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	<title>Fatos e Babados</title>
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	<description>Notícias, eventos e informações sobre a comunidade LGBTQIAP+ de Florianópolis e região</description>
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	<title>Fatos e Babados</title>
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		<title>Espaço cultural de Florianópolis (que nem existe ainda) vai virar Santuário?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 Apr 2025 17:30:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Fatos e Babados]]></category>
		<category><![CDATA[Florianópolis]]></category>
		<category><![CDATA[Suzaninha]]></category>
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					<description><![CDATA[Governador ignora consulta pública e anuncia santuário com imagem de 30 metros no lugar de futuro espaço cultural; Catarina de Alexandria que lute]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Nhain bonitas, como estão? Eu tô chocada, mas não surpresa. De fato Santa Catarina está virando um grande laboratório de &#8216;The Handmaids Tale&#8217;, empurrando goela a baixo normas e ideologias centradas na moral e nos bons costumes.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Quem entra em cena agora é o Complexo Penitenciário de Florianópolis, localizado no bairro Agronômica, próximo ao <strong><a href="https://floripa.lgbt/cultura/cinema/documentario-de-estudante-da-ufsc-vai-contar-a-historia-de-selma-light/">Centro Integrado de Cultura (CIC)</a></strong> e o destino que será dado ao espaço, quando o presídio for demolido.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A agitação do setor cultural e da população com a expectativa da construção da &#8220;Cidade da Cultura”, um amplo espaço de cultura e lazer de 173 mil metros quadrados, culminou em uma <a href="https://www.ppi.sc.gov.br/cidade-da-cultura/" target="_blank" rel="noopener">consulta pública</a>.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Neste formulário intitulado “Cidade da Cultura | Escuta Social Ativa”, o público foi convidado a escolher os rumos deste espaço a partir de 2026, de espaço para shows até pista de caminhada e corrida. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O mesmo formulário colheu as opiniões do público até o dia 16 de março de 2025, auxiliando a escuta ativa  e fortalecendo a opinião do povo como importante para construção de novos espaços na capital catarinense.</span></p>
<figure id="attachment_13179" aria-describedby="caption-attachment-13179" style="width: 2142px" class="wp-caption alignnone"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="wp-image-13179 size-full" src="https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2025/04/vista-aerea-complexo-penitenciaria-florianopolis.png" alt="complexo penitenciária Florianópolis santuário" width="2142" height="1214" title="Espaço cultural de Florianópolis (que nem existe ainda) vai virar Santuário?" srcset="https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2025/04/vista-aerea-complexo-penitenciaria-florianopolis.png 2142w, https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2025/04/vista-aerea-complexo-penitenciaria-florianopolis-800x453.png 800w, https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2025/04/vista-aerea-complexo-penitenciaria-florianopolis-1200x680.png 1200w, https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2025/04/vista-aerea-complexo-penitenciaria-florianopolis-768x435.png 768w, https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2025/04/vista-aerea-complexo-penitenciaria-florianopolis-1536x871.png 1536w, https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2025/04/vista-aerea-complexo-penitenciaria-florianopolis-2048x1161.png 2048w, https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2025/04/vista-aerea-complexo-penitenciaria-florianopolis-150x85.png 150w" sizes="(max-width: 2142px) 100vw, 2142px" /><figcaption id="caption-attachment-13179" class="wp-caption-text">Vista aérea do Complexo Penitenciário de Florianópolis, no bairro Agronômica, que deve dar lugar a outra estrutura: a cidade da cultura? ou um santuário? – Imagem: Reprodução/Google Earth</figcaption></figure>
<p><span style="font-weight: 400;">Foram aproximadamente 1.800 respostas, sendo 86,9% reivindicando a transformação do local em espaço cultural e de lazer. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Quando você acha que a direita catarinense não pode se superar, quando o último grão de areia da ampulheta estava a cair, surge o fantoche: Jorginho Mello! </span></p>
<h2>Vem aí um santuário de 30 metros?</h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Para a surpresa do setor cultural e da população que participou do formulário, o governador de SC (do PL), bostejou sua decisão sobre este lugar. </span><span style="font-weight: 400;">&#8220;Vamos implodir o presídio e construir uma santa de 30 metros&#8221;. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Uma santa? Que santa é essa? Uma Santa Ignorância? Padroeira do Mal? A Santa do Fascismo? Qual você me pergunta. </span><span style="font-weight: 400;">S</span><span style="font-weight: 400;">anta Catarina de Alexandria, padroeira que dá nome ao estado! </span><span style="font-weight: 400;">Mas s</span><span style="font-weight: 400;">erá que Catarina de Alexandria duraria em Santa Catarina nos dias atuais? </span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">Considerada padroeira dos filósofos, estudantes, advogados e mulheres universitárias flertando também com feministas, Catarina incomodaria muita gente, principalmente Jorginho e sua turminha do barulho. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Vale lembrar que a própria se recusou a se submeter ao poder masculino da época, usou a palavra como arma e foi punida por isso.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Foi intelectual e questionadora, o que já assusta muitos espaços que valorizam a obediência e a manutenção da “ordem”.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Era religiosa, mas não submissa à estrutura religiosa dominante, porque defendia a fé cristã primitiva contra a imposição imperial. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Hoje, talvez ela confrontasse as igrejas que pregam ódio e exclusão em nome de Deus, como atua essa bancada fascista na Alesc. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Por fim, provavelmente estaria ao lado das minorias sociais, defendendo mulheres, pessoas LGBTQIAPN+, migrantes, negras e negros, além dos povos originários, pobres e todos os que sofrem sob estruturas autoritárias.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Portanto, Catarina seria, sim, uma figura vigiada, desacreditada, talvez caluniada como &#8220;revolucionária perigosa&#8221;, &#8220;herege&#8221;, &#8220;influencer do mal&#8221;, “militante demais”.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ninguém aguenta mais Santa Catarina, nem a própria Catarina! </span></p>
<p><span id="more-13153"></span></p>
<p><strong>Confira a minha crônica sobre esse assunto:</strong></p>
<h3><b>Se Catarina de Alexandria Vivesse em Santa Catarina</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Se Catarina de Alexandria vivesse hoje, talvez andasse de bicicleta pelo centro de Florianópolis, o cabelo solto ao vento, um livro de Simone Weil na mochila e os olhos faiscando pensamento. Não porque fosse moda ser intensa, mas porque ela sempre foi assim: intensa por natureza, insolente por justiça. Dizia o que pensava com a tranquilidade de quem já perdeu a cabeça uma vez — e não pretende perder a dignidade outra.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em tempos onde se perseguem professoras por ensinar pensamento crítico, Catarina seria fichada. Não por blasfêmia, como no Império Romano, mas por “ideologia de gênero”, “ameaça à família tradicional”, ou por recitar trechos de Platão numa escola pública. A mídia diria: “Jovem ativista causa tumulto ao questionar autoridades locais”. Mas ela, calma, respiraria fundo e responderia com um poema de Santa Teresa d’Ávila.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Na Assembleia Legislativa, provavelmente tentariam silenciá-la. Uma deputada gritaria ofendida ao ouvir Catarina dizer que fé sem compaixão é vaidade. Um vereador a chamaria de “louca marxista” ao vê-la de mãos dadas com uma travesti na audiência pública sobre saúde.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Mas Catarina já quebrou uma roda com o toque da própria fé. Que é que um microfone cortado vai fazer com ela?</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ela andaria por São Joaquim, Lages, Itajaí, Joinville, Chapecó, Concórdia, Seara e Curitibanos ouvindo as vividas, conversando com donas de casa, assistindo missas nas comunidades, mas sem aceitar que o nome de Deus seja usado como trincheira para o preconceito. Ela abriria espaços com o peito e o verbo. Se emocionaria com as senhoras que, aos 70, vestem glitter para experimentar ser drag por uma tarde. “Isso também é milagre”, ela diria.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Catarina não seria santa de altar frio. Seria dessas que suam no coletivo, que pega fila do SUS, que toma café com pão dormido e ainda sorri, porque acredita que o mundo pode ser outro. Seria vista em protestos, vestida de branco e vermelho, segurando um cartaz que diria:</span></p>
<p><b>“Contra toda roda que quer nos moer”</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">E, ainda assim, alguns diriam que ela exagera. Que está provocando. Que “deveria ficar no seu lugar”.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Mas Catarina nunca teve um lugar definido. Foi filósofa, mártir, santa, rebelde, mulher. E em Santa Catarina de hoje, talvez ela não tivesse a cabeça cortada — mas seria cancelada, desacreditada, ameaçada, enlouquecida. Mesmo assim, ela seguiria.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Com sua palavra afiada.</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;"> Com sua fé sem jaula.</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;"> Com sua roda quebrada aos pés.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">E nós, talvez, a seguiríamos também.</span></p>
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            <media:description><![CDATA[Governo quer transformar complexo penal em espaço multifuncional dedicado à cultura – Foto: Eduardo Valente/SECOM SC]]></media:description>    
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		<item>
		<title>A Maratona Cultural acabou, mas Florianópolis precisa de mais</title>
		<link>https://floripa.lgbt/colunistas/fatos-e-babados/a-maratona-cultural-acabou-mas-florianopolis-precisa-de-mais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 Mar 2025 17:34:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Fatos e Babados]]></category>
		<category><![CDATA[Florianópolis]]></category>
		<category><![CDATA[Suzaninha]]></category>
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					<description><![CDATA[Apesar do sucesso de público na Maratona Cultural, a cidade precisa investir em uma agenda cultural contínua e na valorização dos profissionais da arte]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Nhain bonitas! </span><span style="font-weight: 400;">Todo Carnaval tem seu fim… mas e a Maratona Cultural? Acaba assim? </span><span style="font-weight: 400;">Produzido pelo Instituto Maratona Cultural, o evento — que tem nome de prática esportiva, mas corre na pista da arte — reuniu mais de 400 ações em três dias na cidade de Florianópolis.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em meio ao caos da <a href="https://floripa.lgbt/cultura/maratona-cultural-2025-programacao-floripa/"><strong>programação</strong></a>, é preciso parabenizar a produção por conseguir articular tantas linguagens artísticas em uma única agenda cultural.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Com boa parte da programação gratuita, filas quilométricas se formaram para retirada de ingressos. Teve até bate-boca e confusão entre o público na tentativa de garantir acesso.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Mas a logística de retirada de ingressos precisa ser repensada. Ficar horas na fila para, no fim, sair de mãos vazias é frustrante! </span><span style="font-weight: 400;">A multidão ocupou o evento, e foi lindo ver o centro da cidade transbordando de público, da Escadaria do Rosário ao Largo da Alfândega.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">No entanto, fica a saudade de uma programação LGBTQIAPN+ mais robusta. Um exemplo claro disso foi a Maratona Ball, que antes acontecia em praça pública e, desta vez, foi levada para dentro da Galeria Lama.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A justificativa pode até ser a busca por “melhor estrutura e qualidade”, mas a ocupação de espaços públicos com a cultura LGBTQIAPN+ é essencial para a formação de novas plateias.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A verdade é que gosto da Maratona Cultural, apesar dos desafios de produção e de alguns bastidores que nem sempre são os mais agradáveis. </span><span style="font-weight: 400;">Mas e agora que passou? Como fica o cenário cultural de Florianópolis?</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Com editais da Lei Aldir Blanc atrasados e uma gestão ineficiente da Fundação Franklin Cascaes, o horizonte não é dos mais animadores.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Se no verão a cidade brilha como <a href="https://floripa.lgbt/viagem-e-turismo/entenda-porque-florianopolis-e-considerada-um-destino-de-turismo-lgbt/"><strong>destino turístico</strong></a>, o inverno se aproxima e o calor das ruas pode esfriar.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A proposta de unificação da agenda cultural promovida pela Maratona deveria servir de inspiração para o poder público. Afinal, a cultura existe todos os dias — não apenas no Carnaval ou em um festival.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O cenário cultural de Florianópolis precisa de atenção, respeito e valorização. Mesmo com eventos de impacto nacional, o reconhecimento profissional e a garantia de continuidade são urgentes.</span></p>
<p>Seja com ou sem Carnaval, com ou sem Maratona Cultural, o fato é que a cidade precisa olhar com mais carinho para quem trabalha com cultura no município. São essas pessoas que transformam Florianópolis numa cidade muito mais do que um cartão-postal de belas praias.</p>
<p><span style="font-weight: 400;">Xoxo,</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;"><a href="https://instagram.com/risotril" target="_blank" rel="noopener">Su</a>. </span></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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            <media:description><![CDATA[Maratona Cultural 2025 movimentou Florianópolis - Foto: Instituto Maratona Cultural/Divulgação/Floripa.LGBT]]></media:description>    
            <media:credit role="author" scheme="urn:ebu"><![CDATA[]]></media:credit>

        </media:content>	</item>
		<item>
		<title>Drag queen incomoda deputado estadual de Santa Catarina</title>
		<link>https://floripa.lgbt/colunistas/fatos-e-babados/drag-queen-incomoda-deputado-estadual-de-santa-catarina/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Mar 2025 12:18:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Fatos e Babados]]></category>
		<category><![CDATA[Florianópolis]]></category>
		<category><![CDATA[Santa Catarina]]></category>
		<category><![CDATA[Suzaninha]]></category>
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					<description><![CDATA[Deputado que só aparece quando se envolve em polêmicas e pautas que não lhe dizem respeito questionou recepção aos calouros da Udesc]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Nhain, minhas bonitas, simbora pra mais um </span><strong>Fatos e Babados</strong><span style="font-weight: 400;">? Confesso que a temática de hoje eu queria empurrar pra debaixo do tapete — afinal, eu é que não ia bater tambor pra louco dançar. </span><span style="font-weight: 400;">Mas já que a merda toda já foi jogada no ventilador, vamos </span><strong>hablar</strong><span style="font-weight: 400;"> do que importa: meu direito de resposta.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Recentemente, tive o prazer de ser apresentadora das Boas-Vindas Calourada 2025 da Udesc (Universidade do Estado de Santa Catarina). </span><span style="font-weight: 400;">Universidade esta que tenho a honra de dizer que fui aluna de Licenciatura em Teatro, e que boa parte da minha jornada artística foi experimentada e criada por ali.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Hoje, se sou a primeira drag queen catarinense a receber a maior honraria da cultura do estado, a <a href="https://floripa.lgbt/cultura/arte-drag/suzaninha-sera-a-primeira-artista-drag-a-receber-a-medalha-cruz-e-sousa/"><strong>Medalha Cruz e Sousa</strong></a>, é porque meu trabalho afeta. </span><span style="font-weight: 400;">Mas há quem se incomode com uma drag queen — além do meu stalker “secreto” que vai perder o réu primário?</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Obviamente que eu incomodaria o lado mais obscuro da força — o homem de direita, que defende a família tradicional, a pátria e Deus.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Um deputado catarinense veio a público questionar os motivos pelos quais a Udesc contratou uma drag queen para receber os calouros.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Aponta, inclusive, que meu cachê seria muito caro para a ação, já que, segundo ele, “quem seria Suzaninha?”.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Tudo isso pago com os impostos do povo catarinense, que teria seus filhos educados por uma drag queen numa instituição pública. Aquela ladainha de sempre!</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Sinceramente, um deputado estadual que só aparece quando se envolve em polêmicas e pautas que não lhe dizem respeito, vale o salário que recebe?</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Dando uma pesquisadinha aqui, são quase R$36 mil por mês — para produzir conteúdos de péssima qualidade na internet e falar merda.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ou seja, se colocarmos na mesa meu cachê para o evento e o <a href="https://transparencia.alesc.sc.gov.br/" target="_blank" rel="noopener">salário do deputado</a> — ambos pagos pelo povo —, meu trabalho tem mais sentido do que a função inútil do deputado.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Diante de tudo isso, percebo que o que incomoda, de fato, é:</span></p>
<ol>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">A Udesc ainda ser uma universidade pública, gratuita e de qualidade;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Eu ser uma drag queen;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">A valorização de um artista.</span></li>
</ol>
<p><span style="font-weight: 400;">Cito apenas três pontos, mas poderíamos desdobrar esta conversa em muitas camadas, como por exemplo o fiasco que foi o Festival Santa Catarina Canta &#8211; Festival Sertanejo, encomendado pessoalmente pelo governador de SC (do PL), no valor de R$ 3 milhões, financiado sem licitação pela Fundação Catarinense de Cultura. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Podemos falar ainda que esta <a href="https://floripa.lgbt/politica/projeto-proibe-naturismo-em-santa-catarina/"><strong>prática lgbtfóbica praticada pelo deputado deveria ser criminalizada</strong></a>, afinal, até quando sua “opinião” vai ser naturalizada? </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Portanto, quando alguém tentar desvalorizar seu trabalho, construir narrativas tendenciosas e falsas sobre seu corre, lembre-se: isso diz mais sobre quem aponta do que sobre você.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Eles passarão, nós&#8230; passarinhos!</span></p>
<p><b>XoXo,</b><b><br />
</b><b><a href="https://instagram.com/risotril" target="_blank" rel="noopener"> Su</a>.</b><span style="font-weight: 400;"><br />
</span></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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            <media:description><![CDATA[Drag queen Suzaninha apresentou o evento de Boas-Vindas Calourada 2025 da Udesc - Foto: Reprodução/Youtube/Udesc]]></media:description>    
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		<item>
		<title>Fatos e Babados: Floripa vive dias de Oscar, Carnaval e repressão policial</title>
		<link>https://floripa.lgbt/colunistas/fatos-e-babados/fatos-e-babados-floripa-vive-dias-de-oscar-carnaval-e-repressao-policial/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Mar 2025 17:58:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Fatos e Babados]]></category>
		<category><![CDATA[Florianópolis]]></category>
		<category><![CDATA[Suzaninha]]></category>
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					<description><![CDATA[Repressão no fim da festa: a ala da Violência Policial ganhou mais um triste destaque no Carnaval de Florianópolis]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">É monas, recuperadas? Mãezinha aqui tá só o pó da gaita, quem vê assim pensa que ela ferveu todos os dias, e acertou! </span><span style="font-weight: 400;">Se tem uma coisa que nos deu orgulho nos últimos dias foi ser brasileiro hein?! Fazia tempo que eu não me sentia tão patriota. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Depois de dias de folia intensa, Floripa ainda sente os resquícios do <a href="http://floripa.lgbt/tag/carnaval"><strong>Carnaval</strong></a>. Para quem aproveitou a festa de rua, não faltaram brilho, suor e samba no pé – mas também tiveram que sofrer com a repressão da Polícia Militar e da Guarda Municipal.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Entre os motivos de orgulho recente para os brasileiros, está a histórica vitória no Oscar. Pela primeira vez, o Brasil trouxe para casa a cobiçada estatueta dourada com o filme &#8220;Ainda Estou Aqui&#8221;. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O país vibrou com a conquista, mas a torcida esperava ainda mais: <a href="https://floripa.lgbt/cultura/cinema/onde-assistir-transmissao-do-oscar-2025-em-florianopolis/"><strong>Fernanda Torres</strong></a>, que concorreu a Melhor Atriz, acabou ficando sem o prêmio dourado.</span></p>
<blockquote class="twitter-tweet" data-media-max-width="800">
<p dir="ltr" lang="pt">Oscar visto de floripa <a href="https://twitter.com/hashtag/Oscars2025?src=hash&amp;ref_src=twsrc%5Etfw" target="_blank" rel="noopener">#Oscars2025</a> <a href="https://twitter.com/hashtag/FLORIANOPOLIS?src=hash&amp;ref_src=twsrc%5Etfw" target="_blank" rel="noopener">#FLORIANOPOLIS</a> <a href="https://t.co/PuTWWJUhps">pic.twitter.com/PuTWWJUhps</a></p>
<p>— rafaeev (@rafaeev) <a href="https://twitter.com/rafaeev/status/1896432503751335969?ref_src=twsrc%5Etfw" target="_blank" rel="noopener">March 3, 2025</a></p></blockquote>
<p><script src="https://platform.twitter.com/widgets.js" async="" charset="utf-8"></script></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ainda assim, brilhou na premiação com carisma, elegância e um vestido de milhões. Ela já é nossa maior estrela. Até boneco de Olinda em sua homenagem teve – quer prêmio maior?</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Mas enquanto a festa acontecia em Hollywood, aqui em Florianópolis o Carnaval teve um tom menos glamouroso. </span><span style="font-weight: 400;">A região central da cidade foi tomada por uma multidão diversa e festiva, que precisou se esquivar da violenta repressão policial. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Enquanto os camarotes e boates cobravam valores exorbitantes para a folia privada, o público que ocupava as ruas enfrentou spray de pimenta e balas de borracha. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A atual gestão da prefeitura, juntamente com a Polícia Militar e a Guarda Municipal, impuseram um toque de recolher violento, transformando a Ilha da Magia em palco de tensão.</span></p>
<div style="width: 480px;" class="wp-video"><video class="wp-video-shortcode" id="video-12370-1" width="480" height="848" preload="metadata" controls="controls"><source type="video/mp4" src="https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2025/03/Repressao-policial-em-noite-de-Carnaval-em-Florianopolis.mp4?_=1" /><a href="https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2025/03/Repressao-policial-em-noite-de-Carnaval-em-Florianopolis.mp4">https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2025/03/Repressao-policial-em-noite-de-Carnaval-em-Florianopolis.mp4</a></video></div>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-weight: 400;">Diante do cenário, até pareceu uma homenagem &#8211; bem errada &#8211; ao filme vencedor do Oscar: &#8220;Ainda Estou Aqui&#8221;. Ditadura nunca mais! </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em meio às adversidades, o povo resiste. E enquanto o samba enredo da prefeitura parecia entoar um melancólico &#8220;é pau, é pedra, é o fim do caminho&#8221;, a ala da Violência Policial ganhou mais um triste destaque no Carnaval da cidade.</span></p>
<figure id="attachment_12377" aria-describedby="caption-attachment-12377" style="width: 912px" class="wp-caption alignnone"><img decoding="async" class="size-full wp-image-12377" src="https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2025/03/repressao-floripa-carnaval-2025.png" alt="Repressão policial no Centro-leste durante Carnaval" width="912" height="828" title="Fatos e Babados: Floripa vive dias de Oscar, Carnaval e repressão policial" srcset="https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2025/03/repressao-floripa-carnaval-2025.png 912w, https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2025/03/repressao-floripa-carnaval-2025-800x726.png 800w, https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2025/03/repressao-floripa-carnaval-2025-768x697.png 768w, https://floripa.lgbt/wp-content/uploads/2025/03/repressao-floripa-carnaval-2025-150x136.png 150w" sizes="(max-width: 912px) 100vw, 912px" /><figcaption id="caption-attachment-12377" class="wp-caption-text">Repressão policial no Centro-leste durante o Carnaval foi destaque negativo &#8211; Foto: Reprodução/Floripa.LGBT</figcaption></figure>
<p><span style="font-weight: 400;">Entre confetes e repressão, uma certeza permanece: a arte e a cultura salvam. Parabéns aos artistas e produtores que garantiram momentos de alegria e resistência nos palcos da cidade, mesmo sem apoio, suporte ou qualquer atenção da prefeitura e de sua péssima gestão. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Enquanto o cinema brasileiro vence nos festivais mundo afora, a produção cultural de Florianópolis e de Santa Catarina segue perdendo. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">XoXo,</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;"><strong><a href="https://www.instagram.com/risotril" target="_blank" rel="noopener">Su</a></strong>.</span></p>
]]></content:encoded>
					
		
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            <media:description><![CDATA[Homens são atingidos por spray de pimenta disparado por policial – Imagem: Reprodução/Floripa.LGBT]]></media:description>    
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		<item>
		<title>Fatos e Babados: Onde estão as LGBTQIAPN+ no Carnaval de Florianópolis?</title>
		<link>https://floripa.lgbt/colunistas/fatos-e-babados/fatos-e-babados-onde-estao-as-lgbtqiapn-no-carnaval-de-florianopolis/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 Feb 2025 12:51:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Fatos e Babados]]></category>
		<category><![CDATA[Carnaval]]></category>
		<category><![CDATA[Florianópolis]]></category>
		<category><![CDATA[Suzaninha]]></category>
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					<description><![CDATA[Por muitos anos, o palco do Pop Gay foi um dos poucos lugares no Carnaval de Florianópolis onde nossa arte era legitimada. Hoje, virou um grande balcão de negócios]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Nhain, bonitas! O </span><b>Fatos e Babados</b><span style="font-weight: 400;"> chega com T-U-D-O aqui no </span><b>Floripa.LGBT</b><span style="font-weight: 400;">. Uma honra compartilhar com vocês minhas opiniões e, obviamente, muito BAPHO!</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Mas vem cá, e esse Carnaval de Florianópolis, hein?! Vai pro bloquinho? Pra buatchy? Pro barzinho?</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Independente do lugar, precisamos direcionar nosso olhar para a presença – ou a falta dela – da comunidade LGBTQIAPN+ no Carnaval de Florianópolis.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Onde estão as LGBTQIAPN+ no Carnaval da Ilha da Magia?</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O Carnaval é cultura LGBTQIAPN+! Lembro de mim, ainda uma criança viada lá em Chapecó (beijo pra minha terra!), encantada pelo brilho da folia e pelas corporalidades dissidentes desfilando de peito aberto na principal avenida da cidade.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Mas, hoje, em Florianópolis, a coisa mudou. Se você quer participar do cortejo público – aquele puxado pela prefeitura –, tem que saber a coreografia. E se quer mostrar seu trabalho artístico no palco do Pop Gay, boa sorte: me faltariam colunas para contar quantas vezes artistas LGBTQIAPN+ me perguntaram como conseguir esse espaço.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Por muitos anos, o palco do </span><b>Pop Gay</b><span style="font-weight: 400;"> foi um dos poucos lugares no <a href="https://floripa.lgbt/agenda-de-eventos/carnaval-2025-floripa-programacao/"><strong>Carnaval da Ilha</strong></a> onde nossa arte era legitimada. Hoje, virou um grande balcão de negócios para quem está do lado do prefeito &#8211; o que hoje não parece uma boa ideia, levando em consideração tudo que vem acontecendo na cidade. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Isso não quer dizer que deslegitimo quem está lá. Tenho muito respeito, admiração e carinho por cada LGBTQIAPN+ que ocupa aquele palco – salve rainha mãe de todas, Selma Light! Mas a diversidade da nossa cultura é IMENSA e merece mais do que um cachê de R$150 ou uma puxada de saco política.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O Carnaval é terra de gente, de diversidade, de luta, afronte, resistência, brilho e, acima de tudo, da comunidade LGBTQIAPN+.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Dançar conforme a música toca nem sempre é fácil. Significa abdicar de muita coisa, principalmente do acesso. E hoje sei que, em Florianópolis, </span><b>ter acesso e dormir tranquila são duas coisas que não andam juntas</b><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Mas lembre-se, LGBTQIAPN+: sua luz é de LED, ninguém apaga. </span><b>Brilhe de fevereiro a fevereiro – seu bloco nunca para!</b><span style="font-weight: 400;"> Seja sua própria abre-alas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Com amor,</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">XoXo,</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><b><a href="https://www.instagram.com/risotril" target="_blank" rel="noopener">Su</a>.</b></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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            <media:description><![CDATA[Por muitos anos, o palco do Pop Gay foi um dos poucos lugares no Carnaval da Ilha onde nossa arte era legitimada - Foto: Mariana Smania/Divulgação/Floripa.LGBT]]></media:description>    
            <media:credit role="author" scheme="urn:ebu"><![CDATA[]]></media:credit>

        </media:content>	</item>
		<item>
		<title>Fatos e Babados: Drag Suzaninha estreia coluna no portal Floripa.LGBT</title>
		<link>https://floripa.lgbt/internet/drag-suzaninha-estreia-coluna-fatos-e-babados/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 21 Feb 2025 21:30:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internet]]></category>
		<category><![CDATA[Fatos e Babados]]></category>
		<category><![CDATA[Florianópolis]]></category>
		<category><![CDATA[Suzaninha]]></category>
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					<description><![CDATA[Reconhecida pelo seu humor e habilidade com as palavras, Suzaninha passa a ter coluna no maior portal LGBT+ de SC para falar da comunidade LGBTQIAPN+ ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Floripa.LGBT celebra a vinda da mais nova colunista do portal, conhecida por suas performances icônicas, suas tradicionais noites de apresentações e seu humor ácido. A drag Suzaninha veio para somar no <a href="https://floripa.lgbt/cidadania/maior-portal-de-noticias-lgbtqia-de-sc-lanca-campanha-de-financiamento/"><strong>maior portal LGBT+ de Santa Catarina</strong></a>, com muita notícia quente e baphos e assinará a coluna <a href="https://floripa.lgbt/colunistas/fatos-e-babados/"><strong>Fatos e Babados</strong></a>.</p>
<p><a href="https://www.instagram.com/risotril/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Suzaninha</strong></a> já foi nomeada no <b>Top 100 Profissionais LGBT+</b><span style="font-weight: 400;">, uma lista que homenageia lideranças e influenciadores que promovem diversidade e inclusão no Brasil. Além de receber a </span><a href="https://floripa.lgbt/cultura/arte-drag/suzaninha-sera-a-primeira-artista-drag-a-receber-a-medalha-cruz-e-sousa/"><b>Medalha Cruz e Sousa</b></a><span style="font-weight: 400;"> &#8211; uma das maiores honrarias concedidas pelo Governo de Santa Catarina &#8211; devido a sua <a href="https://floripa.lgbt/agenda-de-eventos/10-anos-de-suzaninha-exposicao-gratuita-em-florianopolis-celebra-carreira-da-drag/"><strong>influência cultural</strong></a> em Florianópolis.</span></p>
<blockquote><p><span style="font-weight: 400;">“É uma honra fazer parte do Floripa LGBT+! Agora o público vai poder acompanhar minha coluna social, com muitos Fatos e Babados da cena LGBTQIAPN+ brasileira e obviamente de Floripa. Me sinto pronta para dividir com o público notícias quentinhas da cena, muito kikiki e os closes certos que rolam por aí! Aproveitem!&#8221;, celebra Suzaninha.</span></p></blockquote>
<h2> Suzaninha estreia nova coluna no Floripa.LGBT</h2>
<p>A estreia da primeira coluna do portal não poderia ser diferente, comandada por ninguém menos que a drag queen mais baphonica de Florianópolis, Suzaninha promete trazer análises afiadas, em um espaço livre para debater cultura e entretenimento da cena LGBTQIAPN+.</p>
<p>A novidade foi comemorada pelo time do portal. O jornalista e editor do Floripa.LGBT, Danilo Duarte, comemora a chegada de um reforço icônico ao portal:</p>
<blockquote><p>“Estamos muito felizes com a vinda de Suzaninha, a drag mais famosa de Santa Catarina, para somar ao maior portal LGBTQIA+ do estado. Sua trajetória e carisma são referências na cidade e, sem dúvida, sua presença trará ainda mais representatividade e autenticidade ao nosso espaço. O Floripa.LGBT segue ampliando vozes e fortalecendo a comunidade com conteúdos que refletem a diversidade e a cultura LGBTQIA+”.</p></blockquote>
<p><span style="font-weight: 400;">Com um conteúdo exclusivo, a nova colunista vai trazer os maiores babados por detrás das cortinas e da cena drag brasileira, com muita informação e aquela pitada de humor.</span></p>
<blockquote><p><span style="font-weight: 400;">&#8220;Suzaninha já causa e repercute nas redes sociais, e agora vai adicionar seu humor satírico, trazendo conteúdos exclusivos também para os seguidores do Floripa.LGBT nas redes sociais&#8221;, afirma João Pereira, gestor de comunidades do portal.</span></p></blockquote>
<h3>Coluna de Suzaninha é a primeira das grandes novidades</h3>
<p>A estreia de Suzaninha é a primeira das grandes novidades que o Floripa.LGBT promete para 2025, quando o portal completa dois anos de existência, consolidando-se no jornalismo independente voltado à comunidade LGBTQIAPN+ da Grande Florianópolis e para toda Santa Catarina.</p>
<p>Nas redes sociais, o alcance do Floripa.LGBT cresce de forma acelerada. Só no Instagram, a principal rede social, são mais de 150 mil pessoas alcançadas mensalmente, com quase 10 mil seguidores fiéis &#8211; número que deve ser alcançado nas próximas semanas.</p>
<p>Para manter a estrutura, o Floripa.LGBT conta com duas estratégias: a primeira delas é um financiamento coletivo, em que é possível doar qualquer valor &#8211; seja feita de forma única ou mensalmente. A outra possibilidade é por meio de anúncios que podem ser realizados no <a href="http://www.floripa.lgbt">www.floripa.lgbt</a> ou pelo Instagram. Para saber mais sobre as formas de anunciar no Floripa.LGBT <a href="https://api.whatsapp.com/send?phone=5548988723272" target="_blank" rel="noopener">basta clicar aqui</a>.</p>
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            <media:description><![CDATA[Drag queen Suzaninha estreia coluna no Floripa.LGBT com cultura, política e muito kikiki - Foto: Divulgação/ Floripa.LGBT]]></media:description>    
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