral Metropolitana e caminhar até a Câmara de Vereadores.</p>
<p>A organização do ato em Florianópolis está sendo liderada pela <a href="https://www.instagram.com/mudiacoletivalesbicafloripa/" target="_blank" rel="noopener">Mudiá Coletiva Lésbica</a>, com apoio do mandato da vereadora Carla Ayres e do <a href="https://www.instagram.com/conselholgbtfloripa/" target="_blank" rel="noopener">Conselho Municipal de Direitos LGBT (CMDLGBT)</a>.</p>
<p>&#8220;Convocamos todas as pessoas a estarem no ato por justiça à Carol Câmpelo, mais uma vítima de crime bárbaro de ódio. Vamos juntas, juntos e juntes clamar por um basta à violência contra mulheres que amam mulheres&#8221;, reforça a militante bissexual atualmente na presidência do Conselho Municipal LGBT de Florianópolis, Ana Paula Mendes.</p>
<p>De acordo com o <a href="https://www.brasildefato.com.br/" target="_blank" rel="noopener">portal Brasil de Fato</a>, Carol Câmpelo havia se mudado havia poucos meses para a capital maranhense junto com a companheira e trabalhava na loja de conveniência em posto de combustíveis.</p>
<p>Ela &#8220;foi vista pela última vez por uma vizinha, sendo abordada por um homem numa motocicleta. O seu corpo foi encontrado pela Polícia Militar em uma estrada vicinal, sem a pele do rosto, o couro cabeludo, os olhos e as orelhas&#8221;, descreve o portal.</p>
<p>O caso vem sendo classificado como lesbocídio, que é compreendido como uma variante do feminicídio e se refere especificamente ao assassinato de lésbicas, tendo como motivação a lesbofobia.</p>
<p>Conforme o <a href="https://www.gov.br/mdh/pt-br/ondh/painel-de-dados" target="_blank" rel="noopener">Painel de Dados</a> do Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania (MDHC), já foram registradas 35 denúncias em que mulheres lésbicas foram as vítimas em 2023.</p>
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            <media:description><![CDATA[Ato em Florianópolis pede justiça pela morte da lésbica Carol Câmpelo - Foto: Reprodução/Floripa.LGBT]]></media:description>    
            <media:credit role="author" scheme="urn:ebu"><![CDATA[]]></media:credit>

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		<item>
		<title>Casal de professoras é vítima de perseguição em escola de Florianópolis</title>
		<link>https://floripa.lgbt/seguranca/lesbofobia/casal-de-professoras-e-vitima-de-perseguicao-em-escola-de-florianopolis/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gabriela Ferrarez]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 Oct 2023 15:34:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Lesbofobia]]></category>
		<category><![CDATA[Florianópolis]]></category>
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					<description><![CDATA[Publicação afirma que casal de mulheres foi xingado e seguido até dentro da escola estadual por uma moradora do bairro Ribeirão da Ilha]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Um casal de professoras foi vítima de lesbofobia e perseguição em Florianópolis. A denúncia foi feita pela <a href="https://www.instagram.com/mudiacoletivalesbicafloripa/?g=5" target="_blank" rel="noopener">Mudiá Coletiva Lésbica</a>, que  divulgou o caso no último domingo (1º). O caso aconteceu no dia 21 de setembro, na E.E.B. Dom Jaime de Barros Câmara, no Ribeirão da Ilha.</p>
<figure id="attachment_3829" aria-describedby="caption-attachment-3829" style="width: 800px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-3829" src="https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2023/10/Casal-de-professoras-e-vitima-de-xingamentos-e-perseguicao-em-escola-de-FLorianopolis.jpg" alt="Casal de professoras é vítima de xingamentos e perseguição em escola de Florianópolis" width="800" height="532" title="Casal de professoras é vítima de perseguição em escola de Florianópolis" srcset="https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2023/10/Casal-de-professoras-e-vitima-de-xingamentos-e-perseguicao-em-escola-de-FLorianopolis.jpg 600w, https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2023/10/Casal-de-professoras-e-vitima-de-xingamentos-e-perseguicao-em-escola-de-FLorianopolis-150x100.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px" /><figcaption id="caption-attachment-3829" class="wp-caption-text">Casal de professoras foi seguido até dentro da escola em Florianópolis &#8211; Foto: PMSC/ Divulgação</figcaption></figure>
<p>Conforme relato da publicação, as duas mulheres foram hostilizadas, sendo alvo de <a href="https://floripa.lgbt/seguranca/lesbofobia/lesbicas-foram-alvo-de-85-violacoes-de-direitos-em-sc-em-2023-aponta-painel/">xingamentos e perseguição</a> a caminho do trabalho por outra mulher. Segundo o coletivo, uma moradora do bairro hostilizou e coagiu o casal.</p>
<p>&#8220;O fato transcorreu inicialmente nas redondezas e seguiu até o interior da escola expondo as vítimas, intimidando a gestão e equipe pedagógica, propagando um clima de ódio diante de estudantes e docentes que chegavam para as atividades no período vespertino&#8221;, relatou a publicação.</p>
<p>&#8220;Não podemos admitir em espaços educacionais &#8211; territórios caracterizados pela produção de conhecimento, difusão de culturas, construção de cidadania e formação da vida em sociedade &#8211; a reprodução de práticas homofóbicas e/ou qualquer forma de violência&#8221;, completou.</p>
<p>A escola foi procurada pelo <strong>Floripa.LGBT,</strong> para conversar com as vítimas da agressão e também para ouvir o posicionamento da direção do estabelecimento de ensino. No entanto, pós três dias de tentativas, em variados horários, ninguém atendeu. O espaço segue aberto.</p>
<p>Em nota, a Secretaria de Estado da <a href="https://www.sed.sc.gov.br/" target="_blank" rel="noopener">Educação</a> admitiu o caso e afirmou que repudia violência dentro e fora das escolas da rede pública estadual.</p>
<p>Ainda conforme o comunicado, a secretaria &#8220;vai realizar os procedimentos pedagógicos e administrativos necessários para resolução do fato, de acordo com a política de educação, prevenção, atenção e atendimento às violências na escola&#8221;.</p>
<p>A secretaria também afirmou que o Nepre (Núcleo de Educação e Prevenção as Violência na Escola) elabora um plano de ação para trabalhar as violências ocorridas na EEB Dom Jaime de Barros Câmara.</p>
<h3><strong>Veja a publicação que denuncia a violência contra o casal</strong></h3>
<blockquote class="instagram-media" style="background: #FFF; border: 0; border-radius: 3px; box-shadow: 0 0 1px 0 rgba(0,0,0,0.5),0 1px 10px 0 rgba(0,0,0,0.15); margin: 1px; max-width: 540px; min-width: 326px; padding: 0; width: calc(100% - 2px);" data-instgrm-captioned="" data-instgrm-permalink="https://www.instagram.com/p/Cx8WWFmLyf-/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" data-instgrm-version="14">
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<p>&nbsp;</p>
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<p style="color: #c9c8cd; font-family: Arial,sans-serif; font-size: 14px; line-height: 17px; margin-bottom: 0; margin-top: 8px; overflow: hidden; padding: 8px 0 7px; text-align: center; text-overflow: ellipsis; white-space: nowrap;"><a style="color: #c9c8cd; font-family: Arial,sans-serif; font-size: 14px; font-style: normal; font-weight: normal; line-height: 17px; text-decoration: none;" href="https://www.instagram.com/p/Cx8WWFmLyf-/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" target="_blank" rel="noopener">Uma publicação compartilhada por Mudiá Coletiva Lésbica (@mudiacoletivalesbicafloripa)</a></p>
</div>
</blockquote>
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            <media:description><![CDATA[Casal de professoras foi seguido até dentro da escola em Florianópolis]]></media:description>    
            <media:credit role="author" scheme="urn:ebu"><![CDATA[]]></media:credit>

        </media:content>	</item>
		<item>
		<title>Lésbicas foram alvo de 85 violações de direitos em SC em 2023, aponta painel</title>
		<link>https://floripa.lgbt/seguranca/lesbofobia/lesbicas-foram-alvo-de-85-violacoes-de-direitos-em-sc-em-2023-aponta-painel/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gabriela Ferrarez]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 31 Aug 2023 12:42:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Lesbofobia]]></category>
		<category><![CDATA[Santa Catarina]]></category>
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					<description><![CDATA[Número delitos contra lésbicas correspondem a 12% do número de crimes cometidos contra a população LGBT no Estado, que registrou 694 violações e 143 denúncias de violência em oito meses]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Santa Catarina registrou mais de 85 casos de <a href="https://floripa.lgbt/justica/direito-a-licenca-para-adocao-passa-a-ser-igual-entre-casais-hetero-e-homoafetivos-em-sc/">violações de direitos</a> contra lésbicas de janeiro até agosto de 2023. Os números estão disponíveis no Painel de Dados da Ouvidoria Nacional de Direitos Humanos do <a href="https://www.gov.br/mdh/pt-br" target="_blank" rel="noopener">MDHC</a> (Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania), e foram registrados por meio de 18 denúncias de violências recebidas pelo Disque 100 no período.</p>
<figure id="attachment_2814" aria-describedby="caption-attachment-2814" style="width: 800px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-2814 size-medium" title="SC registrou 85 casos de violações de direitos contra lésbicas em 2023" src="https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2023/08/SC-registrou-85-casos-de-violacoes-de-direitos-contra-lesbicas-em-2023-800x536.jpg" alt="SC registrou 85 casos de violações de direitos contra lésbicas em 2023" width="800" height="536" srcset="https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2023/08/SC-registrou-85-casos-de-violacoes-de-direitos-contra-lesbicas-em-2023-800x536.jpg 800w, https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2023/08/SC-registrou-85-casos-de-violacoes-de-direitos-contra-lesbicas-em-2023-1200x803.jpg 1200w, https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2023/08/SC-registrou-85-casos-de-violacoes-de-direitos-contra-lesbicas-em-2023-768x514.jpg 768w, https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2023/08/SC-registrou-85-casos-de-violacoes-de-direitos-contra-lesbicas-em-2023-1536x1028.jpg 1536w, https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2023/08/SC-registrou-85-casos-de-violacoes-de-direitos-contra-lesbicas-em-2023-2048x1371.jpg 2048w, https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2023/08/SC-registrou-85-casos-de-violacoes-de-direitos-contra-lesbicas-em-2023-150x100.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px" /><figcaption id="caption-attachment-2814" class="wp-caption-text">Lésbicas foram alvo de 85 violações de direitos (Foto: Pexels/ Reprodução)</figcaption></figure>
<p>Entre as 18 denúncias, 10 das vítimas tinham entre 20 e 29 anos, sete entre 14 e 17 anos e uma entre 30 a 34 anos.</p>
<p>O responsável pelas violações foi mãe das vítimas e o companheiro da mulher lésbica em três casos, pai e o vizinho em dois cada, e os outros foram distribuídos entre amigo, desconhecido, ex-namorado(a), padrasto ou madrasta e outros.</p>
<p>Segundo o painel, 24 das violações foram da integridade física, como agressão ou maus tratos, e 52 foram psiquicas, como constrangimento, tortura psiquica, injúria, ameaça, difamação e exposição. AS outras violações dizem respeito a discriminação e cerceamento da autonomia e liberdade sexual.</p>
<p>O número de violações e de denúncias contra lésbicas correspondem 12% do número de crimes cometidos contra a população LGBTQIA+ no Estado, que registrou 694 violações e 143 denúncias de violência em oito meses.</p>
<p>Segundo Symmy Larrat, secretária nacional dos Direitos das Pessoas LGBTQIA+, a violência pela orientação sexual é atravessada também pela violência de gênero.</p>
<blockquote><p>“As violências e violações de direitos contra mulheres são silenciadas, o que é ainda mais intenso quando falamos de lésbicas, pela intersecção entre a misoginia e a discriminação por orientação sexual”.</p></blockquote>
<h3>Brasil registrou mais de 5 mil casos de violações contra lésbicas</h3>
<p>Até agosto de 2023 foram cometidas 5.036 violações contra mulheres lésbicas no Brasil. Os números foram registrados por meio de 867 denúncias ao Disque 100 e correspondem a aproximadamente 24% dos delitos cometidos contra a população LGBTQIA+ no período.</p>
<p>De acordo com o painel de dados do MDHC, os estados de São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais são os que registram maior número de denúncias, respectivamente, e em mesma escala o de violações como maus-tratos, exploração sexual, tráfico, entre outros. O mês de junho apresenta a maior incidência de casos seguido dos meses de janeiro e fevereiro.</p>
<p>A faixa etária predominante de vítimas é entre 25 e 29 anos. Com relação aos suspeitos, a predominância das violações de direitos ocorre em ambiente familiar e comunitário. Já a prevalência do perfil dos agressores é de pessoas de cor branca na faixa de 35 a 39 anos para mulheres; e de 40 a 44 anos para os homens.</p>
<p>No entanto, não é possível traçar um comparativo com os registros de 2022, porque nesse período o formulário do Disque 100 oferecia apenas a opção homossexual, sem distinção de tipologia.</p>
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