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	<title>Educação</title>
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	<description>Notícias, eventos e informações sobre a comunidade LGBTQIAP+ de Florianópolis e região</description>
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	<title>Educação</title>
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	<item>
		<title>Deputados aprovam projeto para excluir cotas trans e outras ações afirmativas em universidades de SC</title>
		<link>https://floripa.lgbt/politica/deputados-aprovam-projeto-para-excluir-cotas-trans-e-outras-acoes-afirmativas-em-universidades-de-sc/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Dec 2025 17:40:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Assembleia Legislativa de Santa Catarina (Alesc)]]></category>
		<category><![CDATA[Ministério Público de SC]]></category>
		<category><![CDATA[Udesc (Universidade do Estado de Santa Catarina)]]></category>
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					<description><![CDATA[Ministério Público e Defensoria Pública estão atentos ao projeto de lei aprovado na Alesc que exclui cotas trans e outras ações afirmativas]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p data-path-to-node="1">A Assembleia Legislativa de Santa Catarina (ALESC) deu um passo polêmico com a aprovação do Projeto de Lei (PL) 753/2025, de autoria do deputado Alex Brasil (PL). A proposta visa vedar a adoção de cotas raciais, étnicas e outras ações afirmativas em todas as Instituições de Ensino Superior (IES) públicas ou que recebam verbas públicas no estado, o que inclui <a href="https://floripa.lgbt/educacao/udesc-adia-analise-acoes-afirmativas-cotas-trans/"><strong>cotas para pessoas trans</strong></a>, por exemplo.</p>
<p data-path-to-node="2">Apesar de não citar expressamente as cotas trans, o PL que veda as cotas raciais, étnicas e outras ações afirmativas foi aprovado em deliberações de matérias extrapautas e prevê multas administrativas de R$ 100 mil, além da suspensão de repasses públicos para as instituições que não cumprirem a medida.</p>
<p data-path-to-node="2">O texto é visto por movimentos sociais e acadêmicos como um retrocesso nas políticas de inclusão e democratização do acesso ao ensino superior para minorias raciais e estudantes de baixa renda.</p>
<p data-path-to-node="3">Apesar de o deputado Fabiano da Luz (PT) ter questionado a constitucionalidade da iniciativa, a proposta avançou com o voto favorável do relator Matheus Cadorin (Novo).</p>
<p data-path-to-node="3">Segundo o relatório aprovado, o único tipo de cota que permanece é para pessoas com deficiência (PCD), critérios estritamente socioeconômicos ou para aqueles que são egressos de escolas públicas catarinenses.</p>
<h3 data-path-to-node="3">MPSC e Defensoria Pública monitoram projeto anti-cotas trans</h3>
<p data-path-to-node="3">Em <a href="https://defensoria.sc.def.br/" target="_blank" rel="noopener">nota</a>, a Defensoria Pública de Santa Catarina afirmou que &#8220;o tema é sensível do ponto de vista jurídico e social, pois envolve diretamente objetivos previstos na Constituição Federal, como a construção de uma sociedade mais justa e a redução das desigualdades.&#8221;</p>
<p data-path-to-node="3">Já o Ministério Público de SC afirmou em nota que acompanha o caso, que ataca as políticas afirmativas, inclusive as cotas trans. Segundo o texto, a 40ª Promotoria de Justiça da Capital, que integra o Observatório para Enfrentamento ao Racismo, está acompanhando a tramitação do projeto.</p>
<p data-path-to-node="3">Com isso, prossegue a nota, o <a href="https://www.mpsc.mp.br/" target="_blank" rel="noopener">MPSC</a> vai instaurar procedimento para analisar a constitucionalidade do projeto de lei aprovado pela Alesc.</p>
<p data-path-to-node="3">A Ordem dos Advogados do Brasil &#8211; Seccional Santa Catarina (OAB/SC), por sua vez, pontuou que vai encaminhar o assunto &#8220;para análise técnico-jurídica de suas Comissões temáticas de trabalho&#8221; com foco na constitucionalidade das proposições e eventuais medidas a serem adotadas, se for o caso, considerando a possibilidade de que a legislação seja sancionada pelo Poder Executivo Estadual.&#8221;</p>
<p data-path-to-node="3">A OAB/SC ainda complementa, afirmando que &#8220;considera que as cotas afirmativas não configuram discriminação. Ao contrário, representam um dever do Estado na promoção da efetiva igualdade e no enfrentamento das desigualdades históricas – resultantes, no caso da questão racial, de séculos de escravização.&#8221;</p>
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            <media:description><![CDATA[Fotos Rodrigo Corrêa / Agência AL / Divulgação

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        </media:content>	</item>
		<item>
		<title>STF derruba leis que proibiam ensino de gênero e atinge cidade de SC</title>
		<link>https://floripa.lgbt/justica/stf-derruba-leis-proibiam-ensino-genero-santa-catarina/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Oct 2025 19:31:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Agência Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Santa Catarina]]></category>
		<category><![CDATA[Supremo Tribunal Federal (STF)]]></category>
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					<description><![CDATA[Decisão do STF reforça que escolas podem abordar temas sobre gênero e sexualidade; em Santa Catarina, lei de Tubarão estava entre as suspensas]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p data-start="805" data-end="1370">O Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu recentemente suspender leis municipais que proibiam o ensino de <a href="https://floripa.lgbt/justica/stf-regra-que-proibia-escolas-abordar-genero-em-cidade-de-sc/"><strong>gênero e sexualidade nas escolas</strong></a>, por considerar que essas normas violam a Constituição Federal e os princípios da liberdade de cátedra. A decisão, publicada no dia 15 de outubro, atinge diretamente o município de Tubarão, em Santa Catarina, onde uma lei local vetava o tratamento do tema em sala de aula.</p>
<p data-start="1372" data-end="1718">Com a decisão, <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2025-10/stf-suspende-leis-que-proibiram-ensino-de-genero-nas-escolas?utm_source=chatgpt.com" target="_blank" rel="noopener">divulgada pela Agência Brasil</a>, o STF reafirma o entendimento de que cabe à União definir as diretrizes da educação nacional e que o debate sobre gênero é legítimo e necessário no ambiente escolar. O tribunal também entendeu que proibições como essas ferem direitos fundamentais e o dever do Estado de promover a igualdade e combater discriminações.</p>
<p data-start="1372" data-end="1718">Além da cidade catarinense de Tubarão, faziam parte da análise leis vigentes nos municípios de Petrolina e Garanhuns, em Pernambuco. <img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1663026&amp;o=node" alt="STF derruba leis que proibiam ensino de gênero e atinge cidade de SC" title="STF derruba leis que proibiam ensino de gênero e atinge cidade de SC">A decisão foi tomada a partir do julgamento de duas ações protocoladas pela Procuradoria-Geral da República (PGR) e pelo PSOL.</p>
<p>As leis municipais vetaram o ensino de gênero em disciplinas obrigatórias, em materiais didáticos e nos espaços escolares. Além disso, a lei de Petrolina ainda proibiu a permanência de livros sobre o tema nas bibliotecas das escolas do município.</p>
<h2>Ministros do STF são enfáticos na defesa da educação</h2>
<p>Durante o julgamento, o ministro Alexandre de Moraes defendeu o combate ao discurso de ódio contra a população LGBTIQIA+ e disse que a educação contra discriminação deve ser incentivada.</p>
<blockquote><p>&#8220;Ninguém defende que não se deva preservar a infância, mas preservar a infância não significa esconder a realidade, omitir informações sérias e corretas sobre identidade de gênero&#8221;, disse.</p></blockquote>
<p>O ministro Flávio Dino disse que a cultura da sociedade mudou e não existe somente o modelo de &#8220;família tradicional&#8221;. Dino também argumentou que somente uma lei federal pode tratar de assuntos ligados à educação.</p>
<blockquote><p>&#8220;O ato de ensinar e aprender é submetido a uma lei, que é a LDB [Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional], argumentou.</p></blockquote>
<p>Nunes Marques também acompanhou a maioria para suspender as leis, mas ponderou que é necessário que a exposição do tema ocorra conforme a idade dos alunos.</p>
<blockquote><p>“Preservar a infância não é conservadorismo. É reconhecer que toda liberdade genuína nasce da maturidade e que apressar esse processo significa limitar a liberdade futura do adulto que essa criança se tornará&#8221;, completou.</p></blockquote>
<h3>Grupo LGBTIQIA+ defende a liberdade de ensino</h3>
<p>O Grupo Arco-Íris, um dos principais grupos do movimento LGBTIQIA+, participou do julgamento e citou que o impedimento do ensino de gênero nas escolas tem sido recorrente em diversos estados e municípios.</p>
<p>O advogado Carlos Nicodemos afirmou que a Constituição e normas internacionais garantem que toda pessoa tem direito de ser protegida contra qualquer tipo de discriminação.</p>
<p>&#8220;É necessário, hoje, no dia 15 de outubro, Dia do Professor, debater a criação de leis municipais que tentam afetar a liberdade de cátedra na construção de um olhar diverso, plural e inclusivo da educação”, comentou.</p>
<h3 data-start="1720" data-end="1756"><strong data-start="1724" data-end="1754">Decisão do STF sobre ensino de gênero atinge cidade de Santa Catarina</strong></h3>
<p data-start="1757" data-end="2179">A decisão tem repercussão imediata no estado, onde projetos e leis semelhantes vêm sendo debatidos nos últimos anos. Em 2021, Tubarão aprovou uma lei municipal que proibia o ensino de “ideologia de gênero”, termo frequentemente usado por grupos conservadores para atacar discussões sobre diversidade nas escolas. Com a decisão do STF, essa norma fica suspensa e perde validade até o julgamento final da ação.</p>
<p data-start="2181" data-end="2794">O tema ganha relevância em um momento em que a Assembleia Legislativa de Santa Catarina (Alesc) analisa novas propostas de conteúdo semelhante, como o Projeto de Lei 771/2025, protocolado recentemente, que propõe restringir o uso de banheiros escolares com base no sexo biológico — medida criticada por entidades de direitos humanos e movimentos LGBTQIA+ por discriminar pessoas trans.</p>
<p data-start="2796" data-end="3349">Além disso, o estado já foi palco de outras tentativas de restringir o debate sobre gênero e sexualidade, como o projeto que exige autorização dos pais para atividades sobre gênero nas escolas e a proposta que proíbe a participação de crianças em paradas LGBTQIA+, ambos amplamente criticados por entidades educacionais e de direitos humanos.</p>
<p><em>* Com informações da Agência Brasil</em></p>
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            <media:description><![CDATA[Decisão de STF levou em conta inconstitucionalidade de leis municipais e estaduais decidirem normas da educação - Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/Agência Brasil/Reprodução/Floripa.LGBT]]></media:description>    
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        </media:content>	</item>
		<item>
		<title>Estudante de Florianópolis lança vaquinha para pesquisar patrimônio histórico LGBTI+ na França</title>
		<link>https://floripa.lgbt/educacao/estudante-florianopolis-vaquinha-para-pesquisar-patrimonio-historico-lgbti-na-franca/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 13 Jun 2025 17:59:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Florianópolis]]></category>
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					<description><![CDATA[Lucas Ortiz, estudante egresso da UFSC, foi aprovado em quatro mestrados franceses e busca apoio financeiro para a realização do sonho]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As <strong><a href="https://floripa.lgbt/economia/indicadores/pessoas-lgbt-sao-9-da-populacao-adulta-brasileira-revela-pesquisa/">pessoas LGBTI+</a></strong> foram severamente privadas do reconhecimento de suas lutas e contribuições culturais, ao longo da história. É o que afirma Lucas Ortiz, estudante récem-aprovado em quatro universidades da França para pesquisar o patrimônio e a memória da comunidade LGBTI+. Formado em Jornalismo pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), ele está em busca de apoio financeiro para cursar um mestrado no exterior.</p>
<p>Lucas propõe estudar como lugares, objetos, arquivos e práticas culturais contribuem para a reafirmação das identidades e a visibilidade das minorias sexuais e gênero.</p>
<p>O foco do trabalho está nas cidades de São Paulo e Paris, as maiores áreas urbanas do Brasil e da França, e seu projeto de pesquisa é intitulado “O papel do patrimônio histórico cultural no resgate e na preservação da memória da comunidade LGBTQIA+”.</p>
<blockquote><p>“Tenho esperanças de um dia poder contribuir com o desenvolvimento do nosso país. Sobretudo, com a promoção de uma sociedade mais diversa, inclusiva e consciente de seu passado”, afirma.</p></blockquote>
<p>Lucas foi aceito em quatro programas de pós-graduação, nas universidades de Lille, Paris Cité, Sorbonne Nouvelle e Nantes. Morador de Florianópolis, o jovem de 23 anos não dispõe de recursos suficientes para se manter na Europa.</p>
<figure id="attachment_14163" aria-describedby="caption-attachment-14163" style="width: 2560px" class="wp-caption alignnone"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="size-full wp-image-14163" src="https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2025/06/estudante-de-florianopolis-vaquinha-mestrado-scaled.jpg" alt="Estudante de Florianópolis lança vaquinha para pesquisar patrimônio histórico LGBTI+ na França" width="2560" height="1707" title="Estudante de Florianópolis lança vaquinha para pesquisar patrimônio histórico LGBTI+ na França" srcset="https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2025/06/estudante-de-florianopolis-vaquinha-mestrado-scaled.jpg 2560w, https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2025/06/estudante-de-florianopolis-vaquinha-mestrado-800x533.jpg 800w, https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2025/06/estudante-de-florianopolis-vaquinha-mestrado-1200x800.jpg 1200w, https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2025/06/estudante-de-florianopolis-vaquinha-mestrado-768x512.jpg 768w, https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2025/06/estudante-de-florianopolis-vaquinha-mestrado-1536x1024.jpg 1536w" sizes="(max-width: 2560px) 100vw, 2560px" /><figcaption id="caption-attachment-14163" class="wp-caption-text">Lucas é egresso do curso de Jornalismo da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) – Foto: Reprodução/Arquivo Pessoal</figcaption></figure>
<p>No Instagram e no TikTok, o futuro mestrando lançou uma campanha para arrecadar fundos e compartilhar os preparativos para a viagem. A vaquinha “Lusca in Paris” já conseguiu cerca de 24% da meta de R$ 20 mil e conta com pouco mais de 140 seguidores.</p>
<blockquote><p>“Ainda falta bastante para alcançarmos nosso objetivo, mas o retorno foi muito positivo e estou confiante”, comenta.</p></blockquote>
<h2>Como contribuir para a vaquinha solidária do estudante</h2>
<p>Com viagem marcada para setembro deste ano, Lucas estima um custo de R$ 70 mil por ano com moradia, alimentação e transporte. O estudante se inscreveu em bolsas, fez economias, terá ajuda da família e pretende conseguir um emprego quando chegar lá. Por enquanto, segundo ele, nada disso está garantido.</p>
<blockquote>
<div dir="auto">“Quero muito que dê certo, porque vejo nesse mestrado a oportunidade de oferecer uma vida melhor para a minha família e de trazer novos conhecimentos aqui pro Brasil”, conclui.</div>
</blockquote>
<p>Lucas aceita doações de qualquer valor pela chave Pix <a href="mailto:luscainparis@gmail.com" target="_blank" rel="noopener">luscainparis@gmail.com</a> (Banco do Brasil, Ag. 6619-2, Conta poupança 5435-6). Para mais informações sobre como apoiá-lo de outras formas, acesse os perfis @luscainparis nas redes sociais.</p>
<blockquote class="instagram-media" style="background: #FFF; border: 0; border-radius: 3px; box-shadow: 0 0 1px 0 rgba(0,0,0,0.5),0 1px 10px 0 rgba(0,0,0,0.15); margin: 1px; max-width: 540px; min-width: 326px; padding: 0; width: calc(100% - 2px);" data-instgrm-captioned="" data-instgrm-permalink="https://www.instagram.com/reel/DJRkZtDgsTU/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" data-instgrm-version="14">
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<p>&nbsp;</p>
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<p>&nbsp;</p>
<p style="color: #c9c8cd; font-family: Arial,sans-serif; font-size: 14px; line-height: 17px; margin-bottom: 0; margin-top: 8px; overflow: hidden; padding: 8px 0 7px; text-align: center; text-overflow: ellipsis; white-space: nowrap;"><a style="color: #c9c8cd; font-family: Arial,sans-serif; font-size: 14px; font-style: normal; font-weight: normal; line-height: 17px; text-decoration: none;" href="https://www.instagram.com/reel/DJRkZtDgsTU/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" target="_blank" rel="noopener">Uma publicação compartilhada por Lucas Ortiz (@luscainparis)</a></p>
</div>
</blockquote>
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            <media:description><![CDATA[Com foco em pesquisar sobre a comunidade LGBTI+, estudante arrecada recursos para o mestrado no exterior – Foto: Reprodução/Arquivo Pessoal]]></media:description>    
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		<item>
		<title>Cotas trans na UFSC: mudanças nas políticas afirmativas geram incertezas</title>
		<link>https://floripa.lgbt/educacao/cotas-trans-na-ufsc-mudancas-nas-politicas-afirmativas-geram-incertezas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Pedro Guerrazzi]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 May 2025 13:06:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[Florianópolis]]></category>
		<category><![CDATA[UFSC (Universidade Federal de Santa Catarina)]]></category>
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					<description><![CDATA[Novas resoluções recentemente aprovadas afetaram as políticas de ações afirmativas como as cotas trans, lançadas em 2023]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">A Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) é uma das 13 universidades federais pioneiras em oferecer cotas para pessoas transgêneras. Em 2023, a instituição colocou em prática ações para o acesso e permanência de estudantes LGBT+. As resoluções sobre as cotas trans na UFSC ainda têm sido <strong><a href="https://floripa.lgbt/educacao/ufsc-mudancas-politica-acoes-afirmativas-para-pessoas-trans/">liberadas e modificadas</a></strong>.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em 2024, a Pró-Reitoria de Ações Afirmativas (PROAFE) da UFSC aprovou, a partir do Conselho Universitário (CUn), duas resoluções que afetaram as políticas de <strong><a href="https://floripa.lgbt/direitos/ufsc-aprova-politica-voltada-para-pessoas-trans-travestis-e-nao-binarias/">ações afirmativas lançadas em 2023</a></strong>.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em comparação à <a href="https://conselhouniversitario.paginas.ufsc.br/files/2023/09/versão-final-RESOLUÇÃO-NORMATIVA-Política-para-Pessoas-Trans-aprovada-CUn-14.09.pdf" target="_blank" rel="noopener">Resolução Normativa nº 181/2023/CUn</a>, as novas políticas apresentaram uma diminuição de pessoas participantes em validações de autodeclaração. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Antes o mínimo era de 5 participantes, sendo 2 representantes trans. A resolução do ano passado modificou a mesma regra para um mínimo de 3 pessoas a integrarem as avaliações, com apenas um representante trans de forma obrigatória. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A Rede Trans UFSC, que era responsável por apresentar dois membros da comunidade para as validações, mostra preocupação na mudança. Em um post do Instagram, afirma que o pequeno número de representantes pode trazer novas injustiças sociais na aplicação de cotas trans na UFSC.</span></p>
<blockquote><p><span style="font-weight: 400;">“Abre-se margem para que somente uma pessoa trans esteja presente nas bancas, o que tende a ampliar os casos já existentes de invalidações de identidades trans pelas bancas”.</span></p></blockquote>
<p><span style="font-weight: 400;">Para além da mudança na primeira resolução, foi alterado o trecho que diz que o Comitê Institucional de Ações Afirmativas será o responsável por “garantir, em suas atribuições, um subgrupo específico para realizar o monitoramento e o acompanhamento dessa Política”, conforme afirma o documento.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">De forma prática, as resoluções de 2024 de certa forma desconsideram a legitimidade da Rede Trans UFSC, que assim como estabelecido no documento de 2023, era o responsável pelo processo. </span></p>
<h2>Últimas mudanças em cotas trans na UFSC</h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Em 11 de março de 2025 foi lançada uma nova Resolução Normativa que diz respeito ao ingresso de pessoas trans em concursos públicos. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">As novas mudanças alteram na verdade a <a href="https://pt.slideshare.net/slideshow/resoluo-normativan34-cun2013/28815042#2" target="_blank" rel="noopener">resolução nº 34/CUn/2013</a>, criada em setembro de 2013, que estabelece sobre o “ingresso na carreira do magistério superior da UFSC por meio de concurso público”. </span></p>
<figure id="attachment_13415" aria-describedby="caption-attachment-13415" style="width: 800px" class="wp-caption alignnone"><img decoding="async" class="size-medium wp-image-13415" src="https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2025/04/Cotas_Politicas-Publicas_Florianopolis-800x533.png" alt="Neste primeiro semestre de 2025, alterações já foram feitas para aplicar novas cotas trans na UFSC – Foto: Henrique Fontes/Divulgação/Florpa.LGBT" width="800" height="533" title="Cotas trans na UFSC: mudanças nas políticas afirmativas geram incertezas" srcset="https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2025/04/Cotas_Politicas-Publicas_Florianopolis-800x533.png 800w, https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2025/04/Cotas_Politicas-Publicas_Florianopolis-768x512.png 768w, https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2025/04/Cotas_Politicas-Publicas_Florianopolis-150x100.png 150w, https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2025/04/Cotas_Politicas-Publicas_Florianopolis.png 1200w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /><figcaption id="caption-attachment-13415" class="wp-caption-text">Neste primeiro semestre de 2025, alterações já foram feitas para aplicar novas cotas trans na UFSC – Foto: Henrique Almeida/Divulgação/Floripa.LGBT</figcaption></figure>
<p><span style="font-weight: 400;">Com a nova resolução a ideia é auxiliar o ingresso de pessoas negras, indígenas, quilombolas, com deficiência e tratar também de cotas trans na UFSC. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">De acordo com o documento, “fica reservado às pessoas trans 1% do total das vagas ofertadas em cada edital de abertura de concurso público”. A ideia já havia sido apresentada antes, na resolução de 2023, em que será aplicado sempre em que o número de vagas do edital for igual ou superior a oito. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A resolução de março foi criada para se adequar às leis e decretos que implicam na aderência de grupos marginalizados na universidade.</span></p>
<h2><strong>O papel da Rede Trans UFSC e a luta por inclusão</strong></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Criada em 2022, a Rede Trans UFSC reúne coletivos e grupos trans da universidade, funcionando como um espaço de apoio e mobilização por acesso, inclusão e permanência dessa população no ambiente acadêmico.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A Rede foi institucionalmente reconhecida pela universidade através da Resolução Normativa 181/2023/CUn, a mesma que instituiu cotas para pessoas trans em cursos de graduação e pós-graduação, tornando a universidade uma das pioneiras na implantação dessas políticas.</span></p>
<figure id="attachment_13422" aria-describedby="caption-attachment-13422" style="width: 800px" class="wp-caption alignnone"><img decoding="async" class="size-medium wp-image-13422" src="https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2025/04/Cotas-trans-na-UFSC_Politicas-Publicas_Florianopolis-800x533.png" alt="A Rede Trans UFSC é uma das frentes da universidade que lutam pelas cotas trans na UFSC – Foto: Henrique Almeida/Divulgação/Florpa.LGBT" width="800" height="533" title="Cotas trans na UFSC: mudanças nas políticas afirmativas geram incertezas" srcset="https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2025/04/Cotas-trans-na-UFSC_Politicas-Publicas_Florianopolis-800x533.png 800w, https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2025/04/Cotas-trans-na-UFSC_Politicas-Publicas_Florianopolis-768x512.png 768w, https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2025/04/Cotas-trans-na-UFSC_Politicas-Publicas_Florianopolis-150x100.png 150w, https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2025/04/Cotas-trans-na-UFSC_Politicas-Publicas_Florianopolis.png 1200w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /><figcaption id="caption-attachment-13422" class="wp-caption-text">A Rede Trans UFSC é uma das frentes da universidade que lutam pelas cotas trans na UFSC – Foto: Henrique Almeida / Divulgação / Floripa.LGBT</figcaption></figure>
<p><span style="font-weight: 400;">As principais ações do coletivo são a criação de uma comunidade de pertencimento trans; a luta por acesso, inclusão e permanência na universidade; o enfrentamento à transfobia e outras formas de violências e discriminações de forma transversal e interseccional.</span></p>
<p><em>* Sob supervisão de Danilo Duarte</em></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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            <media:description><![CDATA[Cotas trans na UFSC seguem em processo de mudança – Foto: Gustavo Diehl/Divulgação/Floripa.LGBT]]></media:description>    
            <media:credit role="author" scheme="urn:ebu"><![CDATA[]]></media:credit>

        </media:content>	</item>
		<item>
		<title>Udesc adia análise da nova política de ações afirmativas que inclui cotas trans</title>
		<link>https://floripa.lgbt/educacao/udesc-adia-analise-acoes-afirmativas-cotas-trans/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Vitor Both]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 28 Apr 2025 12:11:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Florianópolis]]></category>
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					<description><![CDATA[Nova política de ações afirmativas da Udesc, incluindo cotas trans, seria discutida no dia 10 abril, mas foi adiada e deve ser retomada em junho]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc) está avaliando uma <strong><a href="https://floripa.lgbt/educacao/cota-trans-em-votacao-na-udesc/">nova política de ações afirmativas para instituição</a></strong>, que prevê instituir cotas trans. A discussão tramita nas Câmaras do Conselho Universitário, mas foi adiada após um pedido feito pelo gabinete do reitor.</p>
<p>A nova resolução prevê reservar vagas para pessoas trans nos cursos de graduação, pós-graduação, concursos públicos e processos seletivos da instituição.</p>
<p>Em fevereiro, a proposta passou pela Câmara de Ensino de Graduação (CEG) e foi aprovada com maioria de votos. Em março, a Câmara de Pesquisa e Pós-graduação (CPPG) também aprovou a proposta, que seguiu para Câmara de Extensão Cultura e Comunidade (CECC).</p>
<p>Entretanto, em reunião no dia 10 abril, a CECC adiou a discussão do processo para nova avaliação do tema. O pedido foi feito pelo gabinete do reitor, após reunião com os diretores dos centros de ensino da Udesc. A próxima sessão da CECC está prevista para o dia 5 de junho.</p>
<h2>Coletiva Trans da Udesc pede que a nova política seja discutida</h2>
<p>Para a Trama &#8211; Coletiva Trans da Udesc, a medida é um retrocesso, já que o debate sobre a nova política de ações afirmativas vinha sendo amplamente divulgado dentro dos Centros Acadêmicos, do Diretório Central dos Estudantes (DCE), coletivos, comunidade acadêmica e comunidade externa.</p>
<p>A coletiva também destaca que a implementação da nova política é urgente para a universidade e que vai manter pressão para que a proposta volte a ser discutida pela CECC.</p>
<blockquote><p>&#8220;Exigimos transparência imediata por parte da Reitoria. É fundamental a realização de uma reunião pública para esclarecer os reais motivos desse adiamento e os critérios que serão adotados nessa suposta &#8220;nova avaliação&#8221;, afirma a Coletiva.</p></blockquote>
<blockquote class="instagram-media" style="background: #FFF; border: 0; border-radius: 3px; box-shadow: 0 0 1px 0 rgba(0,0,0,0.5),0 1px 10px 0 rgba(0,0,0,0.15); margin: 1px; max-width: 540px; min-width: 326px; padding: 0; width: calc(100% - 2px);" data-instgrm-captioned="" data-instgrm-permalink="https://www.instagram.com/reel/DIUKGp1OX9C/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" data-instgrm-version="14">
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<p>&nbsp;</p>
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<div style="color: #3897f0; font-family: Arial,sans-serif; font-size: 14px; font-style: normal; font-weight: 550; line-height: 18px;">Ver essa foto no Instagram</div>
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<p>&nbsp;</p>
<p style="color: #c9c8cd; font-family: Arial,sans-serif; font-size: 14px; line-height: 17px; margin-bottom: 0; margin-top: 8px; overflow: hidden; padding: 8px 0 7px; text-align: center; text-overflow: ellipsis; white-space: nowrap;"><a style="color: #c9c8cd; font-family: Arial,sans-serif; font-size: 14px; font-style: normal; font-weight: normal; line-height: 17px; text-decoration: none;" href="https://www.instagram.com/reel/DIUKGp1OX9C/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" target="_blank" rel="noopener">Uma publicação compartilhada por TRAMA &#8211; Coletiva Trans UDESC (@trama_coletivatransudesc)</a></p>
</div>
</blockquote>
<p><script async src="//www.instagram.com/embed.js"></script></p>
<h2>Pós-graduação do Ceart da Udesc possui cotas para pessoas trans</h2>
<p>O <a href="https://www.udesc.br/noticia/udesc_ceart_atualiza_politica_de_acoes_afirmativas_na_pos-graduacao" target="_blank" rel="noopener">Centro de Artes, Design e Moda (Ceart)</a> da universidade possui uma política de ações afirmativas para os cursos de pós-graduação. Construída com a comunidade acadêmica, a política prevê reserva de vagas nos processos seletivos e a concessão prioritária de bolsas para pessoas trans, além de negras, indígenas, com deficiência, quilombolas e pertencentes a outros grupos sociais historicamente oprimidos.</p>
<figure id="attachment_13431" aria-describedby="caption-attachment-13431" style="width: 2098px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-13431" src="https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2025/04/ceart-acoes-afirmativas-cotas-trans-udesc.png" alt="udesc ações afirmativas cotas trans" width="2098" height="1388" title="Udesc adia análise da nova política de ações afirmativas que inclui cotas trans" srcset="https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2025/04/ceart-acoes-afirmativas-cotas-trans-udesc.png 2098w, https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2025/04/ceart-acoes-afirmativas-cotas-trans-udesc-800x529.png 800w, https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2025/04/ceart-acoes-afirmativas-cotas-trans-udesc-1200x794.png 1200w, https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2025/04/ceart-acoes-afirmativas-cotas-trans-udesc-768x508.png 768w, https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2025/04/ceart-acoes-afirmativas-cotas-trans-udesc-1536x1016.png 1536w, https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2025/04/ceart-acoes-afirmativas-cotas-trans-udesc-2048x1355.png 2048w, https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2025/04/ceart-acoes-afirmativas-cotas-trans-udesc-150x99.png 150w" sizes="auto, (max-width: 2098px) 100vw, 2098px" /><figcaption id="caption-attachment-13431" class="wp-caption-text">Centro de Artes, Design e Moda (Ceart) da Udesc possui política de ações afirmativas para pessoas trans – Foto: Carolina Weber/Udesc/Reprodução</figcaption></figure>
<h2>Proposta enfrenta resistência de políticos conservadores</h2>
<p>Em dezembro de 2024, durante sessão da Assembleia Legislativa de Santa Catarina, parlamentares criticaram as mudanças em discussão na Udesc. O deputado <strong><a href="https://floripa.lgbt/justica/deputado-jesse-lopes-condenado-transfobia/">Jessé Lopes (PL)</a></strong> manifestou-se contrário às cotas e afirmou:</p>
<blockquote><p>“Estou propondo uma PEC (Proposta de Emenda à Constituição) para em Santa Catarina ser proibida a cota identitária, a não ser cota por questão de renda, identidade é pauta ideológica”, disse.</p></blockquote>
<p><em>* Sob supervisão de Danilo Duarte</em></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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            <media:description><![CDATA[Política de Ações Afirmativas não é alterada desde 2014 – Foto: Reprodução/Floripa.LGBT]]></media:description>    
            <media:credit role="author" scheme="urn:ebu"><![CDATA[]]></media:credit>

        </media:content>	</item>
		<item>
		<title>Pesquisa sobre bullying nas escolas com foco em estudantes LGBTI+ é lançada</title>
		<link>https://floripa.lgbt/educacao/pesquisa-sobre-bullying-nas-escolas-com-foco-em-estudantes-lgbti-e-lancada/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Pedro Guerrazzi]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 17 Apr 2025 18:05:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Santa Catarina]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://floripa.lgbt/?p=13184</guid>

					<description><![CDATA[Levantamento feito pela Aliança Nacional LGBT+ com foco em estudantes LGBTI+ traz dados sobre como estudantes observam o bullying nas escolas ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Uma pesquisa nacional que discute sobre bullying nas escolas com foco em estudantes LGBTI+ foi lançada nesta quarta-feira (16). Apresentados na sede do Conselho Nacional de Educação (CNE) em Brasília, os resultados podem servir para a <a href="https://floripa.lgbt/politica/eleicoes-2024/guilherme-bs-pdt/"><strong>criação de políticas públicas</strong></a> e outras pesquisas relacionadas ao tema.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O levantamento foi feito pela Aliança Nacional LGBT+ durante o ano passado, conduzido pelo Plano CDE, com apoio do Instituto Unibanco.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">As respostas, recolhidas durante o ano de 2024, tiveram como foco estudantes LGBTI+ de 16 anos ou mais que tenham estudado em alguma instituição de ensino no Brasil durante o ano passado.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Apoiada em duas leis recentes, a “Pesquisa Nacional sobre o <a href="https://floripa.lgbt/internet/inteligencia-artificial-revela-como-seriam-os-filhos-de-famosos-casais-lgbt/"><strong>Bullying</strong></a> no Ambiente Educacional Brasileiro” apresenta os ambientes como “não seguros”, deixando de cumprir ações</span> <span style="font-weight: 400;">que previnam o bullying nas escolas com caráter machista e LGBTfóbico para a segurança de menores.</span></p>
<blockquote><p><span style="font-weight: 400;">“O ambiente educacional, que deveria ser um espaço seguro e acolhedor, acaba se tornando um lugar hostil, agravando o sofrimento dessas pessoas, contribuindo para o adoecimento delas e até mesmo para que desistam de suas trajetórias educacionais”, afirma o texto da pesquisa.</span></p></blockquote>
<h2><strong>Os dados sobre o bullying nas escolas</strong></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">A pesquisa foi realizada com um total de 1.349 estudantes, entre eles, 1.170 que se identificam dentro da comunidade LGBT+. A partir de um questionário virtual disponível entre agosto de 2024 e janeiro de 2025, foram analisadas categorias que vão da segurança ao bem-estar. </span></p>
<figure id="attachment_13187" aria-describedby="caption-attachment-13187" style="width: 800px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-13187" src="https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2025/04/CNE_Discussoes_Bullying-nas-escolas_LGBTfobia-800x533.png" alt="Os resultados contaram com 1.170 estudantes que se identificam dentro da comunidade LGBT+ – Foto: Divulgação/Floripa.LGBT" width="800" height="533" title="Pesquisa sobre bullying nas escolas com foco em estudantes LGBTI+ é lançada" srcset="https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2025/04/CNE_Discussoes_Bullying-nas-escolas_LGBTfobia-800x533.png 800w, https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2025/04/CNE_Discussoes_Bullying-nas-escolas_LGBTfobia-768x512.png 768w, https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2025/04/CNE_Discussoes_Bullying-nas-escolas_LGBTfobia-150x100.png 150w, https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2025/04/CNE_Discussoes_Bullying-nas-escolas_LGBTfobia.png 1200w" sizes="auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px" /><figcaption id="caption-attachment-13187" class="wp-caption-text">Os resultados contaram com 1.170 estudantes que se identificam dentro da comunidade LGBT+ – Foto: Divulgação/Floripa.LGBT</figcaption></figure>
<p><span style="font-weight: 400;">Entre os dados coletados, a insegurança se mostrou presente em algumas respostas. Conforme os resultados, 7 a cada 10 alunos da comunidade não se sentem seguros devido a própria aparência, equivalente a um total de 86% das 1.170 respostas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Apesar de amparados pela <a href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2015-2018/2015/lei/l13185.htm" target="_blank" rel="noopener">Lei nº 13.185/15</a>, que institui o combate ao bullying nas escolas e a <a href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2023-2026/2024/lei/l14811.htm" target="_blank" rel="noopener">Lei nº 14.811/24</a>, que protege menores em ambientes escolares, muitos não se sentem confortáveis nesses locais.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">De acordo com o levantamento, estudantes LGBTI+, meninas e pessoas que não se encaixam no ‘padrão’ estão entre os mais afetados. </span></p>
<blockquote><p><span style="font-weight: 400;">“Estudantes de grupos minorizados, frequentemente enfrentam múltiplas formas de violência no ambiente educacional, expressas em forma de bullying. As diversas violências sofridas por essas populações em nossa sociedade, somadas ao bullying nas instituições de ensino, criam desafios adicionais, comprometendo seu bem-estar e a permanência no ambiente educacional”, afirma a pesquisa</span><span style="font-weight: 400;">.</span></p></blockquote>
<p><em>* Sob supervisão de Danilo Duarte</em></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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            <media:description><![CDATA[A pesquisa sobre bullying nas escolas foi divulgada no dia 16 no Conselho Nacional de Educação – Foto: Divulgação/Floripa.LGBT]]></media:description>    
            <media:credit role="author" scheme="urn:ebu"><![CDATA[]]></media:credit>

        </media:content>	</item>
		<item>
		<title>Universidade de SP aprova cotas para pessoas trans, travestis e não-binárias</title>
		<link>https://floripa.lgbt/educacao/universidade-sp-aprova-cotas-trans-unicamp/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Vitor Both]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 02 Apr 2025 18:22:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[São Paulo]]></category>
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					<description><![CDATA[Unicamp é a primeira universidade estadual de São Paulo a instituir o sistema de cotas para pessoas trans, travestis e não binárias]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) aprovou na última terça-feira (1º), de forma unânime, a implementação de <strong><a href="https://floripa.lgbt/educacao/ufsc-mudancas-politica-acoes-afirmativas-para-pessoas-trans/">cotas para pessoas autodeclaradas trans, travestis e não binárias</a></strong> para o vestibular dos cursos de graduação. A medida foi aprovada pelo Conselho Universitário da Unicamp.</p>
<p>As vagas serão oferecidas <span class="highlight highlighted">pela modalidade Enem-Unicamp</span> e abertas a candidatos de escolas públicas e privadas. De acordo com a proposta, turmas com até 30 alunos devem ter pelo menos uma vaga reservada e turmas com mais de 30 alunos devem oferecer, no mínimo, duas vagas.</p>
<p>Para ter direito às cotas trans da <a href="https://unicamp.br/" target="_blank" rel="noopener">Unicamp</a>, os estudantes devem enviar um relato de vida, descrevendo a trajetória de transição e o processo de afirmação da identidade de gênero.</p>
<p>O relato de vida será avaliado por uma comissão, que deverá ser composta por, no mínimo, uma pessoa trans, travesti ou não-binária. Após cinco anos, os resultados da política serão analisados.</p>
<p>Segundo dados da Comissão Permanente para os Vestibulares (Comvest), houve 279 candidatos inscritos com nome social no Vestibular 2025 da Unicamp. Destes, 40 foram convocados. Os cursos mais procurados foram Artes Visuais, Ciências Biológicas e Medicina.</p>
<p>A <strong><a href="https://floripa.lgbt/politica/deputada-erika-hilton-projeto-fim-escala-6x1/">deputada federal Erika Hilton</a></strong> (PSOL-SP) celebrou, em um tweet no X, a aprovação do sistema de cotas trans pelo conselho universitário da Unicamp.</p>
<blockquote><p>“Fico extremamente orgulhosa dessa vitória da educação pública, da comunidade estudantil, da população trans e da própria Unicamp”, afirmou.</p></blockquote>
<h2>Como são as cotas trans nas universidades de Santa Catarina</h2>
<p>A Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) oferece 2% das vagas dos cursos de graduação e pós-graduação, além daquelas presentes em editais de transferências e retornos, para pessoas trans.</p>
<p>No entanto, a <strong><a href="https://floripa.lgbt/educacao/ufsc-mudancas-politica-acoes-afirmativas-para-pessoas-trans/">política da UFSC sofreu mudanças em fevereiro</a></strong>, com redução do número de pessoas trans nas bancas de avaliação e o não reconhecimento da Rede Trans UFSC, entidade que auxiliou na implementação dessas políticas na universidade.</p>
<figure id="attachment_1983" aria-describedby="caption-attachment-1983" style="width: 900px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-1983" src="https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2023/07/UFSC-Campus-Florianopolis-Entrada-Trindade-Foto-Henrique-Almeida.jpg" alt="Universidade Federal de Santa Catarina -Campus Trindade" width="900" height="598" title="Universidade de SP aprova cotas para pessoas trans, travestis e não-binárias" srcset="https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2023/07/UFSC-Campus-Florianopolis-Entrada-Trindade-Foto-Henrique-Almeida.jpg 900w, https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2023/07/UFSC-Campus-Florianopolis-Entrada-Trindade-Foto-Henrique-Almeida-800x532.jpg 800w, https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2023/07/UFSC-Campus-Florianopolis-Entrada-Trindade-Foto-Henrique-Almeida-768x510.jpg 768w, https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2023/07/UFSC-Campus-Florianopolis-Entrada-Trindade-Foto-Henrique-Almeida-150x100.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 900px) 100vw, 900px" /><figcaption id="caption-attachment-1983" class="wp-caption-text">UFSC fez mudanças recentemente nas ações afirmativas para pessoas trans &#8211; Foto: Henrique Almeida / UFSC / Divulgação / Floripa.LGBT</figcaption></figure>
<p>A Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc) passa por uma revisão da política de ações afirmativas, que não é atualizada desde 2014.</p>
<p>A nova resolução visa implementar cotas para <strong><a href="https://floripa.lgbt/cidadania/brasil-ranking-mortes-de-pessoas-trans-santa-catarina/">pessoas trans</a></strong> nos cursos de graduação, pós-graduação, concursos públicos e processos seletivos da instituição, além de ampliar as políticas afirmativas para negros, indígenas, quilombolas e pessoas com deficiência.</p>
<p><em>* Sob supervisão de Danilo Duarte</em></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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            <media:description><![CDATA[Estudantes e movimentos sociais comemoram aprovação das cotas trans – Foto: Antonio Scarpinetti/Unicamp/Reprodução/Floripa.LGBT]]></media:description>    
            <media:credit role="author" scheme="urn:ebu"><![CDATA[]]></media:credit>

        </media:content>	</item>
		<item>
		<title>UFSC faz mudanças na política de ações afirmativas para pessoas trans</title>
		<link>https://floripa.lgbt/educacao/ufsc-mudancas-politica-acoes-afirmativas-para-pessoas-trans/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sofia Verissimo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 Feb 2025 11:33:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Florianópolis]]></category>
		<category><![CDATA[UFSC (Universidade Federal de Santa Catarina)]]></category>
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					<description><![CDATA[Com as mudanças nas ações afirmativas para pessoas trans, A PROAFE retirou o reconhecimento da Rede Trans UFSC e fez mais ajustes]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p data-start="328" data-end="783">A Pró-Reitoria de Ações Afirmativas (PROAFE) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) aprovou, na última sessão do Conselho Universitário (CUn), duas alterações na política de <a href="https://floripa.lgbt/cidadania/governo-federal-lanca-formulario-para-coletar-dados-da-populacao-lgbtqia/"><strong>ações afirmativas para pessoas trans</strong></a>. As mudanças incluem a redução do número de pessoas trans nas bancas de avaliação e o não reconhecimento da Rede Trans UFSC, entidade que auxiliou na implementação dessas políticas na universidade.</p>
<p data-start="785" data-end="1278">A <a href="https://www.instagram.com/redetransufsc/" target="_blank" rel="noopener">Rede Trans UFSC</a> foi fundamental na criação e aprovação da política de ações afirmativas para pessoas trans, que busca garantir o acesso e a permanência de pessoas transexuais, travestis, transmasculinas, transgêneras e não binárias na instituição.</p>
<p data-start="785" data-end="1278">Com o não reconhecimento da Rede Trans UFSC como legítima, a entidade aponta o risco de exclusão do coletivo do Comitê Institucional de Ações Afirmativas, órgão que fiscaliza a implementação dessas políticas na UFSC.</p>
<p>Devido a isso, a Rede Trans criou um abaixo- assinado para reafirmar a legitimidade e a importância da entidade. A carta de apoio pode ser acessada <a href="https://forms.office.com/pages/responsepage.aspx?id=DQSIkWdsW0yxEjajBLZtrQAAAAAAAAAAAAMAAD6qLh9UMlBBSVlWWEc3S0wyT1hORFFHOVZCQjRDNi4u&amp;route=shorturl" target="_blank" rel="noopener">neste link.</a></p>
<h3><strong>Menos representatividade na banca de avaliação</strong></h3>
<p>Além do não reconhecimento da Rede, outra mudança aprovada foi a redução do número de pessoas trans da banca de avaliação.</p>
<p>Antes, a banca era formada por cinco membros, incluindo dois representantes da Rede Trans, dois servidores da UFSC e um integrante de uma organização voltada à defesa dos direitos das pessoas trans.</p>
<p>Agora, a banca pode ser composta apenas por três membros, sendo um deles uma pessoa trans, que não precisa estar vinculada a nenhum coletivo ou movimento social, um servidor da universidade e um representante de organização que atue na defesa dos direitos de pessoas trans, sem a obrigatoriedade de que seja trans.</p>
<p>Segundo a entidade, as mudanças são preocupantes pois abrem margem para que somente uma pessoa trans esteja presente nas bancas, o que pode ampliar os casos de invalidações de identidades trans pelas bancas avaliadoras.</p>
<h3><strong>Confira o pronunciamento</strong></h3>
<blockquote class="instagram-media" style="background: #FFF; border: 0; border-radius: 3px; box-shadow: 0 0 1px 0 rgba(0,0,0,0.5),0 1px 10px 0 rgba(0,0,0,0.15); margin: 1px; max-width: 540px; min-width: 326px; padding: 0; width: calc(100% - 2px);" data-instgrm-captioned="" data-instgrm-permalink="https://www.instagram.com/p/DGN_8cJOs2b/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" data-instgrm-version="14">
<div style="padding: 16px;">
<p>&nbsp;</p>
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</div>
</div>
<div style="padding: 19% 0;"></div>
<div style="display: block; height: 50px; margin: 0 auto 12px; width: 50px;"></div>
<div style="padding-top: 8px;">
<div style="color: #3897f0; font-family: Arial,sans-serif; font-size: 14px; font-style: normal; font-weight: 550; line-height: 18px;">Ver essa foto no Instagram</div>
</div>
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<div style="display: flex; flex-direction: row; margin-bottom: 14px; align-items: center;">
<div>
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</div>
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<div style="background-color: #f4f4f4; border-radius: 4px; flex-grow: 0; height: 14px; margin-bottom: 6px; width: 224px;"></div>
<div style="background-color: #f4f4f4; border-radius: 4px; flex-grow: 0; height: 14px; width: 144px;"></div>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<p style="color: #c9c8cd; font-family: Arial,sans-serif; font-size: 14px; line-height: 17px; margin-bottom: 0; margin-top: 8px; overflow: hidden; padding: 8px 0 7px; text-align: center; text-overflow: ellipsis; white-space: nowrap;"><a style="color: #c9c8cd; font-family: Arial,sans-serif; font-size: 14px; font-style: normal; font-weight: normal; line-height: 17px; text-decoration: none;" href="https://www.instagram.com/p/DGN_8cJOs2b/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" target="_blank" rel="noopener">Uma publicação compartilhada por REDE TRANS UFSC &#x1f3f3;&#xfe0f;&#x200d;&#x26a7;&#xfe0f; (@redetransufsc)</a></p>
</div>
</blockquote>
<p><script async src="//www.instagram.com/embed.js"></script></p>
<div>
<h3 data-start="2465" data-end="2523"><strong data-start="2469" data-end="2521">O papel da Rede Trans UFSC e a luta por inclusão</strong></h3>
<p data-start="2525" data-end="2891">Criada em 2022, a Rede Trans reúne coletivos e grupos trans da universidade, funcionando como um espaço de apoio e mobilização por acesso, inclusão e permanência dessa população no ambiente acadêmico.</p>
<figure id="attachment_4567" aria-describedby="caption-attachment-4567" style="width: 900px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-4567" src="https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2023/11/ufsc-universidade-federal-santa-catarina-aerea.jpg" alt="Imagem aérea da Universidade Federal de Santa Catarina -Campus Trindade" width="900" height="600" title="UFSC faz mudanças na política de ações afirmativas para pessoas trans" srcset="https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2023/11/ufsc-universidade-federal-santa-catarina-aerea.jpg 900w, https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2023/11/ufsc-universidade-federal-santa-catarina-aerea-800x533.jpg 800w, https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2023/11/ufsc-universidade-federal-santa-catarina-aerea-768x512.jpg 768w, https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2023/11/ufsc-universidade-federal-santa-catarina-aerea-150x100.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 900px) 100vw, 900px" /><figcaption id="caption-attachment-4567" class="wp-caption-text">UFSC fez mudanças recentemente nas ações afirmativas para pessoas trans &#8211; Foto: Agecom/UFSC/Divulgação/Floripa.LGBT</figcaption></figure>
<p data-start="2525" data-end="2891">A Rede foi institucionalmente reconhecida pela universidade através da <a href="https://conselhouniversitario.paginas.ufsc.br/files/2023/09/vers%C3%A3o-final-RESOLU%C3%87%C3%83O-NORMATIVA-Pol%C3%ADtica-para-Pessoas-Trans-aprovada-CUn-14.09.pdf" target="_blank" rel="noopener">Resolução Normativa 181/2023/CUn</a>, a mesma que instituiu cotas para pessoas trans em cursos de graduação e pós-graduação, tornando a universidade uma das <strong><a href="https://floripa.lgbt/direitos/ufsc-aprova-politica-voltada-para-pessoas-trans-travestis-e-nao-binarias/">pioneiras na implantação dessas políticas</a></strong>.</p>
<p data-start="2525" data-end="2891">As principais ações do coletivo são a criação de uma comunidade de pertencimento trans; a luta por acesso, inclusão e permanência na universidade; o enfrentamento à transfobia e outras formas de violências e discriminações de forma transversal e interseccional.</p>
<p data-start="2525" data-end="2891"><em> * Sob supervisão de Danilo Duarte</em></p>
</div>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<media:content 
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            <media:description><![CDATA[UFSC altera política de ações afirmativas e Rede Trans faz abaixo-assinado contra as mudanças - Imagem: Reprodução/ Floripa.LGBT]]></media:description>    
            <media:credit role="author" scheme="urn:ebu"><![CDATA[]]></media:credit>

        </media:content>	</item>
		<item>
		<title>Udesc avalia implantar cota trans em nova política de ações afirmativas</title>
		<link>https://floripa.lgbt/educacao/cota-trans-em-votacao-na-udesc/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sofia Verissimo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 21 Feb 2025 10:58:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Direitos]]></category>
		<category><![CDATA[Assembleia Legislativa de Santa Catarina (Alesc)]]></category>
		<category><![CDATA[Florianópolis]]></category>
		<category><![CDATA[Santa Catarina]]></category>
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					<description><![CDATA[Após 11 anos sem revisão, a Udesc avança na ampliação de políticas de inclusão, mas proposta enfrenta resistência em alguns setores]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p data-pm-slice="1 1 []">A Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc) está em processo de revisão de sua política de <strong><a href="https://floripa.lgbt/direitos/relembre-5-direitos-lgbtqia-conquistados/">ações afirmativas</a></strong>, que não passava por atualizações desde 2014. Nesta semana, estudantes ocuparam a universidade para pressionar a Câmara de Ensino de Graduação do Conselho Universitário (Consuni) a aprovarem a nova resolução de ações afirmativas, que aumenta o número de cotas e expande os grupos contemplados, com destaque para a inclusão de pessoas trans.</p>
<p>A proposta foi aprovada na Câmara de Ensino de Graduação e agora segue para as Câmaras de Pesquisa e Pós-Graduação, e de Administração e Planejamento, com previsão da aprovação final pelo plenário do Consuni em maio de 2025.</p>
<p>A nova resolução visa implementar cotas para <strong><a href="https://floripa.lgbt/cidadania/brasil-ranking-mortes-de-pessoas-trans-santa-catarina/">pessoas trans</a></strong> nos cursos de graduação, pós-graduação, concursos públicos e processos seletivos da instituição, além de ampliar as políticas afirmativas para negros, indígenas, quilombolas e pessoas com deficiência.</p>
<h3><strong>Mobilização pela ampliação de políticas afirmativas na Udesc</strong></h3>
<figure id="attachment_12141" aria-describedby="caption-attachment-12141" style="width: 1090px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-12141" src="https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2025/02/udesc.png" alt=" UDESC discute ampliação de cotas e inclusão de pessoas trans em nova política de ações afirmativas - Foto: Reprodução/ Floripa.LGBT" width="1090" height="796" title="Udesc avalia implantar cota trans em nova política de ações afirmativas" srcset="https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2025/02/udesc.png 434w, https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2025/02/udesc-150x110.png 150w" sizes="auto, (max-width: 1090px) 100vw, 1090px" /><figcaption id="caption-attachment-12141" class="wp-caption-text">Udesc discute ampliação de cotas e inclusão de pessoas trans em nova política de ações afirmativas &#8211; Foto: Reprodução/ Floripa.LGBT</figcaption></figure>
<p>Quem está na frente da mobilização pela ampliação das políticas de ações afirmativas é o <a href="https://www.instagram.com/dceudesc/" target="_blank" rel="noopener">Diretório Central dos Estudantes (DCE)</a>, a <a href="https://www.instagram.com/p/DGQNXUhRIO1/?img_index=4" target="_blank" rel="noopener">Coletiva Trans UDESC (Trama)</a>, a <a href="https://www.instagram.com/sagrai.udesc/" target="_blank" rel="noopener">Semana Acadêmica Negra e Indígena (Sagrai)</a> e o <a href="https://www.instagram.com/coletivonegro.guerreiroramos/" target="_blank" rel="noopener">Coletivo Negro Guerreiro Ramos</a>, organizando rodas de conversas e protestos.</p>
<p>Entretanto, a proposta enfrenta resistência em alguns setores. Em dezembro de 2024, durante sessão da Assembleia Legislativa de Santa Catarina, parlamentares criticaram as mudanças em discussão na Udesc.</p>
<p>O deputado <strong><a href="https://floripa.lgbt/justica/deputado-jesse-lopes-condenado-transfobia/">Jessé Lopes (PL)</a></strong> manifestou-se contrário às cotas e afirmou:</p>
<p>“Estou propondo uma PEC (Proposta de Emenda à Constituição) para em Santa Catarina ser proibida a cota identitária, a não ser cota por questão de renda, identidade é pauta ideológica”</p>
<p>A implementação de cotas na universidade é considerada uma medida essencial para promover a inclusão da população historicamente marginalizada no ambiente acadêmico.</p>
<p>Segundo a Associação Nacional de Travestis e Transexuais (Antra), apenas 0,3% das pessoas trans no Brasil conseguem acessar o <a href="https://floripa.lgbt/educacao/sc-tem-557-estudantes-trans-matriculados/"><strong>ensino superior</strong></a><strong>,</strong> reforçando a importância da implementação da <a href="https://floripa.lgbt/direitos/ufsc-aprova-politica-voltada-para-pessoas-trans-travestis-e-nao-binarias/"><strong>cota</strong> <strong>trans</strong></a> nas universidades.</p>
<p><em>* Sob supervisão de Danilo Duarte</em></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<media:content 
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            <media:description><![CDATA[ UDESC discute ampliação de cotas e inclusão de pessoas trans em nova política de ações afirmativas - Foto: Reprodução/ Floripa.LGBT]]></media:description>    
            <media:credit role="author" scheme="urn:ebu"><![CDATA[]]></media:credit>

        </media:content>	</item>
		<item>
		<title>SC tem ao menos 557 estudantes trans matriculados em escolas estaduais</title>
		<link>https://floripa.lgbt/educacao/sc-tem-557-estudantes-trans-matriculados/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Vitor Both]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Jan 2025 15:49:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Paraná]]></category>
		<category><![CDATA[Rio Grande do Sul]]></category>
		<category><![CDATA[Santa Catarina]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://floripa.lgbt/?p=11444</guid>

					<description><![CDATA[Levantamento mostra que o número de matrículas com nome social, utilizada por estudantes trans, aumentou no estado entre 2023 e 2024]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Pelo menos 9 mil estudantes trans estão matriculados em escolas públicas das redes estaduais de ensino no Brasil. Em Santa Catarina, são 557 alunos <strong><a href="https://floripa.lgbt/direitos/mais-de-13-mil-pessoas-registraram-o-nome-social-nos-ultimos-6-anos/">registrados com o nome social</a></strong>. Ao todo, 14 estados e o Distrito Federal possuem a informação sobre matrículas com nome social no Brasil.</p>
<figure id="attachment_11450" aria-describedby="caption-attachment-11450" style="width: 2560px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-11450" src="https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2025/01/Santa-Catarina-tem-557-estudantes-trans-matriculados-em-escolas-estaduais-scaled.jpg" alt="Santa Catarina tem 557 estudantes trans matriculados em escolas estaduais" width="2560" height="1709" title="SC tem ao menos 557 estudantes trans matriculados em escolas estaduais" srcset="https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2025/01/Santa-Catarina-tem-557-estudantes-trans-matriculados-em-escolas-estaduais-scaled.jpg 2560w, https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2025/01/Santa-Catarina-tem-557-estudantes-trans-matriculados-em-escolas-estaduais-800x534.jpg 800w, https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2025/01/Santa-Catarina-tem-557-estudantes-trans-matriculados-em-escolas-estaduais-1200x801.jpg 1200w, https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2025/01/Santa-Catarina-tem-557-estudantes-trans-matriculados-em-escolas-estaduais-768x513.jpg 768w, https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2025/01/Santa-Catarina-tem-557-estudantes-trans-matriculados-em-escolas-estaduais-1536x1025.jpg 1536w" sizes="auto, (max-width: 2560px) 100vw, 2560px" /><figcaption id="caption-attachment-11450" class="wp-caption-text">Matrículas com nome social podem indicar número de estudantes trans nas escolas – Foto: Freepik/Reprodução/Floripa.LGBT</figcaption></figure>
<p>O levantamento é do dossiê &#8216;Registro Nacional de Mortes de Pessoas Trans no Brasil em 2024: <strong>da Expectativa de Morte a um Olhar para a Presença Viva de Estudantes Trans na Educação Básica Brasileira</strong>&#8216;, da Rede Trans Brasil. Os dados foram obtidos através do Portal da Transparência e o dossiê completo será lançado no próximo dia 29, nas redes sociais da <a href="https://www.instagram.com/redetransbrasil/" target="_blank" rel="noopener">Rede Trans Brasil</a>.</p>
<p>O nome social para pessoas trans e travestis é um direito garantido por uma portaria do Ministério da Educação de 2018, que autoriza o uso do nome social nos registros escolares da educação básica para alunos maiores de 18 anos.</p>
<p>Os três estados com maior número de registros de matrículas são: São Paulo com 3.451, seguido pelo Paraná, com 1.137 e Rio Grande do Norte, com 839. O Rio de Janeiro aparece com 780 e Santa Catarina com 557.</p>
<p>Em entrevista à Agência Brasil, a secretária adjunta da Rede Trans Brasil, Isabella Santorinne, destaca que o uso do nome social na educação básica garante respeito e dignidade ao estudante trans e contribui para permanência na escola.</p>
<blockquote><p>“Uma educação mais diversa, inclusive, é essencial para combater preconceitos, construir um ambiente onde todos possam aprender e conviver com respeito, independente da identidade de gênero, orientação sexual, raça, cor. Eu acredito também que ensinar sobre diversidade nas escolas também é preparar os alunos para sociedade”, defende Isabella.</p></blockquote>
<figure id="attachment_7283" aria-describedby="caption-attachment-7283" style="width: 739px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-7283" src="https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2024/06/Direito-a-retificacao-do-nome-social.jpg" alt="Direito à retificação do nome social é garantido às pessoas trans - Foto: Divulgação/Floripa.LGBT" width="739" height="375" title="SC tem ao menos 557 estudantes trans matriculados em escolas estaduais" srcset="https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2024/06/Direito-a-retificacao-do-nome-social.jpg 739w, https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2024/06/Direito-a-retificacao-do-nome-social-150x76.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 739px) 100vw, 739px" /><figcaption id="caption-attachment-7283" class="wp-caption-text">Direito à retificação do nome social é garantido às pessoas trans &#8211; Foto: Divulgação/Floripa.LGBT</figcaption></figure>
<p>Dados da pesquisa Censo Trans também da Rede Trans Brasil mostra que de um grupo selecionado de 1,1 mil mulheres trans, a maior parte, 63,9% não possuíam o ensino médio completo. Dentre elas, 34,7% não chegaram a concluir sequer o ensino fundamental.</p>
<h2>Veja o número de registros de estudantes trans em 14 estados e DF em 2024</h2>
<p>De acordo com o levantamento, apenas cinco estados tiveram aumento nos registros de matrículas com nome social entre 2023 e 2024: Santa Catarina, Mato Grosso, Rio de Janeiro, Distrito Federal, São Paulo e Espírito Santo.</p>
<p>Em Sergipe, o número se manteve. Nos outros oito estados, o número de registros caíram. O estado do Maranhão apresentou dados de estudantes matriculados com nome social apenas entre 2018 e 2014, com um total de 74 estudantes</p>
<ol>
<li>São Paulo &#8211; 3.451</li>
<li>Paraná &#8211; 1.137</li>
<li>Rio Grande do Norte &#8211; 839</li>
<li>Rio de Janeiro &#8211; 780</li>
<li><strong>Santa Catarina &#8211; 557</strong></li>
<li>Espírito Santo &#8211; 490</li>
<li>Distrito Federal &#8211; 441</li>
<li>Pará &#8211; 285</li>
<li>Mato Grosso do Sul &#8211; 221</li>
<li>Goiás &#8211; 196</li>
<li>Alagoas &#8211; 165</li>
<li>Mato Grosso &#8211; 159</li>
<li>Rondônia &#8211; 157</li>
<li>Amazonas &#8211; 67</li>
<li>Sergipe &#8211; 58</li>
</ol>
<p><em>* Sob supervisão de Danilo Duarte</em></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<media:content 
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            url="https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2025/01/Santa-Catarina-tem-557-estudantes-trans-matriculados-em-escolas-estaduais-scaled.jpg" 
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        >

            <media:description><![CDATA[Matrículas com nome social podem indicar  número de estudantes trans nas escolas – Foto: Freepik/Reprodução/Floripa.LGBT]]></media:description>    
            <media:credit role="author" scheme="urn:ebu"><![CDATA[]]></media:credit>

        </media:content>	</item>
		<item>
		<title>Curso de empreendedorismo gratuito para pessoas LGBT+ abre inscrições</title>
		<link>https://floripa.lgbt/economia/empreendedorismo/curso-de-empreendedorismo-gratuito-para-pessoas-lgbt-abre-inscricoes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Micheletti]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 25 Oct 2024 13:57:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Empreendedorismo]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Florianópolis]]></category>
		<category><![CDATA[Santa Catarina]]></category>
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					<description><![CDATA[As aulas do curso de empreendedorismo começam em março de 2025 e conteúdo prevê a realização de uma feira de empreendedorismo ao final]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A organização nã0-governalmental (ONG) Estrela Guia abriu inscrições para o curso de empreendedorismo gratuito do Projeto Empreendedorismo do Vale (Projeto E-Vale). O objetivo do curso é aprimorar e estrutura o <strong><a href="https://floripa.lgbt/economia/empreendedorismo/primeiro-censo-sobre-empreendedorismo-lgbt-sera-feito-em-2024/">empreendedorismo LGBTQIAPN+</a></strong> em Santa Catarina. As inscrições vão até dezembro de 2024 e para fazê-la basta <a href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSeO3q9DqXsyPMP0_A5iL1ffnLFK4wXljtsAmzErxtzDKfZ7aw/viewform" target="_blank" rel="noopener">preencher o formulário</a> da organização.</p>
<figure id="attachment_9966" aria-describedby="caption-attachment-9966" style="width: 800px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-9966" src="https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2024/10/curso-de-empreendedorismo-800x533.jpg" alt="O curso de empreendedorismo vai acontecer por uma plataforma digital gratuita" width="800" height="533" title="Curso de empreendedorismo gratuito para pessoas LGBT+ abre inscrições" srcset="https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2024/10/curso-de-empreendedorismo-800x533.jpg 800w, https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2024/10/curso-de-empreendedorismo-1200x800.jpg 1200w, https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2024/10/curso-de-empreendedorismo-768x512.jpg 768w, https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2024/10/curso-de-empreendedorismo-1536x1024.jpg 1536w, https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2024/10/curso-de-empreendedorismo-2048x1365.jpg 2048w, https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2024/10/curso-de-empreendedorismo-150x100.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px" /><figcaption id="caption-attachment-9966" class="wp-caption-text">O curso de empreendedorismo vai acontecer por uma plataforma digital gratuita &#8211; Foto: Pexels/Reprodução/Floripa.LGBT</figcaption></figure>
<p>Com foco em pessoas da comunidade que vivem do seu trabalho e que desejam se profissionalizar ou construir um modelo de negócio. Entre as atividades do curso de empreendedorismo estão:</p>
<ul>
<li>Organização da execução formação e alinhamento da equipe executora;</li>
<li>Produção de materiais e/ou estratégias de comunicação de divulgação com distintos focos: mobilização de parcerias, captação do público para o curso; participação (público e convidados) em eventos virtuais; ampliar visibilidade aos pequenos negócios chave da ação; garantir a adesão e o envolvimento em evento final previsto;</li>
<li>Realização de curso, segundo metodologia específica, para 20 empreendedores LGBTQIAPN+, envolvendo ao longo deste processo, mentoria para cada participante;</li>
<li>Realização de eventos que incluem, como parte da estrutura do curso: encontros presenciais; lives; wokshop;</li>
<li>Realização de uma Feira de Empreendedorismo.</li>
</ul>
<p>O processo seletivo para participar do curso de empreendedorismo vai ser realizado em quatro etapas, são elas:</p>
<ul>
<li>Pré-inscrição: outubro a dezembro de 2024</li>
<li>Confirmação da inscrição: janeiro de 2025</li>
<li>Seleção de participantes: fevereiro de 2025</li>
<li>Início do curso: março de 2025</li>
</ul>
<h2>Quem pode participar do curso de empreendedorismo?</h2>
<figure id="attachment_1262" aria-describedby="caption-attachment-1262" style="width: 306px" class="wp-caption alignleft"><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-1262" src="https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2023/07/empreendedorismo-lgbtqia-pulseira-300x211.webp" alt="Curso de empreendedorismo gratuito para pessoas LGBT+ abre inscrições" width="306" height="215" title="Curso de empreendedorismo gratuito para pessoas LGBT+ abre inscrições" srcset="https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2023/07/empreendedorismo-lgbtqia-pulseira-300x211.webp 300w, https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2023/07/empreendedorismo-lgbtqia-pulseira-1024x720.webp 1024w, https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2023/07/empreendedorismo-lgbtqia-pulseira-768x540.webp 768w, https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2023/07/empreendedorismo-lgbtqia-pulseira-1536x1080.webp 1536w, https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2023/07/empreendedorismo-lgbtqia-pulseira.webp 1600w" sizes="auto, (max-width: 306px) 100vw, 306px" /><figcaption id="caption-attachment-1262" class="wp-caption-text">Foto: Divulgação/Floripa.LGBT</figcaption></figure>
<p>Poderá participara do curso de empreendedorismo pessoas LGBTQIAPN+ que tenham algum negócio em operação, seja ele formalizado ou não, que desejem empreender e necessitem de orientação para criar o próprio negócio.</p>
<p>Além disso, pessoas LGBT+ de Santa Catarina acima de 50 anos, pessoas trans, não-binárias e negras terão prioridade na distribuição das vagas.</p>
<p>Será também fornecido uma ajuda de custo para <strong><a href="https://floripa.lgbt/direitos/alianca-nacional-lgbti-lanca-guia-sobre-direitos-da-comunidade-lgbt/">pessoas LGBT+ em situação de vulnerabilidade</a></strong> que tenham alguma dificuldade para acessar a internet.</p>
<p>O Projeto Empreendedorismo do Vale é uma iniciativa da Estrela Guia, executado pela startup Cubo Soluções e apoiado pelo Fundo Positivo e o Fundo LGBTQIA+ (re)Existindo, além de parceria com a Encontrans Floripa.</p>
<p><em> * Sob supervisão de Danilo Duarte</em></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<media:content 
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            <media:description><![CDATA[O curso de empreendedorismo vai acontecer por uma plataforma digital gratuita - Foto: Pexels/Reprodução/Floripa.LGBT]]></media:description>    
            <media:credit role="author" scheme="urn:ebu"><![CDATA[]]></media:credit>

        </media:content>	</item>
		<item>
		<title>Pesquisa da UFSC investiga casos de LGBTfobia em lojas e no comércio</title>
		<link>https://floripa.lgbt/educacao/pesquisa-da-ufsc-investiga-casos-de-lgbtfobia-em-lojas-e-no-comercio/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Micheletti]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 17 Oct 2024 12:02:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Violência contra LGBTs]]></category>
		<category><![CDATA[Florianópolis]]></category>
		<category><![CDATA[Pernambuco]]></category>
		<category><![CDATA[Santa Catarina]]></category>
		<category><![CDATA[São Paulo]]></category>
		<category><![CDATA[UFSC (Universidade Federal de Santa Catarina)]]></category>
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					<description><![CDATA[A pesquisa da UFSC é tese de doutorado do Programa de Pós-Graduação em Administração e está sendo realizada por formulário]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Uma pesquisa da UFSC (Universidade Federal de Santa Catarina) que investiga casos de <strong><a href="https://floripa.lgbt/seguranca/panfletos-surgem-em-blumenau-e-ong-cita-lgbtfobia-e-apologia-ao-nazismo/">LGBTfobia</a></strong> em ambientes de consumo está sendo realizada como tese de doutorado do Programa de Pós-Graduação em Administração da Universidade.</p>
<figure id="attachment_9772" aria-describedby="caption-attachment-9772" style="width: 800px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-9772" src="https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2024/10/pesquisa-da-ufsc-2-800x533.jpg" alt="Pesquisa da UFSC pode gerar dados importantes para combate a homofobia " width="800" height="533" title="Pesquisa da UFSC investiga casos de LGBTfobia em lojas e no comércio" srcset="https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2024/10/pesquisa-da-ufsc-2-800x533.jpg 800w, https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2024/10/pesquisa-da-ufsc-2-768x512.jpg 768w, https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2024/10/pesquisa-da-ufsc-2-150x100.jpg 150w, https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2024/10/pesquisa-da-ufsc-2.jpg 1200w" sizes="auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px" /><figcaption id="caption-attachment-9772" class="wp-caption-text">Pesquisa da UFSC pode gerar dados importantes para combate a homofobia &#8211; Foto: Freepik/Reprodução/Floripa.LGBT</figcaption></figure>
<p>&#8220;Discriminação nas Relações de Consumo e as Estratégias de Enfrentamento de Pessoas LGBTI+&#8221; é o nome da pesquisa da UFSC e nela será investigado como pessoas LGBTI+ percebem a discriminação durante suas experiências de consumo em ambientes físicos e quais estratégias adotam para enfrentar essas situações.</p>
<p>Elaborada por Janaína Gularte Cardoso, a investigação está sendo feita por meio de formulário do Google e pode participar dela <a href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSf_WjAGkoVOlDcUTZB50qDCNGEeyhbeNxpUIcnAu9KEZ2gZDg/viewform" target="_blank" rel="noopener">clicando aqui</a>.</p>
<p>Janaína Goularte é doutoranda e professora do Departamento Administração da <a href="https://ufsc.br/" target="_blank" rel="noopener">UFSC</a>. A autora atua pesquisando sobretudo temas como marketing, mercado LGBT e comportamento da consumidor.</p>
<h2>Pesquisa da UFSC e casos de homofobia em lojas</h2>
<p>A tese mostra-se de extrema importância para o entendimentos da LGBTfobia nestes espaços, sobretudo quando há diversos casos de espaços de consumo que foram acusadas de discriminar pessoas LGBT+. Alguns, inclusive, noticiados aqui no <strong>Floripa.LGBT</strong>.</p>
<p>Em 2024, um shopping de Olinda, em Pernambuco, foi acusado de homofobia por utilizar entre seus códigos de segurança, um <strong><a href="https://floripa.lgbt/seguranca/homofobia/shopping-codigo-homossexual/">&#8220;código homossexual&#8221;</a></strong>.</p>
<figure id="attachment_9066" aria-describedby="caption-attachment-9066" style="width: 621px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-9066" src="https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2024/09/shopping_tacaruna_codigo_homossexual-621x800.jpeg" alt="Shopping usa código &quot;homossexual&quot; para ocorrências de segurança" width="621" height="800" title="Pesquisa da UFSC investiga casos de LGBTfobia em lojas e no comércio" srcset="https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2024/09/shopping_tacaruna_codigo_homossexual-621x800.jpeg 621w, https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2024/09/shopping_tacaruna_codigo_homossexual-932x1200.jpeg 932w, https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2024/09/shopping_tacaruna_codigo_homossexual-768x989.jpeg 768w, https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2024/09/shopping_tacaruna_codigo_homossexual-150x193.jpeg 150w, https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2024/09/shopping_tacaruna_codigo_homossexual.jpeg 955w" sizes="auto, (max-width: 621px) 100vw, 621px" /><figcaption id="caption-attachment-9066" class="wp-caption-text">Seguranças usavam código para identificar pessoas LGBT+ em ocorrências de segurança – Foto: Reprodução/Marco Zero</figcaption></figure>
<p>O jovem que fez a denúncia do caso a um jornal do estado, relatou que já havia notado comportamentos discriminatórios pela equipe de segurança do shopping, antes mesmo de saber que havia um código para identificar pessoas LGBT+.</p>
<p>Na ocasião, considerando o caso como homofobia<strong>,</strong> o cliente fez denúncias à Comissão de Cidadania, Direitos Humanos e Participação Popular da Assembleia Legislativa de Pernambuco e para a Comissão da Diversidade Sexual e de Gênero da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-PE).</p>
<p>Outro caso ocorrido no mesmo ano envolveu um casal que teve uma encomenda de convites de casamentos negados por serem gays. A loja disse ao casal que não fazia <strong><a href="https://floripa.lgbt/seguranca/homofobia/casamento-homossexual-casal-denuncia-loja/">“convites homossexuais”</a></strong> e sugeriu que eles procurassem uma papelaria adequada para esse serviço.</p>
<figure id="attachment_6454" aria-describedby="caption-attachment-6454" style="width: 800px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-6454" src="https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2024/04/casal-gay-denuncia-homofobia-800x629.png" alt="Casal gay denuncia loja que recusou fazer convites de casamento" width="800" height="629" title="Pesquisa da UFSC investiga casos de LGBTfobia em lojas e no comércio" srcset="https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2024/04/casal-gay-denuncia-homofobia-800x629.png 800w, https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2024/04/casal-gay-denuncia-homofobia-1200x943.png 1200w, https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2024/04/casal-gay-denuncia-homofobia-768x603.png 768w, https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2024/04/casal-gay-denuncia-homofobia-150x118.png 150w, https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2024/04/casal-gay-denuncia-homofobia.png 1484w" sizes="auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px" /><figcaption id="caption-attachment-6454" class="wp-caption-text">Henrique e Wagner foi o casal vítima da homofobia do Ateliê – Foto: Reprodução/Instagram</figcaption></figure>
<p>O caso repercutiu na internet e a empresa recebeu diversas mensagens criticando a atitude. No entanto, após isso, o ateliê do interior de São Paulo publicou uma nota de repúdio, classificando o caso como “heterofobia” e reafirmando que não fazem serviços para casais LGBT por conta de princípios e valores.</p>
<p><em>* Sob supervisão de Danilo Duarte</em></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<media:content 
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            <media:description><![CDATA[Pesquisa da UFSC pode gerar dados importantes para combate a homofobia - Foto: Freepik/Reprodução/Floripa.LGBT]]></media:description>    
            <media:credit role="author" scheme="urn:ebu"><![CDATA[]]></media:credit>

        </media:content>	</item>
		<item>
		<title>Segunda edição do Programa Vestiba+ divulga a lista de aprovados</title>
		<link>https://floripa.lgbt/educacao/segunda-edicao-vestiba-lista-aprovados/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Danilo Duarte]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 14 Aug 2024 16:45:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Florianópolis]]></category>
		<category><![CDATA[Prefeitura de Florianópolis]]></category>
		<category><![CDATA[UFSC (Universidade Federal de Santa Catarina)]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://floripa.lgbt/?p=8391</guid>

					<description><![CDATA[Das 90 vagas no Programa Vestiba+, cinco vagas foram reservadas para PCD, 18 para cotas e raciais e mais três vagas destinadas a pessoas trans]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A lista de aprovados para a segunda edição do <a href="https://floripa.lgbt/educacao/vestiba-prorroga-as-inscricoes-com-vagas-afirmativas-para-pessoas-trans/"><strong>Programa Vestiba+</strong></a> foi divulgada nesta quarta-feira (14). O cursinho, que oferece 90 vagas, inclui benefícios como vale-transporte gratuito e alimentação no Restaurante Universitário da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) para os participantes.</p>
<figure id="attachment_7684" aria-describedby="caption-attachment-7684" style="width: 768px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-7684 size-full" src="https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2024/07/Inscricoes-para-o-Vestiba-comecam-nesta-quinta-4-com-vagas-afirmativas-Foto-UFSC-Divulgacao-Floripa-LGBT-e1723658879722.jpeg" alt="Inscrições para o Vestiba+ começam nesta quinta (4) com vagas afirmativas" width="768" height="463" title="Segunda edição do Programa Vestiba+ divulga a lista de aprovados" srcset="https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2024/07/Inscricoes-para-o-Vestiba-comecam-nesta-quinta-4-com-vagas-afirmativas-Foto-UFSC-Divulgacao-Floripa-LGBT-e1723658879722.jpeg 768w, https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2024/07/Inscricoes-para-o-Vestiba-comecam-nesta-quinta-4-com-vagas-afirmativas-Foto-UFSC-Divulgacao-Floripa-LGBT-e1723658879722-150x90.jpeg 150w" sizes="auto, (max-width: 768px) 100vw, 768px" /><figcaption id="caption-attachment-7684" class="wp-caption-text">Segunda edição do Programa Vestiba+ divulgou a lista completa de aprovados &#8211; Foto: UFSC/Divulgação/Floripa.LGBT</figcaption></figure>
<p>O processo seletivo priorizou estudantes em situação de vulnerabilidade socioeconômica, com renda per capita de até 1,5 salário mínimo. As aulas começarão no dia 19 de agosto, no Centro de Ciências da Saúde, no Campus Trindade, sala B006.</p>
<p>Das 90 vagas disponíveis, 6% (5 vagas) foram reservadas para pessoas com deficiência (PCD), 20% (18 vagas) para cotas raciais, abrangendo negros, pardos, indígenas e quilombolas, e 4% (3 vagas) para pessoas transsexuais. Candidatos inscritos na categoria PCD precisaram apresentar um laudo técnico atualizado.</p>
<p>Os inscritos nas cotas raciais, que incluem negros, pardos, indígenas e quilombolas, deverão assinar uma <strong><a href="https://floripa.lgbt/saude/veja-como-declarar-nome-social-e-orientacao-sexual-no-aplicativo-meu-sus-digital/">autodeclaração</a></strong> e passar por um processo de heteroidentificação, conduzido por uma comissão de validação.</p>
<p>A lista completa dos estudantes selecionados está disponível no site da Pró-Reitoria de Extensão (ProEx) da UFSC e na página da Prefeitura de Florianópolis. Para acessar a lista de aprovados, <a href="https://www.pmf.sc.gov.br/entidades/juventude/index.php" target="_blank" rel="noopener"><strong>clique aqui</strong></a>. Em caso de dúvidas, entre em contato pelo e-mail vestibamaisfloripa@gmail.com.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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            <media:description><![CDATA[Inscrições para o Vestiba+ começam nesta quinta (4) com vagas afirmativas - Foto: UFSC/Divulgação/Floripa.LGBT]]></media:description>    
            <media:credit role="author" scheme="urn:ebu"><![CDATA[]]></media:credit>

        </media:content>	</item>
		<item>
		<title>Vestiba+ prorroga as inscrições com vagas afirmativas para pessoas trans</title>
		<link>https://floripa.lgbt/educacao/vestiba-prorroga-as-inscricoes-com-vagas-afirmativas-para-pessoas-trans/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Micheletti]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 09 Aug 2024 17:17:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Direitos]]></category>
		<category><![CDATA[Florianópolis]]></category>
		<category><![CDATA[Santa Catarina]]></category>
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					<description><![CDATA[Oferecido pela UFSC e Prefeitura de Florianópolis, o Vestiba+ também terá vagas afirmativas para PCDs, pretos, pardos, indígenas e quilombolas]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O <a href="https://noticias.ufsc.br/tags/vestiba/" target="_blank" rel="noopener">Programa Vestiba+</a> teve suas datas de inscrições e início das aulas <strong><a href="https://floripa.lgbt/educacao/inscricoes-para-o-vestiba-comecam-nesta-quinta-4-com-vagas-afirmativas/">alteradas</a></strong> na última terça-feira (6). O cursinho pré-vestibular gratuito tem duas vagas afirmativas para pessoas trans e as inscrições vão até sexta-feira (9) e às aulas começam na segunda (12). Para se inscrever, acesse <a href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSfAEyj4skDpN-Eo4pBCejt7Tsz2tpddPrGL42rnG1iywonxLg/viewform?pli=1" target="_blank" rel="noopener">este link</a>.</p>
<figure id="attachment_8207" aria-describedby="caption-attachment-8207" style="width: 800px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-8207" src="https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2024/08/gabarito-800x534.jpg" alt="Vestiba+ prorroga as inscrições com vagas afirmativas para pessoas trans" width="800" height="534" title="Vestiba+ prorroga as inscrições com vagas afirmativas para pessoas trans" srcset="https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2024/08/gabarito-800x534.jpg 800w, https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2024/08/gabarito-768x512.jpg 768w, https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2024/08/gabarito-150x100.jpg 150w, https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2024/08/gabarito.jpg 1000w" sizes="auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px" /><figcaption id="caption-attachment-8207" class="wp-caption-text">O Programa inclui vale-transporte gratuito e alimentação no Restaurante Popular para os selecionados &#8211; Foto: Freepik/Reprodução/Floripa.LGBT</figcaption></figure>
<p>Essa é a segunda edição do programa, que é voltado para estudantes que concluíram o ensino médio em rede pública ou foram bolsistas integrais na rede particular. A seleção de alunos será feita a partir de um critério de vulnerabilidade socioeconômica com o índice per capita do estudante devendo ser de até 1,5 salário mínimo.</p>
<p>O cursinho terá 50 vagas, com 6% (3 vagas) delas para <strong><a href="https://floripa.lgbt/cidadania/sao-jose-distribui-cordao-de-girassol/">pessoas com deficiência</a></strong> (PCD), 20% (10 vagas) para pretos, pardos, indígenas e quilombolas e 4% (2 vagas) destinadas a pessoas transexuais. Os candidatos que se inscreveram na cota de PCD deverão apresentar laudo médico atualizado como comprovação.</p>
<p>Já os candidatos que se inscreverem nas cotas raciais deverão assinar autodeclaração indicando o grupo ao qual se identifica e, após isso, serão submetidos a um procedimento de heteroidentificação presidido por uma comissão de validação.</p>
<p>Os nomes das pessoas selecionadas para o cursinho serão publicados na página oficial da <a href="https://proex.ufsc.br/#:~:text=O%20Curso%20de%20Extens%C3%A3o%20dever%C3%A1,das%20tem%C3%A1ticas%20descritas%20no%20edital." target="_blank" rel="noopener">Pró-Reitoria de Extensão (ProEx)</a> e site da <a href="https://www.pmf.sc.gov.br/" target="_blank" rel="noopener">Prefeitura de Florianópolis</a>.</p>
<p><em>* Sob supervisão de Danilo Duarte</em></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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            <media:description><![CDATA[UFSC oferece curso gratuito sobre Antifascismo Queer em dezembro - Foto: Agecom/UFSC/Divulgação/Floripa.LGBT]]></media:description>    
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        </media:content>	</item>
		<item>
		<title>STF suspende pela 2ª vez lei contra uso de linguagem neutra em cidade de SC</title>
		<link>https://floripa.lgbt/justica/stf-suspende-pela-2a-vez-proibicao-ao-uso-de-linguagem-neutra-em-cidade-de-sc/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Micheletti]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 08 Aug 2024 10:52:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Navegantes]]></category>
		<category><![CDATA[Supremo Tribunal Federal (STF)]]></category>
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					<description><![CDATA[O município de Navegantes já havia sofrido outra derrota contra o STF por proibir o uso da linguagem neutra em junho]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O <a href="https://portal.stf.jus.br/" target="_blank" rel="noopener">Supremo Tribunal Federal (STF)</a> formou maioria, com oito votos favoráveis, em duas ações questionando leis municipais que proíbem o ensino da <a href="https://floripa.lgbt/justica/linguagem-neutra-deve-ser-proibida-sugere-procuradoria-geral-de-sc/"><strong>linguagem neutra nas escolas</strong></a>, além de seu uso em atos oficiais da administração. Uma das ações foi do munícipio de <strong><a href="https://floripa.lgbt/agenda-de-eventos/direitos-lgbt-navegantes-vai-receber-primeira-conferencia-sobre-o-tema/">Navegantes</a></strong>, que em junho já havia tido outra tentativa de proibição da linguagem barrada. As ações foram apresentadas pela <a href="https://aliancalgbti.org.br/" target="_blank" rel="noopener">Aliança Nacional LGBTI+</a> e outros coletivos.</p>
<figure id="attachment_8240" aria-describedby="caption-attachment-8240" style="width: 1170px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-8240" src="https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2024/08/fachada-do-STF-Supremo-Tribunal-Federal.png" alt="Decisão de STF levou em conta inconstitucionalidade de leis municipais e estaduais decidirem normas da educação - Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/Agência Brasil/Reprodução/Floripa.LGBT" width="1170" height="700" title="STF suspende pela 2ª vez lei contra uso de linguagem neutra em cidade de SC" srcset="https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2024/08/fachada-do-STF-Supremo-Tribunal-Federal.png 1170w, https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2024/08/fachada-do-STF-Supremo-Tribunal-Federal-800x479.png 800w, https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2024/08/fachada-do-STF-Supremo-Tribunal-Federal-768x459.png 768w, https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2024/08/fachada-do-STF-Supremo-Tribunal-Federal-150x90.png 150w" sizes="auto, (max-width: 1170px) 100vw, 1170px" /><figcaption id="caption-attachment-8240" class="wp-caption-text">Decisão de STF levou em conta inconstitucionalidade de leis municipais e estaduais decidirem normas da educação &#8211; Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/Agência Brasil/Reprodução/Floripa.LGBT</figcaption></figure>
<p>Além de Navegantes, o outro município que teve lei suspensa, foi Rondonópolis, no Mato Grosso. Votaram favoráveis à suspensão das leis os ministros Edson Fachin, Gilmar Mendes, Cármen Lúcia, Dias Toffoli, Alexandre de Moraes, André Mendonça, Cristiano Zanin e Flávio Dino. Ainda faltam os votos de Luiz Fux, Luís Roberto Barroso e Kassio Nunes. Os processos tramitam sob relatoria de <strong><a href="https://floripa.lgbt/?s=Fl%C3%A1vio+Dino">Flávio Dino</a></strong>.</p>
<p>Em seu voto, o ministro chamou atenção para o fato da língua ser &#8220;viva, sempre aberta a novas possibilidades, em diversos espaços e tempos&#8221;, e que ela não deveria ser regulada e ter suas mudanças punidas. Isso porque, segundo Dino, ela é decorrente de mudanças sociais e que &#8220;podem ser incorporadas ao sistema jurídico, observados os procedimentos pertinentes”.</p>
<h2>STF já impediu outras leis anti-linguagem neutra</h2>
<p>Em junho, o STF formou maioria de votos para manter suspensas outras leis anti-linguaguem neutra nas escolas público e privadas dos munícipios  de Águas Lindas (GO) e Ibirité (MG).</p>
<p>Na ocasião, o ministro Alexandre de Moraes que municípios não podem legislar sobre normas educacionais, conteúdos curriculares e metodologias de ensino, e apenas o Congresso teria esse papel.</p>
<p>Neste mesmo mês também <strong><a href="https://floripa.lgbt/justica/stf-derruba-proibicao-de-linguagem-neutra-em-cidade-de-santa-catarina/">ocorreu a suspensão da lei</a></strong> em questão em Navegantes, por decisão de Flávio Dino, que também argumentou sobre a inconstitucionalidade de uma lei municipal que tentava regulamentar o uso da linguagem.</p>
<p>Aprovada em setembro de 2021, no munícipio, a lei proibia “nos ambientes formais de ensino e educação, o emprego de linguagem que, corrompendo as regras gramaticais, pretendam se referir a ‘gênero neutro’, inexistente na língua portuguesa”.</p>
<p><em>* Sob supervisão de Danilo Duarte</em></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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            <media:description><![CDATA[Decisão de STF levou em conta inconstitucionalidade de leis municipais e estaduais decidirem normas da educação - Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/Agência Brasil/Reprodução/Floripa.LGBT]]></media:description>    
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        </media:content>	</item>
		<item>
		<title>Projeto de lei contra &#8220;ideologia de gênero&#8221; nas escolas tramita na Câmara de Vereadores de Florianópolis</title>
		<link>https://floripa.lgbt/politica/projeto-de-lei-contra-ideologia-de-genero-nas-escolas-tramita-na-camara-de-vereadores-de-florianopolis/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Micheletti]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 02 Aug 2024 11:22:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Assembleia Legislativa de Santa Catarina (Alesc)]]></category>
		<category><![CDATA[Câmara de Vereadores de Florianópolis]]></category>
		<category><![CDATA[Florianópolis]]></category>
		<category><![CDATA[Supremo Tribunal Federal (STF)]]></category>
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					<description><![CDATA[Proposta permite que os pais possam vetar a participação dos filhos em atividades que envolvam gênero; projeto de lei não tem data para ser votado]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Um <a href="https://www.cmf.sc.gov.br/proposicoes/pesquisa/0/1/0/98885" target="_blank" rel="noopener">projeto de lei</a> contra &#8220;ideologia de gênero&#8221; está tramitando na <a href="https://www.cmf.sc.gov.br/" target="_blank" rel="noopener">Câmara de Vereadores de Florianópolis</a>. O projeto em questão foi elaborado pela vereadora do PL (Partido Liberal), Manu Vieira, e pretende dar aos pais e responsáveis o direito de vetar a participação dos filhos ou tutelados em atividades que envolvam <strong><a href="https://floripa.lgbt/justica/stf-regra-que-proibia-escolas-abordar-genero-em-cidade-de-sc/">gênero nas escolas</a></strong>.</p>
<figure id="attachment_1142" aria-describedby="caption-attachment-1142" style="width: 1200px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-1142" src="https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2023/06/camara-vereadores-florianopolis.jpeg" alt="Fachada da Câmara de Vereadores de Florianópolis" width="1200" height="675" title="Projeto de lei contra &quot;ideologia de gênero&quot; nas escolas tramita na Câmara de Vereadores de Florianópolis" srcset="https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2023/06/camara-vereadores-florianopolis.jpeg 800w, https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2023/06/camara-vereadores-florianopolis-300x169.jpeg 300w, https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2023/06/camara-vereadores-florianopolis-768x432.jpeg 768w" sizes="auto, (max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /><figcaption id="caption-attachment-1142" class="wp-caption-text">Câmara Municipal de Florianópolis ainda não colocou o projeto de lei sobre &#8220;ideologia de gênero&#8221; nas escolas em votação &#8211; Foto: CMF / Divulgação / Floripa.LGBT</figcaption></figure>
<p>O documento recebeu parecer favorável da Procuradoria-Geral, mas ainda não há previsão para que a proposta seja votada em plenário na Câmara de Vereadores.</p>
<p>No entanto, o projeto de lei que está tramitando em Florianópolis corre o risco de ser questionado judicialmente e pode ser derrubado. Isso porque há uma decisão do <a href="https://portal.stf.jus.br/" target="_blank" rel="noopener">Supremo Tribunal Federal</a> que <a href="https://floripa.lgbt/justica/stf-regra-que-proibia-escolas-abordar-genero-em-cidade-de-sc/"><strong>declarou inconstitucional o dispositivo de uma lei</strong></a> que proibia expressões relativas à identidade, ideologia ou orientação de gênero nos currículos escolares da rede pública de <a href="https://floripa.lgbt/politica/eleicoes-quem-sao-os-pre-candidatos-lgbt-sc/"><strong>Blumenau</strong></a>, no Vale do Itajaí.</p>
<p>Voltando a Florianópolis, o projeto de lei sugere dar permissão aos responsáveis a permissão de vetar qualquer atividade &#8211; seja pedagógica ou extracurricular &#8211; envolvendo gênero, ao passo que as escolas deverão &#8220;informar aos pais ou responsáveis pelos estudantes sobre quaisquer atividades (&#8230;) de gênero a serem realizadas no ambiente escolar, ou em locais externos, por meio de documento contendo descrição da pauta, local e solicitando ciência e autorização&#8221;.</p>
<p>Dessa forma, os servidores públicos que não respeitarem tal processo, poderão responder administrativamente, de acordo com o projeto de lei. Já no caso de funcionários de escolas particulares, a proposta sugere que sejam responsabilizados segundo a &#8220;legislação vigente&#8221;.</p>
<p>A vereadora usou como justificativa do projeto na elaboração do texto que as crianças não têm &#8221; repertório&#8221; para ter um entendimento sobre gênero e sexualidade nas salas de aula e para alcançar esse nível de compreensão elas precisariam de um &#8220;sofrimento emocional intenso&#8221;. Ela ainda adiciona que &#8220;expor&#8221; a criança a esses dilemas é uma forma de &#8220;violência, de crueldade e de opressão&#8221;.</p>
<p>O <strong>Floripa.LGBT</strong> tentou contato com a presidente do Conselho Municipal de Direitos LGBTI+ de Florianópolis, Ana Paula Mendes, para questionar a posição do órgão em relação ao projeto de lei, mas não obteve resposta até a publicação desta matéria. O espaço segue aberto.</p>
<p>Vale lembrar que uma <a href="https://floripa.lgbt/politica/pl-que-restringe-atividades-sobre-genero-e-diversidade-nas-escolas-e-aprovado-em-comissao-da-alesc/"><strong>proposta semelhante tramita na Assembleia Legislativa</strong></a> de Santa Catarina (Alesc). Em junho, a proposta de  <a href="https://floripa.lgbt/politica/projeto-que-exige-autorizacao-para-atividades-de-genero-em-escolas-avanca-na-alesc/"><strong>restringir a participação dos filhos em atividades pedagógicas sobre gênero e diversidade</strong></a> foi aprovada por unanimidade na Comissão de Finanças e Tributação da Casa. O PL é de autoria da deputada conservadora <a href="https://floripa.lgbt/politica/deputada-conservadora-de-sc-quer-proibir-criancas-em-paradas-lgbt/"><strong>Ana Campagnolo (PL)</strong></a> e foi proposto em junho do ano passado.</p>
<p><em>* Sob supervisão de Danilo Duarte</em></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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        </media:content>	</item>
		<item>
		<title>Renan Quinalha abre inscrições para curso de História do Movimento e dos Direitos LGBTI+</title>
		<link>https://floripa.lgbt/educacao/renan-quinalha-abre-inscricoes-para-curso-de-historia-do-movimento-e-dos-direitos-lgbti/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Micheletti]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Jul 2024 21:11:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://floripa.lgbt/?p=8024</guid>

					<description><![CDATA[Curso vai ser online e as aulas acontecer entre 5 de agosto e 2 de setembro. Renan Quinalha é uma das maiores autoridades sobre direitos LGBTI+]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O escritor, advogado e professor, <strong><a href="https://floripa.lgbt/direitos/renan-quinalha-finalista-do-premio-jabuti-fala-sobre-direitos-lgbt-em-sc/">Renan Quinalha</a></strong>, abriu nesta sexta-feira (26) o período de inscrições para o seu novo curso de História do Movimento e dos Direitos LGBTI+. O curso online inicia no dia 5 de agosto e vai até 2 de setembro, e as aulas acontecerão no formato de cinco encontros, todas as segundas, das 20h às 22h.</p>
<figure id="attachment_8025" aria-describedby="caption-attachment-8025" style="width: 960px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-8025 size-large" src="https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2024/07/renan_quinalha-960x1200.jpg" alt="Renan já foi finalista do Prêmio Jabuti pelo seu livro &quot;Movimento LGBTI+: uma breve história do século XIX aos nossos dias&quot; - Instagram/Divulgação/Floripa.LGBT" width="960" height="1200" title="Renan Quinalha abre inscrições para curso de História do Movimento e dos Direitos LGBTI+"><figcaption id="caption-attachment-8025" class="wp-caption-text">Renan já foi finalista do Prêmio Jabuti pelo seu livro &#8220;Movimento LGBTI+: uma breve história do século XIX aos nossos dias&#8221; &#8211; Instagram/Divulgação/Floripa.LGBT</figcaption></figure>
<p>O curso vai passar por diversos momentos da história dos movimentos LGBT+ e traçar conceitos de compreensões de gênero e sexualidade. De acordo com a publicação nas redes sociais de Renan, as aulas serão dadas nessa ordem:</p>
<p><strong>1ª aula (05/08):</strong> definições conceituais; compreensões de gênero e sexualidade &#8211; essencialíssimo x construtivismo; as histórias da sexualidade no plural; onde quase tudo começou &#8211; eurocentrismo e o protoativismo no final do século XIX e início do XX;</p>
<p><strong>2ª aula (12/08): </strong>mudanças políticas e culturais pós-Segunda Grande Guerra; antecedentes de <strong><a href="https://floripa.lgbt/cidadania/por-que-o-mes-do-orgulho-e-celebrado-em-junho-conheca-a-origem-da-data/"><em>Stonewall</em></a></strong> nos EUA; ativismo homófilos dos anos 1950; casos de revoltas anteriores em bares; mobilizações existentes na América Latina;</p>
<p><strong>3ª aula (19/08): </strong>levante de Stonewall- da vergonha ao orgulho; disputas das memórias e protagonismo das lésbicas e trans &#8211; apagamentos e invisibilizações; os novos grupos militantes; surgimento da epidemia do HIV-aids; normalização do movimento; institucionalização e as críticas queer;</p>
<p><strong>4ª aula (26/08): </strong>e no Brasil? Do armário ao gueto &#8211; primórdios do ativismo nos anos 60; as políticas sexuais da ditadura &#8211; violência, censura e repressões; processo de transição e as mobilizações feminista, negra e homossexual; Grupo Somo, jornal Lampião da Esquina e o início do Movimento Homossexual Brasileiro; Primeiro Ciclo;</p>
<p><strong>5ª aula (02/09): </strong>do guetos às ruas; epidemia do <strong><a href="https://floripa.lgbt/?s=HIV">HIV/aids</a></strong>; luta por direitos (despatologização e Constituinte), negociação com Estado e mercado; as Paradas do Orgulho LGBT; políticas públicas e judicialização dos direitos LGBTs; novos sujeitos, novas mídias; diferentes tipos de ativismos; Backlash e ascensão conservadora.</p>
<figure id="attachment_8028" aria-describedby="caption-attachment-8028" style="width: 246px" class="wp-caption alignleft"><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-8028" src="https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2024/07/curso_renan_quinalha-642x800.jpg" alt="Renan Quinalha abre inscrições para curso de História do Movimento e dos Direitos LGBTI+" width="246" height="307" title="Renan Quinalha abre inscrições para curso de História do Movimento e dos Direitos LGBTI+" srcset="https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2024/07/curso_renan_quinalha-642x800.jpg 642w, https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2024/07/curso_renan_quinalha-963x1200.jpg 963w, https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2024/07/curso_renan_quinalha-768x957.jpg 768w, https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2024/07/curso_renan_quinalha-150x187.jpg 150w, https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2024/07/curso_renan_quinalha.jpg 1080w" sizes="auto, (max-width: 246px) 100vw, 246px" /><figcaption id="caption-attachment-8028" class="wp-caption-text">Depois de três anos, Renan lança novo curso sobre a história dos movimentos e direitos LGBTI+ &#8211; Instagram/Divulgação/Floripa.LGBT</figcaption></figure>
<p>As aulas do curso serão gravadas para quem não poder assisti-las ao-vivo e ficarão disponíveis para serem assistidas por 30 dias após o encerramento do curso.</p>
<p>O curso vai custar o valor de R$ 300 e para se inscrever necessário preencher o formulário, neste <a href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSddQrcIIHnvOoTDTMVn0XdU7CBqZpt7DSfkJUwGMIKYyp-ioA/viewform" target="_blank" rel="noopener">link</a>.</p>
<p>Para as pessoas negras, trans, intersexo e indígenas que não tiverem condições de pagarem pelo curso serão disponibilizadas 30 bolsas afirmativas, que serão preenchidas por ordem de chegada dos pedidos. Para isso, basta enviar uma carta de motivação de uma página para o e-mail <a href="mailto:contato@renanquinalha.com">contato@renanquinalha.com</a><em>. </em></p>
<p>Além disso, caso você já tenha feito a edição anterior deste curso, serão disponibilizadas bolsas de 50% de desconto no valor.</p>
<p>Renan Quinalha é um homem gay, professor de direito da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), autor dos livros &#8220;Contra a Moral e os Bons Costumes: a ditadura e a repressão contra a comunidade LGBT&#8221; e &#8220;Movimento LGBTI+: uma breve história do século XIX aos nossos dias&#8221; &#8211; este último que foi finalista do Prêmio Jabuti na categoria Livro de Ciências Sociais &#8211; além de ser Presidente do Grupo de Trabalho de Memória e Verdade LGBTQIA+ do Ministério de Direitos Humanos e Cidadania.</p>
<p><em>* Sob supervisão de Danilo Duarte</em></p>
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            <media:description><![CDATA[Renan já foi finalista do Prêmio Jabuti pelo seu livro "Movimento LGBTI+: uma breve história do século XIX aos nossos dias" - Instagram/Divulgação/Floripa.LGBT]]></media:description>    
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        </media:content>	</item>
		<item>
		<title>Curso gratuito de visual merchandising em Florianópolis abre as inscrições</title>
		<link>https://floripa.lgbt/educacao/curso-gratuito-de-visual-merchandising-em-florianopolis-abre-inscricoes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 20 Jul 2024 12:54:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Empregos]]></category>
		<category><![CDATA[Florianópolis]]></category>
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					<description><![CDATA[Inscrições abertas até 21 de julho; curso gratuito visa capacitar grupos marginalizados no mercado de moda. Serão disponibilizadas 20 vagas ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Instituto C&amp;A, braço social da C&amp;A Brasil, está com inscrições abertas para o projeto “IC&amp;A de Portas Abertas”, que oferece um curso presencial e gratuito de Visual Merchandising. Em Florianópolis, serão disponibilizadas 20 vagas destinadas a grupos historicamente marginalizados, como mulheres, negros, indígenas, migrantes e pessoas LGBTQIAPN+, entre outros, com idade mínima de 18 anos.</p>
<figure id="attachment_7892" aria-describedby="caption-attachment-7892" style="width: 1920px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-7892" src="https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2024/07/curso-gratuito-de-visual-merchandising.png" alt="Curso gratuito de visual merchandising em Florianópolis está com inscrições abertas" width="1920" height="1279" title="Curso gratuito de visual merchandising em Florianópolis abre as inscrições" srcset="https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2024/07/curso-gratuito-de-visual-merchandising.png 1920w, https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2024/07/curso-gratuito-de-visual-merchandising-800x533.png 800w, https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2024/07/curso-gratuito-de-visual-merchandising-1200x799.png 1200w, https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2024/07/curso-gratuito-de-visual-merchandising-768x512.png 768w, https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2024/07/curso-gratuito-de-visual-merchandising-1536x1023.png 1536w, https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2024/07/curso-gratuito-de-visual-merchandising-150x100.png 150w" sizes="auto, (max-width: 1920px) 100vw, 1920px" /><figcaption id="caption-attachment-7892" class="wp-caption-text">Curso gratuito de visual merchandising em Florianópolis está com inscrições abertas &#8211; Foto: Divulgação/Floripa.LGBT</figcaption></figure>
<p>O curso, que combina teoria e prática, tem como objetivo facilitar o acesso ao <a href="https://floripa.lgbt/economia/empregos/curso-trans-florianopolis/"><strong>mercado de trabalho</strong></a> formal no setor de visual merchandising no varejo de moda. As aulas serão ministradas na loja C&amp;A de Florianópolis, de 20 a 23 de agosto, das 9h às 16h.</p>
<blockquote><p>“O projeto &#8216;C&amp;A de Portas Abertas&#8217; é um compromisso em promover inclusão e capacitação no mercado de varejo de moda. Reconhecemos que existem vários segmentos dentro da moda que merecem ser explorados, e sabemos que incluir produtivamente essas pessoas é um desafio contínuo”, afirmou Gustavo Narciso, Diretor Executivo do Instituto C&amp;A.</p></blockquote>
<p>Além do conhecimento adquirido, os participantes receberão uma ajuda de custo de R$200,00 para alimentação e transporte durante a semana do curso presencial.</p>
<p>Ao final, todos receberão um certificado de participação emitido pelo Instituto C&amp;A e serão incluídos em um banco de talentos, aumentando suas chances de empregabilidade.</p>
<p>Para se inscrever, é necessário ter renda familiar de até quatro salários-mínimos, ensino médio cursando ou completo e idade mínima de 18 anos. As inscrições estão abertas até o dia 21 de julho e podem ser realizadas através do <a href="https://institutocea.org.br/deportasabertasescoladevm/" target="_blank" rel="noopener">link do Instituto C&amp;A</a>. A seleção prioriza pessoas em situação de vulnerabilidade moral, social ou econômica.</p>
<p>Essa é uma oportunidade única para aqueles que desejam ingressar ou avançar na carreira no setor de moda em Florianópolis, promovendo a inclusão e a diversidade no mercado de trabalho.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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            <media:description><![CDATA[Curso gratuito de visual merchandising em Florianópolis está com inscrições abertas - Foto: Divulgação/Floripa.LGBT]]></media:description>    
            <media:credit role="author" scheme="urn:ebu"><![CDATA[]]></media:credit>

        </media:content>	</item>
		<item>
		<title>STF acaba com regra que proibia escolas de abordar gênero em cidade de SC</title>
		<link>https://floripa.lgbt/justica/stf-regra-que-proibia-escolas-abordar-genero-em-cidade-de-sc/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Vitor Both]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Jul 2024 11:08:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Blumenau]]></category>
		<category><![CDATA[Supremo Tribunal Federal (STF)]]></category>
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					<description><![CDATA[Norma estava suspensa desde 2019 e foi declarada inconstitucional por unanimidade dos ministros do STF na última sexta-feira (28)]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Supremo Tribunal Federal (<a href="https://noticias.stf.jus.br/postsnoticias/stf-invalida-norma-que-proibia-escolas-de-blumenau-sc-de-abordar-questoes-de-genero/" target="_blank" rel="noopener">STF</a>) declarou inconstitucional o dispositivo de uma lei que proibia expressões relativas à identidade, ideologia ou orientação de gênero nos currículos escolares da rede pública de <a href="https://floripa.lgbt/politica/eleicoes-quem-sao-os-pre-candidatos-lgbt-sc/"><strong>Blumenau</strong></a>, no Vale do Itajaí. A decisão dos ministros foi unânime, com o entendimento de que a proibição viola o princípio constitucional da dignidade humana.</p>
<figure id="attachment_7691" aria-describedby="caption-attachment-7691" style="width: 800px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-7691" src="https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2024/07/STF-acaba-com-lei-de-2015-que-proibia-escolas-de-abordar-genero-em-cidade-de-SC-800x533.jpg" alt="STF acaba com lei de 2015 que proibia escolas de abordar gênero em cidade de SC" width="800" height="533" title="STF acaba com regra que proibia escolas de abordar gênero em cidade de SC" srcset="https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2024/07/STF-acaba-com-lei-de-2015-que-proibia-escolas-de-abordar-genero-em-cidade-de-SC-800x533.jpg 800w, https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2024/07/STF-acaba-com-lei-de-2015-que-proibia-escolas-de-abordar-genero-em-cidade-de-SC-768x512.jpg 768w, https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2024/07/STF-acaba-com-lei-de-2015-que-proibia-escolas-de-abordar-genero-em-cidade-de-SC-150x100.jpg 150w, https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2024/07/STF-acaba-com-lei-de-2015-que-proibia-escolas-de-abordar-genero-em-cidade-de-SC.jpg 900w" sizes="auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px" /><figcaption id="caption-attachment-7691" class="wp-caption-text">STF já tomou várias decisões, fixando o entendimento de que leis que proíbem a chamada “ideologia de gênero” são contrárias à Constituição Federal – Foto: Nelso Júnior/STF/Divulgação/Floripa.LGBT</figcaption></figure>
<p>De acordo com o ministro Edson Fachin, proibir que o Estado fale, aborde, debata e, acima de tudo, pluralize as múltiplas formas de expressão do gênero e da sexualidade, especialmente nas escolas, contraria o princípio da dignidade da pessoa humana.</p>
<blockquote><p>“É somente com o convívio com a diferença e com o seu acolhimento que pode haver a construção de uma sociedade livre, justa e solidária, em que o bem de todos seja promovido sem preconceitos de origem, raça, sexo, cor, idade e quaisquer outras formas de discriminação”, concluiu Fachin.</p></blockquote>
<h2>Norma estava suspensa pelo STF desde 2019</h2>
<p>Há cinco anos, em dezembro de 2019, Fachin já havia suspendido o parágrafo da lei, a pedido da Procuradoria-Geral da República (PGR).</p>
<p>De acordo com a PGR, o parágrafo 5.º do artigo 10 da <a href="https://leismunicipais.com.br/a/sc/b/blumenau/lei-complementar/2015/100/994/lei-complementar-n-994-2015-aprova-o-plano-municipal-de-educacao-de-blumenau-pme-e-da-outras-providencias?q=lei%20complementar%20994%2F2015" target="_blank" rel="noopener">lei complementar 994/2015 de Blumenau</a> ‘contraria a vedação de censura em atividades culturais, o pluralismo de ideias e de concepções pedagógicas e o direito à liberdade de aprender, ensinar, pesquisar e divulgar o pensamento, a arte e o saber’.</p>
<p>Em 2015, a Câmara de Vereadores de Blumenau aprovou o Plano Municipal de Educação (PME) e incluiu um parágrafo proibindo abordar questões de gênero, afirmando que “é vedada a inclusão ou manutenção das expressões ‘identidade de gênero’, ‘ideologia de gênero’ e ‘orientação de gênero’ em qualquer documento complementar ao Plano Municipal de Educação, bem como nas diretrizes curriculares”.</p>
<h2>Proposta semelhante está na Alesc</h2>
<p>Uma proposta semelhante ao texto de Blumenau está tramitando na Assembleia Legislativa de Santa Catarina (Alesc). O projeto de lei 200/2023, de autoria da deputada Ana Campagnolo (PL) permite aos país ou responsáveis legais <a href="https://floripa.lgbt/politica/pl-que-restringe-atividades-sobre-genero-e-diversidade-nas-escolas-e-aprovado-em-comissao-da-alesc/"><strong>restringir a participação dos filhos em atividades pedagógicas sobre gênero e diversidade</strong></a>.</p>
<p>Caso o projeto se torne lei, será válido para todas as escola públicas e privadas de Santa Catarina. As instituições que descumprirem podem ser multadas em até R$ 10 mil.</p>
<p>Na semana passada, a proposta foi aprovada por unanimidade na Comissão de Finanças e Tributação da Alesc. De acordo com o relator, Jair Miotto (União), a medida <span dir="ltr" role="presentation">não </span><span dir="ltr" role="presentation">implica redução de receita ou aumento de despesa pública.</span></p>
<p><em>* Sob supervisão de Danilo Duarte</em></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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            <media:credit role="author" scheme="urn:ebu"><![CDATA[]]></media:credit>

        </media:content>	</item>
		<item>
		<title>Inscrições para o Vestiba+ começam nesta quinta (4) com vagas afirmativas</title>
		<link>https://floripa.lgbt/educacao/inscricoes-para-o-vestiba-comecam-nesta-quinta-4-com-vagas-afirmativas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Danilo Duarte]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 Jul 2024 22:54:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Florianópolis]]></category>
		<category><![CDATA[Prefeitura de Florianópolis]]></category>
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					<description><![CDATA[Estudantes de baixa renda e grupos vulneráveis têm a chance de se preparar gratuitamente para o vestibular da UFSC por meio do programa Vestiba+]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As inscrições para a segunda edição do Programa Vestiba+, um cursinho pré-vestibular gratuito destinado a estudantes que concluíram o ensino médio na rede pública ou foram bolsistas integrais na rede particular, começam nesta quinta-feira (4).  As inscrições, que são para o período noturno, devem ser realizadas pelo link: <a href="http://bit.ly/inscricoesvestiba" target="_blank" rel="noopener">bit.ly/inscricoesvestiba</a>. As aulas terão início no dia 5 de agosto.</p>
<figure id="attachment_7684" aria-describedby="caption-attachment-7684" style="width: 768px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-7684" src="https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2024/07/Inscricoes-para-o-Vestiba-comecam-nesta-quinta-4-com-vagas-afirmativas-Foto-UFSC-Divulgacao-Floripa-LGBT.jpeg" alt="Inscrições para o Vestiba+ começam nesta quinta (4) com vagas afirmativas" width="768" height="576" title="Inscrições para o Vestiba+ começam nesta quinta (4) com vagas afirmativas"><figcaption id="caption-attachment-7684" class="wp-caption-text">Estudantes de baixa renda e grupos vulneráveis têm a chance de se preparar gratuitamente para o vestibular da UFSC por meio do programa Vestiba+ &#8211; Foto: UFSC/Divulgação/Floripa.LGBT</figcaption></figure>
<p>O Vestiba+ oferece <a href="https://floripa.lgbt/educacao/ufsc-abre-6-mil-vagas-para-transferencias-e-retornos-26-mil-delas-sao-afirmativas/"><strong>vagas afirmativas</strong></a> e também leva em consideração a situação de <a href="https://floripa.lgbt/politica/sc-fora-da-lista-de-investimento-lgbt/"><strong>vulnerabilidade socioeconômica</strong></a> dos candidatos. O cursinho é uma parceria entre a Prefeitura de Florianópolis e a Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e oferece vale-transporte gratuito e alimentação no Restaurante Popular para os selecionados.</p>
<blockquote><p>“A primeira edição aprovou 17 alunos no vestibular da UFSC em cursos como Psicologia, Ciências Contábeis, Engenharias, entre outros. Esta oportunidade visa preparar jovens de baixa renda de forma qualificada para concorrer às vagas em uma das universidades mais concorridas do país,” afirma Luiene Giacomini, assessora de Políticas Públicas para Infância e Juventude.</p></blockquote>
<p>A seleção dos estudantes será baseada em critérios de vulnerabilidade socioeconômica, considerando uma renda per capita de até 1,5 salário mínimo, que deverá ser comprovada.</p>
<p>Das 50 vagas disponíveis, 6% (3 vagas) são reservadas para pessoas com deficiência (PCD), 20% (10 vagas) para cotas raciais destinadas a pretos, pardos, indígenas e quilombolas, e 4% (2 vagas) para <a href="https://floripa.lgbt/economia/empregos/florianopolis-tem-mais-de-50-vagas-de-emprego-para-pessoas-trans/"><strong>pessoas transsexuais</strong></a>. Os candidatos às cotas para PCD deverão apresentar um laudo técnico atualizado.</p>
<p>Os candidatos às cotas raciais (negros, pardos, indígenas e quilombolas) deverão assinar uma autodeclaração indicando o grupo ao qual se identificam e, posteriormente, serão submetidos a um procedimento de heteroidentificação conduzido por uma comissão de validação.</p>
<p>Os nomes dos estudantes selecionados serão publicados na página da Pró-Reitoria de Extensão (<a href="https://proex.ufsc.br/" target="_blank" rel="noopener">ProEx</a>) da UFSC, no <a href="https://www.pmf.sc.gov.br/" target="_blank" rel="noopener">site da Prefeitura de Florianópolis</a> e nas redes sociais, para ampla divulgação.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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            <media:description><![CDATA[Inscrições para o Vestiba+ começam nesta quinta (4) com vagas afirmativas - Foto: UFSC/Divulgação/Floripa.LGBT]]></media:description>    
            <media:credit role="author" scheme="urn:ebu"><![CDATA[]]></media:credit>

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