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	<title>Indicadores</title>
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	<description>Notícias, eventos e informações sobre a comunidade LGBTQIAP+ de Florianópolis e região</description>
	<lastBuildDate>Mon, 17 Nov 2025 21:28:08 +0000</lastBuildDate>
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	<title>Indicadores</title>
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	<item>
		<title>SC tem mais de 44 mil pessoas em uniões homoafetivas, aponta IBGE</title>
		<link>https://floripa.lgbt/economia/indicadores/sc-tem-mais-de-44-mil-pessoas-em-unioes-homoafetivas-aponta-ibge/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Nov 2025 14:59:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Indicadores]]></category>
		<category><![CDATA[Direitos]]></category>
		<category><![CDATA[Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE)]]></category>
		<category><![CDATA[Santa Catarina]]></category>
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					<description><![CDATA[Percentual catarinense (1,14%) é o oitavo maior do país; maioria das uniões homoafetivas é formada por mulheres, conforme os dados divulgados]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p data-start="476" data-end="868">Santa Catarina tem 44.226 pessoas vivendo em <strong><a href="https://floripa.lgbt/direitos/santa-catarina-registra-523-casamentos-homoafetivos-e-consolida-2o-lugar-nacional/">uniões com cônjuges do mesmo sexo</a></strong>, segundo dados divulgados nesta quarta-feira (5) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e fazem parte da nova divulgação do <a href="http://www.ibge.gov.br/" target="_blank" rel="noopener">Censo 2022</a>.</p>
<p data-start="476" data-end="868">O número representa 1,14% das pessoas que vivem em uniões homoafetivas no estado, proporção que coloca Santa Catarina na oitava posição nacional em representatividade de casais homoafetivos.</p>
<p data-start="870" data-end="1173">O Rio de Janeiro lidera o ranking de uniões homoafetivas no Brasil, com 1,57% das uniões formadas por pessoas do mesmo sexo. Já o menor percentual foi registrado no Tocantins, com 0,55%. Em todo o país, o IBGE contabilizou 972,4 mil pessoas vivendo esse tipo de união — o equivalente a 1,08% do total nacional.</p>
<p data-start="1175" data-end="1452">Em Santa Catarina, as mulheres são maioria entre os casais homoafetivos: 24,5 mil delas vivem em união conjugal com outras mulheres, o que corresponde a 55,4% do total. Já entre os homens, são 19,7 mil pessoas, ou 44,6% das uniões do mesmo sexo no estado.</p>
<p data-start="1454" data-end="1637">No Brasil, o cenário é semelhante, mas com uma diferença ainda mais acentuada: 58,3% das uniões homoafetivas são formadas por mulheres, enquanto os homens representam 41,7%.</p>
<h2 data-start="1454" data-end="1637">Uniões homoafetivas são reconhecidas desde 2011</h2>
<p>O direito à união estável entre pessoas do mesmo sexo foi reconhecido no Brasil em 2011, quando o Supremo Tribunal Federal (<a href="https://portal.stf.jus.br/" target="_blank" rel="noopener">STF</a>) decidiu, por unanimidade, equiparar essas uniões às heterossexuais para todos os efeitos legais.</p>
<p>Dois anos depois, em 2013, o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) publicou uma resolução determinando que todos os cartórios do país realizassem <a href="https://floripa.lgbt/direitos/santa-catarina-registra-523-casamentos-homoafetivos-e-consolida-2o-lugar-nacional/"><strong>casamentos civis entre pessoas do mesmo sexo</strong></a> e convertessem uniões estáveis em casamentos, sem necessidade de decisão judicial.</p>
<p>Desde então, os casais homoafetivos passaram a ter os mesmos direitos civis — incluindo herança, pensão, adoção conjunta e inclusão em planos de saúde —, consolidando uma das principais conquistas da comunidade LGBTQIA+ no campo jurídico brasileiro.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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            <media:description><![CDATA[Santa Catarina tem mais de 44 mil pessoas em uniões homoafetivas, aponta IBGE - Foto: Imagem gerada por IA/Floripa.LGBT]]></media:description>    
            <media:credit role="author" scheme="urn:ebu"><![CDATA[]]></media:credit>

        </media:content>	</item>
		<item>
		<title>Santa Catarina já tem mais de 4 mil casamentos homoafetivos desde 2013</title>
		<link>https://floripa.lgbt/economia/indicadores/4-mil-casamentos-homoafetivos-sc/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Danilo Duarte]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Jun 2025 11:18:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Indicadores]]></category>
		<category><![CDATA[Direitos]]></category>
		<category><![CDATA[Biguaçu]]></category>
		<category><![CDATA[Blumenau]]></category>
		<category><![CDATA[Chapecó]]></category>
		<category><![CDATA[Criciúma]]></category>
		<category><![CDATA[Florianópolis]]></category>
		<category><![CDATA[Itajaí]]></category>
		<category><![CDATA[Joinville]]></category>
		<category><![CDATA[Lages]]></category>
		<category><![CDATA[Palhoça]]></category>
		<category><![CDATA[Santa Catarina]]></category>
		<category><![CDATA[São José]]></category>
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					<description><![CDATA[Com Florianópolis na liderança, Santa Catarina registra aumento expressivo nos casamentos homoafetivos registrados ao longo da última década]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Desde que o casamento homoafetivo &#8211; ou seja, o registro civil entre pessoas do mesmo sexo &#8211; foi legalizado no Brasil, em 2013, Santa Catarina contabiliza mais de 4.100 casamentos homoafetivos, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).</p>
<p>A autorização nacional veio por meio da Resolução nº 175 do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), publicada em 14 de maio daquele ano, que proibiu os cartórios de se recusarem a celebrar esse <a href="https://floripa.lgbt/economia/indicadores/casamento-gay-48-dos-brasileiros-aprovam-diz-pesquisa-do-poderdata/"><strong>tipo de união</strong></a>.</p>
<p data-start="118" data-end="686">Os dados foram divulgados pelo IBGE em 16 de maio, dentro da pesquisa anual Estatísticas do Registro Civil. A divulgação coincide com o período da publicação da Resolução do CNJ que autoriza o casamento homoafetivo no Brasil.</p>
<p data-start="118" data-end="686">Além disso, a publicação ocorreu às vésperas de junho, mês internacionalmente reconhecido como o <a href="https://floripa.lgbt/agenda-de-eventos/paradas-lgbti/calendario-paradas-lgbt-2025-capitais/"><strong>Mês do Orgulho LGBTQIA+</strong></a>, quando movimentos sociais, instituições e a sociedade civil promovem ações de visibilidade, celebração da diversidade e reivindicação por direitos.</p>
<p>Ao longo de uma década, os <strong><a href="https://www.ibge.gov.br/estatisticas/sociais/populacao/9109-estatisticas-do-registro-civil.html" target="_blank" rel="noopener">números</a></strong> mostram uma consolidação do direito à formalização das relações homoafetivas no estado, com tendência de crescimento gradual — especialmente nos anos recentes.</p>
<p>Entre 2013 e 2023, foram realizados 4.140 casamentos homoafetivos em Santa Catarina, dos quais 2.084 envolveram casais formados por mulheres e 2.056 por homens.</p>
<h3>Uma década de uniões formais</h3>
<p>O primeiro ano com registros oficiais, 2013, fechou com 207 casamentos homoafetivos, número dividido entre 126 uniões entre homens e 81 entre mulheres. Nos anos seguintes, a curva foi ascendente. Em 2014, foram 342 uniões; em 2015, mais 349. O ano de 2016 representou uma leve aceleração, com 382 uniões.</p>
<p>Entre 2017 e 2018, os números se mantiveram acima de 350 casos anuais, com 2018 registrando 429 casamentos, o maior número do período pré-pandemia. Em 2019, o total foi de 375 uniões, já em linha com a média da década.</p>
<p>O impacto da pandemia de Covid-19, no entanto, foi visível. Em 2020, os casamentos homoafetivos caíram para 255 em todo o estado — o menor número desde 2013.</p>
<p>Essa queda, contudo, foi passageira: 2021 já trouxe recuperação, com 404 casamentos. O recorde veio logo depois, em 2022, com 524 uniões, seguido de perto por 2023, com 523.</p>
<h2 style="text-align: center;">Evolução dos casamentos homoafetivos em Santa Catarina (2013–2023)</h2>
<table style="height: 408px;" width="541">
<tbody>
<tr>
<td style="text-align: center;" width="70"><strong>Ano</strong></td>
<td style="text-align: center;" width="110"><strong>Casamentos masculinos</strong></td>
<td style="text-align: center;" width="96"><strong>Casamentos femininos</strong></td>
<td style="text-align: center;" width="40"><strong>Total</strong></td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;" width="70">2013</td>
<td style="text-align: center;" width="110">126</td>
<td style="text-align: center;" width="96">81</td>
<td style="text-align: center;" width="40">207</td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;" width="70">2014</td>
<td style="text-align: center;" width="110">205</td>
<td style="text-align: center;" width="96">137</td>
<td style="text-align: center;" width="40">342</td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;" width="70">2015</td>
<td style="text-align: center;" width="110">210</td>
<td style="text-align: center;" width="96">139</td>
<td style="text-align: center;" width="40">349</td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;" width="70">2016</td>
<td style="text-align: center;" width="110">245</td>
<td style="text-align: center;" width="96">137</td>
<td style="text-align: center;" width="40">382</td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;" width="70">2017</td>
<td style="text-align: center;" width="110">215</td>
<td style="text-align: center;" width="96">135</td>
<td style="text-align: center;" width="40">350</td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;" width="70">2018</td>
<td style="text-align: center;" width="110">229</td>
<td style="text-align: center;" width="96">200</td>
<td style="text-align: center;" width="40">429</td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;" width="70">2019</td>
<td style="text-align: center;" width="110">180</td>
<td style="text-align: center;" width="96">195</td>
<td style="text-align: center;" width="40">375</td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;" width="70">2020</td>
<td style="text-align: center;" width="110">110</td>
<td style="text-align: center;" width="96">145</td>
<td style="text-align: center;" width="40">255</td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;" width="70">2021</td>
<td style="text-align: center;" width="110">180</td>
<td style="text-align: center;" width="96">224</td>
<td style="text-align: center;" width="40">404</td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;" width="70">2022</td>
<td style="text-align: center;" width="110">216</td>
<td style="text-align: center;" width="96">308</td>
<td style="text-align: center;" width="40">524</td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;" width="70">2023</td>
<td style="text-align: center;" width="110">220</td>
<td style="text-align: center;" width="96">303</td>
<td style="text-align: center;" width="40">523</td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;" width="70"><strong>Total</strong></td>
<td style="text-align: center;" width="110"><strong>2.056</strong></td>
<td style="text-align: center;" width="96"><strong>2.084</strong></td>
<td style="text-align: center;" width="40"><strong>4.140</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p style="text-align: right;"><em>Fonte: Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE)</em></p>
<h2>Florianópolis lidera número de casamentos homoafetivos</h2>
<p>Em 2023, a cidade de Florianópolis foi responsável pelo maior número de casamentos homoafetivos de todo o estado: 74 uniões formalizadas em cartório, sendo 35 entre homens e 39 entre mulheres. O número representa cerca de 14% do total estadual no ano.</p>
<p>Outros municípios da Grande Florianópolis também se destacaram: São José registrou 39 casamentos homoafetivos (18 masculinos e 21 femininos), enquanto Palhoça teve 30 (14 entre homens e 16 entre mulheres). Biguaçu fechou 2023 com 9 uniões homoafetivas.</p>
<p>Somados, os quatro municípios da região metropolitana da capital responderam por 152 casamentos homoafetivos, o que equivale a 29% do total estadual no último ano.</p>
<table width="489">
<tbody>
<tr>
<td style="text-align: center;" width="130"><strong>Município</strong></td>
<td style="text-align: center;" width="127"><strong>Casamentos homoafetivos (2023)</strong></td>
<td style="text-align: center;" width="116"><strong>Casamentos masculinos</strong></td>
<td style="text-align: center;" width="116"><strong>Casamentos Femininos</strong></td>
</tr>
<tr>
<td width="130">Florianópolis</td>
<td style="text-align: center;" width="127">74</td>
<td style="text-align: center;" width="116">35</td>
<td style="text-align: center;" width="116">39</td>
</tr>
<tr>
<td width="130">São José</td>
<td style="text-align: center;" width="127">39</td>
<td style="text-align: center;" width="116">18</td>
<td style="text-align: center;" width="116">21</td>
</tr>
<tr>
<td width="130">Palhoça</td>
<td style="text-align: center;" width="127">30</td>
<td style="text-align: center;" width="116">14</td>
<td style="text-align: center;" width="116">16</td>
</tr>
<tr>
<td width="130">Biguaçu</td>
<td style="text-align: center;" width="127">9</td>
<td style="text-align: center;" width="116">4</td>
<td style="text-align: center;" width="116">5</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p style="text-align: right;"><em>Fonte: Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE)</em></p>
<h3>Outras grandes cidades seguem tendência de crescimento</h3>
<p>Entre as cidades com maior população no estado, os dados mostram um padrão consolidado de crescimento dos casamentos entre pessoas do mesmo sexo. Joinville, maior cidade catarinense, teve 58 casamentos homoafetivos em 2023, sendo 24 masculinos e 34 femininos.</p>
<p>Blumenau aparece logo depois, com 44 registros, seguida por Criciúma (32) e Itajaí (21). Embora com números menores, Chapecó (6) e Lages (2) também registraram formalizações.</p>
<table width="489">
<tbody>
<tr>
<td style="text-align: center;" width="130"><strong>Município</strong></td>
<td style="text-align: center;" width="127"><strong>Casamentos homoafetivos (2023)</strong></td>
<td style="text-align: center;" width="116"><strong>Masculinos</strong></td>
<td style="text-align: center;" width="116"><strong>Femininos</strong></td>
</tr>
<tr>
<td width="130">Joinville</td>
<td style="text-align: center;" width="127">58</td>
<td style="text-align: center;" width="116">24</td>
<td style="text-align: center;" width="116">34</td>
</tr>
<tr>
<td width="130">Blumenau</td>
<td style="text-align: center;" width="127">44</td>
<td style="text-align: center;" width="116">20</td>
<td style="text-align: center;" width="116">24</td>
</tr>
<tr>
<td width="130">Criciúma</td>
<td style="text-align: center;" width="127">32</td>
<td style="text-align: center;" width="116">15</td>
<td style="text-align: center;" width="116">17</td>
</tr>
<tr>
<td width="130">Itajaí</td>
<td style="text-align: center;" width="127">21</td>
<td style="text-align: center;" width="116">9</td>
<td style="text-align: center;" width="116">12</td>
</tr>
<tr>
<td width="130">Chapecó</td>
<td style="text-align: center;" width="127">6</td>
<td style="text-align: center;" width="116">3</td>
<td style="text-align: center;" width="116">3</td>
</tr>
<tr>
<td width="130">Lages</td>
<td style="text-align: center;" width="127">2</td>
<td style="text-align: center;" width="116">1</td>
<td style="text-align: center;" width="116">1</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p style="text-align: right;"><em>Fonte: Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE)</em></p>
<h2>Casamento homoafetivo é um direito assegurado por decisão do CNJ</h2>
<p>A formalização do casamento homoafetivo no Brasil foi impulsionada por decisões do Supremo Tribunal Federal e do Superior Tribunal de Justiça em 2011, que reconheceram a união estável entre pessoas do mesmo sexo como entidade familiar. Mas foi a Resolução nº 175 do CNJ, publicada em 2013, que deu base legal definitiva aos casamentos civis.</p>
<figure id="attachment_3247" aria-describedby="caption-attachment-3247" style="width: 2560px" class="wp-caption alignnone"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="wp-image-3247 size-full" src="https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2023/09/pexels-polina-tankilevitch-casamento-homoafetivo-scaled.jpg" alt="casamento homoafetivo LGBT votação" width="2560" height="1707" title="Santa Catarina já tem mais de 4 mil casamentos homoafetivos desde 2013" srcset="https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2023/09/pexels-polina-tankilevitch-casamento-homoafetivo-scaled.jpg 2560w, https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2023/09/pexels-polina-tankilevitch-casamento-homoafetivo-800x533.jpg 800w, https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2023/09/pexels-polina-tankilevitch-casamento-homoafetivo-1200x800.jpg 1200w, https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2023/09/pexels-polina-tankilevitch-casamento-homoafetivo-768x512.jpg 768w, https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2023/09/pexels-polina-tankilevitch-casamento-homoafetivo-1536x1024.jpg 1536w" sizes="(max-width: 2560px) 100vw, 2560px" /><figcaption id="caption-attachment-3247" class="wp-caption-text">A autorização nacional veio por meio da Resolução nº 175 do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), em 2013 &#8211; Foto: Divulgação/Floripa.LGBT</figcaption></figure>
<p>A resolução estabeleceu que os cartórios não podem recusar a habilitação, celebração de casamento civil ou conversão de união estável em casamento entre pessoas do mesmo sexo.</p>
<p>A medida vale para todo o território nacional, e sua implementação resultou em uma ampliação significativa do acesso a direitos civis, como herança, adoção e benefícios previdenciários.</p>
<h3>Reconhecimento social e registros crescentes</h3>
<p>A análise dos números ao longo dos últimos 11 anos indica uma tendência clara de crescimento, com oscilações pontuais ligadas a fatores externos, como a pandemia. Mas, sobretudo, evidencia que casais homoafetivos têm buscado cada vez mais o reconhecimento formal de suas uniões, com impacto visível nos cartórios catarinenses.</p>
<p>A predominância de casamentos femininos ao longo da série histórica é outro dado relevante. Em todos os anos desde 2018, as uniões entre mulheres superaram numericamente as uniões entre homens no estado — um padrão que também se verifica em outras partes do Brasil.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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            <media:description><![CDATA[Santa Catarina já soma mais de 4 mil casamentos homoafetivos desde 2013 e mulheres lideram - Foto: Freepik / Divulgação / Floripa.LGBT]]></media:description>    
            <media:credit role="author" scheme="urn:ebu"><![CDATA[]]></media:credit>

        </media:content>	</item>
		<item>
		<title>Casamento gay: 48% dos brasileiros aprovam, diz pesquisa do PoderData</title>
		<link>https://floripa.lgbt/economia/indicadores/casamento-gay-48-dos-brasileiros-aprovam-diz-pesquisa-do-poderdata/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Vitor Both]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 15 Feb 2025 14:12:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Indicadores]]></category>
		<category><![CDATA[Cidadania]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://floripa.lgbt/?p=11843</guid>

					<description><![CDATA[Levantamento feito em 2025 mostra opinião dos brasileiros em relação ao casamento gay e confirma que maioria é favorável à união homoafetiva]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Uma pesquisa feita no Brasil, em janeiro deste ano, mostra que 48% dos brasileiros aprovam o <a href="https://floripa.lgbt/internet/casal-gay-perde-casamento-apos-descobrir-que-aluguel-do-espaco-nao-foi-pago/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>casamento gay</strong></a><strong>,</strong> enquanto outros 42% não concordam com a união entre pessoas do mesmo sexo. Cerca de 10% dos entrevistados, não souberam responder.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os resultados do <a href="https://www.poder360.com.br/poderdata/48-sao-a-favor-e-42-rejeitam-o-casamento-gay-diz-poderdata/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">levantamento</a> são da empresa PoderData, do grupo Poder 360 de jornalismo. No último ano, a taxa de aprovação avançou dois pontos percentuais, enquanto a desaprovação avançou um ponto. O percentual dos que não souberam responder diminuiu, de 13 para 10.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com a pesquisa, foram entrevistados 2.500 pessoas, em 219 municípios nos 26 estados e no Distrito Federal, entre 25 e 27 de janeiro. A margem de erro é de 2 pontos percentuais. O intervalo de confiança é de 95%.</p>



<h2><strong>Veja o perfil de quem mais apoia o casamento gay</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Por região, o Sul é a segunda com menor número de pessoas contra o casamento gay. Cerca de 45% dos entrevistados apoiam, enquanto 40% desaprovam e 14% não souberam responder. A margem de erro para o recorte da <a href="https://floripa.lgbt/economia/indicadores/quantas-pessoas-lgbtqia-ha-no-brasil/"><strong>região Sul</strong></a> é um pouco maior, de 5 pontos percentuais.</p>
<figure id="attachment_6101" aria-describedby="caption-attachment-6101" style="width: 1170px" class="wp-caption alignnone"><img decoding="async" class="size-full wp-image-6101" src="https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2024/03/Casamentos-entre-pessoas-do-mesmo-sexo-nick-karvounis-unsplash.webp" alt="Casamentos entre pessoas do mesmo sexo atingem pico histórico em 2022" width="1170" height="700" title="Casamento gay: 48% dos brasileiros aprovam, diz pesquisa do PoderData" srcset="https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2024/03/Casamentos-entre-pessoas-do-mesmo-sexo-nick-karvounis-unsplash.webp 1170w, https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2024/03/Casamentos-entre-pessoas-do-mesmo-sexo-nick-karvounis-unsplash-800x479.webp 800w, https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2024/03/Casamentos-entre-pessoas-do-mesmo-sexo-nick-karvounis-unsplash-768x459.webp 768w, https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2024/03/Casamentos-entre-pessoas-do-mesmo-sexo-nick-karvounis-unsplash-150x90.webp 150w" sizes="(max-width: 1170px) 100vw, 1170px" /><figcaption id="caption-attachment-6101" class="wp-caption-text">O ano de 2023 foi recordista no número de casamentos homoafetivos no Brasil &#8211; Foto: Nick Karvounis/Unsplah/Divulgação/Floripa.LGBT</figcaption></figure>



<p class="wp-block-paragraph">O levantamento também mostrou o perfil de quem aprova e de quem não apoia o casamento homoafetivo. Entre os que mais apoiam, estão adultos entre 25 e 44 anos (55%), moradores da região Sudeste (56%), entrevistados com ensino superior (59%) e aqueles que recebem mais de cinco salários mínimos (61%).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por outro lado, a taxa dos que rejeitam é maior entre pessoas de 45 a 59 anos (51%) e de 60 anos ou mais (50%), assim como moradores das regiões Centro-Oeste (66%) e Norte (54%).</p>
<p>Em relação ao gênero, as mulheres (50%) são as que mais apoiam, sendo que 40% não apoiam e 10% não sabem . Entre os homens, 46% apoiam e 44% são contra, 10% não sabem.</p>



<h3><strong>Relação com o voto nas eleições de 2022</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">As respostas da pesquisa foram cruzadas com a declaração de voto no 2º turno da eleição presidencial de 2022. Dos eleitores que votaram em Lula, 63% apoiam, 31% são contra e 6% não sabem. Entres os eleitores de Jair Bolsonaro, 35% apoiam, 53% são contra e 12% não sabem.</p>
<h2>Brasil bateu recorde de casamentos homoafetivos</h2>
<p>O ano de 2023 foi recordista no número de <a href="https://floripa.lgbt/cidadania/brasil-bate-recorde-em-casamentos-homoafetivos-mulheres-sao-maioria/"><strong>casamentos homoafetivos</strong></a> no Brasil, segundo informações da Associação Nacional dos Registradores de Pessoas Naturais (Arpen-Brasil) e divulgadas pela <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2024-06/mulheres-sao-maioria-dos-casamentos-homoafetivos-no-brasil" target="_blank" rel="noopener">Agência Brasil</a>. Os dados apontam que 13.613 uniões LGBTQIA+ foram registradas, sendo 56,8% deles entre mulheres.</p>
<p>Ao todo, o ano 2023 apresentou um crescimento de 23,5% no número de casamentos homoafetivos em relação ao ano anterior. Em 2013, ano em que houve a regulamentação dos casamentos homoafetivos nos cartórios de todo o Brasil, se registrou 3.700 uniões, número que cresceu 267,9% desde então.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>* Sob supervisão de Danilo Duarte</em></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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            <media:description><![CDATA[Maioria dos casamentos LGBTQIA+ são entre mulheres - Foto: Reproducação/FreePik/freepic.diller]]></media:description>    
            <media:credit role="author" scheme="urn:ebu"><![CDATA[]]></media:credit>

        </media:content>	</item>
		<item>
		<title>Florianópolis tem o maior percentual de lares com casais do mesmo sexo, com 3x mais que a média nacional</title>
		<link>https://floripa.lgbt/economia/indicadores/florianopolis-tem-o-maior-percentual-de-lares-com-casais-do-mesmo-sexo-com-3x-mais-que-a-media-nacional/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Vitor Both]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 Dec 2024 18:55:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Indicadores]]></category>
		<category><![CDATA[Florianópolis]]></category>
		<category><![CDATA[Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE)]]></category>
		<category><![CDATA[Santa Catarina]]></category>
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					<description><![CDATA[Dados do IBGE também revelam que bairro de Florianópolis se destaca entres os maiores percentuais de lares com casais do mesmo sexo]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Florianópolis é capital brasileira com maior <strong><a href="https://floripa.lgbt/economia/indicadores/sc-domicilios-com-casais-do-mesmo-sexo/">proporção de domicílios em que os moradores são pessoas casadas e do mesmo sexo</a></strong>. A informação é baseada no Censo 2022 e os dados foram divulgados em novembro.</p>
<p><figure id="attachment_10842" aria-describedby="caption-attachment-10842" style="width: 2560px" class="wp-caption alignnone"><img decoding="async" class="size-full wp-image-10842" src="https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2024/12/Florianopolis-tem-o-maior-percentual-de-lares-com-casais-do-mesmo-sexo-segundo-IBGE.jpg" alt="Florianópolis tem o maior percentual de lares com casais do mesmo sexo, segundo IBGE" width="2560" height="1707" title="Florianópolis tem o maior percentual de lares com casais do mesmo sexo, com 3x mais que a média nacional" srcset="https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2024/12/Florianopolis-tem-o-maior-percentual-de-lares-com-casais-do-mesmo-sexo-segundo-IBGE.jpg 2560w, https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2024/12/Florianopolis-tem-o-maior-percentual-de-lares-com-casais-do-mesmo-sexo-segundo-IBGE-800x533.jpg 800w, https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2024/12/Florianopolis-tem-o-maior-percentual-de-lares-com-casais-do-mesmo-sexo-segundo-IBGE-1200x800.jpg 1200w, https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2024/12/Florianopolis-tem-o-maior-percentual-de-lares-com-casais-do-mesmo-sexo-segundo-IBGE-768x512.jpg 768w, https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2024/12/Florianopolis-tem-o-maior-percentual-de-lares-com-casais-do-mesmo-sexo-segundo-IBGE-1536x1024.jpg 1536w, https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2024/12/Florianopolis-tem-o-maior-percentual-de-lares-com-casais-do-mesmo-sexo-segundo-IBGE-2048x1366.jpg 2048w, https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2024/12/Florianopolis-tem-o-maior-percentual-de-lares-com-casais-do-mesmo-sexo-segundo-IBGE-150x100.jpg 150w" sizes="(max-width: 2560px) 100vw, 2560px" /><figcaption id="caption-attachment-10842" class="wp-caption-text">Florianópolis lidera entre as capitais brasileiras, enquanto Santa Catarina fica em quarto lugar – Foto: Kin Kindermann/Floripa.LGBT</figcaption></figure></p>
<p>A reportagem da <a href="https://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/2024/11/florianopolis-tem-maior-percentual-de-lares-com-casais-do-mesmo-sexo-republica-lidera-entre-os-bairros.shtml?utm_source=whatsapp&amp;utm_medium=social&amp;utm_campaign=compwa" target="_blank" rel="noopener">Folha de S. Paulo</a> aponta que cerca de 2.840 lares em Florianópolis são ocupados por casais do mesmo sexo, seja masculino ou feminino, colocando a cidade em primeiro lugar no ranking. O número representa 1,29% dos mais de 200 mil domicílios no município.</p>
<p>Em segundo lugar, Fortaleza (CE) se destaca com 9.000 lares, que representam 1% do total. Outras capitais que se destacam são João Pessoa (PB), Rio de Janeiro (RJ) e Porto Alegre (RS).</p>
<p>A capital catarinense diverge do cenário nacional, que tem apenas 0,5% dos lares ocupados por casais do mesmo sexo. Cerca de 57,% das casas são de casais do sexo oposto, enquanto 42% são de pessoas não casadas.</p>
<p>Em números absolutos, São Paulo (SP) tem o maior número de domicílios com casais do mesmo sexo, são 39 mil lares de um total de 431 mil, representando 0,91% e ocupando a oitava posição no ranking das capitais com maior percentual. Em 380 cidades brasileiras, nenhum casal do mesmo sexo foi identificado no levantamento do IBGE.</p>
<h2>Florianópolis também tem o segundo bairro com maior percentual</h2>
<p>Entre os bairros brasileiros, a República, em São Paulo, tem a maior porcentagem, cerca de 4,04%. Em segundo lugar fica o Recanto dos Açores, no norte da ilha, em Florianópolis, com 3,95%. Em seguida, vem Soledade, em Recife (PE) e Centro, em Curitiba (PR).</p>
<p>O levantamento considera os lares que são permanentemente ocupados, que servem para moradia fixa de uma ou mais pessoas. O IBGE também define como &#8220;sexo&#8221; somente masculino e feminino, de acordo com a designação de nascimento, não considerado a identidade de gênero da pessoa entrevistada.</p>
<p><figure id="attachment_9975" aria-describedby="caption-attachment-9975" style="width: 2560px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-9975" src="https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2024/10/SC-tem-o-4o-maior-percentual-de-domicilios-com-casais-do-mesmo-sexo-diz-IBGE-scaled.jpg" alt="SC tem o 4º maior percentual de domicílios com casais do mesmo sexo, diz IBGE" width="2560" height="1709" title="Florianópolis tem o maior percentual de lares com casais do mesmo sexo, com 3x mais que a média nacional" srcset="https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2024/10/SC-tem-o-4o-maior-percentual-de-domicilios-com-casais-do-mesmo-sexo-diz-IBGE-scaled.jpg 2560w, https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2024/10/SC-tem-o-4o-maior-percentual-de-domicilios-com-casais-do-mesmo-sexo-diz-IBGE-800x534.jpg 800w, https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2024/10/SC-tem-o-4o-maior-percentual-de-domicilios-com-casais-do-mesmo-sexo-diz-IBGE-1200x801.jpg 1200w, https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2024/10/SC-tem-o-4o-maior-percentual-de-domicilios-com-casais-do-mesmo-sexo-diz-IBGE-768x513.jpg 768w, https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2024/10/SC-tem-o-4o-maior-percentual-de-domicilios-com-casais-do-mesmo-sexo-diz-IBGE-1536x1025.jpg 1536w, https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2024/10/SC-tem-o-4o-maior-percentual-de-domicilios-com-casais-do-mesmo-sexo-diz-IBGE-2048x1367.jpg 2048w, https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2024/10/SC-tem-o-4o-maior-percentual-de-domicilios-com-casais-do-mesmo-sexo-diz-IBGE-150x100.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 2560px) 100vw, 2560px" /><figcaption id="caption-attachment-9975" class="wp-caption-text">Novo levantamento do IBGE mostra aumento no percentual de domicílios com casais do mesmo sexo – Foto: Freepik/Reprodução/Floripa.LGBT</figcaption></figure></p>
<h2>SC tem o 4º maior percentual de lares com casais do mesmo sexo</h2>
<p>Santa Catarina tem o <strong><a href="https://floripa.lgbt/cidadania/casamentos-entre-pessoas-do-mesmo-sexo-cresce-quase-30-em-sc/">quarto maior percentual nacional de domicílios com casais do mesmo sexo</a></strong>, de acordo com novos dados do Censo Demográfico de 2022 sobre a composição domiciliar. O número de lares com casais homoafetivos no estado cresceu oito vezes em 12 anos.</p>
<p><em>* Sob supervisão de Danilo Duarte</em></p>
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            <media:description><![CDATA[Capital catarinense lidera entre as capitais, enquanto o estado fica em quarto lugar – Foto: Kin Kindermann/Floripa.LGBT]]></media:description>    
            <media:credit role="author" scheme="urn:ebu"><![CDATA[]]></media:credit>

        </media:content>	</item>
		<item>
		<title>SC tem o 4º maior percentual de domicílios com casais do mesmo sexo</title>
		<link>https://floripa.lgbt/economia/indicadores/sc-domicilios-com-casais-do-mesmo-sexo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Vitor Both]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 26 Oct 2024 21:32:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Indicadores]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE)]]></category>
		<category><![CDATA[Santa Catarina]]></category>
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					<description><![CDATA[Dados do IBGE revelam que o número de domicílios com casais do mesmo sexo cresceu mais de 8 vezes em Santa Catarina em 12 anos]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Santa Catarina tem o <strong><a href="https://floripa.lgbt/cidadania/casamentos-entre-pessoas-do-mesmo-sexo-cresce-quase-30-em-sc/">quarto maior percentual nacional de domicílios com casais do mesmo sexo</a></strong>, de acordo com novos dados do Censo Demográfico de 2022, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), sobre a composição domiciliar. O número de lares com casais homoafetivos no estado cresceu oito vezes em 12 anos.</p>
<p>O número saltou de 2 mil para 18,4 mil domicílios (0,65% do total de domicílios) em que o responsável e o cônjuge são do mesmo sexo. Em 2010, o percentual era de apenas 0,10% ocupando a décima posição entre os estados brasileiros.</p>
<h2>Domicílios com casais do mesmo sexo cresceram mais de 6 vezes</h2>
<p>No Brasil, o número de domicílios com união homoafetiva foi de 59,9 mil para 391 mil em 2022, segundo o <a href="https://www.ibge.gov.br/" target="_blank" rel="noopener">IBGE</a>. O Distrito Federal teve o maior percentual com 0,76%, seguido pelo Rio de Janeiro (0,73%), São Paulo (0,67%) e Santa Catarina (0,65%).</p>
<p>Já as menores taxas de crescimento foram registradas nos estados do Piauí (0,25%), Maranhão (0,30%) e Tocantins (0,31%), enquanto a <strong>média nacional ficou em 0,54%</strong>.</p>
<h2>SC tem o 2º menor número de mulheres no comando da casa</h2>
<p>O número de mulheres responsáveis pelos domicílios em Santa Catarina aumentou em 12 anos, de 35,3% para 44,6%. Entretanto, o estado tem o segundo menor percentual, ficando à frente apenas de Rondônia, que tem 44,3%.</p>
<p>No Brasil, o número de mulheres no comando dos lares brasileiros também aumentou e passou a ser maior do que o número de mulheres identificadas como cônjuge na pesquisa.</p>
<p><em>* Sob supervisão de Danilo Duarte</em></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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            <media:description><![CDATA[Novo levantamento do IBGE mostra aumento no percentual de domicílios com casais do mesmo sexo – Foto: Freepik/Reprodução/Floripa.LGBT]]></media:description>    
            <media:credit role="author" scheme="urn:ebu"><![CDATA[]]></media:credit>

        </media:content>	</item>
		<item>
		<title>Pessoas LGBT+ são 9% da população adulta brasileira, revela pesquisa</title>
		<link>https://floripa.lgbt/economia/indicadores/pessoas-lgbt-sao-9-da-populacao-adulta-brasileira-revela-pesquisa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Micheletti]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 24 Oct 2024 19:51:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Indicadores]]></category>
		<category><![CDATA[Internet]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Estados Unidos]]></category>
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					<description><![CDATA[Estudo aponta que o Brasil é o 4° país do mundo onde é mais comum haver pessoas LGBT+. Percentual é maior que nas gerações anteriores]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>S asasO Brasil é o quarto país no mundo com o <a href="https://floripa.lgbt/seguranca/violencia-contra-lgbts/crimes-de-homotransfobia-aumentam-em-mais-de-160-em-um-ano-no-brasil/"><strong>maior percentual de pessoas LGBT+</strong></a> segundo pesquisa recente realizada pela empresa de dados <em><a href="https://www.statista.com/" target="_blank" rel="noopener">Statista Consumer Insights</a></em>. A pesquisa foi feita entre abril de 2023 e março de 2024 e revelou que 9% da população adulta afirmam fazer parte da comunidade.</p>
<p><figure id="attachment_9908" aria-describedby="caption-attachment-9908" style="width: 800px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-9908" src="https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2024/10/pessoas-lgbt-800x533.jpg" alt="O estudo também aponta que o Brasil possui a segunda maior população de pessoas LGBT+ em termos absolutos, atrás apenas dos Estados Unidos" width="800" height="533" title="Pessoas LGBT+ são 9% da população adulta brasileira, revela pesquisa" srcset="https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2024/10/pessoas-lgbt-800x533.jpg 800w, https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2024/10/pessoas-lgbt-1200x800.jpg 1200w, https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2024/10/pessoas-lgbt-768x512.jpg 768w, https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2024/10/pessoas-lgbt-1536x1024.jpg 1536w, https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2024/10/pessoas-lgbt-2048x1365.jpg 2048w, https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2024/10/pessoas-lgbt-150x100.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px" /><figcaption id="caption-attachment-9908" class="wp-caption-text">O estudo também aponta que o Brasil possui a segunda maior população de pessoas LGBT+ em termos absolutos, atrás apenas dos Estados Unidos &#8211; Foto: Freepika/Reprodução/Floripa.LGBT</figcaption></figure></p>
<p>A consulta foi feita de forma on-line em 43 países e também constatou que 7% das pessoas em geral se identificam com a sigla.</p>
<p>Atrás apenas das Filipinas, Estados Unidos e Tailândia, o Brasil se destaca no cenário global, tendo em termos absolutos 20 milhões pessoas LGBT+, o que faz o país ser a segunda maior população da comunidade, apenas superado pelos Estados Unidos.</p>
<p>De acordo com a porcentagem que a pesquisa constatou de pessoas LGBT+, o país está empatado com Suécia, que também possui 9%, e na frente de países como Espanha e Reino Unido, que tem 8% da população.</p>
<p>Apesar disso, vale destacar que os números podem ser ainda maiores devido à subnotificação, já que muitas pessoas, por medo de discriminação, ainda não se sentem seguras para se assumir publicamente.</p>
<p>O levantamento também mostrou que a liderança no ranking global pertence às Filipinas e aos Estados Unidos, onde 11% da população adulta se identifica como LGBT+. A Tailândia aparece logo em seguida, com 10%.</p>
<p>Por outro lado, países como Coreia do Sul e Romênia apresentam os menores percentuais, com apenas 3% de adultos se identificando como LGBT+. Confira o infográfico produzido pela instituição:</p>
<p><figure id="attachment_9909" aria-describedby="caption-attachment-9909" style="width: 704px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-9909" src="https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2024/10/pesquisa-600x800.jpeg" alt="Gráfico mostra onde é mais comum ser LGBT+" width="704" height="939" title="Pessoas LGBT+ são 9% da população adulta brasileira, revela pesquisa" srcset="https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2024/10/pesquisa-600x800.jpeg 600w, https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2024/10/pesquisa-900x1200.jpeg 900w, https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2024/10/pesquisa-768x1024.jpeg 768w, https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2024/10/pesquisa-1152x1536.jpeg 1152w, https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2024/10/pesquisa-640x853.jpeg 640w, https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2024/10/pesquisa-150x200.jpeg 150w, https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2024/10/pesquisa.jpeg 1200w" sizes="auto, (max-width: 704px) 100vw, 704px" /><figcaption id="caption-attachment-9909" class="wp-caption-text">Gráfico mostra onde é mais comum ser LGBT+ &#8211; Imagem: Statista Consumer Insights/Reprodução</figcaption></figure></p>
<h2>A influência do aspecto geracional para as pessoas LGBT+</h2>
<p>Outro aspecto relevante apontado pelo estudo é a distribuição etária da população LGBT+ em alguns países. Nos Estados Unidos, por exemplo, 20% da <strong><a href="https://floripa.lgbt/entretenimento/series/heartstopper-hipersexualizacao/">geração Z</a></strong> (1996 &#8211; 2010) se identificam como LGBT+, o que sugere uma maior aceitação e liberdade para se assumir entre os mais jovens.</p>
<p><figure id="attachment_9911" aria-describedby="caption-attachment-9911" style="width: 800px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-9911" src="https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2024/10/geracao-z-800x534.jpg" alt="É mais comum ser LGBT+ na Geração Z" width="800" height="534" title="Pessoas LGBT+ são 9% da população adulta brasileira, revela pesquisa" srcset="https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2024/10/geracao-z-800x534.jpg 800w, https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2024/10/geracao-z-1200x800.jpg 1200w, https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2024/10/geracao-z-768x512.jpg 768w, https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2024/10/geracao-z-1536x1025.jpg 1536w" sizes="auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px" /><figcaption id="caption-attachment-9911" class="wp-caption-text">É mais comum ser LGBT+ na Geração Z &#8211; Foto: Freepik/Reprodução/Floripa.LGBT</figcaption></figure></p>
<p>No entanto, quanto mais velha a geração, menor é o percentual. entre a geração Y ou Millennial (1981 &#8211; 1996), por exemplo, 11% de pessoas se identificam como LGBT+.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Já entre as pessoas da geração X (1965 &#8211; 1980), essa fatia reduz para 6% e os <em>Baby Boomers</em> que se apresentam como LGBT+ são 5% daquela geração.</p>
<p><em>* Sob supervisão de Danilo Duarte</em></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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            <media:description><![CDATA[O estudo também aponta que o Brasil possui a segunda maior população de pessoas LGBT+ em termos absolutos, atrás apenas dos Estados Unidos - Foto: Freepika/Reprodução/Floripa.LGBT]]></media:description>    
            <media:credit role="author" scheme="urn:ebu"><![CDATA[]]></media:credit>

        </media:content>	</item>
		<item>
		<title>SC está entre os 10 estados com mais crimes de estupro com vítimas LGBTs</title>
		<link>https://floripa.lgbt/seguranca/violencia-contra-lgbts/sc-esta-entre-os-10-estados-com-mais-crimes-de-estupro-com-vitimas-lgbts/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Micheletti]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Jul 2024 13:50:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Violência contra LGBTs]]></category>
		<category><![CDATA[Indicadores]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Mato Grosso do Sul]]></category>
		<category><![CDATA[Minas Gerais]]></category>
		<category><![CDATA[Pernambuco]]></category>
		<category><![CDATA[Rio de Janeiro]]></category>
		<category><![CDATA[Rio Grande do Sul]]></category>
		<category><![CDATA[Santa Catarina]]></category>
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					<description><![CDATA[Dados sobre o estupro contra pessoas LGBT+ foram divulgados pelo Anuário de Segurança Pública 2024 e incluem dados sobre casos de violências]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Santa Catarina chegou a 2024 com uma posição nada invejável: está no ranking dos 10 estados com mais casos de estupros de pessoas em que as vítimas são pessoas LGBT+. De acordo com o <a href="https://forumseguranca.org.br/publicacoes/anuario-brasileiro-de-seguranca-publica/" target="_blank" rel="noopener">18° Anuário de Segurança Pública</a>, Santa Catarina teve 11 <strong><a href="https://floripa.lgbt/seguranca/violencia-contra-lgbts/casos-de-violencia-contra-lesbicas-aumentaram-50-em-oito-anos/">casos de estupro contra pessoas LGBT+</a></strong>. O número coloca SC na nona posição &#8211; empatado com Roraima &#8211; entre os estados brasileiros em que mais se registrou o crime.</p>
<p><figure id="attachment_6487" aria-describedby="caption-attachment-6487" style="width: 800px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-6487 size-full" src="https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2024/04/policia-militar-santa-catarina.png" alt="Viaturas da Polícia Militar de Santa Catarina" width="800" height="526" title="SC está entre os 10 estados com mais crimes de estupro com vítimas LGBTs" srcset="https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2024/04/policia-militar-santa-catarina.png 800w, https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2024/04/policia-militar-santa-catarina-768x505.png 768w, https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2024/04/policia-militar-santa-catarina-150x99.png 150w" sizes="auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px" /><figcaption id="caption-attachment-6487" class="wp-caption-text">SC está entre os 10 estados com mais crimes de estupro com vítimas LGBTs &#8211; Foto: PMSC/Divulgação/Floripa.LGBT</figcaption></figure></p>
<p>Apesar do no número representar uma diminuição em relação ao ano 2022, quando foram registrados 15 casos, a posição ainda é alta. Os dados nacionais mostram que houve aumento de 40%, com 354 registros em 2023.</p>
<p>No Anuário, os estados que mais tiveram registros do crime de estupro contra LGBTs foram Mato Grosso do Sul, Pernambuco e Minas Gerais, que contabilizaram, respectivamente, 57, 50 e 40 registros do crime.</p>
<h2>Subnotificações de crimes de estupros</h2>
<p>Mesmo com os números oficiais sendo altos, Juliana Brandão, doutora em Direitos Humanos pela USP e pesquisadora que trabalho no levantamento, aponta no próprio texto do Anuário que <strong><a href="https://floripa.lgbt/seguranca/violencia-contra-lgbts/relatorio-revela-apagao-de-dados-sobre-violencia-contra-pessoas-lgbt/">os dados foram prejudicados</a></strong> não são totalmente fieis à realidade devido a subnotificações.</p>
<p>O Anuário cita que estados como Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul não contabilizaram ou não informaram o número de estupros contra pessoas LGBTs ao longo de 2023.</p>
<blockquote><p>&#8220;Estamos lidando como uma violência oculta, que deixa vítimas sem guarida legal, que favorece a impunidade e evidencia a inércia do Estado Brasileiro&#8221;, completa a pesquisadora.</p></blockquote>
<p><em>* Sob supervisão de Danilo Duarte</em></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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            <media:description><![CDATA[Foto: Polícia Militar de SC/Divulgação/Floripa.LGBT]]></media:description>    
            <media:credit role="author" scheme="urn:ebu"><![CDATA[]]></media:credit>

        </media:content>	</item>
		<item>
		<title>Crimes de homotransfobia aumentam em mais de 160% em um ano no Brasil</title>
		<link>https://floripa.lgbt/seguranca/violencia-contra-lgbts/crimes-de-homotransfobia-aumentam-em-mais-de-160-em-um-ano-no-brasil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Micheletti]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Jul 2024 10:47:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Violência contra LGBTs]]></category>
		<category><![CDATA[Indicadores]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Santa Catarina]]></category>
		<category><![CDATA[Supremo Tribunal Federal (STF)]]></category>
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					<description><![CDATA[Aumento de casos foi alertado pelo Anuário de Segurança Pública de 2024 após o STF equiparar a homotransfobia ao crime de racismo]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Mais de 2 mil casos de <strong><a href="https://floripa.lgbt/seguranca/homofobia/vizinho-dispara-12-tiros-contra-casal-gay-e-aponta-homofobia-como-causa/">homotransfobia</a></strong> foram registados no Brasil em 2023, de acordo com o <a href="https://forumseguranca.org.br/publicacoes/anuario-brasileiro-de-seguranca-publica/" target="_blank" rel="noopener">Anuário de Segurança Pública de 2024</a>, lançado na última quinta-feira (18). O número representa um aumento de 166,9% nos registros, que eram 283 casos no ano anterior.</p>
<p><figure id="attachment_6727" aria-describedby="caption-attachment-6727" style="width: 800px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-6727 size-medium" src="https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2024/05/marcha_contra_homofobia_-_fernando_frazao_-agencia_brasil-800x479.jpg" alt="Policiais estão pouco preparados para lidar com LGBTfobia, revela estudo" width="800" height="479" title="Crimes de homotransfobia aumentam em mais de 160% em um ano no Brasil" srcset="https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2024/05/marcha_contra_homofobia_-_fernando_frazao_-agencia_brasil-800x479.jpg 800w, https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2024/05/marcha_contra_homofobia_-_fernando_frazao_-agencia_brasil-768x459.jpg 768w, https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2024/05/marcha_contra_homofobia_-_fernando_frazao_-agencia_brasil-150x90.jpg 150w, https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2024/05/marcha_contra_homofobia_-_fernando_frazao_-agencia_brasil.jpg 1170w" sizes="auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px" /><figcaption id="caption-attachment-6727" class="wp-caption-text">Falta de registros contrasta com aumento dos números de casos de homotransfobia &#8211; Foto: Fernando Frazão / Agência Brasil / Divulgação / Floripa.LGBT</figcaption></figure></p>
<p>Em <a href="https://floripa.lgbt/?s=Santa+Catarina"><strong>Santa Catarina</strong></a>, os registros também aumentaram, apesar de representar apenas uma pequena parte do número total. Com os números de homotransfobia saltando de um caso em 2022 para seis casos em 2023.</p>
<p>O <strong><a href="https://floripa.lgbt/seguranca/violencia-contra-lgbts/crimes-contra-a-populacao-lgbt-caem-28-em-sc-diz-anuario-da-seguranca/">crime</a></strong> está enquadrado na lei 7.716/89. Ou seja, a homofobia e transfobia são punidas assim como o racismo e a injúria racial. O enquadramento do crime nessa lei se deu após determinação do STF em 2023.</p>
<p>Explicando a decisão do <strong><a href="https://floripa.lgbt/justica/stf-regra-que-proibia-escolas-abordar-genero-em-cidade-de-sc/">STF</a></strong>, o advogado Rodrigo Sartoti disse que a decisão do órgão não foi a criação do crime de homotransfobia, até porque ele não tem o poder de criar novos tipos penais.</p>
<blockquote><p>&#8220;O STF, a partir disso, entendeu que a homotransfobia, configura uma espécie de racismo, quando você tem um preconceito em razão da orientação sexual ou da identidade de gênero. Você tem um crime de racismo ou de injúria racial em razão da homofobia, da homotransfobia ou da transfobia&#8221;, pontou o advogado.</p></blockquote>
<p>Com esse enquadramento houve uma expansão no registro dos casos e, com isso,  os estados que tiveram os números mais altos do crime foram <span style="font-weight: 400;">São Paulo (809), Ceará (341) e Rio Grande do Sul (325).</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">No entanto, essa elevação dos registros contrasta com um cenário em que </span>alguns estados não tinham dados disponíveis para fornecer à pesquisa do Fórum Brasileiro de Segurança ou o fenômeno era dado como inexistente, como é o caso da Bahia, Rio de Janeiro e Pará, não retratando fielmente a realidade da violência contra a comunidade LGBT+ no país.</p>
<p><em>* Sob supervisão de Danilo Duarte</em></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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            <media:description><![CDATA[Policiais estão pouco preparados para lidar com LGBTfobia, revela estudo - Foto: Fernando Frazão / Agência Brasil / Divulgação / Floripa.LGBT]]></media:description>    
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        </media:content>	</item>
		<item>
		<title>Crimes contra a população LGBT+ caem 28% em SC, diz Anuário da Segurança</title>
		<link>https://floripa.lgbt/seguranca/violencia-contra-lgbts/crimes-contra-a-populacao-lgbt-caem-28-em-sc-diz-anuario-da-seguranca/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Vitor Both]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 19 Jul 2024 12:41:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Violência contra LGBTs]]></category>
		<category><![CDATA[Indicadores]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Santa Catarina]]></category>
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					<description><![CDATA[SC registrou menos crimes contra a população LGBT+, enquanto os caso de racismo e injúria racial aumentaram, conforme o Anuário da Segurança]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Anuário Brasileiro da Segurança Pública, divulgado nesta quinta-feira (18), revela que os registros de <strong><a href="https://floripa.lgbt/seguranca/violencia-contra-lgbts/florianopolis-cidade-com-mais-casos-de-violencia-contra-pessoas-lgbt/">crimes contra a população LGBTQIA+</a></strong> tiveram queda de 28,5% em 2023 em Santa Catarina. No panorama nacional, os registros de estupros foram os que mais tiveram aumento, com 40% a mais em relação a 2022.</p>
<p><figure id="attachment_7867" aria-describedby="caption-attachment-7867" style="width: 1170px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-7867" src="https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2024/07/Crimes-contra-a-populacao-LGBT-caem-28-em-SC-diz-Anuario-da-Seguranca-Foto-Getty-Images.jpg" alt="Crimes contra a população LGBT+ caem 28% em SC, diz Anuário da Segurança" width="1170" height="540" title="Crimes contra a população LGBT+ caem 28% em SC, diz Anuário da Segurança" srcset="https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2024/07/Crimes-contra-a-populacao-LGBT-caem-28-em-SC-diz-Anuario-da-Seguranca-Foto-Getty-Images.jpg 1170w, https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2024/07/Crimes-contra-a-populacao-LGBT-caem-28-em-SC-diz-Anuario-da-Seguranca-Foto-Getty-Images-800x369.jpg 800w, https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2024/07/Crimes-contra-a-populacao-LGBT-caem-28-em-SC-diz-Anuario-da-Seguranca-Foto-Getty-Images-768x354.jpg 768w, https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2024/07/Crimes-contra-a-populacao-LGBT-caem-28-em-SC-diz-Anuario-da-Seguranca-Foto-Getty-Images-150x69.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 1170px) 100vw, 1170px" /><figcaption id="caption-attachment-7867" class="wp-caption-text">Crimes contra a população LGBT+ caem 28% em SC, diz Anuário da Segurança &#8211; Foto: Getty Images/Divulgação/Floripa.LGBT</figcaption></figure></p>
<p>Em 2023, foram registrados 109 crimes de lesão corporal dolosa contra pessoas LGBTQIA+ em Santa Catarina, 44 casos a menos do que em 2022, quando foram contabilizados 153 casos.</p>
<p>Já os estupros somam 11 registros, apenas quatro casos a menos do que no período anterior. O documento é produzido pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública.</p>
<p>Não houve registros de homicídio doloso (<a href="https://floripa.lgbt/politica/lei-dandara-comissao-aprova-projeto-lgbtcidio/"><strong>LGBTcídio</strong></a>) em Santa Catarina, mas isso não significa que os casos não existam. O <a href="https://observatoriomorteseviolenciaslgbtibrasil.org/dossie/mortes-lgbt-2023/" target="_blank" rel="noopener">dossiê do Observatório de Mortes e Violências contra LGBTI+</a>, publicado em maio, mostra que <strong><a href="https://floripa.lgbt/seguranca/violencia-contra-lgbts/mortes-violentas-sc/">Santa Catarina teve cinco mortes violentas de pessoas LGBTI</a>+</strong>.</p>
<p>De acordo com a 18ª edição do Anuário Brasileiro de Segurança Pública, a subnotificação, que é o registro de menos casos do que realmente acontecem, segue como marca da homotransfobia e da violência contra a comunidade LGBTQIAPN+.</p>
<blockquote><p>&#8220;Estamos lidando como uma violência oculta, que deixa vítimas sem guarida legal, que favorece a impunidade e evidencia a inércia do Estado Brasileiro&#8221;, destaca o documento.</p></blockquote>
<ul>
<li>
<h3><strong><a href="https://forumseguranca.org.br/wp-content/uploads/2024/07/anuario-2024.pdf?v=2" target="_blank" rel="noopener">Clique aqui e baixe o Anuário Brasileiro da Segurança Pública</a></strong></h3>
</li>
</ul>
<p>Outro apontamento do Anuário da Segurança Pública a respeito da comunidade LGBTQIA+ é o reconhecimento aos avanços na legislação e nas decisões judiciais, garantindo o que é considerado &#8216;uma salvaguarda&#8217;, o que justifica, em parte, o recuo nos números:</p>
<blockquote><p>Algumas modificações legislativas, seguidas e entremeadas por decisões judiciais, compõem a trajetória do regramento jurídico antidiscriminatório brasileiro. A salvaguarda formal alimentou justificáveis expectativas de melhora, na garantia de direitos para a população negra e LGBTQIAPN+. Porém, a equação insiste em mostrar resultados que tanto apontam para (i) um vacilante reconhecimento dos marcadores da diferença e (ii) a persistência da naturalização de cidadanias apartadas da dignidade humana.</p></blockquote>
<h2>Crimes de injúria racial e racismo crescem 50% em SC</h2>
<p>Os casos de injúria racial em Santa Catarina tiveram aumento expressivo em 2023, de 1.503 para 2.280 registros (51,7%). Os casos de racismo subiram de 229 para 342 (49,3%). No Brasil, o salto foi ainda maior, com expressivos 127,6%, partindo de 5.100 em 2022 para 11.610 casos em 2023.</p>
<p>Santa Catarina tem a segunda maior taxa de registros de injúria racial, conforme o Anuário da Segurança Pública, com 30 casos a cada 100 mil habitantes, perdendo apenas para Rondônia, que tem 61 casos por cada 100 mil.</p>
<p>Houve também o registro de seis casos de racismo por homofobia ou transfobia em 2023. Em 2022, o estado havia registrado apenas um caso.</p>
<p>Segundo o Anuário, os altos números em casos de racismo é explicado pelo aumento da cobertura dos dados de cada Unidade da Federação, que vem em queda desde 2019, com estabilidade entre 2021 e 2022. Em 2023, a cobertura atinge a totalidade dos Estados e do Distrito Federal.</p>
<p><em>* Sob supervisão de Danilo Duarte</em></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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            <media:credit role="author" scheme="urn:ebu"><![CDATA[]]></media:credit>

        </media:content>	</item>
		<item>
		<title>Quantas pessoas LGBTQIA+ há no Brasil? E na região Sul do país?</title>
		<link>https://floripa.lgbt/economia/indicadores/quantas-pessoas-lgbtqia-ha-no-brasil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Natan Balthazar]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 Jun 2024 12:34:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Indicadores]]></category>
		<category><![CDATA[Cidadania]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE)]]></category>
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					<description><![CDATA[Pesquisa do DataFolha aponta que 9,3% dos brasileiros se consideram LGBTQIA+. Outros estudos trazem números diferentes]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong><a href="https://floripa.lgbt/cidadania/por-que-o-mes-do-orgulho-e-celebrado-em-junho-conheca-a-origem-da-data/" target="_blank" rel="noopener">Com a constante luta</a></strong> em prol da aceitação da comunidade LGBTQIA+, o número de pessoas que se autodeclaram gays, bis, lésbicas, trans ou qualquer outra denominação dentro do espectro vem aumentando a cada ano. No Brasil, a população LGBTQIA+ deve chegar a 15,5 milhões de pessoas, segundo uma pesquisa do DataFolha.</p>
<p><figure id="attachment_7370" aria-describedby="caption-attachment-7370" style="width: 1170px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-7370" src="https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2024/06/Populacao-LGBTQIA-cresce-a-cada-ano-Reproducao-Agencia-Brasil-Rovena-Rosa.jpg" alt="População LGBTQIA+ cresce a cada ano - Reprodução/Agência Brasil/Rovena Rosa" width="1170" height="700" title="Quantas pessoas LGBTQIA+ há no Brasil? E na região Sul do país?" srcset="https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2024/06/Populacao-LGBTQIA-cresce-a-cada-ano-Reproducao-Agencia-Brasil-Rovena-Rosa.jpg 1170w, https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2024/06/Populacao-LGBTQIA-cresce-a-cada-ano-Reproducao-Agencia-Brasil-Rovena-Rosa-800x479.jpg 800w, https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2024/06/Populacao-LGBTQIA-cresce-a-cada-ano-Reproducao-Agencia-Brasil-Rovena-Rosa-768x459.jpg 768w, https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2024/06/Populacao-LGBTQIA-cresce-a-cada-ano-Reproducao-Agencia-Brasil-Rovena-Rosa-150x90.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 1170px) 100vw, 1170px" /><figcaption id="caption-attachment-7370" class="wp-caption-text">População LGBTQIA+ cresce a cada ano &#8211; Reprodução/Agência Brasil/Rovena Rosa</figcaption></figure></p>
<p><a href="https://pesquisadoorgulho.com.br/" target="_blank" rel="noopener">O estudo</a>, que é o mais recente no país, foi encomendado pela empresa Havaianas, em parceria com a ONG All Out, sendo executado pelo Instituto DataFolha em 2022. Mais de 3 mil entrevistas foram conduzidas, constatando que cerca de 9,3% dos Brasileiros se consideram LGBTQIA+.</p>
<p>Dentre esses, 10,1% dos LGBTQIA+ estão na região Centro-Oeste, maior percentual do país. Em seguida está o Sudeste, com 9,9%, norte com 9,8%, o Sul com 8,7% e por último o Nordeste com 8,5%.</p>
<p>O estudo buscava melhor compreender as condições sociais das pessoas LGBTQIA+ no país. Quando questionados, <strong><a href="https://floripa.lgbt/seguranca/violencia-contra-lgbts/homem-morto-a-facadas-ao-defender-casal-lgbt-em-curitiba-e-enterrado/" target="_blank" rel="noopener">57% dos entrevistados diz já ter sofrido violência</a></strong> e apenas 37% dos entrevistados acredita a comunidade é respeitada.</p>
<h2><strong>Outros dados apontam população LGBTQIA+ de 19 milhões</strong></h2>
<p><a href="https://www.nature.com/articles/s41598-022-15103-y" target="_blank" rel="noopener"><strong>Um estudo publicado em 2022</strong></a> por pesquisadores da Universidade Estadual Paulista (Unesp) e da Universidade de São Paulo (USP) aponta que no Brasil o número de pessoas LGBTQIA+ no Brasil deve chegar a 19 milhões de pessoas, 12%.</p>
<p>Para chegar a este percentual de pessoas LGBTQIA+ no país, dados foram retirados de uma amostra representativa da população brasileira, um método parecido com o que é feito nas pesquisas eleitorais.</p>
<p>Esta foi a primeira vez que houve uma pesquisa sobre o tema utilizou este método em um país latino-americano e foi publicada na revista científica Nature Scientific Reports.</p>
<p>Para a pesquisa, 6 mil pessoas participaram de um questionário aplicado pelo Instituto Datafolha entre novembro e dezembro de 2018. Os entrevistados eram de 129 cidades , espalhados pelas 5 regiões do país.</p>
<p>Já para o IBGE, o numero é menor. Segundo o <a href="https://agenciadenoticias.ibge.gov.br/agencia-noticias/2012-agencia-de-noticias/noticias/33785-em-pesquisa-inedita-do-ibge-2-9-milhoes-de-adultos-se-declararam-homossexuais-ou-bissexuais-em-2019" target="_blank" rel="noopener">Pesquisa Nacional de Saúde (PNS)</a> que pesquisou o índice de pessoas LGBTQIA+ no país pela primeira vez de forma experimental em 2019, a população que se considera LGBTQIA+ deve chegar a 2,9 milhões, 1,8% da população adulta.</p>
<p><em>* Sob supervisão de Danilo Duarte</em></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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        >

            <media:description><![CDATA[População LGBTQIA+ cresce a cada ano - Reprodução/Agência Brasil/Rovena Rosa]]></media:description>    
            <media:credit role="author" scheme="urn:ebu"><![CDATA[]]></media:credit>

        </media:content>	</item>
		<item>
		<title>Primeiro censo sobre empreendedorismo LGBT será feito em 2024</title>
		<link>https://floripa.lgbt/economia/empreendedorismo/primeiro-censo-sobre-empreendedorismo-lgbt-sera-feito-em-2024/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 Dec 2023 11:24:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Empreendedorismo]]></category>
		<category><![CDATA[Indicadores]]></category>
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					<description><![CDATA[Dados sobre empregabilidade e empreendedorismo entre pessoas LGBT serão mapeados de forma inédita]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Em 2024, o Brasil terá seu primeiro censo de empregabilidade e <strong><a href="https://floripa.lgbt/viagem-e-turismo/roteiro-de-viagem/florianopolis-lgbt-guia-completo-para-lesbicas-gays-bissexuais-e-trans/">empreendedorismo</a></strong> focado nas comunidades LGBTQIAPN+. A pesquisa que busca coletar dados determinantes sobre a realidade de pessoas das comunidades, é uma iniciativa da startup Nhaí, em parceria com a agência AlmapBBDO e o Pacto Global da ONU no Brasil . As informações são da página <a href="https://www.instagram.com/planetafoda/" target="_blank" rel="noopener">Planeta F.O.D.A.</a> (Fora do Armário).</p>
<p><figure id="attachment_4857" aria-describedby="caption-attachment-4857" style="width: 800px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-4857" src="https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2023/12/Raquel-Virginia-da-Nhai-e-Fernanda-Tedde-da-AlmapBBDO-estao-conduzindo-censo-sobre-empreendedorismo-LGBT.jpeg" alt="Raquel Virginia, da Nhaí, e Fernanda Tedde, da AlmapBBDO, estão conduzindo censo sobre empreendedorismo LGBT" width="800" height="533" title="Primeiro censo sobre empreendedorismo LGBT será feito em 2024" srcset="https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2023/12/Raquel-Virginia-da-Nhai-e-Fernanda-Tedde-da-AlmapBBDO-estao-conduzindo-censo-sobre-empreendedorismo-LGBT.jpeg 600w, https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2023/12/Raquel-Virginia-da-Nhai-e-Fernanda-Tedde-da-AlmapBBDO-estao-conduzindo-censo-sobre-empreendedorismo-LGBT-150x100.jpeg 150w" sizes="auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px" /><figcaption id="caption-attachment-4857" class="wp-caption-text">Raquel Virginia, da Nhaí, e Fernanda Tedde, da AlmapBBDO, estão conduzindo censo sobre empreendedorismo LGBT &#8211; Foto: Fernanda Ferreira/Divulgação/Floripa.LGBT</figcaption></figure></p>
<blockquote><p>“Hoje só trabalhamos com hipóteses ou uma amostra pequena de pessoas para embasar os projetos voltados ao público LGBTQIAPN+. Nosso objetivo é ter dados para chegar a empresas e setor público já com mais profundidade sobre a realidade dessas pessoas e, a partir da análise traçar quais as prioridades” contou a fundadora e CEO da <a class="x1i10hfl xjbqb8w x6umtig x1b1mbwd xaqea5y xav7gou x9f619 x1ypdohk xt0psk2 xe8uvvx xdj266r x11i5rnm xat24cr x1mh8g0r xexx8yu x4uap5 x18d9i69 xkhd6sd x16tdsg8 x1hl2dhg xggy1nq x1a2a7pz notranslate _a6hd" tabindex="0" role="link" href="https://www.instagram.com/Nhai360/" target="_blank" rel="noopener">@Nhai360</a>, Raquel Virgínia, ao Valor Econômico.</p></blockquote>
<p>Além de abordar questões como profissão, empreendedorismo, renda, o censo de empregabilidade e empreendedorismo também pretende mapear as percepções do público sobre bloqueios existentes para a inserção no mercado de trabalho, a quantidade de pessoas em trabalhos sexuais e quais os tipos de barreiras encontradas por pessoas da comunidade LGBTQIAPN+ para se inserirem no mercado de trabalho e na economia do país.</p>
<blockquote><p>&#8220;Normalmente as pessoas LGBT vão para o empreendedorismo por uma falta de escolha. E as pequenas empresas do Brasil são mais de 70% das empresas; precisamos formar esses empreendedores&#8221; destacou a diretora de Operações (COO) da @AlmapBBDO, Fernanda Vendramini Tedde.</p></blockquote>
<p>A iniciativa foi anunciada na última segunda(27) durante o 12º Fórum das Nações Unidas sobre Empresas e Direitos Humanos em Genebra, na Suíça. De acordo com o Valor Econômico, durante o evento a líder do <a class="x1i10hfl xjbqb8w x6umtig x1b1mbwd xaqea5y xav7gou x9f619 x1ypdohk xt0psk2 xe8uvvx xdj266r x11i5rnm xat24cr x1mh8g0r xexx8yu x4uap5 x18d9i69 xkhd6sd x16tdsg8 x1hl2dhg xggy1nq x1a2a7pz notranslate _a6hd" tabindex="0" role="link" href="https://www.instagram.com/PactoGlobalONUBR/" target="_blank" rel="noopener">@PactoGlobalONUBR</a>, Tayná Leite, pautou inciativa relacionadas a Diversidade, Equidade e Inclusão que serão trabalhadas no ano que vem.</p>
<p>“A partir de 2024, vamos atuar nos pilares de LGBTQIAPN+, Etarismo e Pessoas com Deficiência, garantindo as interseccionalidades. Também vamos trazer essa lente quando falamos de Mente em foco, Salário Digno, Devida Diligência de Direitos Humanos” disse Tayná.</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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            <media:description><![CDATA[Raquel Virginia, da Nhaí, e Fernanda Tedde, da AlmapBBDO, estão conduzindo censo sobre empreendedorismo LGBT - Foto: Fernanda Ferreira/Divulgação/Floripa.LGBT]]></media:description>    
            <media:credit role="author" scheme="urn:ebu"><![CDATA[]]></media:credit>

        </media:content>	</item>
		<item>
		<title>Pesquisa do IBGE pergunta pela 1ª vez sobre orientação sexual e identidade de gênero</title>
		<link>https://floripa.lgbt/economia/indicadores/pesquisa-do-ibge-pergunta-pela-1a-vez-sobre-orientacao-sexual-e-identidade-de-genero/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Oct 2023 22:21:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Indicadores]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
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					<description><![CDATA[A divulgação dos primeiros resultados está prevista para o último trimestre de 2024. Entrevistas serão feitas em aproximadamente 133 mil domicílios]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">O IBGE irá perguntar pela primeira vez sobre <a href="https://floripa.lgbt/direitos/brasil-entra-para-coalizao-internacional-por-direitos-de-pessoas-lgbt/">orientação sexual e identidade de gênero</a>. O levantamento será feito para a <a href="https://www.ibge.gov.br/" target="_blank" rel="noopener">PNDS 2023</a> (Pesquisa Nacional de Demografia e Saúde), que iniciou nesta segunda-feira (9) e é realizada em parceria com o Ministério da Saúde.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="1170" height="700" class="wp-image-3887" title="Pesquisa do IBGE pergunta pela 1ª vez sobre orientação sexual e identidade de gênero" src="https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2023/10/Pesquisa-do-IBGE-pergunta-pela-1a-vez-sobre-orientacao-sexual-e-identidade-de-genero.jpg" alt="Pesquisa do IBGE pergunta pela 1ª vez sobre orientação sexual e identidade de gênero" srcset="https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2023/10/Pesquisa-do-IBGE-pergunta-pela-1a-vez-sobre-orientacao-sexual-e-identidade-de-genero.jpg 1170w, https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2023/10/Pesquisa-do-IBGE-pergunta-pela-1a-vez-sobre-orientacao-sexual-e-identidade-de-genero-800x479.jpg 800w, https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2023/10/Pesquisa-do-IBGE-pergunta-pela-1a-vez-sobre-orientacao-sexual-e-identidade-de-genero-768x459.jpg 768w, https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2023/10/Pesquisa-do-IBGE-pergunta-pela-1a-vez-sobre-orientacao-sexual-e-identidade-de-genero-150x90.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 1170px) 100vw, 1170px" />
<figcaption class="wp-element-caption">PNDS vai passar por mais de 5 mil domicílios em SC nos próximos quatro meses (Foto: Tânia Rêgo/ Agência Brasil/ Floripa LGBT)</figcaption>
</figure>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo o IBGE, entrevistadores devem visitar aproximadamente 133 mil domicílios nos próximos quatro meses, em mais de 2.500 municípios. Em Santa Catarina são 5.172 domicílios, em 134 municípios.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O foco da pesquisa do IBGE será na saúde reprodutiva das mulheres e homens e na saúde e nutrição na infância. O questionamento sobre qual orientação sexual e identidade de gênero dos entrevistados é inédito em pesquisas do IBGE.<br />Além disso, o PNDS 2023 investigará características gerais dos moradores e domicílios – como:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Educação;</li>



<li>Trabalho;</li>



<li>Rendimento;</li>



<li>Estado de saúde e satisfação com o atendimento no serviço de saúde;</li>



<li>Situações da vida familiar, como uniões, planejamento reprodutivo, filhos, realização de pré-natal;</li>



<li>Conhecimento e uso de métodos contraceptivos,</li>



<li>Saúde e nutrição das crianças de até cinco anos;</li>



<li>Questões da vida individual de homens e mulheres.</li>
</ul>



<h3 class="wp-block-heading">Mulheres serão entrevistadas por outras mulheres, informa IBGE</h3>



<p class="wp-block-paragraph">A PNDS apresenta algumas novidades metodológicas. Caso os entrevistadores identifiquem moradores em idade reprodutiva (homens de 15 a 59 anos e mulheres de 15 a 49 anos), o dispositivo de coleta fará a seleção automática e aleatória de um ou dois moradores para responderem aos quesitos individuais específicos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Caso não haja moradores em idade reprodutiva, a entrevista é encerrada.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O IBGE informou também que mulheres serão entrevistadas por mulheres, e homens, por um entrevistador. Conforme o instituto, essa escolha metodológica busca garantir que os entrevistados possam se sentir confortáveis ao responder as questões da pesquisa.</p>



<h3 class="wp-block-heading">É a primeira vez que o IBGE faz a PNDS</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Esta é a quarta rodada da pesquisa no país, que já teve edições nacionais em 1986, 1996 e 2006. No entanto, não há dados para comparação entre as edições, já que essa é a primeira vez que o levantamento é realizado pelo IBGE.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O levantamento brasileiro foi balizado na 8ª rodada da DHS (Demographic and Health Surveys) Program, investigação implementada pela USAID (United States Agency for International Development) em 1984 e, desde então, realizada em mais de 90 países em desenvolvimento.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Resultados serão divulgados em 2024</h3>



<p class="wp-block-paragraph">A pesquisa vai gerar, entre outros, indicadores na área da saúde e dos direitos humanos e fornecerá alguns indicadores dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) de Saúde (ODS 3) e Gênero (ODS 5).</p>



<p class="wp-block-paragraph">A divulgação dos primeiros resultados está prevista para ocorrer no último trimestre de 2024. Devem ser divulgados dados para os níveis de país, unidades da federação, regiões metropolitanas e capitais.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Como identificar o entrevistador do IBGE</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Os entrevistadores do IBGE estarão portando crachá de identificação e dispositivo de coleta. É possível confirmar a identidade do agente do IBGE no site Respondendo ao IBGE ou pelo telefone 0800 721 8181. Para realizar a confirmação, o cidadão deve fornecer o nome, matrícula ou CPF do entrevistador.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<media:content 
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        >

            <media:description><![CDATA[O recenseador, Patrick Emanuel Miranda, durante sua primeiras saída para entrevistar a população para o censo demográfico 2022, na região central do Rio.]]></media:description>    
            <media:credit role="author" scheme="urn:ebu"><![CDATA[]]></media:credit>

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